Foram encontradas 40 questões.
2246331
Ano: 2015
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Araruama-RJ
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Araruama-RJ
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Em maio de 2015, o prefeito de um murncIpI0 fluminense sofreu um atentado a tiros, amplamente noticiado na imprensa. O referido prefeito é do município de:
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Quando um usuário do MS Outlook 2010, em português, deseja criar uma nova mensagem utilizando o teclado, ele deve digitar as seguintes
teclas de atalho:
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Quando se utiliza o aplicativo para apresentações MS PowerPoint 2010, em português, e se deseja inserir um novo slide, o ícone a ser acessado para essa operação é:
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Calma, gente
Alguma coisa não vai bem entre mim e o tempo. Não o tempo de que tratam os filósofos, mas esse tempinho nosso de todo dia, medido em correrias, impaciências, tique-taques, calendários, reencontros ("Há quanto tempo!"), semáforos, luas cheias, aniversários, Natais e - ai - rugas. O tempo sobre o qual se conversa e no qual transitamos, transitórios.
Acontece que as pessoas têm pressa, e a pressa delas interfere no ritmo de outras. Na maioria das vezes, é uma agitação inútil e inexplicável. Tem gente que se assusta quando alguém propõe irem caminhando até um determinado lugar, perto: "A pé?!" Não é pelo esforço, pois até atletas de academia reagem com espanto. Essas pessoas não suportam é "perder'' tempo percorrendo uma distância que, de carro, levaria quatro minutos.
Em parte, foi essa pretensão de poder comprimir o tempo que derrotou o cavalo como transporte urbano, depois o bonde, o ônibus e promoveu o automóvel, maravilha que transformamos em problema. Ao volante, o raciocínio é: eu tenho o comando, eu decido a velocidade, eu me torno senhor do tempo no espaço.
Ilusão.
Quem pôde teve a mesma ideia e engarrafou as cidades.
O tempo já foi elástico, esticava-se segundo a vontade de quem dispunha dele. Dê tempo ao tempo, diziam umas pessoas para as outras, ralentando-se. Calma, que o Brasil ainda é nosso! - bradava-se, como quem diz: enquanto o país for nosso, vamos devagar. Fazíamos do tempo coisa nossa, como o samba, o futebol e outras bossas.
Leiam os romances antigos. Nenhum personagem diz para o outro: "Você tem um minuto?" Havia muito mais do que um minuto para uma conversa. Vejam um filme clássico. Com que paciência era construída uma situação que iria depois desaguar em outra. John Ford, por exemplo, tinha tempo para contar uma boa história e sabia que também o tínhamos para apreciá-la. Hoje, no cinema pós-Spielberg, muitas vezes nem percebemos o que aconteceu, tal a rapidez da montagem.
A vida on-line traz, em segundos, o mundo. As imagens de um bombardeio da grande potência contra o Iraque depauperado chegaram à casa das pessoas no momento em que estava acontecendo. Chamam a isso "tempo real". Como se fosse irreal o tempo dos cinejornais da II Guerra Mundial, que mostravam com meses de atraso centenas de milhares de soldados mortos. O tempo real trouxe também a globalização dos dinheiros aventureiros, que em segundos dão a volta ao mundo rapando economias, confrontando desiguais, espalhando o desemprego.
O que se faz com o tempo ganho com a pressa? Lembra-me o poeminha do pernambucano Ascenso Ferreira ironizando o gaúcho, que, diz ele, "riscando os cavalos" e tinindo as esporas sai de seus pagos em louca arrancada: "- Para quê? - Para nada". Talvez para nada os apressados buzinam no trânsito, costuram, furam sinais; a pé, atropelam passantes nas ruas, empurram pessoas nas plataformas do metrô, impacientam-se com idosos, agridem garçons, trombam carrinhos de compras nos supermercados, reclamam do ritmo alheio. Entre a pressa e a falta de educação, a distância é curta.
É sábio um ditado russo que li citado pelo escritor Saul Bellow: "Quando estiver com pressa, vá devagar''. Mais ou menos é o que o historiador romano Suetônio, biógrafo dos césares, aconselhou ao imperador Adriano, 1 900 anos atrás: "Apressa-te devagar''. Sem nunca ter lido Suetônio, era quase o que minha mãe dizia quando eu moleque disparava pelas ruas do bairro: "Corre devagar, menino!"
Suspeito que vem daí o meu descompasso com os apressados.
Ivan Angelo. Veja SP, 10/09/2003.
Assinale a opção em que o A deve receber acento grave, assim como em: "chegaram à casa das pessoas".
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Ao receber o Prefeito, o Secretário Escolar de uma unidade de ensino municipal deve dirigir-se à autoridade, de acordo com as regras de tratamento, utilizando a seguinte frase:
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2246219
Ano: 2015
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Araruama-RJ
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Araruama-RJ
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A educação infantil, segundo a LDBEN, será organizada considerando a(o):
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O Secretário Escolar recebe o pai de um aluno que não convive com o filho e solicita informações sobre seu aproveitamento e frequência e em relação à execução da proposta pedagógica da instituição de ensino. Em situações como esta, o Secretário Escolar deve:
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Calma, gente
Alguma coisa não vai bem entre mim e o tempo. Não o tempo de que tratam os filósofos, mas esse tempinho nosso de todo dia, medido em correrias, impaciências, tique-taques, calendários, reencontros ("Há quanto tempo!"), semáforos, luas cheias, aniversários, Natais e - ai - rugas. O tempo sobre o qual se conversa e no qual transitamos, transitórios.
Acontece que as pessoas têm pressa, e a pressa delas interfere no ritmo de outras. Na maioria das vezes, é uma agitação inútil e inexplicável. Tem gente que se assusta quando alguém propõe irem caminhando até um determinado lugar, perto: "A pé?!" Não é pelo esforço, pois até atletas de academia reagem com espanto. Essas pessoas não suportam é "perder'' tempo percorrendo uma distância que, de carro, levaria quatro minutos.
Em parte, foi essa pretensão de poder comprimir o tempo que derrotou o cavalo como transporte urbano, depois o bonde, o ônibus e promoveu o automóvel, maravilha que transformamos em problema. Ao volante, o raciocínio é: eu tenho o comando, eu decido a velocidade, eu me torno senhor do tempo no espaço.
Ilusão.
Quem pôde teve a mesma ideia e engarrafou as cidades.
O tempo já foi elástico, esticava-se segundo a vontade de quem dispunha dele. Dê tempo ao tempo, diziam umas pessoas para as outras, ralentando-se. Calma, que o Brasil ainda é nosso! - bradava-se, como quem diz: enquanto o país for nosso, vamos devagar. Fazíamos do tempo coisa nossa, como o samba, o futebol e outras bossas.
Leiam os romances antigos. Nenhum personagem diz para o outro: "Você tem um minuto?" Havia muito mais do que um minuto para uma conversa. Vejam um filme clássico. Com que paciência era construída uma situação que iria depois desaguar em outra. John Ford, por exemplo, tinha tempo para contar uma boa história e sabia que também o tínhamos para apreciá-la. Hoje, no cinema pós-Spielberg, muitas vezes nem percebemos o que aconteceu, tal a rapidez da montagem.
A vida on-line traz, em segundos, o mundo. As imagens de um bombardeio da grande potência contra o Iraque depauperado chegaram à casa das pessoas no momento em que estava acontecendo. Chamam a isso "tempo real". Como se fosse irreal o tempo dos cinejornais da II Guerra Mundial, que mostravam com meses de atraso centenas de milhares de soldados mortos. O tempo real trouxe também a globalização dos dinheiros aventureiros, que em segundos dão a volta ao mundo rapando economias, confrontando desiguais, espalhando o desemprego.
O que se faz com o tempo ganho com a pressa? Lembra-me o poeminha do pernambucano Ascenso Ferreira ironizando o gaúcho, que, diz ele, "riscando os cavalos" e tinindo as esporas sai de seus pagos em louca arrancada: "- Para quê? - Para nada". Talvez para nada os apressados buzinam no trânsito, costuram, furam sinais; a pé, atropelam passantes nas ruas, empurram pessoas nas plataformas do metrô, impacientam-se com idosos, agridem garçons, trombam carrinhos de compras nos supermercados, reclamam do ritmo alheio. Entre a pressa e a falta de educação, a distância é curta.
É sábio um ditado russo que li citado pelo escritor Saul Bellow: "Quando estiver com pressa, vá devagar''. Mais ou menos é o que o historiador romano Suetônio, biógrafo dos césares, aconselhou ao imperador Adriano, 1 900 anos atrás: "Apressa-te devagar''. Sem nunca ter lido Suetônio, era quase o que minha mãe dizia quando eu moleque disparava pelas ruas do bairro: "Corre devagar, menino!"
Suspeito que vem daí o meu descompasso com os apressados.
Ivan Angelo. Veja SP, 10/09/2003.
"Lembra-me o poeminha do pernambucano Ascenso Ferreira ironizando". Tanto o verbo lembrar como o verbo esquecer admitem outras possibilidades de regência. Assinale a opção que também obedece à norma culta da língua.
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2246188
Ano: 2015
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Araruama-RJ
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Araruama-RJ
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Um dos grandes problemas socioambientais a ser enfrentado nas diferentes esferas do poder é a questão do lixo. No Brasil, já vigora uma lei, desde meados de 2014, que proíbe os municípios de:
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2246157
Ano: 2015
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Araruama-RJ
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Araruama-RJ
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- LDB: Lei de Diretrizes e BasesDa Educação e Dos Princípios e Fins da Educ. Nacional (arts. 1º ao 3º)
Segundo a Lei nº 9.394/1996 (LDBEN), a educação escolar compõe-se de:
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