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Com relação às aos reservatórios das instalações prediais de água fria, analise as afirmativas a seguir.
I. O volume de água reservado para uso doméstico deve ser, no mínimo, o necessário para 48 h de consumo normal no edifício, sem considerar o volume de água para combate a incêndio.
II. No caso de residência de pequeno tamanho, a NBR 5626:1998 (Instalação predial de água fria) recomenda que a reserva mínima seja de 1000 litros.
III. Em todos os reservatórios devem ser instaladas tubulações que atendam às seguintes necessidades: aviso de falha na torneira de bóia, extravasão do volume de água em excesso, e limpeza.
Assinale:
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Com relação aos componentes do subsistema de coleta e transporte de esgoto sanitário, analise as afirmativas a seguir.
I. Os aparelhos sanitários a serem instalados no sistema de esgoto sanitário devem impedir a contaminação da água potável por retrossifonagem ou conexão cruzada.
II. As caixas sifonadas que coletam despejos de mictórios devem ter tampas cegas e não podem receber contribuições de outros aparelhos sanitários.
III. Os trechos horizontais previstos no sistema de coleta e transporte de esgoto sanitário devem possibilitar o escoamento dos efluentes por gravidade, apresentando a declividade mínima de 0,5% para tubulações com diâmetro nominal igual ou superior a 100.
Assinale:
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A partir da NBR 6484:2001, Solo - Sondagens de simples reconhecimento com SPT - Método de ensaio, pode-se consolidar o texto a seguir.
O ensaio SPT de sondagem a percussão é realizado a cada _____, consistindo na cravação de 45 cm de _____ por meio de golpes de um martelo-padrão caindo de altura constante.
O resultado do ensaio é o índice de resistência à penetração, correspondente ao _____ necessário para cravar os 30 cm finais.
Assinale a alternativa cujos itens completam corretamente as lacunas do texto acima.
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Relacione o elemento de fundação com suas respectivas características de execução.
1. Sapata
2. Estaca prensada
3. Estaca hélice contínua
4. Estaca Strauss
( ) A concretagem é realizada lançando-se o concreto e retirando-se gradativamente o revestimento, com simultâneo apiloamento do concreto.
( ) Antes da concretagem, o solo ou rocha de apoio, isentos de material solto, deve ser vistoriado por engenheiro, que confirmará in loco a capacidade de suporte do material.
( ) A cravação deve ser realizada através de macaco hidráulico acionado por bomba elétrica ou manual.
( ) A concretagem é feita por injeção pela haste central do trado, simultaneamente à sua retirada.
Assinale a alternativa que mostra a relação correta, de cima para baixo.
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Com relação ao aproveitamento das sobras das estacas de concreto, resultantes da diferença entre a estaca efetivamente levantada e a estaca arrasada, de acordo com o que prescreve a NBR 6122:2010 - Projeto e Execução de Fundações, analise as afirmativas a seguir.
I. Para ser aproveitada, a sobra de estaca deve ter um comprimento mínimo de 2,0 metros.
II. É permitida a utilização de apenas um segmento de sobra por estaca.
III. O segmento de sobra deve ser sempre o primeiro elemento a ser cravado.
Assinale:
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As alternativas a seguir apresentam características da execução das estacas pré-moldadas de concreto armado, à exceção de uma. Assinale-a:
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Os agregados graúdos para concreto devem apresentar índice de forma (IF), teor de argila e materiais friáveis (em massa) e desgaste por abrasão “Los Angeles” (em massa), respectivamente, inferiores a
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Com relação à programação de sondagens de simples reconhecimento dos solos para fundações de edifícios, assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa.
( ) O número de sondagens para obras de edificação com área de projeção em planta entre 200m² e 1200 m² deve ser, no mínimo, de uma para cada 200 m² de área da projeção, e não inferior a três.
( ) As sondagens devem ser levadas até a profundidade mínima de 20 m, independentemente das solicitações impostas pelas cargas estruturais.
( ) Nos estudos de viabilidade ou de escolha de local, o número de sondagens deve ser fixado de forma que a distância máxima entre elas seja de 500 m, com um mínimo de duas sondagens.
As afirmativas são, respectivamente:
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Só falta a política de redução de riscos
Entre 1990 e 2010, mais de 96 milhões de pessoas foram afetadas por desastres no Brasil, como demonstra o Atlas dos Desastres Naturais do Brasil. Destas, mais de 6 milhões tiveram de deixar suas moradias, cerca de 480 mil sofreram algum agravo ou doença e quase 3,5 mil morreram imediatamente após os mesmos. Desastres como o de Petrópolis, que resultaram em dezenas de óbitos, não existem em um vácuo. Se por um lado exigem a presença de ameaças naturais, como chuvas fortes, por outro não se realizam sem condições de vulnerabilidade, constituídas através dos processos sociais relacionados à dinâmica do desenvolvimento econômico e da proteção social e ambiental. Isto significa que os debates em torno do desastre devem ir além das cobranças que ano após ano ficam restritas à Defesa Civil.
A redução de riscos de desastres deve hoje constituir o cerne da política brasileira para os desastres. Isto significa combinar um conjunto de políticas não só para o durante os riscos e situações de desastres, o que avançamos bem, mas também e principalmente para o antes e o depois dos mesmos.
Particularmente, após o desastre da Região Serrana (RJ) em 2011, uma série de iniciativas importantes ocorreu. Criou-se o Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais, a Força-Tarefa de Apoio Técnico e Emergência, a Força Nacional do SUS e reestruturou-se o Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos de Desastres. Estas iniciativas ainda estão concentradas no monitoramento, alerta e respostas aos desastres. Faltam políticas integradas para redução de riscos.
Dados do IBGE revelam que apenas 1,2% dos municípios possuíam plano municipal de redução de riscos em 2011. Nos municípios maiores, com mais de 500 mil habitantes, que não ultrapassam quatro dezenas, este percentual superava 50%. De modo inverso, nos municípios menores, com menos de 20 mil habitantes, em torno de quatro mil, este percentual era de 3,3%. É uma situação bastante preocupante relacionada aos municípios de grande porte e drástica nos municípios de pequeno porte.
Há necessidade urgente de se investir em políticas integradas. E que ofereçam suporte aos municípios de menor porte. Na outra ponta, políticas de recuperação e reconstrução após desastres deveriam permitir o retorno à normalidade da vida "cotidiana", não prolongando os efeitos dos desastres, como temos visto.
(Carlos Machado - O Globo, 01/04/2013)
Com relação às formas verbais sublinhadas, é correto afirmar que
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Só falta a política de redução de riscos
Entre 1990 e 2010, mais de 96 milhões de pessoas foram afetadas por desastres no Brasil, como demonstra o Atlas dos Desastres Naturais do Brasil. Destas, mais de 6 milhões tiveram de deixar suas moradias, cerca de 480 mil sofreram algum agravo ou doença e quase 3,5 mil morreram imediatamente após os mesmos. Desastres como o de Petrópolis, que resultaram em dezenas de óbitos, não existem em um vácuo. Se por um lado exigem a presença de ameaças naturais, como chuvas fortes, por outro não se realizam sem condições de vulnerabilidade, constituídas através dos processos sociais relacionados à dinâmica do desenvolvimento econômico e da proteção social e ambiental. Isto significa que os debates em torno do desastre devem ir além das cobranças que ano após ano ficam restritas à Defesa Civil.
A redução de riscos de desastres deve hoje constituir o cerne da política brasileira para os desastres. Isto significa combinar um conjunto de políticas não só para o durante os riscos e situações de desastres, o que avançamos bem, mas também e principalmente para o antes e o depois dos mesmos.
Particularmente, após o desastre da Região Serrana (RJ) em 2011, uma série de iniciativas importantes ocorreu. Criou-se o Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais, a Força-Tarefa de Apoio Técnico e Emergência, a Força Nacional do SUS e reestruturou-se o Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos de Desastres. Estas iniciativas ainda estão concentradas no monitoramento, alerta e respostas aos desastres. Faltam políticas integradas para redução de riscos.
Dados do IBGE revelam que apenas 1,2% dos municípios possuíam plano municipal de redução de riscos em 2011. Nos municípios maiores, com mais de 500 mil habitantes, que não ultrapassam quatro dezenas, este percentual superava 50%. De modo inverso, nos municípios menores, com menos de 20 mil habitantes, em torno de quatro mil, este percentual era de 3,3%. É uma situação bastante preocupante relacionada aos municípios de grande porte e drástica nos municípios de pequeno porte.
Há necessidade urgente de se investir em políticas integradas. E que ofereçam suporte aos municípios de menor porte. Na outra ponta, políticas de recuperação e reconstrução após desastres deveriam permitir o retorno à normalidade da vida "cotidiana", não prolongando os efeitos dos desastres, como temos visto.
(Carlos Machado - O Globo, 01/04/2013)
Entre os vocábulos sublinhados há uma clara intensificação semântica, que também ocorre em
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