Foram encontradas 30 questões.
Deve-se evitar o uso de propranalol em pacientes asmáticos, pois ele atua bloqueando os receptores:
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Sabemos que o uso crônico de antipsicóticos convencionais, como o haloperidol, é comumente associado a manifestações extrapiramidais como parkinsonismo induzido por fármacos e distonia, por conta do bloqueio dos receptores dopaminérgicos D2 na via nigroestriatal. Por esse motivo, é comum na prática clínica a associação dessa classe terapêutica com o biperideno, que produz:
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A hipertensão arterial é um problema de saúde pública muito prevalente em nosso meio. Mudança de hábito alimentar e atividade física moderada são duas medidas comportamentais importantíssimas no controle dos níveis pressóricos, mas sabe-se que a grande maioria precisa, junto com a melhora na qualidade de vida, de terapêutica medicamentosa, com uma vasta qualidade de medicamentos, como os bloqueadores dos receptores de angiotensina II; inibidores da enzima conversora de angiotensina; bloqueadores dos canais de cálcio; e diuréticos de alça. Marque a alternativa que contém um exemplo de cada uma dessas classes, respectivamente.
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Sobre a Portaria 344/98, assinale a alternativa INCORRETA:
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O medicamento cloreto de suxametônio pode ser mais bem classificado como:
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ATENÇÃO: Leia o texto abaixo para responder as questões de 1 a 5.
QUEM TEM MEDO DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL?
A preocupação de muitas pessoas a respeito da inteligência artificial reside no fenômeno chamado
de ‘singularidade’. Esse conceito se refere ao momento em que as inteligências artificiais (IAs) estarão tão
desenvolvidas a ponto de superarem os próprios seres humanos. Talvez, devido à influência da ficção, as
especulações a respeito do futuro pós-singularidade sejam sempre negativas. Mesmo porque, se os
5 computadores se tornassem mais inteligentes do que nós, perceberiam facilmente que a raça humana não é
tão benéfica para o planeta nem para as outras espécies, além de ser inútil para os robôs, uma vez que é
menos eficiente em todos os tipos de tarefas.
Então, o que impediria os robôs de nos escravizarem ou de dizimarem a nossa espécie? Será que as
máquinas seriam fiéis às três leis da robótica de Isaac Asimov, descritas no clássico Eu, Robô, de 1950? São
10 elas: “Um robô não pode ferir um humano ou permitir que um humano sofra algum mal; os robôs devem
obedecer às ordens dos humanos, exceto nos casos em que tais ordens entrem em conflito com a primeira
lei; um robô deve proteger sua própria existência, desde que não entre em conflito com as leis anteriores.”
Apesar de alguns cientistas e, principalmente, entusiastas da tecnologia calcularem que, dentro de
algumas décadas, atingiremos a singularidade, outra ala da ciência se mostra cética à chegada desse
15 momento.
O cofundador da Microsoft, Paul Allen, publicou um texto na revista MIT Technology
Review elencando uma série de argumentos contrários à chegada próxima da singularidade. Ele aponta que
precisamos levar em conta a necessidade de desenvolvimento também na área da cognição humana, que
ainda está muito atrás do desenvolvimento da ciência na área da computação. Além disso, a história da
20 ciência mostra que o avanço tecnológico não caminha em ritmo constante e em uma linha reta, muito menos
em uma eterna curva exponencial.
A BBC publicou reportagem sobre um trabalho da Universidade de Oxford que verificou quão
suscetível à automação cada emprego está nos próximos 20 anos. Alguns estão listados na tabela abaixo:

Devemos entrar em pânico? A história das Revoluções Industriais mostra que, sim, esses são
25 períodos difíceis para quem os vive. Mas é certo que novas formas de emprego surgirão e, aos poucos, a
sociedade irá se adaptar a elas. Além disso, as inteligências artificiais também trarão diversos benefícios, que
tornarão a nossa vida um pouco mais fácil e nos permitirão abrir mão de fazer determinadas tarefas (que IAs
podem executar) para nos dedicarmos a outras.
Disponível em: http://cienciahoje.org.br/artigo/quem-tem-medo-da-inteligencia-artificial/ Acessado em: 29/03/2019
Dentre os conectivos abaixo, assinale a opção em que a substituição do conectivo “uma vez que” acarreta prejuízo de sentido para o entendimento do trecho “(...) se os computadores se tornassem mais inteligentes do que nós, perceberiam facilmente que a raça humana não é tão benéfica para o planeta nem para as outras espécies, além de ser inútil para os robôs, uma vez que é menos eficiente em todos os tipos de tarefas.”(L.4-7):
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ATENÇÃO: Leia a tirinha abaixo para responder as questões 13 e 14.

Disponível em: http://literariaflordelacio.blogspot.com. Acessado em 29/03/2019.
Com base na tirinha do Chico Bento, marque V (Verdadeiro) e F (Falso) nas assertivas a seguir:
I. A personagem Chico Bento compreende parcialmente o conteúdo do enunciado, ao responder “O meu pai só tem um boi”, e essa parcial interpretação gera um mal-estar entre as personagens. ( )
II. A expressão “cabeça de gado” apresenta um problema de redundância, assim como acontece na expressão “surpresa inesperada”. ( )
III. Há ironia na expressão “cabeça de gado”, assim como há na expressão “cabeça de vento”. ( )
IV. O diminutivo “inteirinho” na fala do Chico Bento adquire valor argumentativo por expressar medida e dimensão. ( )
V. Considerando os elementos não-verbais, no que tange aos estereótipos de personagens da roça, em oposição aos da cidade, os pés de Chico Bento, descalços, contrastam com os pés calçados da outra personagem. ( )
De acordo com as marcações feitas, indique a opção cuja sequência corresponda CORRETAMENTE as informações relacionadas ao texto
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ATENÇÃO: Leia o texto abaixo para responder as questões de 1 a 5.
QUEM TEM MEDO DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL?
A preocupação de muitas pessoas a respeito da inteligência artificial reside no fenômeno chamado
de ‘singularidade’. Esse conceito se refere ao momento em que as inteligências artificiais (IAs) estarão tão
desenvolvidas a ponto de superarem os próprios seres humanos. Talvez, devido à influência da ficção, as
especulações a respeito do futuro pós-singularidade sejam sempre negativas. Mesmo porque, se os
5 computadores se tornassem mais inteligentes do que nós, perceberiam facilmente que a raça humana não é
tão benéfica para o planeta nem para as outras espécies, além de ser inútil para os robôs, uma vez que é
menos eficiente em todos os tipos de tarefas.
Então, o que impediria os robôs de nos escravizarem ou de dizimarem a nossa espécie? Será que as
máquinas seriam fiéis às três leis da robótica de Isaac Asimov, descritas no clássico Eu, Robô, de 1950? São
10 elas: “Um robô não pode ferir um humano ou permitir que um humano sofra algum mal; os robôs devem
obedecer às ordens dos humanos, exceto nos casos em que tais ordens entrem em conflito com a primeira
lei; um robô deve proteger sua própria existência, desde que não entre em conflito com as leis anteriores.”
Apesar de alguns cientistas e, principalmente, entusiastas da tecnologia calcularem que, dentro de
algumas décadas, atingiremos a singularidade, outra ala da ciência se mostra cética à chegada desse
15 momento.
O cofundador da Microsoft, Paul Allen, publicou um texto na revista MIT Technology
Review elencando uma série de argumentos contrários à chegada próxima da singularidade. Ele aponta que
precisamos levar em conta a necessidade de desenvolvimento também na área da cognição humana, que
ainda está muito atrás do desenvolvimento da ciência na área da computação. Além disso, a história da
20 ciência mostra que o avanço tecnológico não caminha em ritmo constante e em uma linha reta, muito menos
em uma eterna curva exponencial.
A BBC publicou reportagem sobre um trabalho da Universidade de Oxford que verificou quão
suscetível à automação cada emprego está nos próximos 20 anos. Alguns estão listados na tabela abaixo:

Devemos entrar em pânico? A história das Revoluções Industriais mostra que, sim, esses são
25 períodos difíceis para quem os vive. Mas é certo que novas formas de emprego surgirão e, aos poucos, a
sociedade irá se adaptar a elas. Além disso, as inteligências artificiais também trarão diversos benefícios, que
tornarão a nossa vida um pouco mais fácil e nos permitirão abrir mão de fazer determinadas tarefas (que IAs
podem executar) para nos dedicarmos a outras.
Disponível em: http://cienciahoje.org.br/artigo/quem-tem-medo-da-inteligencia-artificial/ Acessado em: 29/03/2019
Leia as asserções a seguir sobre a compreensão geral do texto e, em seguida, assinale a opção que apresenta apenas os itens CORRETOS:
I. Os conteúdos veiculados em séries, filmes e livros, sobre a evolução das inteligências artificiais, podem ter contribuído para o medo humano de convívio com as novas tecnologias;
II. Semelhante ao que ocorreu no período da Revolução Industrial, há razão para que se tenha medo na contemporaneidade, quanto ao desenvolvimento das inteligências artificiais, uma vez que a capacidade humana é inferior e não consegue acompanhar esses avanços tecnológicos;
III. De acordo com os estudos realizados pela BBC, as atividades de Empregada Doméstica e Recepcionista podem estar com seus dias contados, já que há grande possibilidade de serem substituídas por aparelhos robotizados.
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De acordo com Margarida Basílio (1989), “na prefixação acrescenta-se a uma base um elemento fixo, com função pré-determinada; na composição, a partir de uma estrutura fixa, com função semântica pré-determinada, combina-se a semântica de dois itens lexicais quaisquer.” Nesse sentido, sobre o processo de derivação prefixal e suas especificidades semânticas, aponte a alternativa INCORRETA.
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Preencha as lacunas com c, ç ou ss. Em seguida, marque a opção que corresponde exatamente à sequência de letras utilizadas:
arcabou___o; re___entir; absten___ão; a___elga; repre___ão
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