Foram encontradas 100 questões.
Em uma delegacia, há 4 vagas para agentes plantonistas e
2 vagas para escrivães plantonistas. Se 10 agentes e 7 escrivães
estão aptos para o plantão, o total de maneiras distintas que a
equipe de plantão pode ser formada é igual a:
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Um agente da Polícia Civil está conduzindo investigações
relacionadas a dois crimes distintos ocorridos na mesma
noite. A probabilidade de resolução do primeiro crime é de 0,6,
enquanto que para o segundo crime essa probabilidade é de 0,8.
Considerando que os eventos são independentes, determina-se que a probabilidade de o primeiro crime ser solucionado e o
segundo permanecer sem solução corresponde a:
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Policial registra B.O. em forma de poesia: “na mansidão do silêncio noturno”
O agente relatou no documento um caso de furto de maneira poética e explicou como a trama ocorreu.
O texto foi alterado três dias depois.
Um caso curioso ocorreu na Delegacia Seccional de Presidente Prudente (SP), em uma tarde comum de 25 de fevereiro. Na
ocasião, um dos policiais registrou um Boletim de Ocorrência (B.O.) relatando um furto. Em vez do tradicional texto descritivo dos
fatos, o agente decidiu relatar tudo em formato de poesia. A informação foi revelada pelo colunista Josmar Jozino, do UOL, na
quinta-feira (30/5).
A vítima relatou, durante o registro do B.O., que um ladrão entrou em sua residência durante a madrugada e que teria roubado
uma lavadora de alta pressão, uma tampa de tanque de combustível, 20 litros de gasolina e outros 20 litros de etanol.
O registro do documento, contudo, foi feito em formato de poesia pelo escrivão. A pedido do delegado da equipe de plantão, o
B.O. foi alterado três dias depois. Ele entendeu que a primeira versão não seguiu os padrões de técnica da escrita policial. O novo
documento conta apenas com quatro linhas.
Trechos do B.O. poético
Na mansidão do silêncio noturno, permeada pela penumbra que abraça os segredos da calada madrugada, o vilão de nossa
trama, qual sombra furtiva, penetrou na propriedade da respeitável vítima.
Neste ato de profanação, destemido e sorrateiro, desfez a barreira da intimidade alheia e arrebatou consigo os objetos que
figuram na relação dos despojos.
À propriedade da vítima coube servir de palco para a execução deste sórdido enredo. Na ausência de sentinelas visuais, as
câmeras de monitoramento permaneceram omissas, incapazes de registrar os passos furtivos do agente do mal.
Deixou sua marca indelével como um sinal no trilho do rastejar do agressor, tal o rastro de uma serpente que insinua sua
presença. Sobre o lamento do silêncio, testemunhas não surgiram para narrar o ato infame, e a propriedade da vítima transformou-se, por um breve lapso temporal, em palco de desventuras e dissabores.
Ao sabor do destino, este registro serve como crônica dos eventos que se desenrolam na quietude da noite, evocando uma
afronta à segurança, e trazendo à tona a necessidade imperiosa de restabelecer a paz usurpada.
E assim, como pluma ao vento, se finda o relato, aguardando a justiça como derradeira sentença, na esperança de que a luz
da verdade dissipe as trevas que encobrem este capítulo indesejado da existência da vítima.
Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/. Acesso em: 04 jan. 2026. Adaptado.
O verbo em destaque, transposto para a segunda pessoa do plural do pretérito mais-que-perfeito do indicativo, está estruturado corretamente em:
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Policial registra B.O. em forma de poesia: “na mansidão do silêncio noturno”
O agente relatou no documento um caso de furto de maneira poética e explicou como a trama ocorreu.
O texto foi alterado três dias depois.
Um caso curioso ocorreu na Delegacia Seccional de Presidente Prudente (SP), em uma tarde comum de 25 de fevereiro. Na
ocasião, um dos policiais registrou um Boletim de Ocorrência (B.O.) relatando um furto. Em vez do tradicional texto descritivo dos
fatos, o agente decidiu relatar tudo em formato de poesia. A informação foi revelada pelo colunista Josmar Jozino, do UOL, na
quinta-feira (30/5).
A vítima relatou, durante o registro do B.O., que um ladrão entrou em sua residência durante a madrugada e que teria roubado
uma lavadora de alta pressão, uma tampa de tanque de combustível, 20 litros de gasolina e outros 20 litros de etanol.
O registro do documento, contudo, foi feito em formato de poesia pelo escrivão. A pedido do delegado da equipe de plantão, o
B.O. foi alterado três dias depois. Ele entendeu que a primeira versão não seguiu os padrões de técnica da escrita policial. O novo
documento conta apenas com quatro linhas.
Trechos do B.O. poético
Na mansidão do silêncio noturno, permeada pela penumbra que abraça os segredos da calada madrugada, o vilão de nossa
trama, qual sombra furtiva, penetrou na propriedade da respeitável vítima.
Neste ato de profanação, destemido e sorrateiro, desfez a barreira da intimidade alheia e arrebatou consigo os objetos que
figuram na relação dos despojos.
À propriedade da vítima coube servir de palco para a execução deste sórdido enredo. Na ausência de sentinelas visuais, as
câmeras de monitoramento permaneceram omissas, incapazes de registrar os passos furtivos do agente do mal.
Deixou sua marca indelével como um sinal no trilho do rastejar do agressor, tal o rastro de uma serpente que insinua sua
presença. Sobre o lamento do silêncio, testemunhas não surgiram para narrar o ato infame, e a propriedade da vítima transformou-se, por um breve lapso temporal, em palco de desventuras e dissabores.
Ao sabor do destino, este registro serve como crônica dos eventos que se desenrolam na quietude da noite, evocando uma
afronta à segurança, e trazendo à tona a necessidade imperiosa de restabelecer a paz usurpada.
E assim, como pluma ao vento, se finda o relato, aguardando a justiça como derradeira sentença, na esperança de que a luz
da verdade dissipe as trevas que encobrem este capítulo indesejado da existência da vítima.
Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/. Acesso em: 04 jan. 2026. Adaptado.
“E assim, como pluma ao vento, se finda o relato, aguardando a justiça como derradeira sentença, na esperança de que a luz da verdade dissipe as trevas que encobrem este capítulo indesejado da existência da vítima.”
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Policial registra B.O. em forma de poesia: “na mansidão do silêncio noturno”
O agente relatou no documento um caso de furto de maneira poética e explicou como a trama ocorreu.
O texto foi alterado três dias depois.
Um caso curioso ocorreu na Delegacia Seccional de Presidente Prudente (SP), em uma tarde comum de 25 de fevereiro. Na
ocasião, um dos policiais registrou um Boletim de Ocorrência (B.O.) relatando um furto. Em vez do tradicional texto descritivo dos
fatos, o agente decidiu relatar tudo em formato de poesia. A informação foi revelada pelo colunista Josmar Jozino, do UOL, na
quinta-feira (30/5).
A vítima relatou, durante o registro do B.O., que um ladrão entrou em sua residência durante a madrugada e que teria roubado
uma lavadora de alta pressão, uma tampa de tanque de combustível, 20 litros de gasolina e outros 20 litros de etanol.
O registro do documento, contudo, foi feito em formato de poesia pelo escrivão. A pedido do delegado da equipe de plantão, o
B.O. foi alterado três dias depois. Ele entendeu que a primeira versão não seguiu os padrões de técnica da escrita policial. O novo
documento conta apenas com quatro linhas.
Trechos do B.O. poético
Na mansidão do silêncio noturno, permeada pela penumbra que abraça os segredos da calada madrugada, o vilão de nossa
trama, qual sombra furtiva, penetrou na propriedade da respeitável vítima.
Neste ato de profanação, destemido e sorrateiro, desfez a barreira da intimidade alheia e arrebatou consigo os objetos que
figuram na relação dos despojos.
À propriedade da vítima coube servir de palco para a execução deste sórdido enredo. Na ausência de sentinelas visuais, as
câmeras de monitoramento permaneceram omissas, incapazes de registrar os passos furtivos do agente do mal.
Deixou sua marca indelével como um sinal no trilho do rastejar do agressor, tal o rastro de uma serpente que insinua sua
presença. Sobre o lamento do silêncio, testemunhas não surgiram para narrar o ato infame, e a propriedade da vítima transformou-se, por um breve lapso temporal, em palco de desventuras e dissabores.
Ao sabor do destino, este registro serve como crônica dos eventos que se desenrolam na quietude da noite, evocando uma
afronta à segurança, e trazendo à tona a necessidade imperiosa de restabelecer a paz usurpada.
E assim, como pluma ao vento, se finda o relato, aguardando a justiça como derradeira sentença, na esperança de que a luz
da verdade dissipe as trevas que encobrem este capítulo indesejado da existência da vítima.
Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/. Acesso em: 04 jan. 2026. Adaptado.
“E assim, como pluma ao vento, se finda o relato, aguardando a justiça como derradeira sentença, na esperança de que a luz da verdade dissipe as trevas que encobrem este capítulo indesejado da existência da vítima.”
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Questão presente nas seguintes provas
Policial registra B.O. em forma de poesia: “na mansidão do silêncio noturno”
O agente relatou no documento um caso de furto de maneira poética e explicou como a trama ocorreu.
O texto foi alterado três dias depois.
Um caso curioso ocorreu na Delegacia Seccional de Presidente Prudente (SP), em uma tarde comum de 25 de fevereiro. Na
ocasião, um dos policiais registrou um Boletim de Ocorrência (B.O.) relatando um furto. Em vez do tradicional texto descritivo dos
fatos, o agente decidiu relatar tudo em formato de poesia. A informação foi revelada pelo colunista Josmar Jozino, do UOL, na
quinta-feira (30/5).
A vítima relatou, durante o registro do B.O., que um ladrão entrou em sua residência durante a madrugada e que teria roubado
uma lavadora de alta pressão, uma tampa de tanque de combustível, 20 litros de gasolina e outros 20 litros de etanol.
O registro do documento, contudo, foi feito em formato de poesia pelo escrivão. A pedido do delegado da equipe de plantão, o
B.O. foi alterado três dias depois. Ele entendeu que a primeira versão não seguiu os padrões de técnica da escrita policial. O novo
documento conta apenas com quatro linhas.
Trechos do B.O. poético
Na mansidão do silêncio noturno, permeada pela penumbra que abraça os segredos da calada madrugada, o vilão de nossa
trama, qual sombra furtiva, penetrou na propriedade da respeitável vítima.
Neste ato de profanação, destemido e sorrateiro, desfez a barreira da intimidade alheia e arrebatou consigo os objetos que
figuram na relação dos despojos.
À propriedade da vítima coube servir de palco para a execução deste sórdido enredo. Na ausência de sentinelas visuais, as
câmeras de monitoramento permaneceram omissas, incapazes de registrar os passos furtivos do agente do mal.
Deixou sua marca indelével como um sinal no trilho do rastejar do agressor, tal o rastro de uma serpente que insinua sua
presença. Sobre o lamento do silêncio, testemunhas não surgiram para narrar o ato infame, e a propriedade da vítima transformou-se, por um breve lapso temporal, em palco de desventuras e dissabores.
Ao sabor do destino, este registro serve como crônica dos eventos que se desenrolam na quietude da noite, evocando uma
afronta à segurança, e trazendo à tona a necessidade imperiosa de restabelecer a paz usurpada.
E assim, como pluma ao vento, se finda o relato, aguardando a justiça como derradeira sentença, na esperança de que a luz
da verdade dissipe as trevas que encobrem este capítulo indesejado da existência da vítima.
Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/. Acesso em: 04 jan. 2026. Adaptado.
A crase que inicia o período indica que o trecho realçado se trata de um:
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Policial registra B.O. em forma de poesia: “na mansidão do silêncio noturno”
O agente relatou no documento um caso de furto de maneira poética e explicou como a trama ocorreu.
O texto foi alterado três dias depois.
Um caso curioso ocorreu na Delegacia Seccional de Presidente Prudente (SP), em uma tarde comum de 25 de fevereiro. Na
ocasião, um dos policiais registrou um Boletim de Ocorrência (B.O.) relatando um furto. Em vez do tradicional texto descritivo dos
fatos, o agente decidiu relatar tudo em formato de poesia. A informação foi revelada pelo colunista Josmar Jozino, do UOL, na
quinta-feira (30/5).
A vítima relatou, durante o registro do B.O., que um ladrão entrou em sua residência durante a madrugada e que teria roubado
uma lavadora de alta pressão, uma tampa de tanque de combustível, 20 litros de gasolina e outros 20 litros de etanol.
O registro do documento, contudo, foi feito em formato de poesia pelo escrivão. A pedido do delegado da equipe de plantão, o
B.O. foi alterado três dias depois. Ele entendeu que a primeira versão não seguiu os padrões de técnica da escrita policial. O novo
documento conta apenas com quatro linhas.
Trechos do B.O. poético
Na mansidão do silêncio noturno, permeada pela penumbra que abraça os segredos da calada madrugada, o vilão de nossa
trama, qual sombra furtiva, penetrou na propriedade da respeitável vítima.
Neste ato de profanação, destemido e sorrateiro, desfez a barreira da intimidade alheia e arrebatou consigo os objetos que
figuram na relação dos despojos.
À propriedade da vítima coube servir de palco para a execução deste sórdido enredo. Na ausência de sentinelas visuais, as
câmeras de monitoramento permaneceram omissas, incapazes de registrar os passos furtivos do agente do mal.
Deixou sua marca indelével como um sinal no trilho do rastejar do agressor, tal o rastro de uma serpente que insinua sua
presença. Sobre o lamento do silêncio, testemunhas não surgiram para narrar o ato infame, e a propriedade da vítima transformou-se, por um breve lapso temporal, em palco de desventuras e dissabores.
Ao sabor do destino, este registro serve como crônica dos eventos que se desenrolam na quietude da noite, evocando uma
afronta à segurança, e trazendo à tona a necessidade imperiosa de restabelecer a paz usurpada.
E assim, como pluma ao vento, se finda o relato, aguardando a justiça como derradeira sentença, na esperança de que a luz
da verdade dissipe as trevas que encobrem este capítulo indesejado da existência da vítima.
Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/. Acesso em: 04 jan. 2026. Adaptado.
Apresenta a mesma função sintática do termo realçado anteriormente o vocábulo destacado em:
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Policial registra B.O. em forma de poesia: “na mansidão do silêncio noturno”
O agente relatou no documento um caso de furto de maneira poética e explicou como a trama ocorreu.
O texto foi alterado três dias depois.
Um caso curioso ocorreu na Delegacia Seccional de Presidente Prudente (SP), em uma tarde comum de 25 de fevereiro. Na
ocasião, um dos policiais registrou um Boletim de Ocorrência (B.O.) relatando um furto. Em vez do tradicional texto descritivo dos
fatos, o agente decidiu relatar tudo em formato de poesia. A informação foi revelada pelo colunista Josmar Jozino, do UOL, na
quinta-feira (30/5).
A vítima relatou, durante o registro do B.O., que um ladrão entrou em sua residência durante a madrugada e que teria roubado
uma lavadora de alta pressão, uma tampa de tanque de combustível, 20 litros de gasolina e outros 20 litros de etanol.
O registro do documento, contudo, foi feito em formato de poesia pelo escrivão. A pedido do delegado da equipe de plantão, o
B.O. foi alterado três dias depois. Ele entendeu que a primeira versão não seguiu os padrões de técnica da escrita policial. O novo
documento conta apenas com quatro linhas.
Trechos do B.O. poético
Na mansidão do silêncio noturno, permeada pela penumbra que abraça os segredos da calada madrugada, o vilão de nossa
trama, qual sombra furtiva, penetrou na propriedade da respeitável vítima.
Neste ato de profanação, destemido e sorrateiro, desfez a barreira da intimidade alheia e arrebatou consigo os objetos que
figuram na relação dos despojos.
À propriedade da vítima coube servir de palco para a execução deste sórdido enredo. Na ausência de sentinelas visuais, as
câmeras de monitoramento permaneceram omissas, incapazes de registrar os passos furtivos do agente do mal.
Deixou sua marca indelével como um sinal no trilho do rastejar do agressor, tal o rastro de uma serpente que insinua sua
presença. Sobre o lamento do silêncio, testemunhas não surgiram para narrar o ato infame, e a propriedade da vítima transformou-se, por um breve lapso temporal, em palco de desventuras e dissabores.
Ao sabor do destino, este registro serve como crônica dos eventos que se desenrolam na quietude da noite, evocando uma
afronta à segurança, e trazendo à tona a necessidade imperiosa de restabelecer a paz usurpada.
E assim, como pluma ao vento, se finda o relato, aguardando a justiça como derradeira sentença, na esperança de que a luz
da verdade dissipe as trevas que encobrem este capítulo indesejado da existência da vítima.
Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/. Acesso em: 04 jan. 2026. Adaptado.
“A vítima relatou, durante o registro do B.O., que um ladrão entrou em sua residência durante a madrugada e que teria roubado uma lavadora de alta pressão, uma tampa de tanque de combustível, 20 litros de gasolina e outros 20 litros de etanol.”
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Policial registra B.O. em forma de poesia: “na mansidão do silêncio noturno”
O agente relatou no documento um caso de furto de maneira poética e explicou como a trama ocorreu.
O texto foi alterado três dias depois.
Um caso curioso ocorreu na Delegacia Seccional de Presidente Prudente (SP), em uma tarde comum de 25 de fevereiro. Na
ocasião, um dos policiais registrou um Boletim de Ocorrência (B.O.) relatando um furto. Em vez do tradicional texto descritivo dos
fatos, o agente decidiu relatar tudo em formato de poesia. A informação foi revelada pelo colunista Josmar Jozino, do UOL, na
quinta-feira (30/5).
A vítima relatou, durante o registro do B.O., que um ladrão entrou em sua residência durante a madrugada e que teria roubado
uma lavadora de alta pressão, uma tampa de tanque de combustível, 20 litros de gasolina e outros 20 litros de etanol.
O registro do documento, contudo, foi feito em formato de poesia pelo escrivão. A pedido do delegado da equipe de plantão, o
B.O. foi alterado três dias depois. Ele entendeu que a primeira versão não seguiu os padrões de técnica da escrita policial. O novo
documento conta apenas com quatro linhas.
Trechos do B.O. poético
Na mansidão do silêncio noturno, permeada pela penumbra que abraça os segredos da calada madrugada, o vilão de nossa
trama, qual sombra furtiva, penetrou na propriedade da respeitável vítima.
Neste ato de profanação, destemido e sorrateiro, desfez a barreira da intimidade alheia e arrebatou consigo os objetos que
figuram na relação dos despojos.
À propriedade da vítima coube servir de palco para a execução deste sórdido enredo. Na ausência de sentinelas visuais, as
câmeras de monitoramento permaneceram omissas, incapazes de registrar os passos furtivos do agente do mal.
Deixou sua marca indelével como um sinal no trilho do rastejar do agressor, tal o rastro de uma serpente que insinua sua
presença. Sobre o lamento do silêncio, testemunhas não surgiram para narrar o ato infame, e a propriedade da vítima transformou-se, por um breve lapso temporal, em palco de desventuras e dissabores.
Ao sabor do destino, este registro serve como crônica dos eventos que se desenrolam na quietude da noite, evocando uma
afronta à segurança, e trazendo à tona a necessidade imperiosa de restabelecer a paz usurpada.
E assim, como pluma ao vento, se finda o relato, aguardando a justiça como derradeira sentença, na esperança de que a luz
da verdade dissipe as trevas que encobrem este capítulo indesejado da existência da vítima.
Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/. Acesso em: 04 jan. 2026. Adaptado.
I. “Na mansidão do silêncio noturno, permeada pela penumbra que abraça os segredos da calada madrugada [...]”
II. “O registro do documento, contudo, foi feito em formato de poesia pelo escrivão.”
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Policial registra B.O. em forma de poesia: “na mansidão do silêncio noturno”
O agente relatou no documento um caso de furto de maneira poética e explicou como a trama ocorreu.
O texto foi alterado três dias depois.
Um caso curioso ocorreu na Delegacia Seccional de Presidente Prudente (SP), em uma tarde comum de 25 de fevereiro. Na
ocasião, um dos policiais registrou um Boletim de Ocorrência (B.O.) relatando um furto. Em vez do tradicional texto descritivo dos
fatos, o agente decidiu relatar tudo em formato de poesia. A informação foi revelada pelo colunista Josmar Jozino, do UOL, na
quinta-feira (30/5).
A vítima relatou, durante o registro do B.O., que um ladrão entrou em sua residência durante a madrugada e que teria roubado
uma lavadora de alta pressão, uma tampa de tanque de combustível, 20 litros de gasolina e outros 20 litros de etanol.
O registro do documento, contudo, foi feito em formato de poesia pelo escrivão. A pedido do delegado da equipe de plantão, o
B.O. foi alterado três dias depois. Ele entendeu que a primeira versão não seguiu os padrões de técnica da escrita policial. O novo
documento conta apenas com quatro linhas.
Trechos do B.O. poético
Na mansidão do silêncio noturno, permeada pela penumbra que abraça os segredos da calada madrugada, o vilão de nossa
trama, qual sombra furtiva, penetrou na propriedade da respeitável vítima.
Neste ato de profanação, destemido e sorrateiro, desfez a barreira da intimidade alheia e arrebatou consigo os objetos que
figuram na relação dos despojos.
À propriedade da vítima coube servir de palco para a execução deste sórdido enredo. Na ausência de sentinelas visuais, as
câmeras de monitoramento permaneceram omissas, incapazes de registrar os passos furtivos do agente do mal.
Deixou sua marca indelével como um sinal no trilho do rastejar do agressor, tal o rastro de uma serpente que insinua sua
presença. Sobre o lamento do silêncio, testemunhas não surgiram para narrar o ato infame, e a propriedade da vítima transformou-se, por um breve lapso temporal, em palco de desventuras e dissabores.
Ao sabor do destino, este registro serve como crônica dos eventos que se desenrolam na quietude da noite, evocando uma
afronta à segurança, e trazendo à tona a necessidade imperiosa de restabelecer a paz usurpada.
E assim, como pluma ao vento, se finda o relato, aguardando a justiça como derradeira sentença, na esperança de que a luz
da verdade dissipe as trevas que encobrem este capítulo indesejado da existência da vítima.
Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/. Acesso em: 04 jan. 2026. Adaptado.
O termo realçado desempenha função morfológica de substantivo próprio e função sintática, conforme sua estrutura sintagmática interna, de:
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