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Foram encontradas 70 questões.

3476756 Ano: 2013
Disciplina: Meteorologia
Banca: FGV
Orgão: INEA-RJ

Com relação às recomendações da Organização Meteorológica Mundial para o local de instalação de uma estação meteorológica de superfície, assinale V para afirmativa verdadeira e F para a falsa.

( ) A área recomendada para a estação meteorológica é de 1000 m2.

( ) A estação meteorológica deve ser montada longe de instalações elétricas, que possam produzir interferências eletromagnéticas, como fios de alta tensão, motores elétricos e outros.

( ) A distância recomendada entre a estação meteorológica e um obstáculo é de 100 vezes a altura deste.

As afirmativas são, respectivamente:

 

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3476754 Ano: 2013
Disciplina: Meteorologia
Banca: FGV
Orgão: INEA-RJ

Com relação às observações meteorológicas de altitude, analise as afirmativas a seguir.

I. O radiossonda é um instrumento que pode ser carregado por um balão através da atmosfera, coletando dados meteorológicos, ou pode ser lançado de um avião ou foguete, neste caso denominado “dropsonde”.

II. A maioria das estações de altitude realizam lançamentos de radiossondas as 00 e 12 UTC. O horário para lançamento do balão deve ser feito na hora H-30 (hora sinótica menos 30 minutos) para que a observação esteja pronta para transmissão pouco depois da hora sinótica, já que o balão demora cerca de uma hora para elevar-se do nível do mar até acima de 100 hPa.

III. Os dois gases mais apropriados para inflar os balões de sondagens são hidrogênio e hélio. O hidrogênio deve ser utilizado preferencialmente pelo fato de não haver risco de explosão e de incendiar.

Assinale:

 

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3476751 Ano: 2013
Disciplina: Meteorologia
Banca: FGV
Orgão: INEA-RJ

Leia o fragmento a seguir.

De acordo com a Organização Meteorológica Mundial (OMM), a área de captação de um pluviômetro deve variar entre _____ e deve ser instalado em suporte a _____ do solo.”

Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do fragmento acima.

 

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3476749 Ano: 2013
Disciplina: Meteorologia
Banca: FGV
Orgão: INEA-RJ

Com relação à eletricidade atmosférica, assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa.

( ) Descargas elétricas ocorrem com maior frequência sobre os oceanos do que sobre os continentes.

( ) Os raios negativos, ou seja, aqueles que transferem elétrons da nuvem para o solo, são mais frequentes do que os raios positivos, ou seja, aqueles que transferem elétrons do solo para nuvem.

( ) O aumento da incidência de raios em áreas urbanas nas últimas décadas está relacionado com o aumento na temperatura do ar, provocado pelo efeito de “ ilha de calor” e com o aumento da poluição nos centros urbanos.

As afirmativas são, respectivamente,

 

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3476748 Ano: 2013
Disciplina: Meteorologia
Banca: FGV
Orgão: INEA-RJ

O equipamento destinado a medir a radiação solar direta é denominado

 

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3476747 Ano: 2013
Disciplina: Meteorologia
Banca: FGV
Orgão: INEA-RJ

Com relação à influência dos núcleos de condensação de nuvens (cloud condensation nuclei – CCN) sobre a concentração e a distribuição do tamanho de gotículas de nuvens, analise as afirmativas a seguir.

I. A concentração de gotículas é menor em nuvens cumulus produzidas em massas de ar continental do que em massas de ar marítimo.

II. O raio das gotículas das nuvens cumulus é menor nas massas de ar marítimo do que nas massas de ar continental.

III. A concentração de CCNs é maior no ar continental do que no ar marítimo.

Assinale:

 

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3476746 Ano: 2013
Disciplina: Meteorologia
Banca: FGV
Orgão: INEA-RJ

O fato de a radiação solar ser concentrada nas regiões do espectro do visível (0,4-0,7 μm) e infravermelho próximo (0,7-4,0 μm), enquanto a radiação emitida pelos planetas e suas atmosferas é fortemente confinada no infravermelho (> 4 μm), é explicado pela

 

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3476745 Ano: 2013
Disciplina: Meteorologia
Banca: FGV
Orgão: INEA-RJ

A partir de dados de uma radiossondagem observa-se, em certa camada da atmosfera, a variação da temperatura do ar com a altitude, denominada em inglês de temperature lapse rate (Γ). Analisando-se também a variação vertical da adiabática seca (dry adiabatic lapse rate ou Γd) e a variação vertical da adiabática úmida (saturated adiabatic lapse rate ou Γs), é correto afirmar que a camada atmosférica será absolutamente estável se

 

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1422698 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: INEA-RJ
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Texto I

Só falta a política de redução de riscos

Entre 1990 e 2010, mais de 96 milhões de pessoas foram afetadas por desastres no Brasil, como demonstra o Atlas dos Desastres Naturais do Brasil. Destas, mais de 6 milhões tiveram de deixar suas moradias, cerca de 480 mil sofreram algum agravo ou doença e quase 3,5 mil morreram imediatamente após os mesmos. Desastres como o de Petrópolis, que resultaram em dezenas de óbitos, não existem em um vácuo. Se por um lado exigem a presença de ameaças naturais, como chuvas fortes, por outro não se realizam sem condições de vulnerabilidade, constituídas através dos processos sociais relacionados à dinâmica do desenvolvimento econômico e da proteção social e ambiental. Isto significa que os debates em torno do desastre devem ir além das cobranças que ano após ano ficam restritas à Defesa Civil.

A redução de riscos de desastres deve hoje constituir o cerne da política brasileira para os desastres. Isto significa combinar um conjunto de políticas não só para o durante os riscos e situações de desastres, o que avançamos bem, mas também e principalmente para o antes e o depois dos mesmos.

Particularmente, após o desastre da Região Serrana (RJ) em 2011, uma série de iniciativas importantes ocorreu. Criou-se o Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais, a Força-Tarefa de Apoio Técnico e Emergência, a Força Nacional do SUS e reestruturou-se o Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos de Desastres. Estas iniciativas ainda estão concentradas no monitoramento, alerta e respostas aos desastres. Faltam políticas integradas para redução de riscos.

Dados do IBGE revelam que apenas 1,2% dos municípios possuíam plano municipal de redução de riscos em 2011. Nos municípios maiores, com mais de 500 mil habitantes, que não ultrapassam quatro dezenas, este percentual superava 50%. De modo inverso, nos municípios menores, com menos de 20 mil habitantes, em torno de quatro mil, este percentual era de 3,3%. É uma situação bastante preocupante relacionada aos municípios de grande porte e drástica nos municípios de pequeno porte.

Há necessidade urgente de se investir em políticas integradas. E que ofereçam suporte aos municípios de menor porte. Na outra ponta, políticas de recuperação e reconstrução após desastres deveriam permitir o retorno à normalidade da vida "cotidiana", não prolongando os efeitos dos desastres, como temos visto.

(Carlos Machado - O Globo, 01/04/2013)

"Criou-se o Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais, a Força-Tarefa de Apoio Técnico e Emergência, a Força Nacional do SUS e reestruturou-se o Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos de Desastres".

Com relação às formas verbais sublinhadas, é correto afirmar que
 

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1422697 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: INEA-RJ
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Texto I

Só falta a política de redução de riscos

Entre 1990 e 2010, mais de 96 milhões de pessoas foram afetadas por desastres no Brasil, como demonstra o Atlas dos Desastres Naturais do Brasil. Destas, mais de 6 milhões tiveram de deixar suas moradias, cerca de 480 mil sofreram algum agravo ou doença e quase 3,5 mil morreram imediatamente após os mesmos. Desastres como o de Petrópolis, que resultaram em dezenas de óbitos, não existem em um vácuo. Se por um lado exigem a presença de ameaças naturais, como chuvas fortes, por outro não se realizam sem condições de vulnerabilidade, constituídas através dos processos sociais relacionados à dinâmica do desenvolvimento econômico e da proteção social e ambiental. Isto significa que os debates em torno do desastre devem ir além das cobranças que ano após ano ficam restritas à Defesa Civil.

A redução de riscos de desastres deve hoje constituir o cerne da política brasileira para os desastres. Isto significa combinar um conjunto de políticas não só para o durante os riscos e situações de desastres, o que avançamos bem, mas também e principalmente para o antes e o depois dos mesmos.

Particularmente, após o desastre da Região Serrana (RJ) em 2011, uma série de iniciativas importantes ocorreu. Criou-se o Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais, a Força-Tarefa de Apoio Técnico e Emergência, a Força Nacional do SUS e reestruturou-se o Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos de Desastres. Estas iniciativas ainda estão concentradas no monitoramento, alerta e respostas aos desastres. Faltam políticas integradas para redução de riscos.

Dados do IBGE revelam que apenas 1,2% dos municípios possuíam plano municipal de redução de riscos em 2011. Nos municípios maiores, com mais de 500 mil habitantes, que não ultrapassam quatro dezenas, este percentual superava 50%. De modo inverso, nos municípios menores, com menos de 20 mil habitantes, em torno de quatro mil, este percentual era de 3,3%. É uma situação bastante preocupante relacionada aos municípios de grande porte e drástica nos municípios de pequeno porte.

Há necessidade urgente de se investir em políticas integradas. E que ofereçam suporte aos municípios de menor porte. Na outra ponta, políticas de recuperação e reconstrução após desastres deveriam permitir o retorno à normalidade da vida "cotidiana", não prolongando os efeitos dos desastres, como temos visto.

(Carlos Machado - O Globo, 01/04/2013)

"É uma situação bastante preocupante relacionada aos municípios de grande porte e drástica nos municípios de pequeno porte".

Entre os vocábulos sublinhados há uma clara intensificação semântica, que também ocorre em
 

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