Foram encontradas 50 questões.
Texto
Cenas, no Sítio do Pica-pau Amarelo.
Personagens:
Emília - Boneca de pano falante, irreverente e divertida.
Visconde de Sabugosa - Sábio boneco de sabugo de milho.
Pedrinho e Narizinho - As crianças.
Dona Benta Encerrabodes de Oliveira - Avó de Pedrinho e Narizinho, dona do Sítio do Pica-pau amarelo.
Tia Nastácia - Cozinheira do Sítio.
Cuca - Uma bruxa que vive infernizando os protagonistas do Sítio.
Saci - O famoso personagem do folclore brasileiro, que acaba se tornando amigo de Pedrinho.
(O CENÁRIO É O AMBIENTE DE UMA CASA. A CASA DO SÍTIO DO PICA-PAU AMARELO. UMA SALA TODA ARRUMADA E DECORADA, DE UMA FORMA BEM LÚDICA E COLORIDA. TOCA UMA MÚSICA BEM ANIMADA E EMÍLIA ENTRA, TODA SERELEPE, CANTANDO E DANÇANDO, ACOMPANHANDO A MÚSICA. QUANDO A MÚSICA ACABA, ELA PEGA UM ENORME SACO DE BRINQUEDOS, QUE ESTAVA NUM CANTINHO DA SALA, PUXA-O AO CENTRO, SENTA NUMA CADEIRA E COMEÇA A TIRAR OS BRINQUEDOS DE DENTRO DO SACO, ESPALHANDO-OS AO REDOR DE SI, E FALANDO, ENQUANTO MEXE NOS BRINQUEDOS.)
EMÍLIA – Oba!!! Ainda bem que estou sozinha aqui. Eu não sei aonde foram todos, mas nem me importo. Eu adoro quando o Pedrinho vem passar as férias aqui, porque ele sempre traz esse saco enorme de brinquedos e, no meio de bolas e carrinhos, sempre tem coisas de meninas, que ele traz de presente pra Narizinho, mas, antes que ela veja, eu vou é ver primeiro (ELA RI.). Eu quero logo ver o que tem aqui, porque eu vou pegar algumas coisas pra mim... Hummmmmmmm... Se a Dona Benta me vir, vai logo querer dizer: (ELA FALA, IMITANDO A DONA BENTA, COM AR DEBOCHADO.) – “Emília, seja responsável e solidária. Não devemos mexer nas coisas que não são nossas. Se você não tem autorização pra mexer no saco de brinquedos de Pedrinho, então por que está mexendo???” Ai, que chatice... Ainda bem que a Dona Benta nem está aqui... Ufa!!! Ainda bem que estou sozinha. Ah! Esse negócio de responsabilidade não é comigo... Olha!!! Uma boneca!!! (APARECE, POR TRÁS DELA, A DONA BENTA. MAS ELA NEM PERCEBE E ELA FALA À PLATEIA) Ei pessoal, eu sou uma boneca de pano, vocês sabem. Mas eu sou diferente. Eu sou que nem gente! Por isso eu falo, canto, danço e posso fazer tudo que um menino e uma menina fazem. (ELA ESTÁ COM UMA BONECA NA MÃO) Por isso que eu gosto de brincar de bonecas, ora... Ah! E se vocês não gostarem, vão reclamar pra Monteiro Lobato. Eu não estou nem aí! ... (ELA DÁ LÍNGUA À PLATEIA.)
DONA BENTA – Credo!!! Uma bonequinha dando língua às pessoas... (EMÍLIA SE ASSUSTA E FAZ CARA DE MEDO. DONA BENTA DIRIGE-SE À PLATEIA.) Desculpa, pessoal. Olha, não reparem. Emília é assim mesmo. Eu dou educação a esta boneca. Mas ela, às vezes, me decepciona. (DIRIGINDO-SE À EMÍLIA.) Emília, você já ouviu falar na palavra SO-LI-DA-RI-E-DA-DE? (PRONUNCIA SÍLABA POR SÍLABA.)
EMÍLIA – Não. O que é isso? É de comer? Se for, eu já quero. Estou com muita fome.
DONA BENTA - Não, Emília. Não é de comer. Solidariedade é amar o próximo e respeitar as pessoas.
EMÍLIA – Ah! Então eu tenho muita solidariedade, porque eu amo e respeito todo mundo, nessa casa!!!
DONA BENTA – Será mesmo que você respeita todo mundo, nessa casa?
EMÍLIA – É claro que sim, Dona Benta. Mas o que é que a Senhora está insinuando, heim?
DONA BENTA – Então, me responda: de quem é este saco de brinquedos aí?
EMÍLIA – Bem... é... esse saco de brinquedos é... de Pedrinho, ora!!!
(ENTRAM PEDRINHO E NARIZINHO, CORRENDO.)
PEDRINHO E NARIZINHO – Oi, pessoal!
EMÍLIA E DONA BENTA – Oi.
NARIZINHO – (OLHANDO A BONECA, NAS MÃOS DE EMÍLIA.) Emília, que boneca linda! Quem te deu?
PEDRINHO – (FALANDO ESTRESSADO) Emíliaaaaaaa!!! Quem mandou você mexer no meu saco de brinquedos? Poxa... Eu iria fazer uma surpresa, dando essa boneca de presente pra Narizinho, e você, com sua falta de respeito, estragou tudo.
EMÍLIA – Ah! Pedrinho, como eu iria adivinhar???
NARIZINHO – Pedrinho!!! Então essa boneca é pra mim? (EMÍLIA ENTREGA PRA NARIZINHO.) Que linda!!! Muito obrigada, meu primo Pedrinho. Você é maravilhoso!!! (ABRAÇA PEDRINHO.)
PEDRINHO – É, Emília, você não foi responsável nem solidária, estragando a surpresa.
DONA BENTA – Tá vendo, Emília? Não te falei???
EMÍLIA – Tá bom, tá bom... Eu prometo que, daqui por diante, eu serei mais responsável e solidária com todos dessa casa... (ELA FAZ MOVIMENTOS COM O NARIZ E A BOCA, COMO SE ESTIVESSE SENTINDO UM CHEIRO MARAVILHOSO.) Hummmmm... Que cheiro é esse? Ai, agora me deu fome...
TIA NASTÁCIA – (ENTRANDO, FELIZ.) Olá, pessoal. Hoje é um dia especial. É o Dia da Cultura. E eu preparei muitos quitutes. Tem bolinho de chuva... (ENQUANTO ELA FALA, TODOS TÊM REAÇÕES ESPECIAIS, PRINCIPALMENTE EMÍLIA, QUE ATÉ LAMBE OS BEIÇOS.) brigadeiro... pé-de-moleque... bolo de milho... canjica... hmmmmmm... tá tudo uma delícia...
VISCONDE DE SABUGOSA – (JÁ ENTRA FALANDO. EMÍLIA SE ALEGRA, COM SUA ENTRADA.) Oba!!! Eu também quero. Eu adoro as comidinhas da Tia Nastácia... Deliciosas. Mas, como hoje é o dia da cultura, eu vou dar dois presentes pra duas crianças aqui. Só vai ganhar, quem responder corretamente: 1ª pergunta: O que é Responsabilidade? (ALGUÉM DA PLATEIA RESPONDERÁ E ELE ENTREGARÁ UM LIVRO DE PRESENTE) Muito bem. Meus parabéns! Aqui está o seu presente: um maravilhoso livro de história pra você ler e se divertir. Agora, vamos à próxima pergunta: O que é Solidariedade? (ALGUÉM RESPONDERÁ E ELE ENTREGARÁ OUTRO LIVRO.) Muito bem. Parabéns. Aqui está o seu presente. A leitura nos traz muita cultura. Ler é maravilhoso...
TIA NASTÁCIA – Ei, pessoal, eu tenho uma surpresa. Hoje há dois visitantes, aqui na nossa casa. O Saci e a Cuca. (TODOS, NO PALCO, SE APAVORAM. EMÍLIA GRITA.) Mas, calma, gente. A Cuca, hoje, veio em missão de paz. Nós faremos uma grande festa em homenagem à cultura.
(ENTRAM O SACI E A CUCA. TOCA UMA MÚSICA SUPER ANIMADA. TODOS DANÇAM. PRA ONDE A CUCA VAI, TODOS CORREM DE PERTO. ELA VAI DANÇANDO PRO LADO DELES E ELES VÃO SAINDO. NINGUÉM QUER FICAR PERTO DELA. DE REPENTE, A MÚSICA PÁRA E ELA BERRA.)
CUCA – Eu enganei a Tia Nastácia. Eu não vim nada de em missão de paz. Eu vim foi pra pegar vocês!!! (ELA DÁ UM FORTE GRITO E TODOS GRITAM, TAMBÉM, APAVORADOS, E SAEM DE CENA. FICA SÓ O SACI. ELE COMEÇA A RIR E FALA.)
SACI – (FALA RINDO.) Que bobagem... Eles têm medo da Cuca... E vocês? Vocês têm medo da Cuca também? Eu tenho uma surpresa pra vocês! (ELE PEGA UM SACO DE BOMBONS, QUE ESTÁ NUM CANTO DO PALCO E JOGA À PLATÉIA, DANÇANDO, AO SOM DE UMA MÚSICA ANIMADA.) Tchau, pessoal!!! (SAI DE CENA).
(Estrella)
Que personagem pode ser considerada “protagonista”?
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Texto
Cenas, no Sítio do Pica-pau Amarelo.
Personagens:
Emília - Boneca de pano falante, irreverente e divertida.
Visconde de Sabugosa - Sábio boneco de sabugo de milho.
Pedrinho e Narizinho - As crianças.
Dona Benta Encerrabodes de Oliveira - Avó de Pedrinho e Narizinho, dona do Sítio do Pica-pau amarelo.
Tia Nastácia - Cozinheira do Sítio.
Cuca - Uma bruxa que vive infernizando os protagonistas do Sítio.
Saci - O famoso personagem do folclore brasileiro, que acaba se tornando amigo de Pedrinho.
(O CENÁRIO É O AMBIENTE DE UMA CASA. A CASA DO SÍTIO DO PICA-PAU AMARELO. UMA SALA TODA ARRUMADA E DECORADA, DE UMA FORMA BEM LÚDICA E COLORIDA. TOCA UMA MÚSICA BEM ANIMADA E EMÍLIA ENTRA, TODA SERELEPE, CANTANDO E DANÇANDO, ACOMPANHANDO A MÚSICA. QUANDO A MÚSICA ACABA, ELA PEGA UM ENORME SACO DE BRINQUEDOS, QUE ESTAVA NUM CANTINHO DA SALA, PUXA-O AO CENTRO, SENTA NUMA CADEIRA E COMEÇA A TIRAR OS BRINQUEDOS DE DENTRO DO SACO, ESPALHANDO-OS AO REDOR DE SI, E FALANDO, ENQUANTO MEXE NOS BRINQUEDOS.)
EMÍLIA – Oba!!! Ainda bem que estou sozinha aqui. Eu não sei aonde foram todos, mas nem me importo. Eu adoro quando o Pedrinho vem passar as férias aqui, porque ele sempre traz esse saco enorme de brinquedos e, no meio de bolas e carrinhos, sempre tem coisas de meninas, que ele traz de presente pra Narizinho, mas, antes que ela veja, eu vou é ver primeiro (ELA RI.). Eu quero logo ver o que tem aqui, porque eu vou pegar algumas coisas pra mim... Hummmmmmmm... Se a Dona Benta me vir, vai logo querer dizer: (ELA FALA, IMITANDO A DONA BENTA, COM AR DEBOCHADO.) – “Emília, seja responsável e solidária. Não devemos mexer nas coisas que não são nossas. Se você não tem autorização pra mexer no saco de brinquedos de Pedrinho, então por que está mexendo???” Ai, que chatice... Ainda bem que a Dona Benta nem está aqui... Ufa!!! Ainda bem que estou sozinha. Ah! Esse negócio de responsabilidade não é comigo... Olha!!! Uma boneca!!! (APARECE, POR TRÁS DELA, A DONA BENTA. MAS ELA NEM PERCEBE E ELA FALA À PLATEIA) Ei pessoal, eu sou uma boneca de pano, vocês sabem. Mas eu sou diferente. Eu sou que nem gente! Por isso eu falo, canto, danço e posso fazer tudo que um menino e uma menina fazem. (ELA ESTÁ COM UMA BONECA NA MÃO) Por isso que eu gosto de brincar de bonecas, ora... Ah! E se vocês não gostarem, vão reclamar pra Monteiro Lobato. Eu não estou nem aí! ... (ELA DÁ LÍNGUA À PLATEIA.)
DONA BENTA – Credo!!! Uma bonequinha dando língua às pessoas... (EMÍLIA SE ASSUSTA E FAZ CARA DE MEDO. DONA BENTA DIRIGE-SE À PLATEIA.) Desculpa, pessoal. Olha, não reparem. Emília é assim mesmo. Eu dou educação a esta boneca. Mas ela, às vezes, me decepciona. (DIRIGINDO-SE À EMÍLIA.) Emília, você já ouviu falar na palavra SO-LI-DA-RI-E-DA-DE? (PRONUNCIA SÍLABA POR SÍLABA.)
EMÍLIA – Não. O que é isso? É de comer? Se for, eu já quero. Estou com muita fome.
DONA BENTA - Não, Emília. Não é de comer. Solidariedade é amar o próximo e respeitar as pessoas.
EMÍLIA – Ah! Então eu tenho muita solidariedade, porque eu amo e respeito todo mundo, nessa casa!!!
DONA BENTA – Será mesmo que você respeita todo mundo, nessa casa?
EMÍLIA – É claro que sim, Dona Benta. Mas o que é que a Senhora está insinuando, heim?
DONA BENTA – Então, me responda: de quem é este saco de brinquedos aí?
EMÍLIA – Bem... é... esse saco de brinquedos é... de Pedrinho, ora!!!
(ENTRAM PEDRINHO E NARIZINHO, CORRENDO.)
PEDRINHO E NARIZINHO – Oi, pessoal!
EMÍLIA E DONA BENTA – Oi.
NARIZINHO – (OLHANDO A BONECA, NAS MÃOS DE EMÍLIA.) Emília, que boneca linda! Quem te deu?
PEDRINHO – (FALANDO ESTRESSADO) Emíliaaaaaaa!!! Quem mandou você mexer no meu saco de brinquedos? Poxa... Eu iria fazer uma surpresa, dando essa boneca de presente pra Narizinho, e você, com sua falta de respeito, estragou tudo.
EMÍLIA – Ah! Pedrinho, como eu iria adivinhar???
NARIZINHO – Pedrinho!!! Então essa boneca é pra mim? (EMÍLIA ENTREGA PRA NARIZINHO.) Que linda!!! Muito obrigada, meu primo Pedrinho. Você é maravilhoso!!! (ABRAÇA PEDRINHO.)
PEDRINHO – É, Emília, você não foi responsável nem solidária, estragando a surpresa.
DONA BENTA – Tá vendo, Emília? Não te falei???
EMÍLIA – Tá bom, tá bom... Eu prometo que, daqui por diante, eu serei mais responsável e solidária com todos dessa casa... (ELA FAZ MOVIMENTOS COM O NARIZ E A BOCA, COMO SE ESTIVESSE SENTINDO UM CHEIRO MARAVILHOSO.) Hummmmm... Que cheiro é esse? Ai, agora me deu fome...
TIA NASTÁCIA – (ENTRANDO, FELIZ.) Olá, pessoal. Hoje é um dia especial. É o Dia da Cultura. E eu preparei muitos quitutes. Tem bolinho de chuva... (ENQUANTO ELA FALA, TODOS TÊM REAÇÕES ESPECIAIS, PRINCIPALMENTE EMÍLIA, QUE ATÉ LAMBE OS BEIÇOS.) brigadeiro... pé-de-moleque... bolo de milho... canjica... hmmmmmm... tá tudo uma delícia...
VISCONDE DE SABUGOSA – (JÁ ENTRA FALANDO. EMÍLIA SE ALEGRA, COM SUA ENTRADA.) Oba!!! Eu também quero. Eu adoro as comidinhas da Tia Nastácia... Deliciosas. Mas, como hoje é o dia da cultura, eu vou dar dois presentes pra duas crianças aqui. Só vai ganhar, quem responder corretamente: 1ª pergunta: O que é Responsabilidade? (ALGUÉM DA PLATEIA RESPONDERÁ E ELE ENTREGARÁ UM LIVRO DE PRESENTE) Muito bem. Meus parabéns! Aqui está o seu presente: um maravilhoso livro de história pra você ler e se divertir. Agora, vamos à próxima pergunta: O que é Solidariedade? (ALGUÉM RESPONDERÁ E ELE ENTREGARÁ OUTRO LIVRO.) Muito bem. Parabéns. Aqui está o seu presente. A leitura nos traz muita cultura. Ler é maravilhoso...
TIA NASTÁCIA – Ei, pessoal, eu tenho uma surpresa. Hoje há dois visitantes, aqui na nossa casa. O Saci e a Cuca. (TODOS, NO PALCO, SE APAVORAM. EMÍLIA GRITA.) Mas, calma, gente. A Cuca, hoje, veio em missão de paz. Nós faremos uma grande festa em homenagem à cultura.
(ENTRAM O SACI E A CUCA. TOCA UMA MÚSICA SUPER ANIMADA. TODOS DANÇAM. PRA ONDE A CUCA VAI, TODOS CORREM DE PERTO. ELA VAI DANÇANDO PRO LADO DELES E ELES VÃO SAINDO. NINGUÉM QUER FICAR PERTO DELA. DE REPENTE, A MÚSICA PÁRA E ELA BERRA.)
CUCA – Eu enganei a Tia Nastácia. Eu não vim nada de em missão de paz. Eu vim foi pra pegar vocês!!! (ELA DÁ UM FORTE GRITO E TODOS GRITAM, TAMBÉM, APAVORADOS, E SAEM DE CENA. FICA SÓ O SACI. ELE COMEÇA A RIR E FALA.)
SACI – (FALA RINDO.) Que bobagem... Eles têm medo da Cuca... E vocês? Vocês têm medo da Cuca também? Eu tenho uma surpresa pra vocês! (ELE PEGA UM SACO DE BOMBONS, QUE ESTÁ NUM CANTO DO PALCO E JOGA À PLATÉIA, DANÇANDO, AO SOM DE UMA MÚSICA ANIMADA.) Tchau, pessoal!!! (SAI DE CENA).
(Estrella)
Assinale a alternativa que melhor define a semântica do texto:
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Sabemos que um trabalho, relacionado a uma peça teatral não é feito por apenas um artista. Faz-se necessário que uma equipe de artistas se unam para criar a concepção de figurino, maquiagem, cenário, iluminação e sonoplastia.
Como se chamam, respectivamente, os artistas que criam e trabalham com estas linguagens artísticas?
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Assinale a afirmativa que melhor descreve o perfil do trecho teatral em questão:
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O que é mais correto afirmar a respeito das expressões entre parênteses:
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Desigualdade: O que o bairro onde você mora, sua cor e sua renda dizem sobre isso? Você já deve ter escutado em algum lugar a frase “O Brasil não é pobre, é desigual”.
O que isso significa? Que temos uma economia que produz riqueza, mas que não é distribuída igualmente.
A pobreza é um problema presente em todos os países, pobres ou ricos, mas a desigualdade social é um fenômeno que ocorre principalmente em países não desenvolvidos. As causas estruturais da pobreza não estão ligadas apenas ao nível de renda. É por isso que o conceito de desigualdade social compreende diversos tipos de desigualdades: de oportunidade, de escolaridade, de renda, de gênero ou acesso a serviços públicos, entre outras.
A má notícia é que o mundo deve ficar mais desigual. A tendência é de concentração de riqueza, ou seja, que os ricos fiquem ainda mais ricos, distanciando-se ainda mais das classes de base. Segundo a Oxfam, organização de combate à pobreza, em 2016 os bens e patrimônios acumulados pelo 1% mais rico do planeta ultrapassarão a riqueza do resto da população, 99%.
A desigualdade prejudica a luta contra a pobreza e leva instabilidade às sociedades. A ONG lista uma série de medidas para reduzir o abismo entre ricos e pobres, desde a promoção dos direitos e a igualdade econômica das mulheres, ao pagamento de salários mínimos justos, a contenção dos salários de executivos e o objetivo de o mundo todo ter serviços gratuitos de saúde e educação.
Outra conclusão desanimadora vem de um estudo dos pesquisadores americanos Douglas Massey, da Universidade de Princeton, e Jonathan Rothwell, do Instituto Brookings, de que o local onde um indivíduo vive seus primeiros 16 anos de vida é determinante para o seu futuro social e econômico. Ou seja, mesmo que uma pessoa nascida em um bairro pobre mude para um lugar melhor (mobilidade social), isso não será suficiente para que ele tenha uma ascensão econômica e social.
Segundo os pesquisadores, os bairros pobres tendem a ter taxas mais altas de desordem social, crime e violência. As pesquisas mostram cada vez mais que a exposição a este tipo de violência e ambiente de segregação não tem somente efeitos de curto prazo, mas também de longo prazo na saúde e na capacidade cognitiva de seus habitantes.
Outro dado mostra como o ambiente em que se mora interfere na sua vida social. A chance de jovens negros com idade entre 12 e 18 anos morrerem assassinados no Brasil é quase três vezes maior (2,96) que a de um jovem branco. Os meninos correm risco 11,92 vezes superior ao das meninas. Os dados são do Programa de Redução da Violência Letal contra Adolescentes e Jovens.
Os números mostram uma situação de fragilidade dos negros, cuja maioria da população no Brasil ainda vive em bairros periféricos ou mais pobres. Assim, podemos entender que, na maioria dos casos, cor e o habitat se mostram determinantes para vida social e econômica dos indivíduos. (Texto adaptado)
(MARTINS, Andréia. Da Novelo Comunicação. Disponível
em http://vestibular.uol.com.br/atualidades)
Com base no texto, analise as afirmações a seguir, a respeito de desigualdade social:
I. A desigualdade social está relacionada apenas à produção de riquezas de um país.
II. A desigualdade social não está relacionada apenas à distribuição de renda, mas também a outros tipos de desigualdades.
III. A desigualdade está presente apenas nos países subdesenvolvidos.
IV. A desigualdade social é um fenômeno que ocorre em todos os países, pois em todo o mundo existe pobreza.
V. A pobreza em si mesma não é a principal causa da desigualdade social, já que está presente em todos os países do mundo, ricos ou pobres.
Escolha a única alternativa correta:
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Desigualdade: O que o bairro onde você mora, sua cor e sua renda dizem sobre isso? Você já deve ter escutado em algum lugar a frase “O Brasil não é pobre, é desigual”.
O que isso significa? Que temos uma economia que produz riqueza, mas que não é distribuída igualmente.
A pobreza é um problema presente em todos os países, pobres ou ricos, mas a desigualdade social é um fenômeno que ocorre principalmente em países não desenvolvidos. As causas estruturais da pobreza não estão ligadas apenas ao nível de renda. É por isso que o conceito de desigualdade social compreende diversos tipos de desigualdades: de oportunidade, de escolaridade, de renda, de gênero ou acesso a serviços públicos, entre outras.
A má notícia é que o mundo deve ficar mais desigual. A tendência é de concentração de riqueza, ou seja, que os ricos fiquem ainda mais ricos, distanciando-se ainda mais das classes de base. Segundo a Oxfam, organização de combate à pobreza, em 2016 os bens e patrimônios acumulados pelo 1% mais rico do planeta ultrapassarão a riqueza do resto da população, 99%.
A desigualdade prejudica a luta contra a pobreza e leva instabilidade às sociedades. A ONG lista uma série de medidas para reduzir o abismo entre ricos e pobres, desde a promoção dos direitos e a igualdade econômica das mulheres, ao pagamento de salários mínimos justos, a contenção dos salários de executivos e o objetivo de o mundo todo ter serviços gratuitos de saúde e educação.
Outra conclusão desanimadora vem de um estudo dos pesquisadores americanos Douglas Massey, da Universidade de Princeton, e Jonathan Rothwell, do Instituto Brookings, de que o local onde um indivíduo vive seus primeiros 16 anos de vida é determinante para o seu futuro social e econômico. Ou seja, mesmo que uma pessoa nascida em um bairro pobre mude para um lugar melhor (mobilidade social), isso não será suficiente para que ele tenha uma ascensão econômica e social.
Segundo os pesquisadores, os bairros pobres tendem a ter taxas mais altas de desordem social, crime e violência. As pesquisas mostram cada vez mais que a exposição a este tipo de violência e ambiente de segregação não tem somente efeitos de curto prazo, mas também de longo prazo na saúde e na capacidade cognitiva de seus habitantes.
Outro dado mostra como o ambiente em que se mora interfere na sua vida social. A chance de jovens negros com idade entre 12 e 18 anos morrerem assassinados no Brasil é quase três vezes maior (2,96) que a de um jovem branco. Os meninos correm risco 11,92 vezes superior ao das meninas. Os dados são do Programa de Redução da Violência Letal contra Adolescentes e Jovens.
Os números mostram uma situação de fragilidade dos negros, cuja maioria da população no Brasil ainda vive em bairros periféricos ou mais pobres. Assim, podemos entender que, na maioria dos casos, cor e o habitat se mostram determinantes para vida social e econômica dos indivíduos. (Texto adaptado)
(MARTINS, Andréia. Da Novelo Comunicação. Disponível
em http://vestibular.uol.com.br/atualidades)
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Desigualdade: O que o bairro onde você mora, sua cor e sua renda dizem sobre isso? Você já deve ter escutado em algum lugar a frase “O Brasil não é pobre, é desigual”.
O que isso significa? Que temos uma economia que produz riqueza, mas que não é distribuída igualmente.
A pobreza é um problema presente em todos os países, pobres ou ricos, mas a desigualdade social é um fenômeno que ocorre principalmente em países não desenvolvidos. As causas estruturais da pobreza não estão ligadas apenas ao nível de renda. É por isso que o conceito de desigualdade social compreende diversos tipos de desigualdades: de oportunidade, de escolaridade, de renda, de gênero ou acesso a serviços públicos, entre outras.
A má notícia é que o mundo deve ficar mais desigual. A tendência é de concentração de riqueza, ou seja, que os ricos fiquem ainda mais ricos, distanciando-se ainda mais das classes de base. Segundo a Oxfam, organização de combate à pobreza, em 2016 os bens e patrimônios acumulados pelo 1% mais rico do planeta ultrapassarão a riqueza do resto da população, 99%.
A desigualdade prejudica a luta contra a pobreza e leva instabilidade às sociedades. A ONG lista uma série de medidas para reduzir o abismo entre ricos e pobres, desde a promoção dos direitos e a igualdade econômica das mulheres, ao pagamento de salários mínimos justos, a contenção dos salários de executivos e o objetivo de o mundo todo ter serviços gratuitos de saúde e educação.
Outra conclusão desanimadora vem de um estudo dos pesquisadores americanos Douglas Massey, da Universidade de Princeton, e Jonathan Rothwell, do Instituto Brookings, de que o local onde um indivíduo vive seus primeiros 16 anos de vida é determinante para o seu futuro social e econômico. Ou seja, mesmo que uma pessoa nascida em um bairro pobre mude para um lugar melhor (mobilidade social), isso não será suficiente para que ele tenha uma ascensão econômica e social.
Segundo os pesquisadores, os bairros pobres tendem a ter taxas mais altas de desordem social, crime e violência. As pesquisas mostram cada vez mais que a exposição a este tipo de violência e ambiente de segregação não tem somente efeitos de curto prazo, mas também de longo prazo na saúde e na capacidade cognitiva de seus habitantes.
Outro dado mostra como o ambiente em que se mora interfere na sua vida social. A chance de jovens negros com idade entre 12 e 18 anos morrerem assassinados no Brasil é quase três vezes maior (2,96) que a de um jovem branco. Os meninos correm risco 11,92 vezes superior ao das meninas. Os dados são do Programa de Redução da Violência Letal contra Adolescentes e Jovens.
Os números mostram uma situação de fragilidade dos negros, cuja maioria da população no Brasil ainda vive em bairros periféricos ou mais pobres. Assim, podemos entender que, na maioria dos casos, cor e o habitat se mostram determinantes para vida social e econômica dos indivíduos. (Texto adaptado)
(MARTINS, Andréia. Da Novelo Comunicação. Disponível
em http://vestibular.uol.com.br/atualidades)
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Desigualdade: O que o bairro onde você mora, sua cor e sua renda dizem sobre isso? Você já deve ter escutado em algum lugar a frase “O Brasil não é pobre, é desigual”.
O que isso significa? Que temos uma economia que produz riqueza, mas que não é distribuída igualmente.
A pobreza é um problema presente em todos os países, pobres ou ricos, mas a desigualdade social é um fenômeno que ocorre principalmente em países não desenvolvidos. As causas estruturais da pobreza não estão ligadas apenas ao nível de renda. É por isso que o conceito de desigualdade social compreende diversos tipos de desigualdades: de oportunidade, de escolaridade, de renda, de gênero ou acesso a serviços públicos, entre outras.
A má notícia é que o mundo deve ficar mais desigual. A tendência é de concentração de riqueza, ou seja, que os ricos fiquem ainda mais ricos, distanciando-se ainda mais das classes de base. Segundo a Oxfam, organização de combate à pobreza, em 2016 os bens e patrimônios acumulados pelo 1% mais rico do planeta ultrapassarão a riqueza do resto da população, 99%.
A desigualdade prejudica a luta contra a pobreza e leva instabilidade às sociedades. A ONG lista uma série de medidas para reduzir o abismo entre ricos e pobres, desde a promoção dos direitos e a igualdade econômica das mulheres, ao pagamento de salários mínimos justos, a contenção dos salários de executivos e o objetivo de o mundo todo ter serviços gratuitos de saúde e educação.
Outra conclusão desanimadora vem de um estudo dos pesquisadores americanos Douglas Massey, da Universidade de Princeton, e Jonathan Rothwell, do Instituto Brookings, de que o local onde um indivíduo vive seus primeiros 16 anos de vida é determinante para o seu futuro social e econômico. Ou seja, mesmo que uma pessoa nascida em um bairro pobre mude para um lugar melhor (mobilidade social), isso não será suficiente para que ele tenha uma ascensão econômica e social.
Segundo os pesquisadores, os bairros pobres tendem a ter taxas mais altas de desordem social, crime e violência. As pesquisas mostram cada vez mais que a exposição a este tipo de violência e ambiente de segregação não tem somente efeitos de curto prazo, mas também de longo prazo na saúde e na capacidade cognitiva de seus habitantes.
Outro dado mostra como o ambiente em que se mora interfere na sua vida social. A chance de jovens negros com idade entre 12 e 18 anos morrerem assassinados no Brasil é quase três vezes maior (2,96) que a de um jovem branco. Os meninos correm risco 11,92 vezes superior ao das meninas. Os dados são do Programa de Redução da Violência Letal contra Adolescentes e Jovens.
Os números mostram uma situação de fragilidade dos negros, cuja maioria da população no Brasil ainda vive em bairros periféricos ou mais pobres. Assim, podemos entender que, na maioria dos casos, cor e o habitat se mostram determinantes para vida social e econômica dos indivíduos. (Texto adaptado)
(MARTINS, Andréia. Da Novelo Comunicação. Disponível
em http://vestibular.uol.com.br/atualidades)
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Relacione as colunas com suas definições:
(1) Intranet
(2) Internet
(3) Backup ou cópia de segurança
A) Sistema global de redes de computadores interligadas, que utilizam o conjunto de protocolos padrão da internet (TCP/IP) para servir vários bilhões de usuários no mundo inteiro.
B) Rede de computadores privada, que assenta sobre a suite de protocolos da Internet, porém, de uso exclusivo de um determinado local como, por exemplo, a rede de uma empresa, que só pode ser acedida pelos seus utilizadores ou colaboradores internos.
C) Cópia de dados de um dispositivo de armazenamento a outro para que possam ser restaurados em caso da perda dos dados originais, o que pode envolver apagamentos acidentais ou corrupção de dados.
Marque a relação correta:
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Caderno Container