Foram encontradas 30 questões.
1948031
Ano: 2020
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Arapongas-PR
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Arapongas-PR
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O Endereço MAC (Media Access Control) é um endereço físico associado à interface de comunicação, que conecta um
dispositivo à rede. O MAC é um endereço “único”, não havendo duas portas com a mesma numeração, é usado para
controle de acesso em redes de computadores. Qual das alternativas abaixo apresenta um exemplo de endereço MAC?
Assinale a alternativa CORRETA:
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1947984
Ano: 2020
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Arapongas-PR
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Arapongas-PR
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Todo computador possui um ponto central e coordenação de processos, esse controlador é chamado de CPU (Central
Processing Unit). Das alternativas abaixo, qual descreve os componentes que compõem uma CPU? Assinale a alternativa
CORRETA:
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Em 31 de outubro de 2019, foi feita a desocupação da área da comunidade Ester Fernandes, na Fazenda Palheta, onde
viviam 50 famílias, no município de Alvorada do Sul-PR. Assinale a alternativa que indica o movimento social responsável
por essa ocupação, em janeiro de 2009:
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Dada a sequência composta por números inteiros: -10, -5, -1, 0, 2, 3, 7, 10, se dividirmos cada número desta sequência por
-1, quais serão os números da nova sequência?
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O conjunto dos números reais (ℝ) é formado pela união de outros conjuntos numéricos: naturais (ℕ), inteiros (ℤ), racionais
(ℚ) e irracionais. Das alternativas a seguir, qual representa um conjunto de múltiplos de um número real e, ao mesmo
tempo, um subconjunto dos números naturais?
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Dada a expressão algébrica: !$ 2^x + 9 x + \sqrt {169} + 2 ^{2x} + \sqrt [3] 27 !$, qual será o valor dessa expressão algébrica para !$ x !$ = !$ 4 !$?
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Ísis foi ao supermercado e comprou um desodorante feminino de 150 mililitros. Na embalagem do produto informa que ele
tem 1/3 de creme hidratante em sua fórmula. Quanto de creme hidrante há no frasco que Ísis comprou?
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Esta startup compra roupas usadas e devolve para as fabricantes revendê-las
Britânica Stuffstr desenvolveu um negócio que tem como objetivo finalizar o ciclo de uso das vestimentas. Adidas já é uma
das parceiras
Pelo menos uma vez por ano, algumas pessoas fazem aquela limpeza no guarda roupas e pensam no que fazer com
peças que não servem mais ou que já não combinam com o novo estilo de vida. A partir daí, as roupas são direcionadas
para doação ou para revenda em sites ou brechós. Muitas, ainda, acabam sendo descartadas, mesmo com condições de
uso. Enquanto isso, a fabricante não tem ideia de qual fim tiveram as peças produzidas.
De olho nessa oportunidade, a startup britânica Stuffstr resolveu aprimorar o trabalho de recolhimento e repasse de
roupas de segunda mão. Eles coletam e armazenam dados dos produtos por até cinco anos. Os clientes então podem
pesquisar para descobrir quanto a empresa pagará para comprar o item de volta.
A startup coleta o item do consumidor e leva para o local de triagem, que analisa se a peça ainda tem condições de
uso. As que têm são direcionadas de volta às empresas; já as que têm perda total vão para reciclagem. A Stuffstr, então,
envia essas informações de volta às marcas, com base nas condições das roupas devolvidas.
As marcas podem usar essas informações para planejar o desenvolvimento futuro de produtos, visando melhor
durabilidade, e ajustar os preços que oferecem aos consumidores pelos itens usados.
Com isso, a startup argumenta que os consumidores ganham um dinheiro extra, o desperdício é reduzido e as
marcas obtêm dados e informações valiosas sobre as peças e os clientes. As primeiras parcerias da Stuffstr foram com as
empresas John Lewis e Adidas. Ao entrar no site das marcas, o cliente se depara com a possibilidade de vender peças
usadas para a startup.
À Forbes, o co-fundador da Stuffstr, John Atcheson disse que a startup está “em uma posição única para poder
oferecer aos consumidores um nível sem precedentes de transparência sobre o que acontece com o material – onde é
revendido e por quanto – e até o que acontece se não puder ser revendido e for direcionado para a reciclagem. 70% de tudo
o que estamos comprando vai para aterros, mesmo que ainda seja utilizável”, diz. De acordo com ele, a ideia é fechar o
ciclo de uso das peças e reduzir o descarte desnecessário.
Disponível em: <https://revistapegn.globo.com/Banco-de-ideias/Moda/noticia/2020/01/esta-startup-compra-roupasusadas-e-devolve-para-fabricantes-revende-las.html>. Acesso em: 29 jan. 2020.
No trecho retirado do primeiro parágrafo, é possível acrescentar qual palavra, sem perder a coesão e coerência textual?
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Esta startup compra roupas usadas e devolve para as fabricantes revendê-las
Britânica Stuffstr desenvolveu um negócio que tem como objetivo finalizar o ciclo de uso das vestimentas. Adidas já é uma
das parceiras
Pelo menos uma vez por ano, algumas pessoas fazem aquela limpeza no guarda roupas e pensam no que fazer com
peças que não servem mais ou que já não combinam com o novo estilo de vida. A partir daí, as roupas são direcionadas
para doação ou para revenda em sites ou brechós. Muitas, ainda, acabam sendo descartadas, mesmo com condições de
uso. Enquanto isso, a fabricante não tem ideia de qual fim tiveram as peças produzidas.
De olho nessa oportunidade, a startup britânica Stuffstr resolveu aprimorar o trabalho de recolhimento e repasse de
roupas de segunda mão. Eles coletam e armazenam dados dos produtos por até cinco anos. Os clientes então podem
pesquisar para descobrir quanto a empresa pagará para comprar o item de volta.
A startup coleta o item do consumidor e leva para o local de triagem, que analisa se a peça ainda tem condições de
uso. As que têm são direcionadas de volta às empresas; já as que têm perda total vão para reciclagem. A Stuffstr, então,
envia essas informações de volta às marcas, com base nas condições das roupas devolvidas.
As marcas podem usar essas informações para planejar o desenvolvimento futuro de produtos, visando melhor
durabilidade, e ajustar os preços que oferecem aos consumidores pelos itens usados.
Com isso, a startup argumenta que os consumidores ganham um dinheiro extra, o desperdício é reduzido e as
marcas obtêm dados e informações valiosas sobre as peças e os clientes. As primeiras parcerias da Stuffstr foram com as
empresas John Lewis e Adidas. Ao entrar no site das marcas, o cliente se depara com a possibilidade de vender peças
usadas para a startup.
À Forbes, o co-fundador da Stuffstr, John Atcheson disse que a startup está “em uma posição única para poder
oferecer aos consumidores um nível sem precedentes de transparência sobre o que acontece com o material – onde é
revendido e por quanto – e até o que acontece se não puder ser revendido e for direcionado para a reciclagem. 70% de tudo
o que estamos comprando vai para aterros, mesmo que ainda seja utilizável”, diz. De acordo com ele, a ideia é fechar o
ciclo de uso das peças e reduzir o descarte desnecessário.
Disponível em: <https://revistapegn.globo.com/Banco-de-ideias/Moda/noticia/2020/01/esta-startup-compra-roupasusadas-e-devolve-para-fabricantes-revende-las.html>. Acesso em: 29 jan. 2020.
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Questão presente nas seguintes provas
Esta startup compra roupas usadas e devolve para as fabricantes revendê-las
Britânica Stuffstr desenvolveu um negócio que tem como objetivo finalizar o ciclo de uso das vestimentas. Adidas já é uma
das parceiras
Pelo menos uma vez por ano, algumas pessoas fazem aquela limpeza no guarda roupas e pensam no que fazer com
peças que não servem mais ou que já não combinam com o novo estilo de vida. A partir daí, as roupas são direcionadas
para doação ou para revenda em sites ou brechós. Muitas, ainda, acabam sendo descartadas, mesmo com condições de
uso. Enquanto isso, a fabricante não tem ideia de qual fim tiveram as peças produzidas.
De olho nessa oportunidade, a startup britânica Stuffstr resolveu aprimorar o trabalho de recolhimento e repasse de
roupas de segunda mão. Eles coletam e armazenam dados dos produtos por até cinco anos. Os clientes então podem
pesquisar para descobrir quanto a empresa pagará para comprar o item de volta.
A startup coleta o item do consumidor e leva para o local de triagem, que analisa se a peça ainda tem condições de
uso. As que têm são direcionadas de volta às empresas; já as que têm perda total vão para reciclagem. A Stuffstr, então,
envia essas informações de volta às marcas, com base nas condições das roupas devolvidas.
As marcas podem usar essas informações para planejar o desenvolvimento futuro de produtos, visando melhor
durabilidade, e ajustar os preços que oferecem aos consumidores pelos itens usados.
Com isso, a startup argumenta que os consumidores ganham um dinheiro extra, o desperdício é reduzido e as
marcas obtêm dados e informações valiosas sobre as peças e os clientes. As primeiras parcerias da Stuffstr foram com as
empresas John Lewis e Adidas. Ao entrar no site das marcas, o cliente se depara com a possibilidade de vender peças
usadas para a startup.
À Forbes, o co-fundador da Stuffstr, John Atcheson disse que a startup está “em uma posição única para poder
oferecer aos consumidores um nível sem precedentes de transparência sobre o que acontece com o material – onde é
revendido e por quanto – e até o que acontece se não puder ser revendido e for direcionado para a reciclagem. 70% de tudo
o que estamos comprando vai para aterros, mesmo que ainda seja utilizável”, diz. De acordo com ele, a ideia é fechar o
ciclo de uso das peças e reduzir o descarte desnecessário.
Disponível em: <https://revistapegn.globo.com/Banco-de-ideias/Moda/noticia/2020/01/esta-startup-compra-roupasusadas-e-devolve-para-fabricantes-revende-las.html>. Acesso em: 29 jan. 2020.
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