Magna Concursos

Foram encontradas 30 questões.

3107388 Ano: 2023
Disciplina: Matemática
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Bertioga-SP

Cada frasco de uma determinada vacina acondiciona 6,5 ml do produto e em cada dose dessa vacina é injetado 0,5 ml. Sabendo que uma clinica possui em seu estoque 128 frascos dessa vacina, quantas pessoas poderão ser imunizadas com uma dose dessa vacina?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3107387 Ano: 2023
Disciplina: Matemática
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Bertioga-SP

Em um estádio de futebol foi realizado um show musical com a presença de um público de 54.600 pessoas. Sabe-se que o valor do ingresso para esse evento foi de R$ 550,00 a inteira e R$ 275,00 a meia entrada para as pessoas que se enquadrassem nessa condição.

Sabendo que entre o público presente nesse evento, a razão entre o número de homens e mulheres, nessa ordem, foi de 5/8 e que todos pagaram a entrada, qual foi o valor total arrecadado nesse evento, sabendo que 25% do público feminino e 15% do público masculino pagou meia entrada?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3107386 Ano: 2023
Disciplina: Matemática
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Bertioga-SP

As figuras abaixo representam dois terrenos, sendo que o primeiro deles (figura 1) no formato retangular possui área igual a 252 m² e suas dimensões são representadas por (5x - 2)m e (x + 3)m.

O segundo terreno (figura 2) possui o formato quadrado de lado (x)m.

Como a variável "x" está presente nas medidas dos dois terrenos, podemos concluir que a área, em m², do terreno quadrado (figura 2) é igual a:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3107385 Ano: 2023
Disciplina: Matemática
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Bertioga-SP

A soma dos termos de uma progressão aritmética de quatro termos é igual a 116, sendo a razão desta sequência igual ao número de termos que possui.

Com base nessas informações, podemos determinar que o terceiro termo dessa sequencia e igual a:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3107370 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Bertioga-SP

A IDADE DO DINHEIRO E DA DOR

A critica ao novo-rico é antiga. Aparece no texto do Satíricon, atribuído a Petrônio, especialmente no episódio da ceia de Trimalcião. O tema ecoa no Burguês Fidalgo, de Molière. É um tema universal.

Não preciso relembrar os itens centrais do ataque. Ostentação é coisa de dinheiro recente. Dinheiro antigo é discreto. A cor do novo capital é o dourado; sua urbe é Miami. O dinheiro novo tem artistas de eleição que não convém identificar. O mais interessante e que os ataques aos "novos-ricos" não saem apenas de aristocracias tradicionais, todavia de classes menos favorecidas.

Desde muito tempo, alguns membros do dito "povo" aceitam (em parte) que exista um grupo de elite cujo refinamento se perca das brumas do tempo. Apesar disso, se houver alguém que até ontem pegava ônibus ao seu lado, ou que morava em bairro com CEP mais popular ... Ah! Este sera ironizado e atacado. A reciproca é verdadeira, pois, quase sempre, o dinheiro recente é mais agressivo com grupos populares do que aqueles com ancestrais na nobreza do Segundo Reinado.

Interessante notar que, sob as capas e pátinas douradas, há pontos de proximidade. O que marca uma elite é seu acesso exclusivo a alguns beneficios. O novo-rico compra coisas caras e exibe-as como um sinal de distinçao. "Este e meu carro de luxo, estas sao minhas joias, e meu cachorrinho come tais produtos. Tenho o que você não tem, porque possuo coisas muito caras e exclusivas."

O chamado old money seria muito diferente? De alguma forma, não. A tradição, pela exclusividade, também busca se distinguir da plebe. Se o grupo "emergente" gasta rios de dinheiro para criar ilhas especiais, o tradicional invoca a história da sua ilha.

Então, ao contrário do primeiro, a tradição não gasta um apartamento de luxo para comprar uma pintura colorida da moda e coloca-la na sala de jantar, informando o preço aos convidados.

"Se minha fortuna tem mais de cem anos, o quadro de que eu me orgulho é um Di Cavalcanti, com o rosto de Vovó na fazenda." Isso, um artista de primeira linha ter pintado minha família, jamais será comum, porque o capital pode dourar tudo, porém esbarrará na história.

A tradição moral católica ensinava que existiam pecados por classe social. Os ricos? Poderiam ser condenados por avareza. Os pobres? Por inveja. Nos dois casos, estava asfaltada a via para o Inferno.

Compilado, Leandro Kamal. Disponível em [https://www.estadao.com.br/cuitura/leandro- kamal/a-idade-do-dinheiro-e-da-dor/], Publicado em 23.4.23 e consultado em 12.5.2023.

Das frases abaixo, identifique qual delas está com todos os pronomes empregados corretamente.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3107369 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Bertioga-SP

A IDADE DO DINHEIRO E DA DOR

A critica ao novo-rico é antiga. Aparece no texto do Satíricon, atribuído a Petrônio, especialmente no episódio da ceia de Trimalcião. O tema ecoa no Burguês Fidalgo, de Molière. É um tema universal.

Não preciso relembrar os itens centrais do ataque. Ostentação é coisa de dinheiro recente. Dinheiro antigo é discreto. A cor do novo capital é o dourado; sua urbe é Miami. O dinheiro novo tem artistas de eleição que não convém identificar. O mais interessante e que os ataques aos "novos-ricos" não saem apenas de aristocracias tradicionais, todavia de classes menos favorecidas.

Desde muito tempo, alguns membros do dito "povo" aceitam (em parte) que exista um grupo de elite cujo refinamento se perca das brumas do tempo. Apesar disso, se houver alguém que até ontem pegava ônibus ao seu lado, ou que morava em bairro com CEP mais popular ... Ah! Este sera ironizado e atacado. A reciproca é verdadeira, pois, quase sempre, o dinheiro recente é mais agressivo com grupos populares do que aqueles com ancestrais na nobreza do Segundo Reinado.

Interessante notar que, sob as capas e pátinas douradas, há pontos de proximidade. O que marca uma elite é seu acesso exclusivo a alguns beneficios. O novo-rico compra coisas caras e exibe-as como um sinal de distinçao. "Este e meu carro de luxo, estas sao minhas joias, e meu cachorrinho come tais produtos. Tenho o que você não tem, porque possuo coisas muito caras e exclusivas."

O chamado old money seria muito diferente? De alguma forma, não. A tradição, pela exclusividade, também busca se distinguir da plebe. Se o grupo "emergente" gasta rios de dinheiro para criar ilhas especiais, o tradicional invoca a história da sua ilha.

Então, ao contrário do primeiro, a tradição não gasta um apartamento de luxo para comprar uma pintura colorida da moda e coloca-la na sala de jantar, informando o preço aos convidados.

"Se minha fortuna tem mais de cem anos, o quadro de que eu me orgulho é um Di Cavalcanti, com o rosto de Vovó na fazenda." Isso, um artista de primeira linha ter pintado minha família, jamais será comum, porque o capital pode dourar tudo, porém esbarrará na história.

A tradição moral católica ensinava que existiam pecados por classe social. Os ricos? Poderiam ser condenados por avareza. Os pobres? Por inveja. Nos dois casos, estava asfaltada a via para o Inferno.

Compilado, Leandro Kamal. Disponível em [https://www.estadao.com.br/cuitura/leandro- kamal/a-idade-do-dinheiro-e-da-dor/], Publicado em 23.4.23 e consultado em 12.5.2023.

O advérbio é a palavra que modifica o sentido do verbo, acrescentando-lhe uma circunstância. Pode também se referir a um adjetivo ou a outro advérbio, ou, até mesmo, a uma oração inteira. Com base nessa informação e nos seus conhecimentos prévios, identifique os advérbios da sentença a seguir, e assinale a alternativa que os contenha, na ordem em que aparecem.

"Jorge e um ótimo funcionário, sempre se esforçou muito. Nunca chegou atrasado, mesmo morando longe da empresa."

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3107368 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Bertioga-SP

A IDADE DO DINHEIRO E DA DOR

A critica ao novo-rico é antiga. Aparece no texto do Satíricon, atribuído a Petrônio, especialmente no episódio da ceia de Trimalcião. O tema ecoa no Burguês Fidalgo, de Molière. É um tema universal.

Não preciso relembrar os itens centrais do ataque. Ostentação é coisa de dinheiro recente. Dinheiro antigo é discreto. A cor do novo capital é o dourado; sua urbe é Miami. O dinheiro novo tem artistas de eleição que não convém identificar. O mais interessante e que os ataques aos "novos-ricos" não saem apenas de aristocracias tradicionais, todavia de classes menos favorecidas.

Desde muito tempo, alguns membros do dito "povo" aceitam (em parte) que exista um grupo de elite cujo refinamento se perca das brumas do tempo. Apesar disso, se houver alguém que até ontem pegava ônibus ao seu lado, ou que morava em bairro com CEP mais popular ... Ah! Este sera ironizado e atacado. A reciproca é verdadeira, pois, quase sempre, o dinheiro recente é mais agressivo com grupos populares do que aqueles com ancestrais na nobreza do Segundo Reinado.

Interessante notar que, sob as capas e pátinas douradas, há pontos de proximidade. O que marca uma elite é seu acesso exclusivo a alguns beneficios. O novo-rico compra coisas caras e exibe-as como um sinal de distinçao. "Este e meu carro de luxo, estas sao minhas joias, e meu cachorrinho come tais produtos. Tenho o que você não tem, porque possuo coisas muito caras e exclusivas."

O chamado old money seria muito diferente? De alguma forma, não. A tradição, pela exclusividade, também busca se distinguir da plebe. Se o grupo "emergente" gasta rios de dinheiro para criar ilhas especiais, o tradicional invoca a história da sua ilha.

Então, ao contrário do primeiro, a tradição não gasta um apartamento de luxo para comprar uma pintura colorida da moda e coloca-la na sala de jantar, informando o preço aos convidados.

"Se minha fortuna tem mais de cem anos, o quadro de que eu me orgulho é um Di Cavalcanti, com o rosto de Vovó na fazenda." Isso, um artista de primeira linha ter pintado minha família, jamais será comum, porque o capital pode dourar tudo, porém esbarrará na história.

A tradição moral católica ensinava que existiam pecados por classe social. Os ricos? Poderiam ser condenados por avareza. Os pobres? Por inveja. Nos dois casos, estava asfaltada a via para o Inferno.

Compilado, Leandro Kamal. Disponível em [https://www.estadao.com.br/cuitura/leandro- kamal/a-idade-do-dinheiro-e-da-dor/], Publicado em 23.4.23 e consultado em 12.5.2023.

Sobre o texto foram feitas as asseverações a seguir.

I. "Aparece no texto do Satíricon, atribuído a Petrônio, especialmente no episódio da ceia de Trimalcião. O tema ecoa no Burguês Fidalgo" - no trecho em questão ao afirmar que o "tema ecoa no Burguês Fidalgo", Leandro Karnal, em linguagem figurada, deixa claro aos leitores que a critica ao novo rico está presente na obra Satíricon, mas não em Burguês Fidalgo.

II. Segundo o autor, difere os chamados "novos ricos" dos "endinheirados por tradição", o fato de o desejo de ostentação, no segundo grupo, ao contrário do primeiro, ser excessivamente latente.

III. Inferimos da leitura do texto que a população de baixa renda (a que o autor chama "povo"), aceita com naturalidade quando um igual, que até ontem pegava ônibus ao seu lado, enriquece; não admite, contudo, que um grupo de elite, de refinamento que atravessa gerações, tente atacar sua dignidade com gestos de arrogância ou desprezo.

IV. No último parágrafo do texto depreendemos a mensagem no sentido de que, sob a ótica da tradição moral católica, ricos e pobres - ambos não tem salvação.

São conclusões possíveis da leitura do texto o afirmado em:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3107367 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Bertioga-SP

"DESIGUALDADE SOCIAL É MAIOR RESPONSÁVEL POR CRISE HÍDRICA EM GRANDES CIDADES"

I. Nas últimas duas décadas, inúmeras cidades metropolitanas em todo o mundo enfrentaram escassez severa de água devido às secas e ao uso insustentável da água. As projeções futuras são ainda mais preocupantes, pois agora, além das mudanças climáticas e do crescimento das populações urbanas, a crescente desigualdade social também é um fator para que as crises hídricas se agravem.

II. Enquanto a elite utiliza muitos recursos hídricos para lazer, uma outra parcela da população não tem acesso à água para disfrutar do básico, como beber e tomar banho. Essa distribuição desigual, que prejudica mais aqueles que são social, econômica e politicamente desfavorecidos, foi explorada em um artigo publicado na Nature Sustainability.

III. Os especialistas avaliam que estudos científicos tendem a explicar o aumento da demanda hídrica como consequência da expansão das áreas urbanizadas e do crescimento populacional. Porém, essas análises falham em reconhecer como o poder social e a heterogeneidade na sociedade moldam a forma como as crises hídricas urbanas se desenrolam e quem é vulnerável a elas.

IV. Por meio de uma abordagem interdisciplinar, o estudo observou o uso doméstico de água desigual nos espaços urbanos e estimou as tendências de consumo de água para diferentes grupos sociais. O resultado revelou que as elites urbanas consomem água em excesso para tarefas como encher suas piscinas, regar seus jardins ou lavar seus carros

V. "Mais de 80 grandes cidades em todo o mundo sofreram com a escassez de água nos últimos 20 anos, nossas projeções mostram que a situação pode piorar _(I)_ que a distância entre ricos e pobres aumenta em muitas partes do mundo", alerta Hannah Cloke, hidróloga da Universidade de Reading, em comunicado. "Isso mostra os vínculos estreitos entre a desigualdade social, econômica e ambiental. Todos sofrerão as consequências, _(II)_ que desenvolvamos formas mais justas de compartilhar a água nas cidades*, completa.

Compilado. Disponível em [https://revistagalieu.globo.com/um-so-planeta/noticia/2023/05/desigualdade-social-e- maior-responsavel-por-crise-hidrica-em-grandes-cidades.ghtmij. Publicado e consultado em 15.5.2023.

Encontramos, no texto, um vocábulo grafado de maneira incorreta, em oposição à ortografia vigente em território nacional. Tal termo consta do excerto reproduzido em qual alternativa?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3107366 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Bertioga-SP

"DESIGUALDADE SOCIAL É MAIOR RESPONSÁVEL POR CRISE HÍDRICA EM GRANDES CIDADES"

I. Nas últimas duas décadas, inúmeras cidades metropolitanas em todo o mundo enfrentaram escassez severa de água devido às secas e ao uso insustentável da água. As projeções futuras são ainda mais preocupantes, pois agora, além das mudanças climáticas e do crescimento das populações urbanas, a crescente desigualdade social também é um fator para que as crises hídricas se agravem.

II. Enquanto a elite utiliza muitos recursos hídricos para lazer, uma outra parcela da população não tem acesso à água para disfrutar do básico, como beber e tomar banho. Essa distribuição desigual, que prejudica mais aqueles que são social, econômica e politicamente desfavorecidos, foi explorada em um artigo publicado na Nature Sustainability.

III. Os especialistas avaliam que estudos científicos tendem a explicar o aumento da demanda hídrica como consequência da expansão das áreas urbanizadas e do crescimento populacional. Porém, essas análises falham em reconhecer como o poder social e a heterogeneidade na sociedade moldam a forma como as crises hídricas urbanas se desenrolam e quem é vulnerável a elas.

IV. Por meio de uma abordagem interdisciplinar, o estudo observou o uso doméstico de água desigual nos espaços urbanos e estimou as tendências de consumo de água para diferentes grupos sociais. O resultado revelou que as elites urbanas consomem água em excesso para tarefas como encher suas piscinas, regar seus jardins ou lavar seus carros

V. "Mais de 80 grandes cidades em todo o mundo sofreram com a escassez de água nos últimos 20 anos, nossas projeções mostram que a situação pode piorar _(I)_ que a distância entre ricos e pobres aumenta em muitas partes do mundo", alerta Hannah Cloke, hidróloga da Universidade de Reading, em comunicado. "Isso mostra os vínculos estreitos entre a desigualdade social, econômica e ambiental. Todos sofrerão as consequências, _(II)_ que desenvolvamos formas mais justas de compartilhar a água nas cidades*, completa.

Compilado. Disponível em [https://revistagalieu.globo.com/um-so-planeta/noticia/2023/05/desigualdade-social-e- maior-responsavel-por-crise-hidrica-em-grandes-cidades.ghtmij. Publicado e consultado em 15.5.2023.

Avalie os termos sublinhados em cada um dos fragmentos a seguir elencados.

I. "social, econômica e politicamente desfavorecidos".

Il. "inúmeras cidades metropolitanas".

III. "formas mais justas de compartilhar a água".

IV. "tendem a explicar o aumento da demanda hídrica".

É válido asseverar que, no contexto em que se encontram inseridas, classificam-se morfologicamente como adjetivos as palavras grifadas:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3107365 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Bertioga-SP

"DESIGUALDADE SOCIAL É MAIOR RESPONSÁVEL POR CRISE HÍDRICA EM GRANDES CIDADES"

I. Nas últimas duas décadas, inúmeras cidades metropolitanas em todo o mundo enfrentaram escassez severa de água devido às secas e ao uso insustentável da água. As projeções futuras são ainda mais preocupantes, pois agora, além das mudanças climáticas e do crescimento das populações urbanas, a crescente desigualdade social também é um fator para que as crises hídricas se agravem.

II. Enquanto a elite utiliza muitos recursos hídricos para lazer, uma outra parcela da população não tem acesso à água para disfrutar do básico, como beber e tomar banho. Essa distribuição desigual, que prejudica mais aqueles que são social, econômica e politicamente desfavorecidos, foi explorada em um artigo publicado na Nature Sustainability.

III. Os especialistas avaliam que estudos científicos tendem a explicar o aumento da demanda hídrica como consequência da expansão das áreas urbanizadas e do crescimento populacional. Porém, essas análises falham em reconhecer como o poder social e a heterogeneidade na sociedade moldam a forma como as crises hídricas urbanas se desenrolam e quem é vulnerável a elas.

IV. Por meio de uma abordagem interdisciplinar, o estudo observou o uso doméstico de água desigual nos espaços urbanos e estimou as tendências de consumo de água para diferentes grupos sociais. O resultado revelou que as elites urbanas consomem água em excesso para tarefas como encher suas piscinas, regar seus jardins ou lavar seus carros

V. "Mais de 80 grandes cidades em todo o mundo sofreram com a escassez de água nos últimos 20 anos, nossas projeções mostram que a situação pode piorar _(I)_ que a distância entre ricos e pobres aumenta em muitas partes do mundo", alerta Hannah Cloke, hidróloga da Universidade de Reading, em comunicado. "Isso mostra os vínculos estreitos entre a desigualdade social, econômica e ambiental. Todos sofrerão as consequências, _(II)_ que desenvolvamos formas mais justas de compartilhar a água nas cidades*, completa.

Compilado. Disponível em [https://revistagalieu.globo.com/um-so-planeta/noticia/2023/05/desigualdade-social-e- maior-responsavel-por-crise-hidrica-em-grandes-cidades.ghtmij. Publicado e consultado em 15.5.2023.

"Nas últimas duas décadas, inúmeras cidades metropolitanas em todo o mundo enfrentaram escassez severa de água devido as secas e ao uso insustentável da agua."

Assinale a alternativa na qual o excerto foi reescrito de forma a preservar seu sentido original e respeitando as normas de pontuação vigentes.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas