Foram encontradas 35 questões.
A Vigilância em Saúde compreende várias frentes de vigilância sanitária, atenção
às doenças infectocontagiosas, notificação de eventos adversos, entre outras.
Sobre a necessidade de notificar a ocorrência de agravos, assinale a afirmativa
FALSA:
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São diretrizes da Política Nacional de Vigilância em saúde (Resolução nº 588/2018
do Conselho Nacional de Saúde, CNS), EXCETO:
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Por princípio, entende-se o que causa ou força a ação, ou que dispara um determinado movimento no plano das políticas públicas. A Política Nacional de Humanização - PNH, como movimento de mudança dos modelos de atenção e gestão,
possui três princípios a partir dos quais se desdobra enquanto política pública de
saúde, a saber, EXCETO:
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De acordo com a PNAB, a Política Nacional de Atenção Básica originária, em parte
do Pacto pela Saúde, é CORRETO afirmar:
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- SUSEvolução Histórica
- SUSLei 8.080/1990: Lei Orgânica da SaúdeSistema Único de SaúdePrincípios, Objetivos, Diretrizes e Atribuições.
- Planejamento e Gestão
As afirmativas abaixo falam a respeito da criação do SUS e do contexto histórico
em que aconteceu, EXCETO:
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Sobre os modelos assistenciais no Brasil, assinale a afirmativa FALSA:
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Escutatória
Faz muito tempo, nunca me esqueci. Eu ia de ônibus. Atrás, duas mulheres conversavam. Uma delas contava para a amiga os seus sofrimentos. (Contoume uma amiga, nordestina, que o jogo que as mulheres do Nordeste gostam de
fazer quando conversam umas com as outras é comparar sofrimentos. Quanto
maior o sofrimento, mais bonitas são a mulher e a sua vida. Conversar é a arte de
produzir-se literariamente como mulher de sofrimentos. Acho que foi lá que a ópera
foi inventada. A alma é uma literatura. É nisso que se baseia a psicanálise...). Voltando ao ônibus. Falavam de sofrimentos. Uma delas contava do marido hospitalizado, dos médicos, dos exames complicados, das injeções na veia — a enfermeira nunca acertava —, dos vômitos e das urinas. Era um relato comovente de
dor. Até que o relato chegou ao fim, esperando, evidentemente, o aplauso, a admiração, uma palavra de acolhimento na alma da outra que, supostamente, ouvia.
Mas o que a sofredora ouviu foi o seguinte: “Mas isso não é nada...”. A segunda
iniciou, então, uma história de sofrimentos incomparavelmente mais terríveis e dignos de uma ópera que os sofrimentos da primeira.
Parafraseio o Alberto Caeiro: “Não é bastante ter ouvidos para se ouvir o
que é dito. É preciso também que haja silêncio dentro da alma”. Daí a dificuldade:
a gente não aguenta ouvir o que o outro diz sem logo dar um palpite melhor, sem
misturar o que ele diz com aquilo que a gente tem a dizer. Como se aquilo que ele
diz não fosse digno de descansada consideração e precisasse ser complementado
por aquilo que a gente tem a dizer, que é muito melhor. No fundo somos todos
iguais às duas mulheres do ônibus. Certo estava Lichtenberg — citado por Murilo
Mendes: “Há quem não ouça até que lhe cortem as orelhas”.
(ALVES, Rubem. O amor que acende a lua. 8. ed. Campinas, SP: Papirus, 1999 –
fragmento).
Uma delas falava do marido hospitalizado, dos médicos e dos exames complicados.
A = uma delas
B = falava
C = do marido hospitalizado
D = dos médicos
E = dos exames complicados
Considerando que as setas representam relações sintáticas, assinale a alternativa que corresponde à estrutura do período.
Desconsidere a ausência de maiúsculas, de pontuação e do “e”.
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Escutatória
Faz muito tempo, nunca me esqueci. Eu ia de ônibus. Atrás, duas mulheres conversavam. Uma delas contava para a amiga os seus sofrimentos. (Contoume uma amiga, nordestina, que o jogo que as mulheres do Nordeste gostam de
fazer quando conversam umas com as outras é comparar sofrimentos. Quanto
maior o sofrimento, mais bonitas são a mulher e a sua vida. Conversar é a arte de
produzir-se literariamente como mulher de sofrimentos. Acho que foi lá que a ópera
foi inventada. A alma é uma literatura. É nisso que se baseia a psicanálise...). Voltando ao ônibus. Falavam de sofrimentos. Uma delas contava do marido hospitalizado, dos médicos, dos exames complicados, das injeções na veia — a enfermeira nunca acertava —, dos vômitos e das urinas. Era um relato comovente de
dor. Até que o relato chegou ao fim, esperando, evidentemente, o aplauso, a admiração, uma palavra de acolhimento na alma da outra que, supostamente, ouvia.
Mas o que a sofredora ouviu foi o seguinte: “Mas isso não é nada...”. A segunda
iniciou, então, uma história de sofrimentos incomparavelmente mais terríveis e dignos de uma ópera que os sofrimentos da primeira.
Parafraseio o Alberto Caeiro: “Não é bastante ter ouvidos para se ouvir o
que é dito. É preciso também que haja silêncio dentro da alma”. Daí a dificuldade:
a gente não aguenta ouvir o que o outro diz sem logo dar um palpite melhor, sem
misturar o que ele diz com aquilo que a gente tem a dizer. Como se aquilo que ele
diz não fosse digno de descansada consideração e precisasse ser complementado
por aquilo que a gente tem a dizer, que é muito melhor. No fundo somos todos
iguais às duas mulheres do ônibus. Certo estava Lichtenberg — citado por Murilo
Mendes: “Há quem não ouça até que lhe cortem as orelhas”.
(ALVES, Rubem. O amor que acende a lua. 8. ed. Campinas, SP: Papirus, 1999 –
fragmento).
A palavra sofrimentos tem
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Escutatória
Faz muito tempo, nunca me esqueci. Eu ia de ônibus. Atrás, duas mulheres conversavam. Uma delas contava para a amiga os seus sofrimentos. (Contoume uma amiga, nordestina, que o jogo que as mulheres do Nordeste gostam de
fazer quando conversam umas com as outras é comparar sofrimentos. Quanto
maior o sofrimento, mais bonitas são a mulher e a sua vida. Conversar é a arte de
produzir-se literariamente como mulher de sofrimentos. Acho que foi lá que a ópera
foi inventada. A alma é uma literatura. É nisso que se baseia a psicanálise...). Voltando ao ônibus. Falavam de sofrimentos. Uma delas contava do marido hospitalizado, dos médicos, dos exames complicados, das injeções na veia — a enfermeira nunca acertava —, dos vômitos e das urinas. Era um relato comovente de
dor. Até que o relato chegou ao fim, esperando, evidentemente, o aplauso, a admiração, uma palavra de acolhimento na alma da outra que, supostamente, ouvia.
Mas o que a sofredora ouviu foi o seguinte: “Mas isso não é nada...”. A segunda
iniciou, então, uma história de sofrimentos incomparavelmente mais terríveis e dignos de uma ópera que os sofrimentos da primeira.
Parafraseio o Alberto Caeiro: “Não é bastante ter ouvidos para se ouvir o
que é dito. É preciso também que haja silêncio dentro da alma”. Daí a dificuldade:
a gente não aguenta ouvir o que o outro diz sem logo dar um palpite melhor, sem
misturar o que ele diz com aquilo que a gente tem a dizer. Como se aquilo que ele
diz não fosse digno de descansada consideração e precisasse ser complementado
por aquilo que a gente tem a dizer, que é muito melhor. No fundo somos todos
iguais às duas mulheres do ônibus. Certo estava Lichtenberg — citado por Murilo
Mendes: “Há quem não ouça até que lhe cortem as orelhas”.
(ALVES, Rubem. O amor que acende a lua. 8. ed. Campinas, SP: Papirus, 1999 –
fragmento).
(1) Sujeito
(2) Objeto direto
( ) Uma delas contava para a amiga os seus sofrimentos.
( ) Contou-me uma amiga...
( ) Parafraseio o Alberto Caeiro...
( ) Certo estava Lichtenberg...
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
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Escutatória
Faz muito tempo, nunca me esqueci. Eu ia de ônibus. Atrás, duas mulheres conversavam. Uma delas contava para a amiga os seus sofrimentos. (Contoume uma amiga, nordestina, que o jogo que as mulheres do Nordeste gostam de
fazer quando conversam umas com as outras é comparar sofrimentos. Quanto
maior o sofrimento, mais bonitas são a mulher e a sua vida. Conversar é a arte de
produzir-se literariamente como mulher de sofrimentos. Acho que foi lá que a ópera
foi inventada. A alma é uma literatura. É nisso que se baseia a psicanálise...). Voltando ao ônibus. Falavam de sofrimentos. Uma delas contava do marido hospitalizado, dos médicos, dos exames complicados, das injeções na veia — a enfermeira nunca acertava —, dos vômitos e das urinas. Era um relato comovente de
dor. Até que o relato chegou ao fim, esperando, evidentemente, o aplauso, a admiração, uma palavra de acolhimento na alma da outra que, supostamente, ouvia.
Mas o que a sofredora ouviu foi o seguinte: “Mas isso não é nada...”. A segunda
iniciou, então, uma história de sofrimentos incomparavelmente mais terríveis e dignos de uma ópera que os sofrimentos da primeira.
Parafraseio o Alberto Caeiro: “Não é bastante ter ouvidos para se ouvir o
que é dito. É preciso também que haja silêncio dentro da alma”. Daí a dificuldade:
a gente não aguenta ouvir o que o outro diz sem logo dar um palpite melhor, sem
misturar o que ele diz com aquilo que a gente tem a dizer. Como se aquilo que ele
diz não fosse digno de descansada consideração e precisasse ser complementado
por aquilo que a gente tem a dizer, que é muito melhor. No fundo somos todos
iguais às duas mulheres do ônibus. Certo estava Lichtenberg — citado por Murilo
Mendes: “Há quem não ouça até que lhe cortem as orelhas”.
(ALVES, Rubem. O amor que acende a lua. 8. ed. Campinas, SP: Papirus, 1999 –
fragmento).
A reescrita desse período com a inserção de um conector está CORRETA em:
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