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Foram encontradas 40 questões.

2492921 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Dentre os vários materiais produzidos em cerâmica, temos os tijolos maciços também chamados de tijolos comuns. O ideal, para a especificação de um tijolo ou outro produto, para determinada utilização, é recomendar o atendimento às normas. Em relação às dimensões dos tijolos maciços cerâmicos para alvenaria, são indicadas formas e dimensões nominais em milímetros conforme a tabela a seguir.
Comprimento Largura Altura
190 90 57
190 90 90
Nessas dimensões, podem ser toleradas diferenças oriundas do processo de fabricação, que, no máximo, serão:
 

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2492759 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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As instalações prediais de águas pluviais têm como objetivo o recolhimento e a condução das águas pluviais aos locais mais adequados à sua destinação final. Quanto ao projeto destas instalações, afirmam-se.
I. O período de retorno é um dos critérios utilizados nos projetos de instalações pluviais e corresponde ao número médio de anos em que, para a mesma duração de precipitação, uma determinada intensidade pluviométrica é igualada ou ultrapassada uma vez.
II. A duração de precipitação corresponde ao intervalo de tempo de referência para a determinação de intensidades pluviométricas. Para fins de projeto, a duração da precipitação deve ser fixada em 30 minutos.
III. No cálculo da área de contribuição, devem-se considerar os incrementos devidos à inclinação da cobertura e às paredes que interceptem água de chuva, que também deve ser drenada pela cobertura.
IV. O dimensionamento dos condutores horizontais de seção circular deve ser feito para escoamento com lâmina de altura igual a 3/4 do diâmetro interno do tubo.
Estão corretas apenas as afirmativas
 

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2492716 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Quanto às recomendações da NBR 8160 para tubulações de ventilação, é correto afirmar que
 

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2491749 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Para responder à questão utilize a seguinte composição de custos:
Serviço: armação estrutural aço CA-50, envolvendo aquisição das barras, manuseio, corte, dobra, transporte e instalação.
Unidade: Kg
Insumo Unidade Índice (Quantidade) Custo Unitário (R$)
Armador h 0,12 7,90
Ajudante h 0,12 4,50
Aço CA-50 Kg 1,20 3,30
Arame Recozido nº 18 Kg 0,05 5,60
Para armar 2.200 kg de armação em uma semana com 44 horas, são necessários
 

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2489211 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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A NBR 5626 trata das instalações prediais de água fria. Entre os aspectos abordados por esta norma estão os materiais e os constituintes de instalações prediais de água fria, bem como os critérios de projetos para estas instalações e os procedimentos de execução e de manutenção.
Quanto às recomendações e aos critérios de dimensionamento de reservatórios, tubulações de limpeza e extravasão presentes na NBR 5626, é correta afirmar que
 

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2488427 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Uma das propriedades do concreto fresco é a trabalhabilidade, que pode ser definida como a quantidade de trabalho interno útil e necessário à obtenção do adensamento total do mesmo. O trabalho interno útil é uma propriedade física inerente do concreto e é o trabalho ou energia exigido para vencer o atrito interno entre as partículas individuais do concreto.
Dentre os fatores que afetam a trabalhabilidade do concreto fresco, podemos relacionar:
I. Consistência.
II. Tipo de mistura, transporte, lançamento e adensamento do concreto.
III. Dimensões das peças a moldar e afastamentos das armaduras.
Estão corretas as afirmativas
 

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Leia o texto abaixo e responda à questão.
A banalização da vida
Por Lya Luft
Este é talvez um dos fatos mais assustadores e tristes do nosso momento: falta de segurança generalizada, o medo, pois aqui se mata e se morre como quem come um pãozinho. Bala perdida, traficante, bandido graúdo ou pequeno, e o menor de idade, que é o mais complicado: pelas nossas leis absurdas, sendo menor, ele não é de verdade punido. É 4 levado para um estabelecimento hipoteticamente educativo e socializador, de onde deveria sair regenerado, com profissão, com vergonha na cara, sair gente. Não sai. Não, salvo raríssimas exceções, e todo mundo sabe disso.
Todo mundo sabe que é urgente e essencial reduzir para menos de 18 anos a idade em que se pode prender, julgar, condenar um assassino feroz, reincidente, cruel e confesso. Mas aí vem quem defenda, quem tenha pena, ah! os direitos humanos, ah! são crianças. São assassinos apavorantes: torturam e matam com frieza de animais, tantas vezes, e vão para a reeducação ou a ressocialização certamente achando graça: logo, logo estarão de volta. Basta ver os casos em que, checando-se a ficha do “menino”, ele é reincidente contumaz.
Outro ponto dessa nossa insegurança é a rala presença de policiais em muitas cidades brasileiras. Posso rodar quarteirões intermináveis de carro, e não vejo um só policial. Culpa deles? Certamente não. Os policiais ganham mal, arriscam suas vidas, são mortos frequentemente, são mais heróis do que vilões, embora muitos os queiram enxergar assim. Onde não temos policiamento, mais insegurança.
Na verdade, a violência é tão alta e tão geral no país que mesmo porteiros treinados de bons edifícios ou condomínios pouco adiantam: facilmente são rendidos ou mortos, e estamos à mercê da bandidagem.
Banalizamos a vida também nessas manifestações de toda sorte, em que paus, barras de ferro, bombas caseiras, até armas de fogo, não apenas assustam, não só ameaçam, mas aqui e ali matam alguém. Incendeiam-se ônibus não apenas em protesto, mas por pura maldade, com gente dentro, mesmo crianças: que civilização estamos nos tornando? Morrer assassinado, mesmo sem estar no circuito perigoso dos bandidos, dos marginais, começa a se tornar, não ainda banal, mas já frequente: nas ruas, às 10 da manhã, matam-se pais de família ou jovens estudantes ou operários. Não falo em becos onde a violência impera e a mortandade é comum, mas em ruas abertas de bairros de classe média. Não se passa semana sem que se noticie criança morta por bala perdida.
Nada, quase nada mais nos espanta: estamos ficando calejados, não nas mãos por trabalho duro, mas na alma pelo horror que nos assola tanto que a cada vez nos horrorizamos menos.
Quero escrever uma coluna otimista. Quero escrever poemas delicados, romances intensos, crônicas de amor pela cidade, pelas pessoas, pela natureza, quero tudo isso. Mas se tenho voz, e vez, não posso falar de flores enquanto o asfalto mostra manchas de sangue, famílias são destroçadas, ruas acossadas, casas ameaçadas, seres humanos feito coelhos amedrontados sem ter para onde correr, nem a quem recorrer, e não se vê nem uma luz no fim desse túnel.
Pouca esperança real temos. Nós nos desinteressamos para sobreviver emocionalmente diante da horrenda banalização da vida representada não só pela quantidade e violência dos crimes cometidos e impunes como pela punição incrivelmente pequena para quem mata com seu automóvel por correr demais ou dirigir bêbado, por exemplo. O descaso, ou a incompetência, com que tudo isso é administrado nos faz temer outra ameaça ainda: a banalização da vida é o outro lado da banalização da morte.
Fonte : Revista Veja, 26 de março de 2014
A relação de sentido estabelecida entre as ideias ligadas pelos dois pontos, em “ São assassinos apavorantes: torturam e matam com frieza de animais... ”, é de
 

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2487963 Ano: 2014
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Com base na Norma Regulamentadora à questão.

A Norma Regulamentadora número 18 do Ministério do Trabalho e Emprego estabelece diretrizes de ordem administrativa, de planejamento e de organização que objetivam a implementação de medidas de controle e sistemas preventivos de segurança nos processos, nas condições e no meio ambiente de trabalho na Indústria da Construção.

Sobre as áreas de vivência são lançadas as seguintes afirmativas.

I. Os canteiros de obras devem dispor, nos casos onde houver trabalhadores alojados, obrigatoriamente, de alojamento, lavanderia e área de lazer.

II. Independentemente do número de trabalhadores e da existência ou não de cozinha, em todo canteiro de obra, deve haver local exclusivo para aquecimento de refeições, dotado de equipamento adequado e seguro.

III. Nos alojamentos, a altura livre permitida entre uma cama e outra e entre a última e o teto é de, no mínimo, 1,0 m (um metro).

Estão corretas as afirmativas

 

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2486925 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Dentre os problemas patológicos que se manifestam nas estruturas de concreto armado, destacam-se também as fissuras, que são pequenas rupturas que surgem no concreto como consequência de esforços superiores à sua resistência. Quando as fissuras forem provocadas pela distribuição das cargas, podem ser classificadas e identificadas como:
I. Por esforços de compressão: fissuras perpendiculares à direção do esforço.
II. Por esforços de tração: fissuras paralelas à direção do esforço.
III. Por esforços cortantes: fissuras de traçado esconso, chegando a ter trechos quase horizontais.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
 

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Leia o texto abaixo e responda à questão.
A banalização da vida
Por Lya Luft
Este é talvez um dos fatos mais assustadores e tristes do nosso momento: falta de segurança generalizada, o medo, pois aqui se mata e se morre como quem come um pãozinho. Bala perdida, traficante, bandido graúdo ou pequeno, e o menor de idade, que é o mais complicado: pelas nossas leis absurdas, sendo menor, ele não é de verdade punido(A). É 4 levado para um estabelecimento hipoteticamente educativo e socializador, de onde deveria sair regenerado, com profissão, com vergonha na cara, sair gente. Não sai. Não, salvo raríssimas exceções, e todo mundo sabe disso.
Todo mundo sabe que é urgente e essencial reduzir para menos de 18 anos a idade em que se pode prender, julgar, condenar um assassino feroz, reincidente, cruel e confesso. Mas aí vem quem defenda, quem tenha pena, ah! os direitos humanos, ah! são crianças. São assassinos apavorantes: torturam e matam com frieza de animais, tantas vezes, e vão para a reeducação ou a ressocialização certamente achando graça: logo, logo estarão de volta. Basta ver os casos em que, checando-se a ficha do “menino”, ele é reincidente contumaz.(B)
Outro ponto dessa nossa insegurança é a rala presença de policiais em muitas cidades brasileiras. Posso rodar quarteirões intermináveis de carro, e não vejo um só policial. Culpa deles? Certamente não. Os policiais ganham mal, arriscam suas vidas, são mortos frequentemente(C), são mais heróis do que vilões, embora muitos os queiram enxergar assim(D). Onde não temos policiamento, mais insegurança.
Na verdade, a violência é tão alta e tão geral no país que mesmo porteiros treinados de bons edifícios ou condomínios pouco adiantam: facilmente são rendidos ou mortos, e estamos à mercê da bandidagem.
Banalizamos a vida também nessas manifestações de toda sorte, em que paus, barras de ferro, bombas caseiras, até armas de fogo, não apenas assustam, não só ameaçam, mas aqui e ali matam alguém. Incendeiam-se ônibus não apenas em protesto, mas por pura maldade, com gente dentro, mesmo crianças: que civilização estamos nos tornando? Morrer assassinado, mesmo sem estar no circuito perigoso dos bandidos, dos marginais, começa a se tornar, não ainda banal, mas já frequente: nas ruas, às 10 da manhã, matam-se pais de família ou jovens estudantes ou operários. Não falo em becos onde a violência impera e a mortandade é comum, mas em ruas abertas de bairros de classe média. Não se passa semana sem que se noticie criança morta por bala perdida.
Nada, quase nada mais nos espanta: estamos ficando calejados, não nas mãos por trabalho duro, mas na alma pelo horror que nos assola tanto que a cada vez nos horrorizamos menos.
Quero escrever uma coluna otimista. Quero escrever poemas delicados, romances intensos, crônicas de amor pela cidade, pelas pessoas, pela natureza, quero tudo isso. Mas se tenho voz, e vez, não posso falar de flores enquanto o asfalto mostra manchas de sangue, famílias são destroçadas, ruas acossadas, casas ameaçadas, seres humanos feito coelhos amedrontados sem ter para onde correr, nem a quem recorrer, e não se vê nem uma luz no fim desse túnel.
Pouca esperança real temos. Nós nos desinteressamos para sobreviver emocionalmente diante da horrenda banalização da vida representada não só pela quantidade e violência dos crimes cometidos e impunes como pela punição incrivelmente pequena para quem mata com seu automóvel por correr demais ou dirigir bêbado, por exemplo. O descaso, ou a incompetência, com que tudo isso é administrado nos faz temer outra ameaça ainda: a banalização da vida é o outro lado da banalização da morte.
Fonte : Revista Veja, 26 de março de 2014
Em qual passagem a seguir há correspondência entre o pronome destacado e o referente?
 

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