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Foram encontradas 50 questões.

2238469 Ano: 2015
Disciplina: Artes Cênicas
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA
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O teatro foi usado desde a colonização como instrumento pedagógico. Sobre o teatro brasileiro nos séculos XX e XXI, só não é adequado afirmar:
 

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2238457 Ano: 2015
Disciplina: Educação Artística
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA
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Sobre a "Aquarela": pintura d'água, não é correto afirmar:
 

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2238455 Ano: 2015
Disciplina: Educação Artística
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA
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Sua pintura figurativa, de formato pequeno registrava a paisagem urbana que lhe era próxima, em 1952. Em década de 1960, passou do figurativo às telas abstratas, trabalhando apenas com os elementos pictóricos: cor e composição. A morte desta figura japonesa centenária enlutou São Paulo, local onde algumas de suas obras ocupam espaços públicos, como a escultura em concreto armado, na avenida 23 de Maio. O excerto refere-se a:
 

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O Caso do vestido
(Norma Couri)
Viral que explodiu na internet no fim de semana (27/2- 1/3) com 16 milhões de acessos e 11 milhões de mensagens pelo Twitter, em menos de um dia o vestido passou em importância à frente de guerras, estupros, sequestros, corrupções. "Me ajudem. Este vestido é branco ou dourado? Ou azul e preto?", a cantora escocesa Caitlin McNeill perguntou na quinta-feira (26). Internautas do mundo todo vieram ajudar. Qual a cor do vestido? A marca britânica Roman Originais da peça apresentada apenas como "O Vestido" teve de aumentar o estoque depois que a procura subiu em 347%. Informou a todos "é azul!", mas cogita confeccionar o modelo em dourado e branco, como algumas pessoas enxergaram a cor.
Na rádio CBN (sexta, 27/2), Carlos Alberto Sardenberg gastou um bom tempo apresentando versões desencontradas de ouvintes sobre a cor do vestido, e ainda ouviu um oftalmologista explicando que o fundo muda a cor e o olho humano cai em armadilhas frequentes. O portal G1 incluiu a polêmica cor do vestido entre as matérias mais lidas da semana. A edição de domingo (1/3) do Estado de S.Paulo ("Azul-Pretinho Básico?") e O Globo de sábado (28/2, "Ciência explica mistério do vestido") deram chamadas de capa e ouviram psicólogos,neurologistas, filósofos, sem chegar a uma conclusão. Truque de luzes. Truque de ilusão de ótica. Células divergentes que interpretam cores. Cones dissonantes de cada pessoa que induzem mais ao vermelho, ao verde ou ao azul.
O Fantástico fez um alentado quadro no domingo sobre as zonas de sombra calibradas pelo cérebro para perceber cores. A Folha de S.Paulo publicou a matéria em página quase inteira na rubrica "Ciência" (sábado, 28), "Debate sobre cor de vestido expõe sutis diferenças nos olhos e cérebros". O psicólogo e neurocientista da New York University, Pascal Wallisch, em artigo traduzido para o caderno "Aliás" do Estadão de domingo, conclui filosoficamente que devemos manter a mente aberta, "algo para lembrar da próxima vez que você discordar de alguém".
O enigma do vestido quebrou a internet e a nossa compreensão de como atrair leitores para os assuntos do dia, o que colocar na primeira página, qual o interesse real das pessoas no mundo inteiro. Nem dá para criticar o Brasil pelas banalidades e celebridades cotidianas porque a respeitadíssima revista de tecnologia americana Wired, com sede em São Francisco, entrevistou um neurologista para explicar que a luz que enxergamos durante o dia muda de cor e a compensação é feita pelo cérebro.
Até a melhor rede pública de TV do Mundo, a britânica BBC entrou na charada: publicou uma avaliação da expert Emma Lynch para concluir que a cor do vestido é azulou preta. Ou dourado e branco?
Muito antes, em 1945, a polêmica pré-internet, pré-computador, foi em torno do maravilhoso poema de Carlos Drummond de Andrade publicado em A Rosa do Povo. "O caso do vestido" virou peça de projetos escolares, como o da professora Lucy Nakamura (o vestido era preto). Foi encenado e declamado no Brasil inteiro. Serviu a dissertações de mestrado e a teses de doutorado em várias universidades, foi tema de discussão em mesas redondas, dissecado por semiólogos, psicólogos, críticos literários. Em 2004 virou filme de Paulo Thiago interpretado por Gabriela Duarte, Daniel Dantas, Renato Borghi , Paulo José e o excelente ator Othon Bastos, que já foi o cangaceiro Corisco no filme Deus e o Diabo na Terra do Sol, de Glauber Rocha, e hoje o conhecem apenas como o mordomo da novela Império. No filme, o vestido era rosa.
Nesses 70 anos que separam o vestido da Roman Originais em 2015 e o vestido de Drummond em 1945, vale a pena reler o poema para perceber o quanto empobrecemos, emburrecemos, perdemos o foco das discussões.
O significado da palavra não confere na alternativa:
 

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2238446 Ano: 2015
Disciplina: Artes Cênicas
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA
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Leia o texto e identifique a alternativa em que há um erro na afirmação textual.
"Na perspectiva da linguagem teatral, a questão identidade tem bons exemplos no teatro brasileiro. Citamos o Teatro Experimental do Negro, desenvolvido no Rio de Janeiro (1) entre os anos de 1944 e 1961, uma das primeiras produções que discutiu a ausência do negro na dramaturgia (2) e nos palcos do Brasil, um país mestiço de maioria negra. Realizou montagens como O Logro, de Gian Francesco Guarniere (3), e o Mulato, de Langston Hughes. Artistas negros (4) como Ruth de Souza e Milton Gonçalves participaram dessa experiência (5).
(Fonte: O que significa ensinar Artes na escola hoje?, p. 69, adaptado).
 

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O Caso do vestido
(Norma Couri)
Viral que explodiu na internet no fim de semana (27/2- 1/3) com 16 milhões de acessos e 11 milhões de mensagens pelo Twitter, em menos de um dia o vestido passou em importância à frente de guerras, estupros, sequestros, corrupções. "Me ajudem. Este vestido é branco ou dourado? Ou azul e preto?", a cantora escocesa Caitlin McNeill perguntou na quinta-feira (26). Internautas do mundo todo vieram ajudar. Qual a cor do vestido? A marca britânica Roman Originais da peça apresentada apenas como "O Vestido" teve de aumentar o estoque depois que a procura subiu em 347%. Informou a todos "é azul!", mas cogita confeccionar o modelo em dourado e branco, como algumas pessoas enxergaram a cor.
Na rádio CBN (sexta, 27/2), Carlos Alberto Sardenberg gastou um bom tempo apresentando versões desencontradas de ouvintes sobre a cor do vestido, e ainda ouviu um oftalmologista explicando que o fundo muda a cor e o olho humano cai em armadilhas frequentes. O portal G1 incluiu a polêmica cor do vestido entre as matérias mais lidas da semana. A edição de domingo (1/3) do Estado de S.Paulo ("Azul-Pretinho Básico?") e O Globo de sábado (28/2, "Ciência explica mistério do vestido") deram chamadas de capa e ouviram psicólogos,neurologistas, filósofos, sem chegar a uma conclusão. Truque de luzes. Truque de ilusão de ótica. Células divergentes que interpretam cores. Cones dissonantes de cada pessoa que induzem mais ao vermelho, ao verde ou ao azul.
O Fantástico fez um alentado quadro no domingo sobre as zonas de sombra calibradas pelo cérebro para perceber cores. A Folha de S.Paulo publicou a matéria em página quase inteira na rubrica "Ciência" (sábado, 28), "Debate sobre cor de vestido expõe sutis diferenças nos olhos e cérebros". O psicólogo e neurocientista da New York University, Pascal Wallisch, em artigo traduzido para o caderno "Aliás" do Estadão de domingo, conclui filosoficamente que devemos manter a mente aberta, "algo para lembrar da próxima vez que você discordar de alguém".
O enigma do vestido quebrou a internet e a nossa compreensão de como atrair leitores para os assuntos do dia, o que colocar na primeira página, qual o interesse real das pessoas no mundo inteiro. Nem dá para criticar o Brasil pelas banalidades e celebridades cotidianas porque a respeitadíssima revista de tecnologia americana Wired, com sede em São Francisco, entrevistou um neurologista para explicar que a luz que enxergamos durante o dia muda de cor e a compensação é feita pelo cérebro.
Até a melhor rede pública de TV do Mundo, a britânica BBC entrou na charada: publicou uma avaliação da expert Emma Lynch para concluir que a cor do vestido é azulou preta. Ou dourado e branco?
Muito antes, em 1945, a polêmica pré-internet, pré-computador, foi em torno do maravilhoso poema de Carlos Drummond de Andrade publicado em A Rosa do Povo. "O caso do vestido" virou peça de projetos escolares, como o da professora Lucy Nakamura (o vestido era preto). Foi encenado e declamado no Brasil inteiro. Serviu a dissertações de mestrado e a teses de doutorado em várias universidades, foi tema de discussão em mesas redondas, dissecado por semiólogos, psicólogos, críticos literários. Em 2004 virou filme de Paulo Thiago interpretado por Gabriela Duarte, Daniel Dantas, Renato Borghi , Paulo José e o excelente ator Othon Bastos, que já foi o cangaceiro Corisco no filme Deus e o Diabo na Terra do Sol, de Glauber Rocha, e hoje o conhecem apenas como o mordomo da novela Império. No filme, o vestido era rosa.
Nesses 70 anos que separam o vestido da Roman Originais em 2015 e o vestido de Drummond em 1945, vale a pena reler o poema para perceber o quanto empobrecemos, emburrecemos, perdemos o foco das discussões.
O valor semântico da preposição está classificado de modo inadequado em:
 

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2238436 Ano: 2015
Disciplina: Educação Artística
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA
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A arte de raízes africanas é parte importante da pluralidade cultural no Brasil. Analise as afirmativas em V (Verdadeira) e F (Falsa) e assinale a alternativa correta.
( ) A arte afro-brasileira é uma expressão convencionada artística que, ou desempenha função no culto dos orixás, ou trata de tema ligado ao culto.
( ) A criação correspondente da figura dos orixás com os santos católicos fez surgir uma nova linguagem artística de origem religiosa com características de arte africana.
( ) Na mentalidade escravocrata, todo tipo de trabalho, exceto o artístico, era desvalorizado, foi por esse motivo que muitos escravos aprenderam linguagens artísticas, uma maneira de autovalorização.
( ) Durante todo o período colonial, artistas negros se destacaram, especialmente no barroco, como o Aleijadinho e Mestre Valentim.
 

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O Caso do vestido
(Norma Couri)
Viral que explodiu na internet no fim de semana (27/2- 1/3) com 16 milhões de acessos e 11 milhões de mensagens pelo Twitter, em menos de um dia o vestido passou em importância à frente de guerras, estupros, sequestros, corrupções. "Me ajudem. Este vestido é branco ou dourado? Ou azul e preto?", a cantora escocesa Caitlin McNeill perguntou na quinta-feira (26). Internautas do mundo todo vieram ajudar. Qual a cor do vestido? A marca britânica Roman Originais da peça apresentada apenas como "O Vestido" teve de aumentar o estoque depois que a procura subiu em 347%. Informou a todos "é azul!", mas cogita confeccionar o modelo em dourado e branco, como algumas pessoas enxergaram a cor.
Na rádio CBN (sexta, 27/2), Carlos Alberto Sardenberg gastou um bom tempo apresentando versões desencontradas de ouvintes sobre a cor do vestido, e ainda ouviu um oftalmologista explicando que o fundo muda a cor e o olho humano cai em armadilhas frequentes. O portal G1 incluiu a polêmica cor do vestido entre as matérias mais lidas da semana. A edição de domingo (1/3) do Estado de S.Paulo ("Azul-Pretinho Básico?") e O Globo de sábado (28/2, "Ciência explica mistério do vestido") deram chamadas de capa e ouviram psicólogos,neurologistas, filósofos, sem chegar a uma conclusão. Truque de luzes. Truque de ilusão de ótica. Células divergentes que interpretam cores. Cones dissonantes de cada pessoa que induzem mais ao vermelho, ao verde ou ao azul.
O Fantástico fez um alentado quadro no domingo sobre as zonas de sombra calibradas pelo cérebro para perceber cores. A Folha de S.Paulo publicou a matéria em página quase inteira na rubrica "Ciência" (sábado, 28), "Debate sobre cor de vestido expõe sutis diferenças nos olhos e cérebros". O psicólogo e neurocientista da New York University, Pascal Wallisch, em artigo traduzido para o caderno "Aliás" do Estadão de domingo, conclui filosoficamente que devemos manter a mente aberta, "algo para lembrar da próxima vez que você discordar de alguém".
O enigma do vestido quebrou a internet e a nossa compreensão de como atrair leitores para os assuntos do dia, o que colocar na primeira página, qual o interesse real das pessoas no mundo inteiro. Nem dá para criticar o Brasil pelas banalidades e celebridades cotidianas porque a respeitadíssima revista de tecnologia americana Wired, com sede em São Francisco, entrevistou um neurologista para explicar que a luz que enxergamos durante o dia muda de cor e a compensação é feita pelo cérebro.
Até a melhor rede pública de TV do Mundo, a britânica BBC entrou na charada: publicou uma avaliação da expert Emma Lynch para concluir que a cor do vestido é azulou preta. Ou dourado e branco?
Muito antes, em 1945, a polêmica pré-internet, pré-computador, foi em torno do maravilhoso poema de Carlos Drummond de Andrade publicado em A Rosa do Povo. "O caso do vestido" virou peça de projetos escolares, como o da professora Lucy Nakamura (o vestido era preto). Foi encenado e declamado no Brasil inteiro. Serviu a dissertações de mestrado e a teses de doutorado em várias universidades, foi tema de discussão em mesas redondas, dissecado por semiólogos, psicólogos, críticos literários. Em 2004 virou filme de Paulo Thiago interpretado por Gabriela Duarte, Daniel Dantas, Renato Borghi , Paulo José e o excelente ator Othon Bastos, que já foi o cangaceiro Corisco no filme Deus e o Diabo na Terra do Sol, de Glauber Rocha, e hoje o conhecem apenas como o mordomo da novela Império. No filme, o vestido era rosa.
Nesses 70 anos que separam o vestido da Roman Originais em 2015 e o vestido de Drummond em 1945, vale a pena reler o poema para perceber o quanto empobrecemos, emburrecemos, perdemos o foco das discussões.
Foi usada expressão figurada e de cunho popular na alternativa:
 

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2238433 Ano: 2015
Disciplina: Educação Artística
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA
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Entre os objetivos gerais de Arte para o Ensino Fundamental, um foi transcrito incorretamente. Isso ocorreu na alternativa:
 

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2238420 Ano: 2015
Disciplina: Educação Artística
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA
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Enunciado 2757171-1
A tira em que a personagem Calvin conversa com sua mãe mostra:
 

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