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F.J., 30 anos, GIV PIII 3N A0, IG usg 13 sem 3 dias: 36 semanas, deu entrada no PSGO com PA 150 x 100 mmHg, queixando-se de cefaleia fronto-ocipital, epigastralgia, náuseas e vômitos. Nega hipertensão arterial prévia. USG obstétrico com doppler pela medicina fetal demonstrou doppler de artérias uterinas com IP médio no p > 95, doppler de artéria umbilical com IP 1,45 e ACM (artéria cerebral média) com IP de 0,91 e peso fetal de 1 942 g, no percentil 1,6, de acordo com a curva de Hadlock, MBV (maior bolsão vertical): 2,7 cm.
Diante desse caso, assinale a conduta adequada.
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Leia o caso clínico a seguir para responder à questão.
M.S.F., 20 anos, GIII PII(2N) A0, IG cr: 11 semanas, sem ultrassonografia prévia, deu entrada no PSGO com sangramento vaginal moderado, náuseas, PA 100 x 80 mmHg. Submetida à dosagem de beta HCG: 120 mil UI/L e ultrassonografia transvaginal demonstrou eco endometrial hiperecoico, preenchido por imagens hipoanecogênicas, irregulares, centrais, não sendo visualizado embrião/feto. Ovários com policistose.
Após a conduta indicada, indique a próxima orientação para o seguimento pós-molar.
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Leia o caso clínico a seguir para responder à questão.
M.S.F., 20 anos, GIII PII(2N) A0, IG cr: 11 semanas, sem ultrassonografia prévia, deu entrada no PSGO com sangramento vaginal moderado, náuseas, PA 100 x 80 mmHg. Submetida à dosagem de beta HCG: 120 mil UI/L e ultrassonografia transvaginal demonstrou eco endometrial hiperecoico, preenchido por imagens hipoanecogênicas, irregulares, centrais, não sendo visualizado embrião/feto. Ovários com policistose.
Diante do caso relatado, a conduta mais adequada para a paciente é
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As lesões vulvares são diversas em cores e arquitetura, assim como, em geral, são multifocais, sendo as unifocais mais inquietantes quanto ao potencial carcinogênico, acometendo mais as pacientes maiores de 55 anos, relacionadas às HSIL (lesão intraepitelial de alto grau) vulvar. A LSIL (lesão intraepitelial escamosa de baixo grau) vulvar não representa displasia escamosa verdadeira e não precisa ser tratada como uma lesão potencialmente neoplásica. A principal etiologia da LSIL vulvar (lesão intraepitelial escamosa de baixo grau) é
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Mulher de 58 anos, submetida a tratamento cirúrgico (Wherteim Meigs) para carcinoma escamoso cervical invasor estágio IB1 há 13 anos. A citologia evidenciou HSIL (NIC de alto grau) e ela foi encaminhada à colposcopia, a qual demonstrou pequena área acetobranca densa e teste de Schiller negativo em fundo de saco. A biópsia dirigida diagnosticou NIVA 3 (neoplasia intraepitelial vaginal grau 3). Assinale o tratamento mais indicado para a paciente.
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A.N.V., 41 anos, peso 60 kg, GV PIII 3N AI, com diagnóstico de câncer de mama na atual gestação. Já submetida a tratamento cirúrgico, em tratamento com quimioterapia, sendo o último ciclo há 4 meses. Sem sinais de metástase hepática ou cerebral, dá entrada no hospital com 38 semanas de gestação, em trabalho de parto franco. Evoluiu para parto vaginal, com nascimento de RN peso 3 000 kg, Apgar 9/10. Assinale a melhor conduta para o pós-parto dessa paciente.
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O entendimento da estrutura e do funcionamento do tecido do assoalho pélvico em mulheres com e sem prolapso pode proporcionar uma maior compreensão da interação dos múltiplos sistemas que estão envolvidos nessa condição. A principal estrutura musculoesquelética relacionada à sustentação do assoalho pélvico, cuja falência está relacionada ao desenvolvimento do POP (prolapso de órgãos pélvicos), é o músculo
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M.B.V., 63 anos, casada, sem queixas relacionadas à menopausa, encaminhada pelo clínico para a interrupção da terapia hormonal que usa há cerca de 11 anos. Histerectomizada. Menopausa aos 52 anos, apresentou, por 1 ano, fogachos, distúrbio do sono e do humor, ressecamento vaginal e diminuição de libido. Recebeu estrogênio conjugado via oral com alívio total dos sintomas. Após 1 ano: terapia suspensa pelo ginecologista. Fogachos e piora do sono retornaram. No quinto mês após a suspensão, a terapia hormonal foi reintroduzida, com alívio completo do quadro. Dois anos após, a terapia oral foi substituída pela terapia transdérmica. Paciente é hipertensa, controlada com medicação. IMC: 30 kg/m2. Exames laboratoriais sem alterações.
Em relação a esse caso, assinale a alternativa correta.
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R.C.A., 26 anos, GII PI 1N A0, IG 36 semanas e 2 dias, com diagnóstico na gestação de carcinoma de células escamosas, invasivo, limitado ao colo uterino, com invasão profunda de 8 mm e com 4,5 cm na maior dimensão. O estadiamento clínico da doença, de acordo com a Federação Internacional de Ginecologia e Obstetrícia (FIGO) e o melhor tratamento, dentre os citados, são:
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Mulher 31 anos, nuligesta, casada, veio ao consultório ginecológico, pois pretende engravidar, porém, refere estar em amenorreia há cerca de 6 meses. Antes, ciclos menstruais irregulares. Suspendeu método anticoncepcional oral há 1 ano. Desde a interrupção da menstruação, apresenta fogachos, queda de cabelo, sensação de cansaço, associados a ressecamento vaginal. Menarca: 12 anos; primeira relação sexual aos 18 anos. Nega cirurgias ginecológicas prévias. Nega tabagismo. Exames laboratoriais: FSH 80; LH 50; estradiol 10, cariótipo normal; densitometria óssea com T-score: L1 – L4: –2,1, colo do fêmur: –1,5.
Conforme o resultado da densitometria óssea da paciente do caso clínico, é possível afirmar que ela apresenta
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