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Analise a figura a seguir.

(Fonte: Fossen, H. Geologia Estrutural (2012) - pág. 285)
Assinale a alternativa que indica corretamente o nome dos elementos da dobra apresentada na figura acima.
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O intemperismo químico inclui processos nos quais materiais rochosos são decompostos pela alteração do material parental ou original. Agentes importantes do intemperismo químico incluem gases atmosféricos, especialmente o O2 e o CO2, a água e os ácidos.
A esse respeito, assinale a afirmativa correta.
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Analise as figuras a seguir.

(Fonte:Fossen, H. Geologia Estrutural (2012), pág. 205)
A partir das figuras acima, assinale a alternativa acima, assinale a alternativa que indica corretamente o nome dos elementos das estruturas e os tipos de falha.
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O sistema Lagunar de Araruama é reconhecido como um dos maiores do mundo em condições de permanentes de hipersalinidade
(Primo, P.B.S. & BiZERRIL, C.R.S.F. Lagoa de Araruana: perfil ambiental do maior ecossistema lagunar hipersalino do mundo. 1ª edição, Rio de Janeiro: SEMADS, 2002. 160p.).
O sistema Lagunar de Araruama, além de refletir as variações do nível do mar no Quaternário, possui características que o transforma em uma importante área para o ensino e pesquisa.
A respeito do sistema lagunar de Araruama, analise as afirmativas a seguir.
I. Permite o estudo de formação de depósitos sedimentares evaporíticos.
II.Espera-se que, com a continuidade das pesquisas, venham a ser encontrados estromatólitos holocênicos.
III.Esse sistema Lagunar evoluiu a partir do ótimo climático holocênico de 5100 anos A.P., formando a grande laguna de Araruama e as lagunas pequenas, como a Vermelha, a Pernambuca e o Brejo do Espinho.
Assinale:
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A respeito do papel do Dióxido de Carbono no intemperismo, assinale V para a afirmativa verdade e F para a falsa.
( ) A quantidade de Dióxido de Carbono é grande na água da chuva porque há muito gás carbônico na atmosfera.
( ) O Dióxido de Carbono é adicionado na atmosfera quando é liberado por formações carbonáticas dos oceanos e quando vulcões dissolvem os carbonatos nas erupções.
( ) O intemperismo reduz o CO2 na atmosfera.
As afirmativas são, respectivamente,
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Segundo Klemme, as bacias sedimentares podem ser classificadas em cinco tipos. Dentre os tipos propostos por esse autor, cinco situações podem ser associadas a exemplos de Bacias Brasileiras.
Correlacione os tipos de bacias sedimentares apresentados a seguir com seus respectivos exemplos no Brasil.
1. Bacia de interior simples
2. Bacia de interior composta (plataforma)
3. Graben ou rift
4. Bacias costeiras
5. Deltas terciários
( ) Bacia do Acre
( ) Bacia da Foz do Amazonas
( ) Bacias do Ceará, Recife, Espírito Santo, Pelotas e Campos
( ) Bacias do Recôncavo, Tucano e Jatobá
( ) Bacias do Paraná, do Parnaíba (Maranhão) e do Amazonas
Assinale a alternativa que indica a ordem correta, de cima para baixo.
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De acordo com DZ-1841-R-2, Diretriz para o Licenciamento Ambiental e para a Autorização do Encerramento de Postos de Serviços, os prazos de validade da Licença Prévia, da Licença de Instalação e da Licença de Operação são, respectivamente, de
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Ambientes de sedimentação eólica são formados por campos de dunas que podem ser estacionárias ou migratórias e, dependendo de parâmetros específicos, as dunas podem ter formas bastante variadas, tanto em desertos quanto em regiões costeiras.
A esse respeito, assinale V para a afirmativa verdadeira e F, para a falsa.
( ) A morfologia de uma duna é determinada exclusivamente pela velocidade e variação do sentido do vento predominante no local e pela quantidade de areia disponível para sua formação.
( ) As dunas barcanas desenvolvem-se em ambientes de ventos fortes unidirecionais e suprimento de areia ilimitado.
( ) Os ventifactos e os grãos de areia foscos, com boa seleção e arredondamento, são característicos de sedimentos eólicos.
As afirmativas são, respectivamente,
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Só falta a política de redução de riscos
Entre 1990 e 2010, mais de 96 milhões de pessoas foram afetadas por desastres no Brasil, como demonstra o Atlas dos Desastres Naturais do Brasil. Destas, mais de 6 milhões tiveram de deixar suas moradias, cerca de 480 mil sofreram algum agravo ou doença e quase 3,5 mil morreram imediatamente após os mesmos. Desastres como o de Petrópolis, que resultaram em dezenas de óbitos, não existem em um vácuo. Se por um lado exigem a presença de ameaças naturais, como chuvas fortes, por outro não se realizam sem condições de vulnerabilidade, constituídas através dos processos sociais relacionados à dinâmica do desenvolvimento econômico e da proteção social e ambiental. Isto significa que os debates em torno do desastre devem ir além das cobranças que ano após ano ficam restritas à Defesa Civil.
A redução de riscos de desastres deve hoje constituir o cerne da política brasileira para os desastres. Isto significa combinar um conjunto de políticas não só para o durante os riscos e situações de desastres, o que avançamos bem, mas também e principalmente para o antes e o depois dos mesmos.
Particularmente, após o desastre da Região Serrana (RJ) em 2011, uma série de iniciativas importantes ocorreu. Criou-se o Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais, a Força-Tarefa de Apoio Técnico e Emergência, a Força Nacional do SUS e reestruturou-se o Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos de Desastres. Estas iniciativas ainda estão concentradas no monitoramento, alerta e respostas aos desastres. Faltam políticas integradas para redução de riscos.
Dados do IBGE revelam que apenas 1,2% dos municípios possuíam plano municipal de redução de riscos em 2011. Nos municípios maiores, com mais de 500 mil habitantes, que não ultrapassam quatro dezenas, este percentual superava 50%. De modo inverso, nos municípios menores, com menos de 20 mil habitantes, em torno de quatro mil, este percentual era de 3,3%. É uma situação bastante preocupante relacionada aos municípios de grande porte e drástica nos municípios de pequeno porte.
Há necessidade urgente de se investir em políticas integradas. E que ofereçam suporte aos municípios de menor porte. Na outra ponta, políticas de recuperação e reconstrução após desastres deveriam permitir o retorno à normalidade da vida "cotidiana", não prolongando os efeitos dos desastres, como temos visto.
(Carlos Machado - O Globo, 01/04/2013)
Com relação às formas verbais sublinhadas, é correto afirmar que
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Só falta a política de redução de riscos
Entre 1990 e 2010, mais de 96 milhões de pessoas foram afetadas por desastres no Brasil, como demonstra o Atlas dos Desastres Naturais do Brasil. Destas, mais de 6 milhões tiveram de deixar suas moradias, cerca de 480 mil sofreram algum agravo ou doença e quase 3,5 mil morreram imediatamente após os mesmos. Desastres como o de Petrópolis, que resultaram em dezenas de óbitos, não existem em um vácuo. Se por um lado exigem a presença de ameaças naturais, como chuvas fortes, por outro não se realizam sem condições de vulnerabilidade, constituídas através dos processos sociais relacionados à dinâmica do desenvolvimento econômico e da proteção social e ambiental. Isto significa que os debates em torno do desastre devem ir além das cobranças que ano após ano ficam restritas à Defesa Civil.
A redução de riscos de desastres deve hoje constituir o cerne da política brasileira para os desastres. Isto significa combinar um conjunto de políticas não só para o durante os riscos e situações de desastres, o que avançamos bem, mas também e principalmente para o antes e o depois dos mesmos.
Particularmente, após o desastre da Região Serrana (RJ) em 2011, uma série de iniciativas importantes ocorreu. Criou-se o Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais, a Força-Tarefa de Apoio Técnico e Emergência, a Força Nacional do SUS e reestruturou-se o Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos de Desastres. Estas iniciativas ainda estão concentradas no monitoramento, alerta e respostas aos desastres. Faltam políticas integradas para redução de riscos.
Dados do IBGE revelam que apenas 1,2% dos municípios possuíam plano municipal de redução de riscos em 2011. Nos municípios maiores, com mais de 500 mil habitantes, que não ultrapassam quatro dezenas, este percentual superava 50%. De modo inverso, nos municípios menores, com menos de 20 mil habitantes, em torno de quatro mil, este percentual era de 3,3%. É uma situação bastante preocupante relacionada aos municípios de grande porte e drástica nos municípios de pequeno porte.
Há necessidade urgente de se investir em políticas integradas. E que ofereçam suporte aos municípios de menor porte. Na outra ponta, políticas de recuperação e reconstrução após desastres deveriam permitir o retorno à normalidade da vida "cotidiana", não prolongando os efeitos dos desastres, como temos visto.
(Carlos Machado - O Globo, 01/04/2013)
Entre os vocábulos sublinhados há uma clara intensificação semântica, que também ocorre em
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