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Texto II (Mafalda, de Quino) para a questão.

No último quadrinho dessa tirinha de Quino, temos um uso inadequado dos verbos, segundo a norma padrão, mas comumente empregado na coloquialidade, o equívoco é:
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1307177
Ano: 2019
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: IF-Sertão
Orgão: IF Sertão
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: IF-Sertão
Orgão: IF Sertão
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A inclusão de crianças e jovens com necessidades educacionais especiais (NEE) na Educação Básica ainda gera debate no Brasil. De um lado, há os que defendem ser mais adequado os estudantes com deficiência frequentarem somente escolas especiais, no aguardo de que as instituições regulares possam estar devidamente estruturadas para atender as especificidades desses estudantes. De outro lado, há os que consideram que as classes regulares se constituem no melhor ambiente para que esses estudantes aprendam os conteúdos curriculares e convivam com os demais alunos. A respeito do tema é CORRETO afirmar que:
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Texto I para a questão.
Viúva na praia
Rubem Braga
Ivo viu a uva; eu vi a viúva. Ia passando na praia, vi a viúva, a viúva na praia me fascinou. Deitei-me na areia, fiquei a contemplar a viúva.
O enterro passara sob a minha janela; o morto eu o conhecera vagamente; no café da esquina a gente se cumprimentava às vezes, murmurando “bom dia”; era um homem forte, de cara vermelha; as poucas vezes que o encontrei com a mulher ele não me cumprimentou, fazia que não me via; e eu também. Lembro-me de que uma vez perguntei as horas ao garçom, e foi aquele homem que respondeu; agradeci; este foi nosso maior diálogo. Só ia à praia aos domingos, mas ia de carro, um “Citroen”, com a mulher, o filho e a barraca, para outra praia mais longe. A mulher ia às vezes à praia com o menino, em frente à minha esquina, mas só no verão. Eu passava de longe; sabia quem era, que era casada, que talvez me conhecesse de vista; eu não a olhava de frente.
A morte do homem foi comentada no café; eu soube, assim, que ele passara muitos meses doente, sofrera muito, morrera muito magro e sem cor. Eu não dera por sua falta, nem soubera de sua doença.
E agora estou deitado na areia, vendo a sua viúva. Deve uma viúva vir à praia? Nossa praia não é nenhuma festa; tem pouca gente; além disso, vamos supor que ela precise trazer o menino, pois nunca a vi sozinha na praia. E seu maiô é preto. Não que o tenha comprado por luto; já era preto. E ela tem, como sempre, um ar decente; não olha para ninguém, a não ser para o menino, que deve ter uns dois anos.
Se eu fosse casado, e morresse, gostaria de saber que alguns dias depois minha viúva iria à praia com meu filho — foi isso o que pensei, vendo a viúva. É bem bonita, a viúva. Não é dessas que chamam a atenção; é discreta, de curvas discretas, mas certas. Imagino que deve ter 27 anos; talvez menos, talvez mais, até 30. Os cabelos são bem negros; os olhos são um pouco amendoados, o nariz direito, a boca um pouco dentucinha, só um pouco; a linha do queixo muito nítida.
Ergueu-se, porque, contra suas ordens, o garoto voltou a entrar n’água. Se eu fosse casado, e morresse, talvez ficasse um pouco ressentido ao pensar que, alguns dias depois, um homem — um estranho, que mal conheço de vista, do café — estaria olhando o corpo de minha mulher na praia. Mesmo que olhasse sem impertinência, antes de maneira discreta, como que distraído.
Mas eu não morri; e eu sou o outro homem. E a idéia de que o defunto ficaria ressentido se acaso imaginasse que eu estaria aqui a reparar no corpo de sua viúva, essa idéia me faz achá-lo um tolo, embora, a rigor, eu não possa lhe imputar essa idéia, que é minha. Eu estou vivo, e isso me dá uma grande superioridade sobre ele.
Vivo! Vivo como esse menino que ri, jogando água no corpo da mãe que vai buscá-lo. Vivo como essa mulher que pisa a espuma e agora traz ao colo o garoto já bem crescido. O esforço faz-lhe tensos os músculos dos braços e das coxas; é bela assim, marchando com a sua carga querida.
Agora o garoto fica brincando junto à barraca e é ela que vai dar um mergulho rápido, para se limpar da areia. Volta. Não, a viúva não está de luto, a viúva está brilhando de sol, está vestida de água e de luz. Respira fundo o vento do mar, tão diferente daquele ar triste do quarto fechado do doente, em que viveu meses. Vendo seu homem se finar; vendo-o decair de sua glória de homem fortão de cara vermelha e de seu império de homem da mulher e pai do filho, vendo-o fraco e lamentável, impertinente e lamurioso como um menino, às vezes até ridículo, às vezes até nojento…
Ah, não quero pensar nisso. Respiro também profundamente o ar limpo e livre. Ondas espoucam ao sol. O sol brilha nos cabelos e na curva de ombro da viúva. Ela está sentada, quieta, séria, uma perna estendida, outra em ângulo. 0 sol brilha também em seu joelho. O sol ama a viúva. Eu vejo a viúva.
(Rio, setembro, 1958)
Texto extraído do livro “Ai de ti, Copacabana”, Editora do Autor – Rio de Janeiro, 1960, pág. 129.
Julgue os itens e assinale a alternativa correta.
I - A palavra viúva no primeiro parágrafo exerce, nas quatro situações em que aparece, a função de objeto direto.
II - A palavra viúva no primeiro parágrafo exerce, em três situações, a função de objeto direto e em uma, a função de sujeito.
III - No primeiro parágrafo, a expressão "na praia" em "ia passando na praia," pode ser classificada como objeto indireto.
IV - O pronome "me", em "Deitei-me", exerce a função de objeto direto pleonástico.
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Para Fazenda (2014), a interdisciplinaridade constitui-se numa atitude, numa maneira de ser e fazer relacionada a uma nova maneira de enxergar e lidar com o conhecimento. Nessa perspectiva, o que melhor caracteriza um currículo interdisciplinar em termos de ensino?
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A compreensão da avaliação da aprendizagem como um meio e não um fim, implica reconhecer, na avaliação, um caráter formativo e, portanto, com intenções de interferir positivamente no processo pedagógico. Dentre suas características, a avaliação possui uma função diagnóstica, que possibilita:
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O educador Maurice Tardif, em seus estudos, descreve a importância da construção dos saberes no processo de formação, no domínio dos conhecimentos construídos ao longo da história, nas necessidades curriculares e nos momentos de prática e de vivências nas situações do cotidiano escolar. Partindo deste contexto, considere as afirmativas abaixo:
I - Os saberes disciplinares são um conjunto de saberes que, baseados nas ciências e na erudição, são transmitidos aos professores durante o processo de formação inicial e/ou continuada. Também se constituem de conhecimentos pedagógicos relacionados às técnicas e métodos de ensino (saber-fazer).
II - Os saberes curriculares são conhecimentos relacionados à forma como as instituições educacionais fazem a gestão dos conhecimentos socialmente produzidos e que devem ser transmitidos aos estudantes.
III - Os saberes experienciais são os saberes que resultam do próprio exercício da atividade profissional dos professores. Esses saberes são produzidos pelos docentes por meio da vivência de situações específicas relacionadas ao espaço da escola e às relações estabelecidas com alunos e colegas de profissão.
Assinale a assertiva que indica as afirmativas corretas:
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São diretrizes da Lei de Acesso à Informação, Lei nº 12.527/2011, EXCETO:
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Um dos grandes desafios à educação profissional e tecnológica atual é a superação do modelo curricular dualista expressado pela dicotomia formação intelectual x formação manual. A adoção de estratégias teórico-metodológicas interdisciplinares constitui uma possível saída para essa problemática. Para o professor Moacir Gadotti (2009), a interdisciplinaridade visa contornar os problemas associados à compartimentalização dos saberes. Dentre as posturas adotadas pelos professores visando a uma prática interdisciplinar, destacam-se:
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Na ótica da autora Vera Maria Candau, o objeto de estudo da Didática é o processo de ensino-aprendizagem. Nesta direção, marque a alternativa que melhor define a Didática na contemporaneidade.
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1171877
Ano: 2019
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: IF-Sertão
Orgão: IF Sertão
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O princípio formativo da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão nos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia tem respaldo nos objetivos e finalidades constantes em sua lei de criação. A compreensão do desafio da realização do tripé ensino, pesquisa e extensão no âmbito dos Institutos Federais é potencializada pelo seu alcance, também, à educação básica, por meio dos cursos técnicos subsequentes e de nível médio integrado. Tanto no âmbito das Universidades quanto nos Institutos Federais, um dos principais desafios à consolidação do princípio da indissociabilidade, é:
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