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Paciente, sexo masculino, 49 anos, foi submetido há seis dias à gastrectomia total com reconstrução em Y de Roux para tratamento de adenocarcinoma gástrico. No momento está assintomático; porém, iniciou drenagem de secreção biliar pelo dreno abdominal. Ao exame: bom estado geral; eupneico; hidratado; abdômen flácido; indolor; ferida operatória em bom aspecto; e, dreno com conteúdo bilioso. FC: 95 bpm; PA: 140 x 80 mmHg. Laboratório: Hb: 12,0g/dL; Leucócitos 13.000; sem desvio; e, PCR 20,0 (referência 5,0). A principal hipótese diagnóstica e a conduta recomendada são, respectivamente:
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Paciente, sexo feminino, 25 anos, realizou ultrassonografia da glândula tireoide porque estava com medo de ser portadora de alguma neoplasia, assim como sua mãe. A paciente não tem queixas; os exames laboratoriais TSH; T4 total; T4 livre; T3; e, tireoglobulina são normais. O exame de ultrassom tem como conclusão do laudo: nódulo de 20 mm; com vascularização central ao Doppler; além de microcalcificações; e, localizado em lobo tireoidiano direito. Considerando o caso clínico, o diagnóstico mais provável para tal paciente é:
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“Paciente, sexo feminino, 28 anos, assintomática, hígida, sem uso de medicações, apresentou achado incidental de nódulo hepático de 3,0 cm em ultrassonografia de abdômen superior, inconclusivo ao método. O exame foi realizado, pois a paciente quis realizar um ‘check-up’ com o médico de sua família. Para melhor detalhamento do nódulo, foi solicitada tomografia computadorizada de abdômen e pelve com contraste, o qual evidenciou: nódulo de 28 mm de diâmetro em segmento hepático II, de aspecto homogêneo, com rápida captação de contraste na fase arterial com a presença de uma cicatriz central hipodensa (em ‘roda de carruagem’).”
Considerando a principal hipótese diagnóstica, a conduta recomendada para o caso é:
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“Paciente, sexo feminino, 28 anos, assintomática, hígida, sem uso de medicações, apresentou achado incidental de nódulo hepático de 3,0 cm em ultrassonografia de abdômen superior, inconclusivo ao método. O exame foi realizado, pois a paciente quis realizar um ‘check-up’ com o médico de sua família. Para melhor detalhamento do nódulo, foi solicitada tomografia computadorizada de abdômen e pelve com contraste, o qual evidenciou: nódulo de 28 mm de diâmetro em segmento hepático II, de aspecto homogêneo, com rápida captação de contraste na fase arterial com a presença de uma cicatriz central hipodensa (em ‘roda de carruagem’).”
Considerando o contexto, o diagnóstico mais provável para o caso é:
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Paciente, sexo masculino, 77 anos, diabético, tem queixa de dor abdominal de início em fossa ilíaca esquerda, que se tornou difusa. Relata dez dias de evolução. Ao exame: regular estado geral; febril, desidratado 1+/4+; frequência cardíaca 100 bpm; pressão arterial: 100 x 70 mmHg. TC de abdômen e pelve com contraste: achados sugestivos de diverticulite aguda com borramento de mesentério. Após tratamento inicial adequado, paciente evoluiu com piora clínica e sinais de peritonite difusa ao exame clínico. Foi submetido à laparotomia exploradora, em que foi constatada peritonite purulenta difusa. De acordo com a classificação de Hinchey, o paciente apresenta diverticulite estágio:
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Paciente, 18 anos, sexo masculino, foi vítima de acidente moto x automóvel há uma hora. Após avaliação inicial, foi constatado que o paciente apresenta neurotrauma exclusivo. Foi submetido à tomografia computadorizada de crânio, sendo diagnosticado hematoma subdural à esquerda. Neste tipo de lesão, a principal origem do sangramento é:
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“No manejo do sangramento digestivo agudo varicoso, no momento pré-endoscopia digestiva alta, foi acordado o uso de , com o objetivo de aumentar a visibilidade durante a endoscopia, bem como reduzir a necessidade da realização de segundo exame para conclusão diagnóstica e/ou terapêutica.” Assinale a medicação que completa corretamente a afirmativa anterior.
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“Em 2015 ocorreu um workshop intitulado ‘Estratificação de risco e individualização do cuidado da hipertensão portal’, onde foram traçadas as diretrizes do Baveno VI. Os principais pontos de discussão foram o uso de métodos invasivos e não invasivos para o rastreio e vigilância das varizes gastroesofágicas e da hipertensão portal, o impacto do tratamento do fator etiológico na cirrose, prevenção primária da descompensação, manejo do episódio de sangramento agudo e prevenção de recorrência de hemorragia.”
Considerando o contexto, analise as afirmativas seguir.
I. A elastografia hepática transitória é suficiente para se suspeitar de doença hepática crônica avançada compensada em pacientes assintomáticos com causas conhecidas de doença hepática crônica.
II. Define-se por hipertensão portal clinicamente significativa os níveis de gradiente de pressão da veia hepática superiores a 10 mmHg.
III. Os métodos invasivos deverão ser aplicados quando o diagnóstico da doença hepática crônica for duvidoso, ou em caso de necessidade de testes confirmatórios, sendo eles: endoscopia digestiva alta com pesquisa de varizes; biópsia hepática; quantificação de colágeno por histologia; e, medida do gradiente de pressão da veia hepática.
De acordo com as recomendações da Baveno VI, está correto o que se afirma em
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“Paciente, 48 anos, sexo masculino, tem queixa de dor epigástrica em queimação, refratária ao tratamento clínico com omeprazol e medidas dietéticas e comportamentais. Foi submetido à endoscopia digestiva alta, evidenciando úlcera única em região pré pilórica. A úlcera foi biopsiada, sendo descartado o diagnóstico de neoplasia gástrica. Optou-se por tratamento cirúrgico da úlcera, devido à refratariedade ao tratamento clínico.”
Das cirurgias relacionadas, a mais adequada para o caso é a gastrectomia:
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“Paciente, 48 anos, sexo masculino, tem queixa de dor epigástrica em queimação, refratária ao tratamento clínico com omeprazol e medidas dietéticas e comportamentais. Foi submetido à endoscopia digestiva alta, evidenciando úlcera única em região pré-pilórica. A úlcera foi biopsiada, sendo descartado o diagnóstico de neoplasia gástrica. Optou-se por tratamento cirúrgico da úlcera, devido à refratariedade ao tratamento clínico.”
De acordo com a classificação de Johnson, a úlcera apresentada pelo paciente deve ser classificada como:
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