Magna Concursos

Foram encontradas 40 questões.

1312184 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Provas:
A NBR 5410 determina que o dispositivo destinado a proteger os condutores vivos de um circuito contra correntes de sobrecarga deve estar adequadamente coordenado com os condutores.
Essa condição, considerando que !$ I_N !$ é a corrente nominal do dispositivo de proteção, !$ I_B !$ a corrente de projeto do circuito e !$ I_z !$ a capacidade de condução de corrente dos condutores, é expressa, em parte, através de
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1307556 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Provas:
Argamassa para revestimento é definida como uma mistura homogênea de agregado(s) miúdo(s), aglomerante(s) inorgânico(s) e água, contendo ou não aditivos ou adições, com propriedades de aderência e endurecimento. O emprego das argamassas de cimento, cal hidratada e areia em revestimentos é bastante conveniente, uma vez que permite a combinação das vantagens desses materiais. No Brasil, é bastante frequente também o uso de areia misturada com saibro (arenoso, caulim, barro etc.), o que, notoriamente, confere boas propriedades à mistura com Cimento Portland, mas pode resultar em manifestações patológicas nos revestimentos, caso seja aplicada sem critérios técnicos.
Quais as propriedades desejadas para a argamassa de revestimento, ao se adicionar cal ou saibro?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1295790 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Provas:
Muitas obras de construção civil ainda empregam andaimes de madeira para a execução dos diversos serviços.
Em relação a este dispositivo e à NR18, assinale a afirmativa correta.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
824743 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Provas:
A planta topográfica abaixo apresenta as curvas de nível de uma determinada região, cujos valores de altitude estão expressos em metros. A escala da planta topográfica é de 1:500 e as distâncias “x” e “y”, medidas em planta, são, respectivamente, 5cm e 15cm.
Sendo assim, quais são os valores dos ângulos verticais entre os pontos A e B e entre os pontos B e C, respectivamente?
Enunciado 824743-1
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
824731 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Provas:
Em uma cidade localizada à beira-mar, seus prédios e equipamentos estão sujeitos à maresia e à agressão causada pela areia carregada pelos ventos. Para evitar problemas com as pinturas, estas devem merecer cuidado especial quanto à preparação das superfícies, pintura propriamente dita e manutenção posterior.
A aplicação de fundo anti-corrosivo é indicada para situações
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
819419 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Questão de classe
Por J. R. Guzzo
Uma das crenças mais resistentes do pensamento que imagina a si próprio como o mais moderno, democrático e popular do Brasil é a lenda da inocência dos criminosos pobres. Por essa maneira de ver as coisas, um crime não é um crime se o autor nasceu no lado errado da vida, cresceu dentro da miséria e não conheceu os suportes básicos de uma família regular, de uma escola capaz de tirá-lo da ignorância e do convívio com gente de bem. De acordo com as fábulas sociais atualmente em vigência, pessoas assim não tiveram a oportunidade de ser cidadãos decentes – e por isso ficam dispensadas de ser cidadãos decentes. Ninguém as ajudou; ninguém lhes deu o que faltou em sua vida. Como compensação por esse azar, devem ser autorizadas a cometer delitos – ou, no mínimo, considera-se que não é justo responsabilizá-las pelos atos que praticaram, por piores que sejam. Na verdade, segundo a teoria socialmente virtuosa, não existem criminosos neste país quando se trata de roubo, latrocínio, sequestro e outras ações de violência extrema – a menos que tenham sido cometidos por cidadãos com patrimônio e renda superiores a determinado nível. E de quem seria, nos demais casos, a responsabilidade? Essa é fácil: “a culpa é da sociedade”.
Toda essa conversa é bem cansativa quando se sabe perfeitamente, desde que Moisés anunciou os Dez Mandamentos, que certas práticas são um mal em si mesmas, e ponto-final; não apareceu nas sociedades humanas, de lá para cá, nenhuma novidade capaz de mudar esse entendimento fundamental.
Um crime não deixa de ser um crime pelo fato de ser cometido por uma pessoa pobre, da mesma forma que ser pobre, apenas, não significa ser honesto. Mas e daí? Em nosso pensamento penalmente correto, a ideia de que as culpas são sobretudo uma questão de classe é verdade científica, tão indiscutível quanto a existência do ângulo reto. Por esse tipo de ciência, um homicídio não é “matar alguém”, como diz o Código Penal Brasileiro; para tanto, é preciso que o matador pertença pelo menos à classe média. Daí para baixo, o assassinato de um ser humano é apenas um “fenômeno social”. Fim da discussão. No mais, segundo os devotos da absolvição automática para os criminosos que dispõem de atestado de pobreza, “somos todos culpados”. Nada como as culpas coletivas para que não haja culpa alguma – e para que todos ganhem o direito de se declarar em paz perante sua própria consciência.
Embora não faça parte dos programas, de nenhum partido ou governo, essa é a fé praticada pela maioria das nossas altas autoridades – junto com as camadas superiores da Ordem dos Advogados do Brasil, juristas de renome e estrelas do mundo intelectual, artístico e sociológico. A mídia, de modo geral, os acompanha. Há aliados de peso nos salões de mais alta renda da nação, onde é de bom-tom deplorar a “criminalização da pobreza”; é comum, quando se reúnem, haver mais seguranças do lado de fora do que convidados do lado de dentro. A moda do momento, para todos, é escandalizar-se com a proposta de redução da maioridade penal de 18 para 16 anos, em caso de crimes graves. Não se trata de uma questão de ideologia, ou de moral. A punição pela prática de crimes tem, obrigatoriamente, de começar em algum ponto, e 16 anos é uma idade tão boa quanto 18 – é impossível, na verdade, saber qual o número ideal. Mas o tema se tornou um divisor entre o bem e o mal – sendo que o mal, claro, é a redução, já declarada “coisa da direita selvagem”. Alega-se que o número de menores de 18 anos que praticam crimes violentos é muito pequeno e que a mudança não iria resolver o problema da criminalidade no Brasil. Ambas as afirmações são verdadeiras e sem nenhuma importância. Quem está dizendo o contrário? O objetivo da medida é punir delitos que hoje ficam legalmente sem punição – e nada mais. Também é verdade que pessoas de 60 anos cometem poucos crimes, e nem por isso se propõe que se tornem livres de responder por seus atos. Também é verdade que os crimes não vão desaparecer com nenhum tipo de lei – e nem por isso se elimina o Código Penal.
Talvez esteja na hora de pensar que existe alguma coisa profundamente errada com a paixão pela tese de que a desigualdade social é a grande culpada pela criminalidade no Brasil. Segundo o governo, a redução da pobreza está passando por um avanço inédito na história; nesse caso, deveria haver uma redução proporcional no número de crimes, não é? Mas o crime só aumenta. Ou não houve o progresso que se diz, ou a tese está frouxa. Como fica?
Revista Veja, 03 de junho de 2015. (adaptado)
As expressões “inocência dos criminosos” e “um homicídio não é ‘matar alguém’” apresentam caráter
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
819356 Ano: 2015
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Provas:

A NR 18 – Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção – estabelece que:

I. A transposição de pisos quando houver uma diferença de nível superior a 0,40 m (quarenta centímetros), deve ser feita por meio de escadas ou rampas;

II. As escadas provisórias de uso coletivo devem ter largura mínima de 0,80m (oitenta centímetros);

III. É permitido o uso de escada de mão com montante único;

IV. As rampas provisórias usadas para trânsito de caminhões devem ter largura mínima de 5,00m (cinco metros);

V. É proibido o uso de escada de mão junto a redes e equipamentos elétricos desprotegidos.

Estão corretas apenas as afirmativas

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
813325 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Provas:
Observe a barra abaixo, constituída por dois materiais de diferentes características, estando submetida a uma força de 8T.
Enunciado 813325-1
Considerando que os materiais apresentam as características dadas, o alongamento total da barra será de
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
813171 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Questão de classe
Por J. R. Guzzo
Uma das crenças mais resistentes do pensamento que imagina a si próprio como o mais moderno, democrático e popular do Brasil é a lenda da inocência dos criminosos pobres. Por essa maneira de ver as coisas, um crime não é um crime se o autor nasceu no lado errado da vida, cresceu dentro da miséria e não conheceu os suportes básicos de uma família regular, de uma escola capaz de tirá-lo da ignorância e do convívio com gente de bem. De acordo com as fábulas sociais atualmente em vigência, pessoas assim não tiveram a oportunidade de ser cidadãos decentes – e por isso ficam dispensadas de ser cidadãos decentes. Ninguém as ajudou; ninguém lhes deu o que faltou em sua vida. Como compensação por esse azar, devem ser autorizadas a cometer delitos – ou, no mínimo, considera-se que não é justo responsabilizá-las pelos atos que praticaram, por piores que sejam. Na verdade, segundo a teoria socialmente virtuosa, não existem criminosos neste país quando se trata de roubo, latrocínio, sequestro e outras ações de violência extrema – a menos que tenham sido cometidos por cidadãos com patrimônio e renda superiores a determinado nível. E de quem seria, nos demais casos, a responsabilidade? Essa é fácil: “a culpa é da sociedade”.
Toda essa conversa é bem cansativa quando se sabe perfeitamente, desde que Moisés anunciou os Dez Mandamentos, que certas práticas são um mal em si mesmas, e ponto-final; não apareceu nas sociedades humanas, de lá para cá, nenhuma novidade capaz de mudar esse entendimento fundamental.
Um crime não deixa de ser um crime pelo fato de ser cometido por uma pessoa pobre, da mesma forma que ser pobre, apenas, não significa ser honesto. Mas e daí? Em nosso pensamento penalmente correto, a ideia de que as culpas são sobretudo uma questão de classe é verdade científica, tão indiscutível quanto a existência do ângulo reto. Por esse tipo de ciência, um homicídio não é “matar alguém”, como diz o Código Penal Brasileiro; para tanto, é preciso que o matador pertença pelo menos à classe média. Daí para baixo, o assassinato de um ser humano é apenas um “fenômeno social”. Fim da discussão. No mais, segundo os devotos da absolvição automática para os criminosos que dispõem de atestado de pobreza, “somos todos culpados”. Nada como as culpas coletivas para que não haja culpa alguma – e para que todos ganhem o direito de se declarar em paz perante sua própria consciência.
Embora não faça parte dos programas, de nenhum partido ou governo, essa é a fé praticada pela maioria das nossas altas autoridades – junto com as camadas superiores da Ordem dos Advogados do Brasil, juristas de renome e estrelas do mundo intelectual, artístico e sociológico. A mídia, de modo geral, os acompanha. Há aliados de peso nos salões de mais alta renda da nação, onde é de bom-tom deplorar a “criminalização da pobreza”; é comum, quando se reúnem, haver mais seguranças do lado de fora do que convidados do lado de dentro. A moda do momento, para todos, é escandalizar-se com a proposta de redução da maioridade penal de 18 para 16 anos, em caso de crimes graves. Não se trata de uma questão de ideologia, ou de moral. A punição pela prática de crimes tem, obrigatoriamente, de começar em algum ponto, e 16 anos é uma idade tão boa quanto 18 – é impossível, na verdade, saber qual o número ideal. Mas o tema se tornou um divisor entre o bem e o mal – sendo que o mal, claro, é a redução, já declarada “coisa da direita selvagem”. Alega-se que o número de menores de 18 anos que praticam crimes violentos é muito pequeno e que a mudança não iria resolver o problema da criminalidade no Brasil. Ambas as afirmações são verdadeiras e sem nenhuma importância. Quem está dizendo o contrário? O objetivo da medida é punir delitos que hoje ficam legalmente sem punição – e nada mais. Também é verdade que pessoas de 60 anos cometem poucos crimes, e nem por isso se propõe que se tornem livres de responder por seus atos. Também é verdade que os crimes não vão desaparecer com nenhum tipo de lei – e nem por isso se elimina o Código Penal.
Talvez esteja na hora de pensar que existe alguma coisa profundamente errada com a paixão pela tese de que a desigualdade social é a grande culpada pela criminalidade no Brasil. Segundo o governo, a redução da pobreza está passando por um avanço inédito na história; nesse caso, deveria haver uma redução proporcional no número de crimes, não é? Mas o crime só aumenta. Ou não houve o progresso que se diz, ou a tese está frouxa. Como fica?
Revista Veja, 03 de junho de 2015. (adaptado)
Observe o correto emprego do pronome ONDE no seguinte trecho: “Há aliados de peso nos salões de mais alta renda da nação, onde é de bom-tom deplorar a ‘criminalização da pobreza’;...” (4º parágrafo).
O emprego de ONDE/AONDE está INCORRETO em:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
810698 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Provas:
Em regiões desprovidas de rede de esgoto cloacal, os domicílios são dotados de fossas sépticas, seguidas de filtro ou de sumidouro, se o terreno assim permitir.
A finalidade da fossa séptica num sistema de esgoto é
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas