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Respondida
Depreende-se da argumentação do texto que
Respondida
Considerando-se as relações de coesão do texto, assinale a opção em que as expressões apresentadas retomam a mesma ideia.
Respondida
Assinale a opção que apresenta reescrita textualmente coerente e gramaticalmente correta do trecho “se conseguirmos afinal (...) escrevendo, editando.” (L.21-25).
A
caso consigamos afinal um meio permanente, que nos permita ler anos a fio em todos os lugares do mundo, preservar com segurança e transmitir velhíssimos recados ocultos, continuaremos lendo, escrevendo, editando.
B
caso conseguíssemos afinal um meio permanente, que permitisse ler anos a fio em todos os lugares do mundo, preservar com segurança e transmitir velhíssimos recados ocultos, vamos continuar lendo, escrevendo, editando.
C
por conseguir, afinal, um meio permanente, que nos permitiria ler anos a fio em todos os lugares do mundo, preservar com segurança e transmitir velhíssimos recados ocultos, iamos continuar lendo, escrevendo, editando.
D
se conseguíssemos afinal um meio permanente, que permite ler anos a fio em todos os lugares do mundo, preservasse com segurança e transmitisse velhíssimos recados ocultos, iremos continuar lendo, escrevendo, editando.
E
por conseguirmos afinal um meio permanente, que permite ler anos a fio em todos os lugares do mundo, preservar com segurança e transmitir velhíssimos recados ocultos, iríamos continuar lendo, escrevendo, editando.
Respondida
Preservam-se a correção gramatical e a coerência textual ao se fazer a substituição
Respondida
Considerando que os fragmentos incluídos nas opções abaixo, na ordem em que são apresentados, constituem partes sucessivas de um texto adaptado de Eduardo Manoel Araújo — O equilíbrio entre globalização e localização , 2005. Internet: —, assinale a opção em que o fragmento está gramaticalmente correto.
A
Autoridade ou liberdade, conservação ou inovação, centralização ou descentralização. A história humana é rica em exemplos de temas que apresentam essa dialética dos opostos. E nesse tipo de temas acabamos, em muitas situações, enfrentando problemas pela ênfase excessiva em um dos extremos.
B
É como se tivéssemos um pêndulo. Ele pode ser movimentado um lado ou para outro. Quando as pessoas começam a movê-lo para um lado, digamos para o esquerdo, elas aplicam uma força. Esta força lhe desloca e lhe adiciona energia potencial.
C
No curto prazo é percebida como uma movimentação do pêndulo para o lado esquerdo. E quanto mais empurramos o pêndulo, mais energia potencial ele acumula. Por exemplo, na vida real, quando começam a centralizar o controle nas organizações os argumentos são: a padronização dos métodos para sermos mais produtivos e não ficamos reinventando a roda, a economia de escala.
D
E com estes argumentos começamos a centralização, muito confiantes do que estamos fazendo e do por que estamos fazendo. Quanto mais convictos deste argumento mais forçamos o sistema nesta direção mas em algum ponto, quando muito fora do ponto de equilíbrio, o que acontece é que a força da gravidade começar a pedir por mais equilíbrio do sistema.
E
Ela começa a nos mostrar que a padronização foi longe de mais e que agora: gastam uma grande energia por causa de nossa burocracia; nossos tempos de resposta estão piorando; nos tornamos muito rígidos quase inflexíveis e incapazes de se adaptar a um ambiente em constante mudança.
Respondida
Depreende-se da argumentação do texto que uma “crise de paradigmas” (L.1) é consequência
Respondida
Mantêm-se a correção gramatical e a coerência entre argumentos no texto ao se
Respondida
Assinale a opção correta a respeito do uso dos sinais de pontuação no texto.
Respondida
Seriam mantidas a correção gramatical do texto acima e a coerência entre seus argumentos caso se
Respondida
Na organização das ideias no texto acima,
A
subentende-se da flexão de plural em “Criados” (L.7) que esse termo retoma o sujeito da oração anterior: “Psicólogos e cientistas” (L.6).
B
confere-se maior formalidade ao texto, de acordo com as normas gramaticais do padrão culto da língua, ao se retirar a preposição do termo “de que” (L.12).
C
o pronome “que” (L.1) retoma “o”, que, por sua vez, resume a ideia de trocar “o convívio real com pessoas em bares, restaurantes, reuniões de trabalho, salas de aula e até festas pelo contato virtual em celulares, nos quais podem ler emails , entrar em sítios, mandar torpedos.” (L.2-5).
D
o verbo está flexionado no plural em “podem” (L.4) porque, como elemento de coesão, refere-se a “pessoas” (L.2).
E
a expressão “está de fora” (L.5) deixa subentendida a ideia que a complementa: dos sítios de relacionamento.