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Sabotagem, bullying e indisciplina também aparecem nas aulas online
Por Eduardo Marini
Professores, orientadores e diretores do infantil, fundamental e médio consideraram, em maioria, e na medida das possibilidades, positivo o saldo das primeiras semanas de ensino a distância impostas pela quarentena de combate ao novo coronavírus. Mas, desde que computadores, smartphones e sinais de internet se uniram nas residências das famílias brasileiras e de todo o mundo, ficou claro também que a combinação de criança, adolescente e jovem com logins, links, atalhos e senhas em atividades importantes, com controle limitado, com frequência, não produz final feliz.
Em meio às informações sobre respostas, assiduidade, plataformas e aprendizado, há também reclamações de professores sobre bagunças, indisciplinas e até mesmo sabotagem de aulas por alunos. Tudo diante da liberdade, muitas vezes não monitorada pelos pais e familiares, de agir e interferir em áudio e videoaulas gravadas ou apresentadas ao vivo nas redes virtuais escolares com acesso mediante a posse de uma senha.
Pagas ou gratuitas, desenvolvidas no Brasil ou no exterior, praticamente todas as plataformas de ensino a distância funcionam, em maior ou menor grau, com sistemas em que o aluno recebe links, logins ou atalhos virtuais, para localizar os endereços virtuais de entrada nas
aulas, tarefas ou conteúdos, quase sempre fechados e limitados ao universo da escola ou rede, e às senhas de acesso.
Aliás, nos episódios relatados, alunos repassam a senha para amigos, que invadem os espaços virtuais das aulas e atividades e postam palavrões, baixarias, cyberbullying, agressões e acusações contra estudantes da turma e, acima de tudo, professores.
Em algumas ocasiões, acabou sobrando para orientadores pedagógicos, integrantes da secretaria e até diretores. “É claro que esses casos ocorrem em quantidade e intensidade bem menores do que as das ações dos alunos responsáveis, mas, ainda assim, têm sido suficientes para incomodar e fazer alguns educadores se sentirem vulneráveis”, explica o professor, escritor e consultor educacional João Jonas Veiga Sobral.
João Jonas destaca que, para não serem descobertas, essas versões jovens e colegiais dos haters costumam ceder seus logins e senhas de acesso a amigos ex-alunos de seu colégio ou estudantes de outras escolas. Em troca, os colegas fazem o mesmo e passam seus caminhos e chaves digitais a quem propôs o tumulto e o circuito toma corpo para tumultuar a vida de professores e companheiros de sala e escola.
“Esses meninos não são inocentes a ponto de entrar em programas que registram e dimensionam todos os passos dos participantes e deixar por lá as idiotices com os rastros dos autores”, explica o professor. “O que eles fazem quase sempre é uma espécie de conteúdo cruzado, ou seja, trocam as informações recebidas na escola com as de amigos alunos de outros lugares. Ou então cedem para jovens que estudaram, mas já não possuem ligação com o seu colégio”, acrescenta.
Além disso, outra atitude, também registrada nesses tempos de epidemia, é editar o que o professor fala nos momentos mais polêmicos das aulas, descartando premissas, relativizações e explicações. Portanto, o objetivo é divulgar apenas frases ou trechos soltos, fora de contexto, e levar a crer que o educador se aproveita de sua autoridade para forçar os alunos a defender determinadas ideias, pessoas, atitudes e grupos. Eis o que faltava: educador preocupado com a possibilidade real de sofrer bullying em sinal trocado.
(Disponível em: https://revistaeducacao.com.br/2020/05/04/bullying-aulas-online/ - texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o emprego de recursos coesivos, analise as assertivas a seguir:
I. Na linha em destaque, a palavra “estudantes” funciona como elemento de coesão lexical, substituindo a palavra “alunos” (l. 18).
II. Na linha em destaque, a palavra “esses” funciona como elemento coesivo intraparágrafos, retomando uma ideia expressa na linha anterior.
III. Na linha em destaque, a expressão “além disso” funciona como elemento coesivo interparágrafos e tem o sentido de adição de ideias.
Quais estão corretas?
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Sabotagem, bullying e indisciplina também aparecem nas aulas online
Por Eduardo Marini
Professores, orientadores e diretores do infantil, fundamental e médio consideraram, em maioria, e na medida das possibilidades, positivo o saldo das primeiras semanas de ensino a distância impostas pela quarentena de combate ao novo coronavírus. Mas, desde que computadores, smartphones e sinais de internet se uniram nas residências das famílias brasileiras e de todo o mundo, ficou claro também que a combinação de criança, adolescente e jovem com logins, links, atalhos e senhas em atividades importantes, com controle limitado, com frequência, não produz final feliz.
Em meio às informações sobre respostas, assiduidade, plataformas e aprendizado, há também reclamações de professores sobre bagunças, indisciplinas e até mesmo sabotagem de aulas por alunos. Tudo diante da liberdade, muitas vezes não monitorada pelos pais e familiares, de agir e interferir em áudio e videoaulas gravadas ou apresentadas ao vivo nas redes virtuais escolares com acesso mediante a posse de uma senha.
Pagas ou gratuitas, desenvolvidas no Brasil ou no exterior, praticamente todas as plataformas de ensino a distância funcionam, em maior ou menor grau, com sistemas em que o aluno recebe links, logins ou atalhos virtuais, para localizar os endereços virtuais de entrada nas
aulas, tarefas ou conteúdos, quase sempre fechados e limitados ao universo da escola ou rede, e às senhas de acesso.
Aliás, nos episódios relatados, alunos repassam a senha para amigos, que invadem os espaços virtuais das aulas e atividades e postam palavrões, baixarias, cyberbullying, agressões e acusações contra estudantes da turma e, acima de tudo, professores.
Em algumas ocasiões, acabou sobrando para orientadores pedagógicos, integrantes da secretaria e até diretores. “É claro que esses casos ocorrem em quantidade e intensidade bem menores do que as das ações dos alunos responsáveis, mas, ainda assim, têm sido suficientes para incomodar e fazer alguns educadores se sentirem vulneráveis”, explica o professor, escritor e consultor educacional João Jonas Veiga Sobral.
João Jonas destaca que, para não serem descobertas, essas versões jovens e colegiais dos haters costumam ceder seus logins e senhas de acesso a amigos ex-alunos de seu colégio ou estudantes de outras escolas. Em troca, os colegas fazem o mesmo e passam seus caminhos e chaves digitais a quem propôs o tumulto e o circuito toma corpo para tumultuar a vida de professores e companheiros de sala e escola.
“Esses meninos não são inocentes a ponto de entrar em programas que registram e dimensionam todos os passos dos participantes e deixar por lá as idiotices com os rastros dos autores”, explica o professor. “O que eles fazem quase sempre é uma espécie de conteúdo cruzado, ou seja, trocam as informações recebidas na escola com as de amigos alunos de outros lugares. Ou então cedem para jovens que estudaram, mas já não possuem ligação com o seu colégio”, acrescenta.
Além disso, outra atitude, também registrada nesses tempos de epidemia, é editar o que o professor fala nos momentos mais polêmicos das aulas, descartando premissas, relativizações e explicações. Portanto, o objetivo é divulgar apenas frases ou trechos soltos, fora de contexto, e levar a crer que o educador se aproveita de sua autoridade para forçar os alunos a defender determinadas ideias, pessoas, atitudes e grupos. Eis o que faltava: educador preocupado com a possibilidade real de sofrer bullying em sinal trocado.
(Disponível em: https://revistaeducacao.com.br/2020/05/04/bullying-aulas-online/ - texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o exposto pelo texto, assinale a alternativa correta.
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A energia solar fotovoltaica é a energia obtida através da conversão direta da luz em eletricidade e tem como base o efeito fotovoltaico, que é o aparecimento de uma diferença de potencial nos extremos de uma estrutura de material semicondutor, produzida pela absorção da luz. A geração fotovoltaica possui grande flexibilidade locacional, principalmente no caso da geração distribuída, assim como facilidade de instalação, dado o curto tempo necessário para execução dos projetos (FONTE: Empresa de Pesquisa em Energia – EPE. Disponível em: http://www.epe.gov.br/pt/areas-de-atuacao/energia-eletrica/expansao-da-geracao/fontes).
A energia solar é uma fonte de energia renovável que tem se tornado uma realidade cada vez mais presente. Contudo, apesar do baixo impacto social e ambiental em comparação com outras fontes, ela também apresenta desvantagens. São desvantagens associadas ao uso da energia solar:
I. Forma de armazenamento pouco eficiente.
II. Necessidade de turbinas ou geradores.
III. Necessidade de manutenção frequente.
IV. Alto consumo de energia para a fabricação dos painéis.
V. Emissão de material particulado quando da interação entre o silício e a luz solar para geração da energia fotovoltaica.
VI. Extração de minério (Ex: Zinco) para a fabricação dos painéis fotovoltaicos.
Quais estão corretas?
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A síntese dos hormônios da tireoide, T3 e T4, é estimulada pelo hormônio estimulador da tireoide, o TSH, produzido pela hipófise, mas também requer a presença de um sal mineral que é componente essencial desses hormônios. A alternativa contendo o elemento componente dos hormônios da tireoide é:
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O lagarto Liolaemus arambarensis é uma espécie endêmica das áreas de restinga da Lagoa dos Patos, sendo Barra do Ribeiro uma das poucas localidades com registro de ocorrência da espécie. As restingas são, de acordo com a vegetação (IBGE, 2012):
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A energia solar é a força motriz do ciclo da(o):
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Hoffmann propõe para a realização da avaliação, na perspectiva de construção, duas premissas fundamentais: confiança na possibilidade do aluno construir as suas próprias verdades; valorização de suas manifestações e interesses. Para ele, o aparecimento de erros e dúvidas dos alunos, numa extensão educativa, é um componente altamente significativo ao desenvolvimento da ação educacional, pois permitirá:
I. Ao docente a observação e investigação de como o aluno se coloca diante da realidade ao construir suas verdades.
II. O diálogo entre professor e aluno como indicador de aprendizagem, necessário à reformulação de alternativas de solução para que a construção do saber aconteça.
III. A reflexão do professor sobre seus próprios posicionamentos metodológicos, na elaboração de questões e na análise de respostas dos alunos, que deve ter sempre um caráter dinâmico.
Quais estão corretas?
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De acordo com Libâneo, existem pelo menos três níveis de planos: o plano da escola, o plano de ensino e o plano de aula. Com base nessa informação, assinale V, se verdadeiro, ou F, se falso, quanto ao conceito desses planos.
( ) O plano da escola é a previsão do desenvolvimento do conteúdo para uma aula ou um conjunto de aulas e tem um caráter específico.
( ) O plano de ensino (ou plano de unidade) é a previsão dos objetivos e tarefas do trabalho docente para o ano ou semestre; é um documento mais elaborado, dividido por unidades sequenciais, no qual aparecem objetivos específicos, conteúdos e desenvolvimento metodológicos.
( ) O plano de aula é um documento mais global; expressa orientações gerais que sintetizam, de um lado, as ligações da escola com o sistema escolar mais amplo e, de outro, as ligações do projeto pedagógico da escola com os planos de ensino propriamente ditos.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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De acordo com Bergmann, a metodologia que preconiza uma nova forma de comportamento por parte de estudantes e professores, com um modelo no qual a estratégia central é a de apoiar todos os outros métodos de aprendizagem ativa, chama-se:
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Para Fava, os estudantes de hoje são a primeira geração a crescer com essa nova e abundante tecnologia digital. Com base nisso, relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando as gerações de estudantes.
Coluna 1
1. Geração X.
2. Geração Y.
Coluna 2
( ) Essa geração é denominada, por Marc Prensky, de emigrantes digitais, que têm sua aprendizagem na sequência de texto, som e imagem, ou seja, pensam no texto como sua forma de comunicação primária e nas imagens como auxiliares.
( ) Essa geração prefere as imagens aos textos.
( ) A comunicação dessa geração é em rede e contínua, pois seus integrantes estão sempre em contato.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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