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Foram encontradas 25 questões.

240213 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: Itame
Orgão: Pref. Avelinópolis-GO
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Uma prefeitura abriu um processo seletivo simplificado disponibilizando 630 vagas para diversos cargos distribuídas da seguinte forma:

➢ 1/6 para pessoas com ensino superior;

➢ 3/7 para pessoas com ensino médio;

➢ 1/3 para pessoas com ensino fundamental e

➢ o restante das vagas para pessoas com necessidades especiais que tenham o ensino fundamental

Os salários serão pagos de acordo com a tabela a seguir:

enunciado 240213-1

Sabe-se que nessa prefeitura, possui uma limitação orçamentária mensal de R$ 2.086.000,00 para essa contratação, e foi colocado como norma que o total de despesas com salário dos novos funcionários com necessidades especiais não pode ultrapassar R$ 101.200,00.

De acordo com as informações apresentadas, para cumprir a norma, a prefeitura

 

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240212 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: Itame
Orgão: Pref. Avelinópolis-GO
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Alan e sua família foram ao shopping fazer um passeio, e anotaram seus gastos no quadro a seguir:

enunciado 240212-1

Sabendo que Alan gastou um total de R$ 244,35, o valor de cada sorvete, foi de

 

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240211 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: Itame
Orgão: Pref. Avelinópolis-GO
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Alan, Cléo e Marco constituíram uma sociedade com um montante inicial de R$ 10.500,00. Sabendo que o capital investido por Alan está para 8, assim como o capital do Cléo está para 5 e o capital do Marco está para 2, o montante, em reais, de cada um é respectivamente igual a
 

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240210 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: Itame
Orgão: Pref. Avelinópolis-GO
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Marco criou um sistema de numeração decimal com uma simbologia diferente. Observe o quadro a seguir:
enunciado 240210-1
No sistema de numeração decimal do Marco a multiplicação ∆∇∅ × ∇> é igual a
 

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240208 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Itame
Orgão: Pref. Avelinópolis-GO
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Relato

Em Santos, onde morávamos, minha mãe me lia histórias, meu pai gostava de declamar poesias. Foi em algum momento do ginásio – por volta do que hoje seria a sexta ou sétima série – que li de começo a fim um romance: Inocência, de Taunay, é minha mais remota lembrança de leitura de um romance brasileiro. Livro aberto nos joelhos, afundada de atravessado numa poltrona velha e gorda, num quartinho com máquina de costura, estante de quinquilharias e uma gata branca chamada Minie.

Até então, leitura era coisa doméstica. Tinha a ver apenas comigo mesma, com os livros que havia na estante de quinquilharias de meu pai e com os volumes que avós, tias e madrinhas me davam de presente. No cardápio destas leituras, Monteiro Lobato, as aventuras de Tarzan, os volumes da Biblioteca das Moças. O sítio do Pica Pau Amarelo, as florestas africanas, castelos e cidades europeias constituíam a geografia romanesca que preenchia meus momentos livres.

Mas um dia a escola entrou na história. Dona Célia, nossa professora de português, mandou a gente ler um livro chamado Inocência. Disse que era um romance. Na classe, tinha uma menina chamada Maria Inocência. Loira desbotada, rica e chata. Muito chata. Alguma coisa em minha cabeça dizia que um livro com nome de colega chata não podia ser coisa boa.

Foi por isso que com a maior má vontade do mundo comecei a leitura do romance de Visconde de Taunay, de quem eu nunca tinha ouvido falar: visconde, para mim, era o de Sabugosa. Fui lendo a frio, sem entusiasmo nenhum.

O presságio da chatice confirmava-se, até que apareceu o episódio das borboletas. Aí me interessei pelo livro: um alemão corria caçando borboletas e depois dava a uma delas o nome da heroína do livro... Gostei. Não muito, mas gostei. E passei a olhar o nome das borboletas com olhos diferentes: alguma delas seria a papiloinnocentia da história? [...]

(Marisa Lajolo. Como e por que ler o romance brasileiro. Rio de Janeiro: Objetiva, 2004. p. 15-7.)

No trecho: “Tinha a ver apenas comigo mesma, com os livros que havia na estante de quinquilharias de meu pai...” O termo ‘com’ é um/uma
 

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240207 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Itame
Orgão: Pref. Avelinópolis-GO
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Marque a alternativa em que aparece um advérbio de modo.
 

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240204 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Itame
Orgão: Pref. Avelinópolis-GO
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Relato

Em Santos, onde morávamos, minha mãe me lia histórias, meu pai gostava de declamar poesias. Foi em algum momento do ginásio – por volta do que hoje seria a sexta ou sétima série – que li de começo a fim um romance: Inocência, de Taunay, é minha mais remota lembrança de leitura de um romance brasileiro. Livro aberto nos joelhos, afundada de atravessado numa poltrona velha e gorda, num quartinho com máquina de costura, estante de quinquilharias e uma gata branca chamada Minie.

Até então, leitura era coisa doméstica. Tinha a ver apenas comigo mesma, com os livros que havia na estante de quinquilharias de meu pai e com os volumes que avós, tias e madrinhas me davam de presente. No cardápio destas leituras, Monteiro Lobato, as aventuras de Tarzan, os volumes da Biblioteca das Moças. O sítio do Pica Pau Amarelo, as florestas africanas, castelos e cidades europeias constituíam a geografia romanesca que preenchia meus momentos livres.

Mas um dia a escola entrou na história. Dona Célia, nossa professora de português, mandou a gente ler um livro chamado Inocência. Disse que era um romance. Na classe, tinha uma menina chamada Maria Inocência. Loira desbotada, rica e chata. Muito chata. Alguma coisa em minha cabeça dizia que um livro com nome de colega chata não podia ser coisa boa.

Foi por isso que com a maior má vontade do mundo comecei a leitura do romance de Visconde de Taunay, de quem eu nunca tinha ouvido falar: visconde, para mim, era o de Sabugosa. Fui lendo a frio, sem entusiasmo nenhum.

O presságio da chatice confirmava-se, até que apareceu o episódio das borboletas. Aí me interessei pelo livro: um alemão corria caçando borboletas e depois dava a uma delas o nome da heroína do livro... Gostei. Não muito, mas gostei. E passei a olhar o nome das borboletas com olhos diferentes: alguma delas seria a papiloinnocentia da história? [...]

(Marisa Lajolo. Como e por que ler o romance brasileiro. Rio de Janeiro: Objetiva, 2004. p. 15-7.)

O narrador é a voz que conta os fatos e seu desenvolvimento. Qual tipo de narrador é apresentado nesse texto?
 

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240202 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Itame
Orgão: Pref. Avelinópolis-GO
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[...]

"Ah, porque estou tão sozinho?

Ah, porque tudo é tão triste?

Ah, a beleza que existe

A beleza que não é só minha

Que também passa sozinha." Vinícius de Moraes

[...]

No texto, a palavra‘Ah’ que aparece repetida é um/uma

 

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240200 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Itame
Orgão: Pref. Avelinópolis-GO
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Relato

Em Santos, onde morávamos, minha mãe me lia histórias, meu pai gostava de declamar poesias. Foi em algum momento do ginásio – por volta do que hoje seria a sexta ou sétima série – que li de começo a fim um romance: Inocência, de Taunay, é minha mais remota lembrança de leitura de um romance brasileiro. Livro aberto nos joelhos, afundada de atravessado numa poltrona velha e gorda, num quartinho com máquina de costura, estante de quinquilharias e uma gata branca chamada Minie.

Até então, leitura era coisa doméstica. Tinha a ver apenas comigo mesma, com os livros que havia na estante de quinquilharias de meu pai e com os volumes que avós, tias e madrinhas me davam de presente. No cardápio destas leituras, Monteiro Lobato, as aventuras de Tarzan, os volumes da Biblioteca das Moças. O sítio do Pica Pau Amarelo, as florestas africanas, castelos e cidades europeias constituíam a geografia romanesca que preenchia meus momentos livres.

Mas um dia a escola entrou na história. Dona Célia, nossa professora de português, mandou a gente ler um livro chamado Inocência. Disse que era um romance. Na classe, tinha uma menina chamada Maria Inocência. Loira desbotada, rica e chata. Muito chata. Alguma coisa em minha cabeça dizia que um livro com nome de colega chata não podia ser coisa boa.

Foi por isso que com a maior má vontade do mundo comecei a leitura do romance de Visconde de Taunay, de quem eu nunca tinha ouvido falar: visconde, para mim, era o de Sabugosa. Fui lendo a frio, sem entusiasmo nenhum.

O presságio da chatice confirmava-se, até que apareceu o episódio das borboletas. Aí me interessei pelo livro: um alemão corria caçando borboletas e depois dava a uma delas o nome da heroína do livro... Gostei. Não muito, mas gostei. E passei a olhar o nome das borboletas com olhos diferentes: alguma delas seria a papiloinnocentia da história? [...]

(Marisa Lajolo. Como e por que ler o romance brasileiro. Rio de Janeiro: Objetiva, 2004. p. 15-7.)

Nesse relato para caracterizar pessoas, lugares, objetos entre outros, é utilizado a predominância de qual tipo de texto?
 

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240195 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Itame
Orgão: Pref. Avelinópolis-GO
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Interprete a charge.

enunciado 240195-1

O autor da charge sugere que para solucionar a crise de mobilidade urbana deve-se desenvolver uma política que respeite os direitos humanos, pois

 

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