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Foram encontradas 50 questões.

"Um tribunal britânico de recursos decidiu nesta sexta-feira autorizar a extradição de Julian Assange para os Estados Unidos, contrariando a decisão adotada em janeiro pela magistrada Vanessa Baraitser. Se naquela ocasião o processo de extradição foi interrompido devido ao "elevado risco de suicídio" do cofundador do site Wikileaks, agora os magistrados lan Duncan Burnett e Timothy Holroyde revogaram a sentença anterior, além de repreender nos autos a atuação da juíza BaraItser" (Fonte: https://brasil.elpais.com/internacional/2021-12-10/justica-britanica-abre-as-portas-a-extradicao-de- assange-para-os-eua.html. Acesso em 12/12/2021).

Julian Assange ficou mundialmente conhecido pelo escândalo do sítio eletrôni~o Wikileaks, que se dedica a divulgar:

 

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Recentemente o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada IPEA publicou estudo sobre o trabalho remoto durante a pandemia de Covid-19 (fonte: https ://www. ipea .gov. br/ cartadeconjuntura/index.php/2021/07/trabalho-remoto-no- brasil-em-2020-sob-a-pandemia-do-covid-19-quem-quantos-e- onde-estao/. Acesso em 12/12/2021). O estudo estima que cerca de 11 % da população ocupada no país trabalhou de maneira remota durante a pandemia. Acerca do assunto, marque a alternativa correta:

 

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Enunciado 2309977-1

Charge: Na fila do osso. Por: Lula Cabral.

A charge em questão traduz que situação nacional?

 

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"O Brasil permanece um dos países com maior desigualdade social e de renda do mundo, segundo o novo estudo lançado mundialmente nesta terça-feira (7/12) pelo World lnequality Lab (Laboratório das Desigualdades Mundiais), que integra a Escola de Economia de Paris e é codirigido pelo economista francês Thomas Piketty, autor do bestseller O Capital no Século 21, entre outros livros sobre o tema". (Fonte: https://www.bbc.com/ portuguese/brasil-59557761. Data de acesso: 12/12/2021).

Acerca da desigualdade no Brasil, analise os itens seguintes:

I- Um dos fatores que contribuem para a desigualdade é a concentração de renda: estudos revelam que os 10% mais ricos do país ganham quase 59% da renda nacional.

II - No Brasil, a recente tributação sobre grandes fortunas não conseguiu atingir o objetivo de reduzir a desigualdade.

IlI- A pandemia de Covid-19 exacerbou ainda mais a desigualdade social, tendo, inclusive, a parcela mais rica da população aumentado o seu patrimônio nesse período.

Estão corretos:

 

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O dispositivo que tem por função principal controlar tráfego entre duas redes de computadores (em geral, uma rede interna e outra externa) impondo regras de acesso em ambos os sentidos e realizando NAT (tradução de endereços de redes) é o:

 

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A política de segurança da informação das empresas e instituições deve atender aos seguintes atributos:

 

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Usualmente ao se fazer a baixa (download) de arquivos na Internet, tem-se arquivos com a extensão .zip ou .rar. Sobre o assunto, analise as assertivas, indicando se cada uma é Verdadeira (V) ou Falsa (F). Em seguida, assinale a alternativa que corresponde a sequência correta de "V" ou "F" de cima para baixo.

( ) Estas extensões indicam que o arquivo é resultante de um processo de compressão que usou algum programa, que, por sua vez, usou um algoritmo para reduzir o tamanho do(s); arquivos(s) nele contido(s).

( ) Todos os arquivos comprimidos em um único arquivo (.zip por exemplo) precisam ser, obrigatoriamente, do mesmo tipo, ou seja, ter a mesma extensão.

 

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Em uma planilha do Excel 2007 BR, uma célula tem a fórmula . =MÉDIA{A 16:A 18). Qual fórmula a seguir pode substituir esta ; fórmula de modo que o resultado seja sempre o mesmo? (As células usadas nas fórmulas são preenchidas com valores numéricos.)

 

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Miss Brasil 2000

A primeira vez que a vi foi em Trate-me Leão, uma peça que sacudia a juventude brasileira dos anos 70 e inaugurou um novo estilo de humor, gerando o TV Pirata e o que veio depois. Esquálida, dentuça, desengonçada. Mas eletrizante. Hilária. Encantadora. Não nascia uma estrela, nascia uma camaleoa.

Regina Casé, junto com a maioria do elenco do grupo Asdrúbal Trouxe o Trombone, acabou trocando o teatro pela televisão, fazendo novelas, seriados e programas humorísticos antológicos. Depois resolveu seguir carreira solo e conduziu um dos programas mais inteligentes e criativos da tevê, o Brasil Legal. Agora chegou a vez de Regina testar-se no papel de entrevistadora: sábado passado estreou Muvuca, um talk-show que é a cara da dona. O programa vai pegar? Vai ter audiência? Vai durar mais do que dois meses? Deixo essas questões para análise dos especialistas. Estou aqui para fazer aquilo que alguns críticos acham imperdoável: elogiar.

Por que gosto tanto da Regina Casé? Provavelmente pelo mesmo motivo que você: Regina é a porta-voz do Brasil que nos orgulha, e não daquele que nos envergonha. Ela é inteligente sem ser pedante, é engraçada sem ser inconveniente, é moderna sem ser datada. Ela unifica o Brasil do norte a sul, circula com naturalidade na arquibancada do Maracanã e no Palácio do Planalto, extingue conceitos como brega e chique, extrai o melhor das pessoas, trata Carlinhos Brown e Fernando Henrique com a mesma sem cerimônia. Tem o dom de transformar celebridades em simples mortais e de alçar desconhecidos ao estrelato. Põe Cid Moreira para jogar peteca e Angélica de touca de banho, ao mesmo tempo que enaltece o talento e a importância de uma empregada doméstica ou de um menino que trabalha como guia turístico no sertão. Regina Casé é o Midas da humanização: tudo o que ele toca vira gente de carne e osso.

Rótulos não a impressionam. Seu entrevistado não é um intelectual, uma socialite ou o rei do pagode, mas alguém que gosta de aspargos, que canta no chuveiro, que cria três filhos. Isso interessa? Taí o show de Truman. E jornalismo? Também Estamos vivendo a era do estereótipo, da robotização, da exaltação da imagem em detrimento do conteúdo. O que Regina Casé faz com as pessoas que dividem a cena com ela é rasgar a embalagem e buscar o que há dentro. Ela mesma é um exemplo disso. Extrai de si própria coração, cérebro, humor, sensibilidade, todas essas coisas que substituem o par de olhos verdes e o corpaço que não tem. É a feia mais bonita que eu conheço.

Vida longa a Regina Case e ao Brasil legal que ela representa, que não é o Brasil dos grampos telefônicos, das fraudes dos desmentidos, das dissimulações. Eu compraria um carro usado mesmo que tivesse placa de Brasília.

Fonte: MEDEIROS, Martha. Trem Bala, p. 153,154. Ed. Nov/98.

"Eu compraria um carro usado mesmo que tivesse placa de Brasília.". A frase final do texto não pode ser entendida:

 

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Miss Brasil 2000

A primeira vez que a vi foi em Trate-me Leão, uma peça que sacudia a juventude brasileira dos anos 70 e inaugurou um novo estilo de humor, gerando o TV Pirata e o que veio depois. Esquálida, dentuça, desengonçada. Mas eletrizante. Hilária. Encantadora. Não nascia uma estrela, nascia uma camaleoa.

Regina Casé, junto com a maioria do elenco do grupo Asdrúbal Trouxe o Trombone, acabou trocando o teatro pela televisão, fazendo novelas, seriados e programas humorísticos antológicos. Depois resolveu seguir carreira solo e conduziu um dos programas mais inteligentes e criativos da tevê, o Brasil Legal. Agora chegou a vez de Regina testar-se no papel de entrevistadora: sábado passado estreou Muvuca, um talk-show que é a cara da dona. O programa vai pegar? Vai ter audiência? Vai durar mais do que dois meses? Deixo essas questões para análise dos especialistas. Estou aqui para fazer aquilo que alguns críticos acham imperdoável: elogiar.

Por que gosto tanto da Regina Casé? Provavelmente pelo mesmo motivo que você: Regina é a porta-voz do Brasil que nos orgulha, e não daquele que nos envergonha. Ela é inteligente sem ser pedante, é engraçada sem ser inconveniente, é moderna sem ser datada. Ela unifica o Brasil do norte a sul, circula com naturalidade na arquibancada do Maracanã e no Palácio do Planalto, extingue conceitos como brega e chique, extrai o melhor das pessoas, trata Carlinhos Brown e Fernando Henrique com a mesma sem cerimônia. Tem o dom de transformar celebridades em simples mortais e de alçar desconhecidos ao estrelato. Põe Cid Moreira para jogar peteca e Angélica de touca de banho, ao mesmo tempo que enaltece o talento e a importância de uma empregada doméstica ou de um menino que trabalha como guia turístico no sertão. Regina Casé é o Midas da humanização: tudo o que ele toca vira gente de carne e osso.

Rótulos não a impressionam. Seu entrevistado não é um intelectual, uma socialite ou o rei do pagode, mas alguém que gosta de aspargos, que canta no chuveiro, que cria três filhos. Isso interessa? Taí o show de Truman. E jornalismo? Também Estamos vivendo a era do estereótipo, da robotização, da exaltação da imagem em detrimento do conteúdo. O que Regina Casé faz com as pessoas que dividem a cena com ela é rasgar a embalagem e buscar o que há dentro. Ela mesma é um exemplo disso. Extrai de si própria coração, cérebro, humor, sensibilidade, todas essas coisas que substituem o par de olhos verdes e o corpaço que não tem. É a feia mais bonita que eu conheço.

Vida longa a Regina Case e ao Brasil legal que ela representa, que não é o Brasil dos grampos telefônicos, das fraudes dos desmentidos, das dissimulações. Eu compraria um carro usado mesmo que tivesse placa de Brasília.

Fonte: MEDEIROS, Martha. Trem Bala, p. 153,154. Ed. Nov/98.

A colocação do pronome oblíquo em: "Rótulos não a impressionam." deve-se à:

 

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