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A força das palavras

Palavras assustam mais do que fatos: às vezes é assim.

Descobri isso quando as pessoas discutiam e lançavam palavras como dardos sobre a mesa de jantar. Nessa época, meus olhos mal alcançavam o tampo da mesa e o mundo dos adultos me parecia fascinante. O meu era demais limitado por horários que tinham de ser obedecidos (por que criança tinha de dormir tão cedo?), regras chatas (por que não correr descalça na chuva? por que não botar os pés em cima do sofá, por quê, por quê, por quê ... ?), e a escola era um fardo (seria tão mais divertido ficar lendo debaixo das árvores no jardim de casa ...).

Mas, em compensação, na escola também se brincava com palavras: lá, como em casa, havia livros, e neles as palavras eram caramelos saborosos ou pedrinhas coloridas que a gente colecionava, olhava contra a luz, revirava no céu da boca. E, às vezes, cuspia na cara de alguém de propósito para machucar (...).

A palavra faz parte da nossa essência: com ela, nos acercamos do outro, nos entregamos ou nos negamos, apaziguamos, ferimos e matamos. Com a palavra seduzimos num texto; com a palavra, liquidamos - negócios, amores. Uma palavra confere o nome ao filho que nasce e ao navio que transportará vidas ou armas.

"Vá", "Venha", "Fique", "Eu vou", "Eu não sei", "Eu quero, mas não posso", "Eu não sou capaz", "Sim, eu mereço" - dessa forma, marcamos as nossas escolhas, a derrota diante do nosso medo ou a vitória sobre o nosso susto. Viemos ao mundo para dar nome às coisas: dessa forma, nos tornamos senhores delas ou servos de quem as batizar antes de nós.

Fonte: Lya Luft. Ponto de Vista. Veja, 14/07/04

"Viemos ao mundo para dar nome às coisas: (...)". Observe o uso do acento grave, indicativo da crase, em "às coisas", e assinale a alternativa correta:

 

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O estabelecimento de diretrizes e normas relativas ao desenvolvimento urbano assegurará:

I- a urbanização;

II- a regularização fundiária e a titulação das áreas onde estejam situadas a população favelada e de baixa renda, sem remoção de moradores, salvo em áreas de risco mediante consulta obrigatória da população interessada;

III- a criação de áreas de especial interesse urbanístico, social e ambiental, turístico e de utilização pública;

IV- participação de entidades comunitárias no estudo, planejamento, encaminhamento e solução dos problemas, planos, programas e projetos de urbanização.

Após a análise das afirmações, marque a alternativa correta:

 

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2247690 Ano: 2016
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Abaetetuba-PA
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A doença, transmitida por protozoário, afeta principalmente o ventrículo (estômago da abelha), causando problemas na digestão dos alimentos e podendo provocar disenteria. Essa doença diminui a longevidade das abelhas, causando um decréscimo na população e, consequentemente, na produtividade das colméias. Ela chama-se:
 

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2247688 Ano: 2016
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Abaetetuba-PA
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Fungo causador da seca-de-ponteiros, queima de inflorescências, abortamento de frutos e, também, podridão peduncular em manga durante a pós-colheita. Em ramos verdes, causa lesões escuras de forma irregular, não deprimida, geralmente associada à base do pecíolo da folha. O mesmo pode ser observado nas gemas apicais, com frequente exsudação de goma. Os sintomas em ramos evoluem para a seca e morte do ponteiro, onde as folhas secam e ficam presas ao ramo. Se não for retirada da planta, a infecção pode progredir lentamente de cima para baixo, deixando toda área afetada necrosada. A seca pode progredir para os ramos mais velhos, tronco e até matar a planta. Quando o sintoma é detectado, a planta já está debilitada e de difícil recuperação. Este fungo chama-se:
 

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2247671 Ano: 2016
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Abaetetuba-PA
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Para implantação da cultura do abacaxi, vários tipos de mudas podem ser utilizados. Sobre este assunto, analise as assertivas seguintes:
I- A Coroa é um tipo de muda muito utilizada, mas permanece no fruto, quando vendido nos mercados de frutas frescas; é menos vigorosa, apresenta ciclo mais longo (em comparação às mudas do tipo rebentão e filhote); plantios com este tipo de muda originam plantas de porte e desenvolvimento mais uniformes.
II- A Filhote é um tipo de muda de vigor e ciclo intermediários, menos uniformes que as coroas e mais que os rebentões, de fácil colheita e abundante na variedade Pérola.
III- A Rebentão é a muda de maior vigor, ciclo mais curto e de colheita mais difícil; origina lavouras com menor uniformidade em tamanho e peso; e tem baixa disponibilidade na variedade Pérola e grande na variedade Smooth Cayenne.
IV- A Filhote-rebentão é um tipo de muda muito pouco utilizada.
Estão corretas:
 

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2247658 Ano: 2016
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Abaetetuba-PA
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Sistema de irrigação em que o lençol freático é mantido a uma profundidade capaz de permitir um fluxo de água adequado à zona radicular da cultura, geralmente associado a um sistema de drenagem subsuperficial, chama-se:
 

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2247655 Ano: 2016
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Abaetetuba-PA
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Espécie arbórea de porte médio a grande, com aproveitamento frutífero, madeireiro e energético que tem como centro de origem a Amazônia Oriental Brasileira, mas é encontrada espontaneamente em todos os estados da região Norte, Mato Grosso, Maranhão e Piauí. A planta, também encontrada nas Guianas, Peru, Bolívia, Colômbia e Equador, assume importância econômica nos estados do Pará, Maranhão e Piauí, nos quais se concentram densas e diversificadas populações naturais, em áreas de vegetação secundária, onde recebe a denominação popular de bacurizeiro. Qual o nome desta espécie?
 

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2247642 Ano: 2016
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Abaetetuba-PA
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As plantas cultivadas com a finalidade de serem enterradas no período da floração a fim de enriquecer o solo com húmus e elementos fertilizantes, principalmente de nitrogênio, são conhecidas como:
 

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A força das palavras

Palavras assustam mais do que fatos: às vezes é assim.

Descobri isso quando as pessoas discutiam e lançavam palavras como dardos sobre a mesa de jantar. Nessa época, meus olhos mal alcançavam o tampo da mesa e o mundo dos adultos me parecia fascinante. O meu era demais limitado por horários que tinham de ser obedecidos (por que criança tinha de dormir tão cedo?), regras chatas (por que não correr descalça na chuva? por que não botar os pés em cima do sofá, por quê, por quê, por quê ... ?), e a escola era um fardo (seria tão mais divertido ficar lendo debaixo das árvores no jardim de casa ...).

Mas, em compensação, na escola também se brincava com palavras: lá, como em casa, havia livros, e neles as palavras eram caramelos saborosos ou pedrinhas coloridas que a gente colecionava, olhava contra a luz, revirava no céu da boca. E, às vezes, cuspia na cara de alguém de propósito para machucar (...).

A palavra faz parte da nossa essência: com ela, nos acercamos do outro, nos entregamos ou nos negamos, apaziguamos, ferimos e matamos. Com a palavra seduzimos num texto; com a palavra, liquidamos - negócios, amores. Uma palavra confere o nome ao filho que nasce e ao navio que transportará vidas ou armas.

"Vá", "Venha", "Fique", "Eu vou", "Eu não sei", "Eu quero, mas não posso", "Eu não sou capaz", "Sim, eu mereço" - dessa forma, marcamos as nossas escolhas, a derrota diante do nosso medo ou a vitória sobre o nosso susto. Viemos ao mundo para dar nome às coisas: dessa forma, nos tornamos senhores delas ou servos de quem as batizar antes de nós.

Fonte: Lya Luft. Ponto de Vista. Veja, 14/07/04

As formas seguintes são acentuadas: "por quê, por quê, por quê ...?." :

 

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A força das palavras
Palavras assustam mais do que fatos: às vezes é assim.
Descobri isso quando as pessoas discutiam e lançavam palavras como dardos sobre a mesa de jantar. Nessa época, meus olhos mal alcançavam o tampo da mesa e o mundo dos adultos me parecia fascinante. O meu era demais limitado por horários que tinham de ser obedecidos (por que criança tinha de dormir tão cedo?), regras chatas (por que não correr descalça na chuva? por que não botar os pés em cima do sofá, por quê, por quê, por quê ... ?), e a escola era um fardo (seria tão mais divertido ficar lendo debaixo das árvores no jardim de casa ...).
Mas, em compensação, na escola também se brincava com palavras: lá, como em casa, havia livros, e neles as palavras eram caramelos saborosos ou pedrinhas coloridas que a gente colecionava, olhava contra a luz, revirava no céu da boca. E, às vezes, cuspia na cara de alguém de propósito para machucar (...).
A palavra faz parte da nossa essência: com ela, nos acercamos do outro, nos entregamos ou nos negamos, apaziguamos, ferimos e matamos. Com a palavra seduzimos num texto; com a palavra, liquidamos - negócios, amores. Uma palavra confere o nome ao filho que nasce e ao navio que transportará vidas ou armas.
"Vá", "Venha", "Fique", "Eu vou", "Eu não sei", "Eu quero, mas não posso", "Eu não sou capaz", "Sim, eu mereço" - dessa forma, marcamos as nossas escolhas, a derrota diante do nosso medo ou a vitória sobre o nosso susto. Viemos ao mundo para dar nome às coisas: dessa forma, nos tornamos senhores delas ou servos de quem as batizar antes de nós.
Fonte: Lya Luft. Ponto de Vista. Veja, 14/07/04
O texto mostra o valor contraditório da palavra, já que esta pode ser usada tanto para o bem quanto para o mal. Assinale a alternativa em que a avaliação de positivo ou negativo semanticamente está incorreta em relação ao uso da palavra:
 

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