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Sobre os pintores da arte impressionista leia os contextos abaixo
[1] Os pintores da arte impressionista costumavam produzir suas telas ao ar livre. A intenção era capturar as tonalidades que os objetos refletiam segundo a iluminação solar em determinados momentos do dia.[2] Esse movimento foi um divisor de águas para a pintura. Seus artistas não se prendiam aos ensinamentos do realismo acadêmico. No entanto, foram influenciados pelas correntes positivistas da segunda metade do século XIX, as quais primavam pela precisão e o realismo.
Assinale a alternativa CORRETA.
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As principais características do barroco brasileiro são:
I - Linguagem dramática;
II - Racionalismo; Exagero e rebuscamento;
III - Uso de figuras de linguagem;
Assinale a alternativa CORRETA.
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São características gerais do renascentismo EXCETO:
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O cubismo foi um movimento da vanguarda europeia, que revolucionou as artes e influenciou a literatura, O cubismo apresentou três fases, cubismo pré-analítico, analítico , sintético. Com base nessa informação leia o trecho abaixo : Conhecido como cubismo puro, suas obras contam com figuras decompostas em várias formas geométricas, difíceis de serem interpretadas e representadas em planos sucessivos e sobrepostos.
Esse trecho refere-se a :
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A respeito do impressionismo leia os contextos abaixo:
[1] O impressionismo foi um movimento surgido na França que durou apenas seis anos (1860 a 1866), mas marcou a primeira revolução artística desde o Renascimento. [2] Os artistas impressionistas rejeitavam a tradição da arte tradicional abandonando o estudo rigoroso da perspectiva, a composição equilibrada, as figuras idealizadas, o contraste tonal do claro-escuro do movimento anterior. Alguns impressionistas pesquisaram e estudaram sobre os efeitos da luz e das cores pintando nas telas com pinceladas rápidas lembrando manchas irregulares.
Assinale a alternativa CORRETA.
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De acordo com essa concepção há uma complexa combinação de influências que podem favorecer o processo de aprendizagem. O ser humano não é compreendido como ser passivo, mas, ao contrário, assume um papel ativo, utilizando-se dos objetos e de suas significações para conhecer, aprender e consecutivamente, se desenvolver.
O texto acima refere-se:
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Leia os contextos abaixo:
[1] Bruner distingue três modos de representação do mundo pelos quais passa o indivíduo: a representação ativa, a representação icônica e a representação simbólica. [2] Desses três modos de representação os indivíduos passam por três estágios de processamento e representação de informações: manuseio e ação, organização perceptiva e imagens, e pela utilização de símbolos. Segundo Bruner, não são exatamente "estágios", e sim fases internas do desenvolvimento.
Assinale a alternativa CORRETA.
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Resolva a expressão numérica abaixo e assinale a alternativa CORRETA.
240 ÷ {10.[44-6.(5+2)]2}
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Uma Lição de Vida
Coprodução entre EUA, Quênia e Reino Unido, e dirigido por Justin Chadwick (Mandela: O Caminho para a Liberdade), Uma Lição de Vida promete emocionar com história verídica.
Num vilarejo do Quênia, Maruge (Oliver Litondo) ouve no rádio o anúncio da educação gratuita para todos.
Não tendo tido oportunidade de estudar no passado, o senhor de 84 anos – um veterano da tribo Mau Mau que lutou para libertar o Quênia dos ingleses – bate à porta da escola primária e espera uma chance de poder aprender a ler. Rejeitado de início, Maruge não desiste: já de uniforme escolar e uma pequena bolsa a tiracolo, volta a pedir por uma vaga e insiste até ser aceito pela professora Jane (Naomie Harris). Em meio a lembranças do doloroso passado, Maruge tem de enfrentar a revolta e as ameaças das autoridades, dos moradores da região e dos pais dos alunos, inconformados por um idoso ter sido aceito em uma classe de crianças de seis anos de idade.
A despeito da péssima escolha do título em português – seria mais interessante um que se aproximasse do original, The First Grader –, o longa nos brinda com uma trama de superação que, para nosso alívio, está bem distante da fórmula “autoajuda para assistir”.
Muito poderia ser dito acerca das belezas deste filme. Seja com relação à trama ela mesma, tocante sem jamais escorregar no sentimentalismo piegas; ou então sobre os belíssimos planos fechados, capazes de causas sensações as mais diversas e que exprimem mais que palavras. Prefiro, no entanto, dar ênfase à força dos personagens e à entrega dos atores, aspectos capazes de arrepiar o espectador. Os protagonistas – o idoso Maruge e a professora Jane – colocam a determinação como base para se operar mudanças e apontam a educação como a ferramenta principal para isso.
Através de flashbacks bem situados, adentramos o passado de Maruge e somos confrontados com a chocante realidade da luta pela liberdade da ex-colônia britânica. A crueldade extrema e as condições mais desumanas foi o que Maruge encontrou nos campos de detenção na década de 50, após ter tido sua esposa e filhos cruelmente assassinados. Veio a liberdade para o Quênia, a vida continuou. O passado, porém, nunca foi de todo extinto e permanece como uma ferida que dói, além de uma dívida histórica.
Uma Lição de Vida é a história de uma luta que atravessa gerações. A luta de Maruge para superar seu passado, ir à escola e aprender a ler; a luta de Jane pelo amor à educação; a luta diária das crianças em face das condições precárias da escola, em que cinco alunos dividem uma carteira e tantos outros estudam sentados no chão. Mas também, trata-se de uma inspiradora história de conquista, portadora de uma verdade incontestável: “o aprendizado só termina quando tivermos terra nos ouvidos”.
Por Aline T.K.M. do Cen Brasil
... “em que cinco alunos dividem uma carteira e tantos outros estudam sentados no chão”.
A palavra sublinhada da frase acima quanto a semântica refere-se a:
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Uma Lição de Vida
Coprodução entre EUA, Quênia e Reino Unido, e dirigido por Justin Chadwick (Mandela: O Caminho para a Liberdade), Uma Lição de Vida promete emocionar com história verídica.
Num vilarejo do Quênia, Maruge (Oliver Litondo) ouve no rádio o anúncio da educação gratuita para todos.
Não tendo tido oportunidade de estudar no passado, o senhor de 84 anos – um veterano da tribo Mau Mau que lutou para libertar o Quênia dos ingleses – bate à porta da escola primária e espera uma chance de poder aprender a ler. Rejeitado de início, Maruge não desiste: já de uniforme escolar e uma pequena bolsa a tiracolo, volta a pedir por uma vaga e insiste até ser aceito pela professora Jane (Naomie Harris). Em meio a lembranças do doloroso passado, Maruge tem de enfrentar a revolta e as ameaças das autoridades, dos moradores da região e dos pais dos alunos, inconformados por um idoso ter sido aceito em uma classe de crianças de seis anos de idade.
A despeito da péssima escolha do título em português – seria mais interessante um que se aproximasse do original, The First Grader –, o longa nos brinda com uma trama de superação que, para nosso alívio, está bem distante da fórmula “autoajuda para assistir”.
Muito poderia ser dito acerca das belezas deste filme. Seja com relação à trama ela mesma, tocante sem jamais escorregar no sentimentalismo piegas; ou então sobre os belíssimos planos fechados, capazes de causas sensações as mais diversas e que exprimem mais que palavras. Prefiro, no entanto, dar ênfase à força dos personagens e à entrega dos atores, aspectos capazes de arrepiar o espectador. Os protagonistas – o idoso Maruge e a professora Jane – colocam a determinação como base para se operar mudanças e apontam a educação como a ferramenta principal para isso.
Através de flashbacks bem situados, adentramos o passado de Maruge e somos confrontados com a chocante realidade da luta pela liberdade da ex-colônia britânica. A crueldade extrema e as condições mais desumanas foi o que Maruge encontrou nos campos de detenção na década de 50, após ter tido sua esposa e filhos cruelmente assassinados. Veio a liberdade para o Quênia, a vida continuou. O passado, porém, nunca foi de todo extinto e permanece como uma ferida que dói, além de uma dívida histórica.
Uma Lição de Vida é a história de uma luta que atravessa gerações. A luta de Maruge para superar seu passado, ir à escola e aprender a ler; a luta de Jane pelo amor à educação; a luta diária das crianças em face das condições precárias da escola, em que cinco alunos dividem uma carteira e tantos outros estudam sentados no chão. Mas também, trata-se de uma inspiradora história de conquista, portadora de uma verdade incontestável: “o aprendizado só termina quando tivermos terra nos ouvidos”.
Por Aline T.K.M. do Cen Brasil
Assinale a alternativa CORRETA onde encontra-se verbos no infinitivo, gerúndio e particípio.
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