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Sobre algumas formas de relevo do Brasil
complete a lacuna abaixo:
_________, são áreas elevadas e planas, ocupam a maior parte do nosso território, cerca de 5.000.00 km²
_________, são áreas elevadas e planas, ocupam a maior parte do nosso território, cerca de 5.000.00 km²
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Assinale a alternativa CORRETA para referente aos
sinônimos, antônimos dos vocábulos sublinhados.
“ Aquela lanchonete tem um lanche saboroso ”.
“ Aquela lanchonete tem um lanche saboroso ”.
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Assinale a alternativa CORRETA para discurso
direto, indireto e indireto livre.
I-O despertador tocou mais cedo.
II-Felipe disse que estava cansado.
III- Preciso me arrumar para a festa.
I-O despertador tocou mais cedo.
II-Felipe disse que estava cansado.
III- Preciso me arrumar para a festa.
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Assinale a alternativa CORRETA para figuras de
sintaxe.
I- E rir meu riso e derramar meu pranto” (Vinicius de Morais).
II- A Itália é encantadora!
III-Você terá que encarar de frente essa situação.
IV-Eu comi pizza de chocolate; ele de abacaxi.
I- E rir meu riso e derramar meu pranto” (Vinicius de Morais).
II- A Itália é encantadora!
III-Você terá que encarar de frente essa situação.
IV-Eu comi pizza de chocolate; ele de abacaxi.
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração CoordenadaOrações Coordenadas Sindéticas
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração CoordenadaOrações Coordenadas Assindéticas
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Adjetiva
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Substantiva
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Reduzida
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinadas Adverbial
Assinale a alternativa CORRETA a respeito dos
processos de coordenação e subordinação.
I- Marina trabalha e cuida dos filhos.
II- Eu queria ir ao cinema, mas tenho que estudar.
III-Todos estavam com sede.
I- Marina trabalha e cuida dos filhos.
II- Eu queria ir ao cinema, mas tenho que estudar.
III-Todos estavam com sede.
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Assinale a alternativa CORRETA para as
concordâncias verbal e nominal.
I-Renata e Anderson entraram na loja.
II-Esse cobertor está muito caro.
I-Renata e Anderson entraram na loja.
II-Esse cobertor está muito caro.
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A FUGA
Mal o pai colocou o papel na máquina, o menino
começou a empurrar uma cadeira pela sala, fazendo um
barulho infernal.
- Para com esse barulho, meu filho – falou, sem se
voltar.
Com três anos já sabia reagir como homem ao impacto
das grandes injustiças paternas: não estava fazendo
barulho, estava só empurrando uma cadeira.
- Pois então para de empurrar a cadeira.
- Eu vou embora - foi a resposta.
Distraído, o pai não reparou que ele juntava ação às
palavras, no ato de juntar do chão suas coisinhas,
enrolando-as num pedaço de pano. Era a sua bagagem:
um caminhão de plástico com apenas três rodas, um resto
de biscoito, uma chave (onde diabo meteram a chave da
despensa – a mãe mais tarde irá dizer), metade de uma
tesourinha enferrujada, sua única arma para a grande
aventura, um botão amarrado num barbante.
A calma que baixou então na sala era vagamente
inquietante. De repente, o pai olhou ao redor e não viu o
menino. Deu com a porta da rua aberta, correu até o
portão:
- Viu um menino saindo desta casa? – gritou para o
operário que descansava diante da obra do outro lado da
rua, sentado no meio-fio.
- Saiu agora mesmo com uma trouxinha – informou
ele.
Correu até a esquina e teve tempo de vê-lo ao longe,
caminhando cabisbaixo ao longo do muro. A trouxa,
arrastada no chão, iam deixando pelo caminho alguns de
seus pertences: o botão, o pedaço de biscoito e - saíra de
casa prevenido - uma moeda de 1 cruzeiro. Chamou-o,
mas ele apertou o passinho, abriu a correr em direção à
Avenida, como disposto a atirar-se diante do ônibus que
surgia à distância.
- Meu filho, cuidado!
O ônibus deu uma freada brusca, uma guinada para
a esquerda, os pneus cantaram no asfalto. O menino,
assustado, arrepiou carreira. O pai precipitou-se e o
arrebanhou com o braço como a um animalzinho:
- Que susto você me passou, meu filho – e apertavao contra o peito, comovido.
- Deixa eu descer, papai. Você está me machucando.
Irresoluto, o pai pensava agora se não seria o caso
de lhe dar umas palmadas:
- Machucando, é? Fazer uma coisa dessas com seu
pai.
- Me larga. Eu quero ir embora.
Trouxe-o para casa e o largou novamente na sala –
tendo antes o cuidado de fechar a porta da rua e retirar a
chave, como ele fizera com a da despensa.
- Fique aí quietinho, está ouvindo? Papai está
trabalhando.
- Fico, mas vou empurrar esta cadeira. E o barulho
recomeçou.
SABINO, Fernando. A vitória da infância. São Paulo, Ática, 1995. p. 43
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A FUGA
Mal o pai colocou o papel na máquina, o menino
começou a empurrar uma cadeira pela sala, fazendo um
barulho infernal.
- Para com esse barulho, meu filho – falou, sem se
voltar.
Com três anos já sabia reagir como homem ao impacto
das grandes injustiças paternas: não estava fazendo
barulho, estava só empurrando uma cadeira.
- Pois então para de empurrar a cadeira.
- Eu vou embora - foi a resposta.
Distraído, o pai não reparou que ele juntava ação às
palavras, no ato de juntar do chão suas coisinhas,
enrolando-as num pedaço de pano. Era a sua bagagem:
um caminhão de plástico com apenas três rodas, um resto
de biscoito, uma chave (onde diabo meteram a chave da
despensa – a mãe mais tarde irá dizer), metade de uma
tesourinha enferrujada, sua única arma para a grande
aventura, um botão amarrado num barbante.
A calma que baixou então na sala era vagamente
inquietante. De repente, o pai olhou ao redor e não viu o
menino. Deu com a porta da rua aberta, correu até o
portão:
- Viu um menino saindo desta casa? – gritou para o
operário que descansava diante da obra do outro lado da
rua, sentado no meio-fio.
- Saiu agora mesmo com uma trouxinha – informou
ele.
Correu até a esquina e teve tempo de vê-lo ao longe,
caminhando cabisbaixo ao longo do muro. A trouxa,
arrastada no chão, iam deixando pelo caminho alguns de
seus pertences: o botão, o pedaço de biscoito e - saíra de
casa prevenido - uma moeda de 1 cruzeiro. Chamou-o,
mas ele apertou o passinho, abriu a correr em direção à
Avenida, como disposto a atirar-se diante do ônibus que
surgia à distância.
- Meu filho, cuidado!
O ônibus deu uma freada brusca, uma guinada para
a esquerda, os pneus cantaram no asfalto. O menino,
assustado, arrepiou carreira. O pai precipitou-se e o
arrebanhou com o braço como a um animalzinho:
- Que susto você me passou, meu filho – e apertavao contra o peito, comovido.
- Deixa eu descer, papai. Você está me machucando.
Irresoluto, o pai pensava agora se não seria o caso
de lhe dar umas palmadas:
- Machucando, é? Fazer uma coisa dessas com seu
pai.
- Me larga. Eu quero ir embora.
Trouxe-o para casa e o largou novamente na sala –
tendo antes o cuidado de fechar a porta da rua e retirar a
chave, como ele fizera com a da despensa.
- Fique aí quietinho, está ouvindo? Papai está
trabalhando.
- Fico, mas vou empurrar esta cadeira. E o barulho
recomeçou.
SABINO, Fernando. A vitória da infância. São Paulo, Ática, 1995. p. 43
“A calma que baixou então na sala era vagamente inquietante”.
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Assinale a alternativa para o uso CORRETO da
crase.
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- OrtografiaGrafia e Emprego de Iniciais Maiúsculas
- OrtografiaPontuaçãoPonto de Exclamação e Interrogação
- OrtografiaPontuaçãoVírgula
Assinale a alternativa CORRETA para a ortografia e
pontuação adequada.
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