Foram encontradas 25 questões.
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: UNIVIDA
Orgão: Pref. Barbosa Ferraz-PR
O que indica o seguinte símbolo?

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Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: UNIVIDA
Orgão: Pref. Barbosa Ferraz-PR
Diante deste símbolo:

Se concluí que:
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Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: UNIVIDA
Orgão: Pref. Barbosa Ferraz-PR
Terá a sua CNH – Carteira Nacional de Habilitação suspensa, o infrator que atingir, no período de 12 (doze) meses, a seguinte contagem de pontos:
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“Os veículos que não dispuserem de luzes de rodagem diurna deverão manter acesos os faróis nas ____________________________________, mesmo durante o dia”.
Escolha a opção que preenche a lacuna:
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Se faz necessário usar o cinto de segurança enquanto opera uma máquina?
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Considerando que você percorreu uma distância de 800km de carro. Quanto você teria percorrido se fosse em metros?
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Larissa comprou um celular por R$ 2.500,00, parcelado em 12 vezes no cartão de crédito. Caso Larissa tivesse optado pelo pagamento à vista, teria uma economia de 10%. Qual seria o valor pago por Larissa com o pagamento à vista?
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TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 01 A 05.
Um pouco de mamãe
11/05/2024
Vladimir Souza Carvalho
Membro das Academias Sergipana e
Itabaianense de Letras
Mamãe não ouviu falar em carne de panela como prato, versão, aliás1 , daquilo que toda semana, na quarta-feira e no sábado2 , ela preparava. Apenas o nome foi alterado. Em lugar de carne frita, carne de panela. Era a feira chegando para ela iniciar o corte da carne em vários pedaços e outros apetrechos que não sei contar, até a carne ser colocada na panela e a panela no fogão. Em tempo inicial, fogão de lenha, panela de barro, o cuidado para manter o fogo aceso. Depois, fogão alimentado por papelões mesclados de querosene, e, enfim, fogão a gás.
No horário3 certo, que mamãe tinha matematicamente horário para tudo, a mesa posta, e lá4 vinha a carne frita pronta para ser devorada, pedaços amarronzados no meio da gordura, e, então, feijão no prato, arroz depois, adicionado a farinha, que, misturados, descaracterizavam cada um para, então, receber o banho de gordura e os pedaços da carne frita. Quarta e sábado, sábado e quarta, religiosamente, o cardápio5 que se repetiu a vida inteira, os mesmos gestos e atitudes, passo a passo, a mesma quantidade, porque mamãe não alterava o roteiro do tempo em que todos os filhos moravam em casa, permanecendo fiel, ela, a quem cabia o comando da casa e da cozinha.
Explico. Alba casou, mas a quantidade da carne frita não diminuiu, o mesmo ocorrendo quando me casei, e, idem, com Bosco. Então, só os dois em casa, papai se queixava que, para não ocorrer desperdício, se via compelido a comer carne frita requentada todo dia, porque a quantidade cozinhada permanecia a mesma de anos e anos em que todos os filhos moravam no mesmo teto.
Santa autoridade! Nenhuma alteração no front. Tudo exatamente igual aos velhos tempos. Mamãe permaneceu agindo como sempre fez, não sabendo o que era improvisar ou alterar o caminho, repetindo todo dia o anterior, seguindo itinerário que nunca foi alterado. Assim se portou até que a idade a afastou da cozinha, o seu almoço diferente dos demais, sem se atrever a mastigar algo novo, o receio de lhe ser danoso. Um dia, em consulta médica, ouviu que podia comer feijão. Na saída, perguntei se ia tentar. Resposta: eu é que sei. Não comeu. Continuou obedecendo a si mesma, até que um derrame a derrubou, a alimentação em tipo de soro, pela barriga. Aí, não era mais ela. Apenas um ser inconsciente à espera da morte, que demorou cinco anos para lhe levar.
CARVALHO, Vladimir Souza. Um pouco de mamãe. Diário de Pernambuco, 11 de maio de 2024. Disponível
em: https://www.diariodepernambuco.com.br/noticia/opiniao/2024/05/um-pouco-de-mamae.html. Acesso em: 11 mai. 2024. Adaptado.
Qual é o plural dos substantivos “fogão de lenha”, “panela de barro” e “fogão a gás”?
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TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 01 A 05.
Um pouco de mamãe
11/05/2024
Vladimir Souza Carvalho
Membro das Academias Sergipana e
Itabaianense de Letras
Mamãe não ouviu falar em carne de panela como prato, versão, aliás1 , daquilo que toda semana, na quarta-feira e no sábado2 , ela preparava. Apenas o nome foi alterado. Em lugar de carne frita, carne de panela. Era a feira chegando para ela iniciar o corte da carne em vários pedaços e outros apetrechos que não sei contar, até a carne ser colocada na panela e a panela no fogão. Em tempo inicial, fogão de lenha, panela de barro, o cuidado para manter o fogo aceso. Depois, fogão alimentado por papelões mesclados de querosene, e, enfim, fogão a gás.
No horário3 certo, que mamãe tinha matematicamente horário para tudo, a mesa posta, e lá4 vinha a carne frita pronta para ser devorada, pedaços amarronzados no meio da gordura, e, então, feijão no prato, arroz depois, adicionado a farinha, que, misturados, descaracterizavam cada um para, então, receber o banho de gordura e os pedaços da carne frita. Quarta e sábado, sábado e quarta, religiosamente, o cardápio5 que se repetiu a vida inteira, os mesmos gestos e atitudes, passo a passo, a mesma quantidade, porque mamãe não alterava o roteiro do tempo em que todos os filhos moravam em casa, permanecendo fiel, ela, a quem cabia o comando da casa e da cozinha.
Explico. Alba casou, mas a quantidade da carne frita não diminuiu, o mesmo ocorrendo quando me casei, e, idem, com Bosco. Então, só os dois em casa, papai se queixava que, para não ocorrer desperdício, se via compelido a comer carne frita requentada todo dia, porque a quantidade cozinhada permanecia a mesma de anos e anos em que todos os filhos moravam no mesmo teto.
Santa autoridade! Nenhuma alteração no front. Tudo exatamente igual aos velhos tempos. Mamãe permaneceu agindo como sempre fez, não sabendo o que era improvisar ou alterar o caminho, repetindo todo dia o anterior, seguindo itinerário que nunca foi alterado. Assim se portou até que a idade a afastou da cozinha, o seu almoço diferente dos demais, sem se atrever a mastigar algo novo, o receio de lhe ser danoso. Um dia, em consulta médica, ouviu que podia comer feijão. Na saída, perguntei se ia tentar. Resposta: eu é que sei. Não comeu. Continuou obedecendo a si mesma, até que um derrame a derrubou, a alimentação em tipo de soro, pela barriga. Aí, não era mais ela. Apenas um ser inconsciente à espera da morte, que demorou cinco anos para lhe levar.
CARVALHO, Vladimir Souza. Um pouco de mamãe. Diário de Pernambuco, 11 de maio de 2024. Disponível
em: https://www.diariodepernambuco.com.br/noticia/opiniao/2024/05/um-pouco-de-mamae.html. Acesso em: 11 mai. 2024. Adaptado.
Qual das palavras destacadas nos dois primeiros parágrafos do texto é acentuada por se tratar de uma monossílaba tônica?
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TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 01 A 05.
Um pouco de mamãe
11/05/2024
Vladimir Souza Carvalho
Membro das Academias Sergipana e
Itabaianense de Letras
Mamãe não ouviu falar em carne de panela como prato, versão, aliás1 , daquilo que toda semana, na quarta-feira e no sábado2 , ela preparava. Apenas o nome foi alterado. Em lugar de carne frita, carne de panela. Era a feira chegando para ela iniciar o corte da carne em vários pedaços e outros apetrechos que não sei contar, até a carne ser colocada na panela e a panela no fogão. Em tempo inicial, fogão de lenha, panela de barro, o cuidado para manter o fogo aceso. Depois, fogão alimentado por papelões mesclados de querosene, e, enfim, fogão a gás.
No horário3 certo, que mamãe tinha matematicamente horário para tudo, a mesa posta, e lá4 vinha a carne frita pronta para ser devorada, pedaços amarronzados no meio da gordura, e, então, feijão no prato, arroz depois, adicionado a farinha, que, misturados, descaracterizavam cada um para, então, receber o banho de gordura e os pedaços da carne frita. Quarta e sábado, sábado e quarta, religiosamente, o cardápio5 que se repetiu a vida inteira, os mesmos gestos e atitudes, passo a passo, a mesma quantidade, porque mamãe não alterava o roteiro do tempo em que todos os filhos moravam em casa, permanecendo fiel, ela, a quem cabia o comando da casa e da cozinha.
Explico. Alba casou, mas a quantidade da carne frita não diminuiu, o mesmo ocorrendo quando me casei, e, idem, com Bosco. Então, só os dois em casa, papai se queixava que, para não ocorrer desperdício, se via compelido a comer carne frita requentada todo dia, porque a quantidade cozinhada permanecia a mesma de anos e anos em que todos os filhos moravam no mesmo teto.
Santa autoridade! Nenhuma alteração no front. Tudo exatamente igual aos velhos tempos. Mamãe permaneceu agindo como sempre fez, não sabendo o que era improvisar ou alterar o caminho, repetindo todo dia o anterior, seguindo itinerário que nunca foi alterado. Assim se portou até que a idade a afastou da cozinha, o seu almoço diferente dos demais, sem se atrever a mastigar algo novo, o receio de lhe ser danoso. Um dia, em consulta médica, ouviu que podia comer feijão. Na saída, perguntei se ia tentar. Resposta: eu é que sei. Não comeu. Continuou obedecendo a si mesma, até que um derrame a derrubou, a alimentação em tipo de soro, pela barriga. Aí, não era mais ela. Apenas um ser inconsciente à espera da morte, que demorou cinco anos para lhe levar.
CARVALHO, Vladimir Souza. Um pouco de mamãe. Diário de Pernambuco, 11 de maio de 2024. Disponível
em: https://www.diariodepernambuco.com.br/noticia/opiniao/2024/05/um-pouco-de-mamae.html. Acesso em: 11 mai. 2024. Adaptado.
Assinale a alternativa que apresenta corretamente a separação silábica dos vocábulos “matematicamente”, “derrame” e “amarronzados”:
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