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1823619 Ano: 2019
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FCM
Orgão: Pref. Bela Vista Minas-MG
Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma sobre a abordagem familiar na Atenção Primária à Saúde (APS):
( ) A abordagem familiar deve ser feita pelo psicólogo e assistente social do Núcleo de Apoio à Saúde da família.
( ) A utilização do ciclo de vida familiar, genograma, ecomapa, FIRO, PRACTICE e APGAR familiar, otimiza a abordagem familiar.
( ) O médico pode tomar partidos, oferecer conselhos ou interpretações precoces ou brechas à revelação de confidencialidade da pessoa.
( ) Evidências clínico-epidemiológicas demostram a influência da família na promoção, manutenção e recuperação da saúde de seus membros.
( ) O nível máximo de envolvimento familiar pelo médico devidamente qualificado é o da terapia de família, em que problemas relacionais são processados.
De acordo com as afirmações, a sequência correta é
 

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Fazer 80
E assim, aconteceu que esta semana eu fizesse 80 anos!
Nunca imaginei chegar tão longe. Filha de uma mãe que morreu aos 40, considerava-me destinada a curto percurso. E a vida não parecia ter por mim grande apreço; tentou me matar de pneumonia aos seis anos, dardejou-me uma meningite aos oito, castigou-me com inúmeras pneumonias ao longo de todo o percurso e, já no terceiro ato, coroou o conjunto com uma tuberculose. Mas, como se disputasse uma maratona, cheguei aos 80 esbaforida somente pelo trabalho.
80 anos são uma tremenda esquina da vida.
Com certeza chegamos a ela mais frágeis, porque a possibilidade de morte, que sempre foi a mesma, mas que antes parecia eventual, ganha uma certa concretude.
E, ao mesmo tempo, chegamos mais fortes porque a maior parte do caminho foi percorrida, as inseguranças da juventude ficaram para trás, alguma tantas perguntas já foram respondidas, e o que havia a fazer já foi feito.
Certas coisas mudam, porém, aos 80.
Não terei mais cão, porque um cão correria o risco de viver mais do que eu, e não quero prometer proteção e amor a alguém para de repente descumprir a promessa. Não faço mais projetos a longo prazo; vou até alguns meses à frente, aos compromissos já marcados, embora sabendo que para o ano que vem marcarei outros. Não vou mais imaginar-me mergulhada em estudos de alemão, como sempre fiz, e muito menos de mandarim, como minha curiosidade me ordenaria. No capítulo viagens, dou uma fechadinha no leque; não conhecerei o Himalaia, não enfrentarei falta de hotel ou de banheiro, não caminharei tardes inteiras atendendo minha ânsia turística. E até nos museus, minha sempre paixão, terei que ser menos gulosa.
Fecho o leque da realidade, mas tenho outro para abrir. As minhas viagens, tantas, estão anotadas em cadernos e cadernetas. Ali estão datas, descrições e até desenhos ou rabiscos retendo aquilo que ameaçava diluir. Agora, me basta abrir qualquer um deles para retomar a estrada.
Isso, quanto às viagens facultativas e aventurosas. As outras, de trabalho, continuam na ordem do dia, levando-me a arrastar minha malinha de rodas pelos aeroportos da vida.
Aos 80, considero todo dia como um presente dos deuses, embora até hoje não saiba quem são eles. E toda noite agradeço com gratidão, mesmo com a indecisão do endereço.
Até essa esquina olha-se para a frente. Chegando a ela, o retrovisor se impõe.
Olho para trás e o que vejo me agrada. Vivi com abundância, a palavra melhor é essa. Abundância biográfica de países, de línguas e culturas. Abundância de situações, as favoráveis e as adversas. Abundância de encontros com pessoas preciosas, com criaturas admiráveis, e alguns poucos canalhas, úteis como referência. Trabalhei em muitas coisas diferentes e de todas gostei, porque de cada uma fiz um degrau de aprendizado que me permitiu desempenhar a próxima. Li quase todos os dias da minha vida, fosse pouco ou muito, enchendo a mochila de dados que eu embaralharia, de nomes que se iriam no vento, mas conservando as emoções que os livros me davam. Não escrevi tanto quanto li, nem teria sido possível. Mas o que escrevi está de acordo comigo e me representa mais generosamente que uma selfie.
Considero estar pronta para o embarque. Mas enquanto meu voo não é anunciado, vou estruturando — como faço com frequência em aeroportos — ideias e frases de um próximo livro.
COLASANTI, Marina. Disponível em: <https://www.marinacolasanti.
com/2017/09/cronica-de-quinta-fazer-80.html?fb_action_ids=
1437566189697967&fb_action_types=og.comments>. Acesso em: 25
fev. 2018.
A função da linguagem predominante no texto é a
 

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Fazer 80
E assim, aconteceu que esta semana eu fizesse 80 anos!
Nunca imaginei chegar tão longe. Filha de uma mãe que morreu aos 40, considerava-me destinada a curto percurso. E a vida não parecia ter por mim grande apreço; tentou me matar de pneumonia aos seis anos, dardejou-me uma meningite aos oito, castigou-me com inúmeras pneumonias ao longo de todo o percurso e, já no terceiro ato, coroou o conjunto com uma tuberculose. Mas, como se disputasse uma maratona, cheguei aos 80 esbaforida somente pelo trabalho.
80 anos são uma tremenda esquina da vida.
Com certeza chegamos a ela mais frágeis, porque a possibilidade de morte, que sempre foi a mesma, mas que antes parecia eventual, ganha uma certa concretude.
E, ao mesmo tempo, chegamos mais fortes porque a maior parte do caminho foi percorrida, as inseguranças da juventude ficaram para trás, alguma tantas perguntas já foram respondidas, e o que havia a fazer já foi feito.
Certas coisas mudam, porém, aos 80.
Não terei mais cão, porque um cão correria o risco de viver mais do que eu, e não quero prometer proteção e amor a alguém para de repente descumprir a promessa. Não faço mais projetos a longo prazo; vou até alguns meses à frente, aos compromissos já marcados, embora sabendo que para o ano que vem marcarei outros. Não vou mais imaginar-me mergulhada em estudos de alemão, como sempre fiz, e muito menos de mandarim, como minha curiosidade me ordenaria. No capítulo viagens, dou uma fechadinha no leque; não conhecerei o Himalaia, não enfrentarei falta de hotel ou de banheiro, não caminharei tardes inteiras atendendo minha ânsia turística. E até nos museus, minha sempre paixão, terei que ser menos gulosa.
Fecho o leque da realidade, mas tenho outro para abrir. As minhas viagens, tantas, estão anotadas em cadernos e cadernetas. Ali estão datas, descrições e até desenhos ou rabiscos retendo aquilo que ameaçava diluir. Agora, me basta abrir qualquer um deles para retomar a estrada.
Isso, quanto às viagens facultativas e aventurosas. As outras, de trabalho, continuam na ordem do dia, levando-me a arrastar minha malinha de rodas pelos aeroportos da vida.
Aos 80, considero todo dia como um presente dos deuses, embora até hoje não saiba quem são eles. E toda noite agradeço com gratidão, mesmo com a indecisão do endereço.
Até essa esquina olha-se para a frente. Chegando a ela, o retrovisor se impõe.
Olho para trás e o que vejo me agrada. Vivi com abundância, a palavra melhor é essa. Abundância biográfica de países, de línguas e culturas. Abundância de situações, as favoráveis e as adversas. Abundância de encontros com pessoas preciosas, com criaturas admiráveis, e alguns poucos canalhas, úteis como referência. Trabalhei em muitas coisas diferentes e de todas gostei, porque de cada uma fiz um degrau de aprendizado que me permitiu desempenhar a próxima. Li quase todos os dias da minha vida, fosse pouco ou muito, enchendo a mochila de dados que eu embaralharia, de nomes que se iriam no vento, mas conservando as emoções que os livros me davam. Não escrevi tanto quanto li, nem teria sido possível. Mas o que escrevi está de acordo comigo e me representa mais generosamente que uma selfie.
Considero estar pronta para o embarque. Mas enquanto meu voo não é anunciado, vou estruturando — como faço com frequência em aeroportos — ideias e frases de um próximo livro.
COLASANTI, Marina. Disponível em: <https://www.marinacolasanti.
com/2017/09/cronica-de-quinta-fazer-80.html?fb_action_ids=
1437566189697967&fb_action_types=og.comments>. Acesso em: 25
fev. 2018.
“Abundância de encontros com pessoas preciosas, com criaturas admiráveis, e alguns poucos canalhas, úteis como referência.”
O trecho em destaque indica que os canalhas foram importantes para que a escritora
 

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1816748 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: FCM
Orgão: Pref. Bela Vista Minas-MG
NÃO se deve realizar visita domiciliar na seguinte situação:
 

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1726468 Ano: 2019
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FCM
Orgão: Pref. Bela Vista Minas-MG
Barbara Starfield e sua equipe de pesquisadores na Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos da América, desenvolveram os atributos essenciais e derivados da Atenção Primária à Saúde (APS), que passaram a ser utilizados internacionalmente para mensurar a qualidade da APS, inclusive no Brasil.
Uma equipe de saúde da família atualiza a territorialização de sua área de abrangência e toma conhecimento da presença de 34 venezuelanos refugiados recém “interiorizados” da região norte do Brasil.
Segundo Barbara Starfield, os atributos derivados da APS que precisam ser mobilizados para prover cuidados a esse grupo populacional são
 

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Fazer 80
E assim, aconteceu que esta semana eu fizesse 80 anos!
Nunca imaginei chegar tão longe. Filha de uma mãe que morreu aos 40, considerava-me destinada a curto percurso. E a vida não parecia ter por mim grande apreço; tentou me matar de pneumonia aos seis anos, dardejou-me uma meningite aos oito, castigou-me com inúmeras pneumonias ao longo de todo o percurso e, já no terceiro ato, coroou o conjunto com uma tuberculose. Mas, como se disputasse uma maratona, cheguei aos 80 esbaforida somente pelo trabalho.
80 anos são uma tremenda esquina da vida.
Com certeza chegamos a ela mais frágeis, porque a possibilidade de morte, que sempre foi a mesma, mas que antes parecia eventual, ganha uma certa concretude.
E, ao mesmo tempo, chegamos mais fortes porque a maior parte do caminho foi percorrida, as inseguranças da juventude ficaram para trás, alguma tantas perguntas já foram respondidas, e o que havia a fazer já foi feito.
Certas coisas mudam, porém, aos 80.
Não terei mais cão, porque um cão correria o risco de viver mais do que eu, e não quero prometer proteção e amor a alguém para de repente descumprir a promessa. Não faço mais projetos a longo prazo; vou até alguns meses à frente, aos compromissos já marcados, embora sabendo que para o ano que vem marcarei outros. Não vou mais imaginar-me mergulhada em estudos de alemão, como sempre fiz, e muito menos de mandarim, como minha curiosidade me ordenaria. No capítulo viagens, dou uma fechadinha no leque; não conhecerei o Himalaia, não enfrentarei falta de hotel ou de banheiro, não caminharei tardes inteiras atendendo minha ânsia turística. E até nos museus, minha sempre paixão, terei que ser menos gulosa.
Fecho o leque da realidade, mas tenho outro para abrir. As minhas viagens, tantas, estão anotadas em cadernos e cadernetas. Ali estão datas, descrições e até desenhos ou rabiscos retendo aquilo que ameaçava diluir. Agora, me basta abrir qualquer um deles para retomar a estrada.
Isso, quanto às viagens facultativas e aventurosas. As outras, de trabalho, continuam na ordem do dia, levando-me a arrastar minha malinha de rodas pelos aeroportos da vida.
Aos 80, considero todo dia como um presente dos deuses, embora até hoje não saiba quem são eles. E toda noite agradeço com gratidão, mesmo com a indecisão do endereço.
Até essa esquina olha-se para a frente. Chegando a ela, o retrovisor se impõe.
Olho para trás e o que vejo me agrada. Vivi com abundância, a palavra melhor é essa. Abundância biográfica de países, de línguas e culturas. Abundância de situações, as favoráveis e as adversas. Abundância de encontros com pessoas preciosas, com criaturas admiráveis, e alguns poucos canalhas, úteis como referência. Trabalhei em muitas coisas diferentes e de todas gostei, porque de cada uma fiz um degrau de aprendizado que me permitiu desempenhar a próxima. Li quase todos os dias da minha vida, fosse pouco ou muito, enchendo a mochila de dados que eu embaralharia, de nomes que se iriam no vento, mas conservando as emoções que os livros me davam. Não escrevi tanto quanto li, nem teria sido possível. Mas o que escrevi está de acordo comigo e me representa mais generosamente que uma selfie.
Considero estar pronta para o embarque. Mas enquanto meu voo não é anunciado, vou estruturando — como faço com frequência em aeroportos — ideias e frases de um próximo livro.
COLASANTI, Marina. Disponível em: <https://www.marinacolasanti.
com/2017/09/cronica-de-quinta-fazer-80.html?fb_action_ids=
1437566189697967&fb_action_types=og.comments>. Acesso em: 25
fev. 2018.
“Não faço mais projetos a longo prazo; vou até alguns meses à frente, aos compromissos já marcados [...]”
Nesse fragmento, todos os conectivos poderiam ser colocados após o ponto e vírgula, EXCETO
 

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1709415 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: FCM
Orgão: Pref. Bela Vista Minas-MG
Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma sobre a prevenção e o controles da sífilis no SUS.
( ) Avanços na eliminação da síflis congênita foram alcançados em vários sentidos no Brasil, mas a complexidade dos fatores que interferem na cadeia de transmissão continua a desafiar os serviços de saúde.
( ) O tratamento da sífilis em gestantes é relativamente simples e a prevenção da sua transmissão para o recém-nascido é 100% eficaz mediante a administração de penicilina benzatina, o único medicamento capaz de atravessar a barreira placentária e chegar até o feto.
( ) A garatia do acesso à detecção da sífilis na gestante deve ser a mais precoce possível e realizada em hospitais, com a disponibilização dos testes rápidos que consigam fornecer o diagnóstico em até uma semana.
( ) A notificação da sífilis em gestantes é obrigatória e prioritária no contexto da alta incidência no Brasil, podendo ser realizada inclusive por leigos e fora dos serviços de saúde para possibilitar o melhor controle epidemiológico.
De acordo com as afirmações, a sequência correta é
 

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1703629 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: FCM
Orgão: Pref. Bela Vista Minas-MG
Preencha, corretamente, as lacunas referentes ao texto abaixo sobre o Método Clínico Centrado na Pessoa (MCCP) (STEWART, 2017).
___________________________, explorando a saúde, a doença e a experiência da doença, preconiza uma atenção aos sentimentos, ideais, funções e expectativas referentes ao adoecimento e à saúde de quem busca cuidados em saúde. O segundo componente do MCCP, _________________________________, integra os elementos do primeiro componente com o entendimento da pessoa como um todo, incluindo sua conscientização acerca do ciclo de vida e do seu contexto de vida (__________________________ ; __________________________).
A sequência que preenche corretamente as lacunas do texto é
 

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1703281 Ano: 2019
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FCM
Orgão: Pref. Bela Vista Minas-MG
Barbara Starfield e sua equipe de pesquisadores na Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos da América, desenvolveram os atributos essenciais e derivados da Atenção Primária à Saúde (APS), que passaram a ser utilizados internacionalmente para mensurar a qualidade da APS, inclusive no Brasil.
Léia, 21 anos, negra, analfabeta funcional e profissional do sexo, procura um centro de saúde mais próximo de onde reside e trabalha, no hipercentro de uma grande metrópole brasileira. Com dificuldade e constrangimento, Léia informa sobre uma ferida em suas “partes” que surgiu há alguns dias e que vem prejudicando seu trabalho. A recepcionista diz que o médico não poderá atendê-la porque aquele período é designado para atendimento às pessoas com diabetes e hipertensão e que ela poderia voltar em quatro a sete dias, quando haverá atendimento à demanda espontânea.
Segundo Barbara Starfiled, o atributo essencial da APS NÃO contemplado por esse centro de saúde é
 

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1650462 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: FCM
Orgão: Pref. Bela Vista Minas-MG
A partir da definição e do uso do Ecomapa na abordagem familiar, analise as afirmativas a seguir:
I. Não é um instrumento de visão longitudinal.
II. É um instrumento para mapear e ampliar o conhecimento sobre uma família.
III. Representa apenas a presença de recursos sociais, culturais e econômicos.
IV. Complementa o genograma ao indicar como a família se relaciona na sociedade.
V. Representa tipos, intensidade e fluxo dos contatos familiares com os equipamentos da rede de suporte sócio-sanitário.
Estão corretas apenas as afirmativas
 

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