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Foram encontradas 60 questões.

148186 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: INFRAERO
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Enunciado 148174-1
O verbo indicado entre parênteses deverá flexionar-se numa forma do plural para preencher adequadamente a lacuna da seguinte frase:
 

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148177 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: INFRAERO
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Enunciado 148177-1
Está adequada a correlação entre os tempos e os modos verbais na frase:
 

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148176 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: INFRAERO
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Os anônimos

Na história de Branca de Neve, a rainha má consulta o seu espelho e pergunta se existe no reino uma beleza maior do que a sua. Os espelhos de castelo, nos contos de fada, são um pouco como certa imprensa brasileira, muitas vezes dividida entre as necessidades de bajular o poder e de refletir a realidade. O espelho tentou mudar de assunto, mas finalmente respondeu: “Existe". Seu nome: Branca de Neve.
A rainha má mandou chamar um lenhador e instruiu-o a levar Branca de Neve para a floresta, matá-la, desfazer-se do corpo e voltar para ganhar sua recompensa. Mas o lenhador poupou Branca de Neve. Toda a história depende da compaixão de um lenhador sobre o qual não se sabe nada. Seu nome e sua biografia não constam em nenhuma versão do conto. A rainha má é a rainha má, claramente um arquétipo, e os arquétipos não precisam de nome. O Príncipe Encantado, que aparecerá no fim da história, também não precisa. É um símbolo reincidente, talvez nem a Branca de Neve se dê ao trabalho de descobrir seu nome. Mas o personagem principal da história, sem o qual a história não existiria e os outros personagens não se tornariam famosos, não é símbolo de nada. Ele só entra na trama para fazer uma escolha, mas toda a narrativa fica em suspenso até que ele faça a escolha certa, pois se fizer a errada não tem história. O lenhador compadecido representa dois segundos de livre-arbítrio que podem desregular o mundo dos deuses e dos heróis. Por isso é desprezado como qualquer intruso e nem aparece nos créditos.
Muitas histórias mostram como são os figurantes anônimos que fazem a história, ou como, no fim, é a boa consciência que move o mundo. Mas uma das pessoas do grupo em que conversávamos sobre esses anônimos discordou dessa tese, e disse que a entrada do lenhador simbolizava um problema da humanidade, que é a dificuldade de conseguir empregados de confiança, que façam o que lhes for pedido.


(Adaptado de Luiz Fernando Verissimo, Banquete com os deuses)
Deve-se deduzir do texto que a razão pela qual os arquétipos não precisam de nome é que
 

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148173 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: INFRAERO
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Os anônimos

Na história de Branca de Neve, a rainha má consulta o seu espelho e pergunta se existe no reino uma beleza maior do que a sua. Os espelhos de castelo, nos contos de fada, são um pouco como certa imprensa brasileira, muitas vezes dividida entre as necessidades de bajular o poder e de refletir a realidade. O espelho tentou mudar de assunto, mas finalmente respondeu: “Existe". Seu nome: Branca de Neve.
A rainha má mandou chamar um lenhador e instruiu-o a levar Branca de Neve para a floresta, matá-la, desfazer-se do corpo e voltar para ganhar sua recompensa. Mas o lenhador poupou Branca de Neve. Toda a história depende da compaixão de um lenhador sobre o qual não se sabe nada. Seu nome e sua biografia não constam em nenhuma versão do conto. A rainha má é a rainha má, claramente um arquétipo, e os arquétipos não precisam de nome. O Príncipe Encantado, que aparecerá no fim da história, também não precisa. É um símbolo reincidente, talvez nem a Branca de Neve se dê ao trabalho de descobrir seu nome. Mas o personagem principal da história, sem o qual a história não existiria e os outros personagens não se tornariam famosos, não é símbolo de nada. Ele só entra na trama para fazer uma escolha, mas toda a narrativa fica em suspenso até que ele faça a escolha certa, pois se fizer a errada não tem história. O lenhador compadecido representa dois segundos de livre-arbítrio que podem desregular o mundo dos deuses e dos heróis. Por isso é desprezado como qualquer intruso e nem aparece nos créditos.
Muitas histórias mostram como são os figurantes anônimos que fazem a história, ou como, no fim, é a boa consciência que move o mundo. Mas uma das pessoas do grupo em que conversávamos sobre esses anônimos discordou dessa tese, e disse que a entrada do lenhador simbolizava um problema da humanidade, que é a dificuldade de conseguir empregados de confiança, que façam o que lhes for pedido.


(Adaptado de Luiz Fernando Verissimo, Banquete com os deuses)
É preciso corrigir a má estruturação da seguinte frase:
 

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148168 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: INFRAERO
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Os anônimos

Na história de Branca de Neve, a rainha má consulta o seu espelho e pergunta se existe no reino uma beleza maior do que a sua. Os espelhos de castelo, nos contos de fada, são um pouco como certa imprensa brasileira, muitas vezes dividida entre as necessidades de bajular o poder e de refletir a realidade. O espelho tentou mudar de assunto, mas finalmente respondeu: “Existe". Seu nome: Branca de Neve.
A rainha má mandou chamar um lenhador e instruiu-o a levar Branca de Neve para a floresta, matá-la, desfazer-se do corpo e voltar para ganhar sua recompensa. Mas o lenhador poupou Branca de Neve. Toda a história depende da compaixão de um lenhador sobre o qual não se sabe nada. Seu nome e sua biografia não constam em nenhuma versão do conto. A rainha má é a rainha má, claramente um arquétipo, e os arquétipos não precisam de nome. O Príncipe Encantado, que aparecerá no fim da história, também não precisa. É um símbolo reincidente, talvez nem a Branca de Neve se dê ao trabalho de descobrir seu nome. Mas o personagem principal da história, sem o qual a história não existiria e os outros personagens não se tornariam famosos, não é símbolo de nada. Ele só entra na trama para fazer uma escolha, mas toda a narrativa fica em suspenso até que ele faça a escolha certa, pois se fizer a errada não tem história. O lenhador compadecido representa dois segundos de livre-arbítrio que podem desregular o mundo dos deuses e dos heróis. Por isso é desprezado como qualquer intruso e nem aparece nos créditos.
Muitas histórias mostram como são os figurantes anônimos que fazem a história, ou como, no fim, é a boa consciência que move o mundo. Mas uma das pessoas do grupo em que conversávamos sobre esses anônimos discordou dessa tese, e disse que a entrada do lenhador simbolizava um problema da humanidade, que é a dificuldade de conseguir empregados de confiança, que façam o que lhes for pedido.


(Adaptado de Luiz Fernando Verissimo, Banquete com os deuses)
Está correto o emprego do elemento sublinhado em:
 

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73389 Ano: 2011
Disciplina: Engenharia Aeronáutica e Espacial
Banca: FCC
Orgão: INFRAERO

A primeira medida a ser implementada visando buscar uma atenuação do impacto do ruído aeronáutico está corretamente mencionada em:

 

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73388 Ano: 2011
Disciplina: Engenharia Aeronáutica e Espacial
Banca: FCC
Orgão: INFRAERO

As normas emanadas pela Organização de Aviação Civil Internacional e pela Agência Nacional de Aviação Civil, que regulamentam as atividades relacionadas com a navegação aérea, são publicadas, respectivamente, por meio de

 

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73387 Ano: 2011
Disciplina: Engenharia Aeronáutica e Espacial
Banca: FCC
Orgão: INFRAERO

Analise:

I. A infraestrutura de controle de tráfego aéreo é o segmento que define a capacidade operacional de um aeroporto.

II. O projeto de um aeroporto deve basear-se na sua viabilidade econômica, levando-se em consideração a projeção da demanda deste.

III. O tamanho do pátio deve levar em consideração a maior aeronave que poderá utilizar o aeroporto.

Considerando V (Verdadeiro) e F (Falso), os itens I, II e III são, respectivamente:

 

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73386 Ano: 2011
Disciplina: Engenharia Aeronáutica e Espacial
Banca: FCC
Orgão: INFRAERO

Analise:

I. A classificação de um sítio aeroportuário é definida em função da infraestrutura aeroportuária existente.

II. O número de pistas de táxi não é considerado na definição do cálculo da capacidade aeroportuária.

III. Não existe diferenciação da metodologia para planejamento de um aeroporto voltado ao transporte de cargas e para um aeroporto voltado ao transporte de passageiros.

Considerando V (Verdadeiro) e F (Falso), os itens I, II e III são, respectivamente:

 

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73385 Ano: 2011
Disciplina: Engenharia Aeronáutica e Espacial
Banca: FCC
Orgão: INFRAERO

Os fatores que devem ser considerados nos estudos para a definição do sentido de orientação do sistema de pistas de um aeródromo são:

 

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