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Assinale a alternativa que contém erro gramatical:
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Consumismo jovem
Os jovens estão se endividando. Segundo pesquisa da Associação Comercial de São Paulo, 67% dos inadimplentes têm menos de 35 anos e 240% têm entre 26 e 30 anos.
Mais do que um levantamento estatístico ou curiosidade, tais números expressam uma realidade preocupante: a falta de educação para o consumo. Sem isso, o jovem compra acima de suas possibilidades e talvez prossiga nesse desequilíbrio quando for mais velho.
Além disso, essas pessoas não estão se endividando para comprar bens tecnológicos como computadores ou aparelhos que aumentem o conforto e a segurança no lar. Nada disso. Torraram dinheiro com roupas e calçados. O terceiro item da lista também é uma advertência, por si só: empréstimo pessoal.
A agiotagem é um dos negócios que mais se desenvolvem nos municípios brasileiros, com a oferta de dinheiro fácil, a juros extorsivos, para ávidos consumidores, principalmente das classes C e D.
Dever desde os primeiros anos de carteira de trabalho assinada é uma péssima tendência para o futuro. Hábitos de poupança não são estimulados nem valorizados aqui.
É evidente que todos querem consumir. Não há crime algum nisso, até porque, sem compras, não há produção nem empregos. A economia fica estagnada e o país caminha para trás. Certamente não defendo tal comportamento.
Mas o consumismo desenfreado é péssimo para as pessoas e para o ambiente e indica um descontrole que pode, sem trocadilho, custar muito caro.
(...)
Prestações que "caibam no bolso", sem verificação do quanto se paga a mais por essa aparente facilidade; crédito rotativo odos cartões; e empréstimos em geral, inclusive os consignados, são alguns dos caminhos mais rápidos para estourar os orçamentos pessoais e familiares.
Falta, também, uma lei que proíba a concessão de crédito sem exigência de garantias. Porque não há milagre em finanças. Se uma empresa não exige comprovação de renda e bens que garantam o empréstimo, só há uma explicação plausível: ela compensa o risco de calote cobrando juros de agiota.
Os pais deveriam ajudar nesse processo educativo, mas, convenhamos, nem os adultos escapam do excesso de compras. Então, não é uma surpresa saber que os mais novos não conseguem pagar suas contas em dia.
Perder o crédito é um desastre para qualquer pessoa. Fecha as portas para aquisição até de produtos fundamentais, totalmente necessários, como alimentos e medicamentos. Carimba os consumidores como devedores e isso tem repercussões em todos os segmentos da vida, inclusive o profissional.
Isso não pode, então, ser visto como mais uma tendência ou consequência da inclusão social. O papel aceita tudo. Fazer as contas e não assumir compromissos superiores à renda não é caretice. É uma das condições para um futuro melhor, sem sobressaltos, sem cobradores e sem insônia. Não desejamos novas gerações repletas de devedores.
(DOLCI,Maria Inês. Folha se São Paulo. Folhainvest. 17/10/11,p. B8)
Qual o tipo de texto acima apresentado:
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Fabricio resolveu dividir um terreno urbano que possui para seus 03 filhos. O mais novo recebeu ¼ da área, o mais velho recebeu 3/6, quanto sobrou para o mais novo, sabendo que o terreno mede 3.600 m².
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Uma sala comercial mede !$ 31{,}2\,\,m^2 !$ e tem largura de 5,2 m. Sabendo que a sala tem uma porta de !$ 0{,}9\,\,m !$ e duas janelas de 1,2 x 0,8m. Qual será o comprimento do rodapé dessa sala.
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1285639
Ano: 2019
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Método
Orgão: Pref. Alto Boa Vista-MT
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Método
Orgão: Pref. Alto Boa Vista-MT
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O Hino do Estado de Mato Grosso foi criado pelo Decreto N.º 208, de 05/09/1983, por iniciativa do governador Júlio José de Campos, oficializando a letra do poema "Canção Mato-grossense", de autoria de Dom Francisco de Aquino Corrêa, musicado pelo maestro e tenente da Polícia Militar Emílio Heine, "sendo inalterável no seu todo ou nas suas partes". A "Canção Mato-grossense" foi cantada em público pela primeira vez durante a cerimônia principal das comemorações do bicentenário de fundação de Cuiabá, em 08/04/1919. Das estrofes abaixo, qual pertence ao hino de Mato Grosso?
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Em uma cidade do interior do Acre, a população é de 26.600 pessoas. Segundo o IBGE 62 % população é do sexo feminino. Dessas mulheres sabe se que: 30% são divorciadas, 62% tem filhos em diversas idades, 18% são solteiras e 10 % são homossexuais. Segundo essas condições, quantas mulheres não tem filhos.
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1283589
Ano: 2019
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Método
Orgão: Pref. Alto Boa Vista-MT
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Método
Orgão: Pref. Alto Boa Vista-MT
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Recentemente, um time de futebol de Mato Grosso, ganhou repercussão negativa, por estar em negociação para contratação do ex goleiro Bruno, condenado a 22 anos e 3 meses por homicídio, ocultação, sequestro e cárcere privado da modelo e atriz Eliza Silva Samúdio, ocorrido em 2010. Assinale a alternativa que corresponde ao time mato-grossense em questão:
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Qual o resultado da operação !$ \sqrt[3]{2048383} !$.
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Marcia foi ao mercado e comprou tomates e cebolas, no total de 22 unidades. O número de tomates é igual ao número de cebolas menos 6 unidades. Considerando essas informações, quantas cebolas Marcia levou para casa:
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Consumismo jovem
Os jovens estão se endividando. Segundo pesquisa da Associação Comercial de São Paulo, 67% dos inadimplentes têm menos de 35 anos e 240% têm entre 26 e 30 anos.
Mais do que um levantamento estatístico ou curiosidade, tais números expressam uma realidade preocupante: a falta de educação para o consumo. Sem isso, o jovem compra acima de suas possibilidades e talvez prossiga nesse desequilíbrio quando for mais velho.
Além disso, essas pessoas não estão se endividando para comprar bens tecnológicos como computadores ou aparelhos que aumentem o conforto e a segurança no lar. Nada disso. Torraram dinheiro com roupas e calçados. O terceiro item da lista também é uma advertência, por si só: empréstimo pessoal.
A agiotagem é um dos negócios que mais se desenvolvem nos municípios brasileiros, com a oferta de dinheiro fácil, a juros extorsivos, para ávidos consumidores, principalmente das classes C e D.
Dever desde os primeiros anos de carteira de trabalho assinada é uma péssima tendência para o futuro. Hábitos de poupança não são estimulados nem valorizados aqui.
É evidente que todos querem consumir. Não há crime algum nisso, até porque, sem compras, não há produção nem empregos. A economia fica estagnada e o país caminha para trás. Certamente não defendo tal comportamento.
Mas o consumismo desenfreado é péssimo para as pessoas e para o ambiente e indica um descontrole que pode, sem trocadilho, custar muito caro.
(...)
Prestações que "caibam no bolso", sem verificação do quanto se paga a mais por essa aparente facilidade; crédito rotativo odos cartões; e empréstimos em geral, inclusive os consignados, são alguns dos caminhos mais rápidos para estourar os orçamentos pessoais e familiares.
Falta, também, uma lei que proíba a concessão de crédito sem exigência de garantias. Porque não há milagre em finanças. Se uma empresa não exige comprovação de renda e bens que garantam o empréstimo, só há uma explicação plausível: ela compensa o risco de calote cobrando juros de agiota.
Os pais deveriam ajudar nesse processo educativo, mas, convenhamos, nem os adultos escapam do excesso de compras. Então, não é uma surpresa saber que os mais novos não conseguem pagar suas contas em dia.
Perder o crédito é um desastre para qualquer pessoa. Fecha as portas para aquisição até de produtos fundamentais, totalmente necessários, como alimentos e medicamentos. Carimba os consumidores como devedores e isso tem repercussões em todos os segmentos da vida, inclusive o profissional.
Isso não pode, então, ser visto como mais uma tendência ou consequência da inclusão social. O papel aceita tudo. Fazer as contas e não assumir compromissos superiores à renda não é caretice. É uma das condições para um futuro melhor, sem sobressaltos, sem cobradores e sem insônia. Não desejamos novas gerações repletas de devedores.
(DOLCI,Maria Inês. Folha se São Paulo. Folhainvest. 17/10/11,p. B8)
A frase “Os jovens estão se endividando” está no período:
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