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Foram encontradas 20 questões.

2252361 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Cachoeira Pajeú-MG
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Com os algarismos 1, 2, 4, 5 e 8 construímos todos os números de três algarismos distintos. A soma de todos esses números é igual a

 

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2252360 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Cachoeira Pajeú-MG
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Ao escalar uma trilha de montanha, um alpinista percorre 486 metros na primeira hora e, a cada hora após a primeira, percorre !$ \dfrac{1}{3} !$ do que percorreu na hora precedente. O tempo, em horas, necessário para completar um percurso de 728 metros é igual a

 

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2252349 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Cachoeira Pajeú-MG
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Considere f : XY e g : Y Z duas funções dadas. Então, é INCORRETO afirmar que

 

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O caminho de volta

Como encontrar o que é de fato essencial na vida da gente, das coisas às amizades e sentimentos

Em seu livro É tudo tão simples, Danuza Leão conta que passou metade da vida adquirindo coisas e que agora, na segunda metade, luta para se livrar delas. O dilema me soa familiar. Há anos o meu excesso de roupas e objetos me desorganiza. Até para me desfazer dele eu dispendo uma parte razoável do meu tempo.

Quando o que temos exige mais de nós do que nos serve, é hora de repensar. O que não é fácil, para quem nasceu sob a lógica do consumo. Oscilo entre a lucidez de Danuza e a euforia dos momentos em que um fatiador de ovo cozido parece a solução de uma vida.

Há alguns dias, uma conversa com minha amiga Hilaine Yaccoub ajustou meu olhar. Doutora em antropologia do consumo, Hilaine nasceu em Niterói e escolheu a Barreira do Vasco (RJ) para sua pesquisa de campo. Para imergir como uma antropóloga, não bastava ir àquela favela. Era preciso viver nela. Foi o que fez, de 2011 a 2015. Sua vizinha e amiga na Barreira, a presidente da associação dos moradores da comunidade, Vaninha, prepara diariamente cachorro-quente ou pipoca para as crianças. Hilaine cansou de ouvi-la pedindo à filha para ir "à casa da Sílvia pegar a pipoqueira". Até que não resistiu à pergunta: "Por que você não compra a própria pipoqueira?". A resposta foi precisa: "Olha o tamanho da minha cozinha. Se eu for comprar tudo o que eu preciso, quem vai morar na minha casa são as coisas". Começava ali o aprendizado que Hilaine chama de "conversão". Resta saber quem foi que fez o doutorado ali. "Empatia não é só se colocar no lugar do outro, é ser impactado pela emoção do outro", provoca Hilaine. Ela saiu da Barreira transformada pela lição. Prova disso é que lança em breve um livro sobre essa experiência — não é justo guardar para si um aprendizado dessa dimensão.

Seu problema atual é encontrar um título para a obra. Resumir sua vivência a poucas palavras empobrece seu significado. Como costuma ser o conceito de favela no imaginário de quem não mora lá. Já na visão dos moradores, somos nós os esquisitos, por demorarmos tanto a desaprender esse individualismo que nos deteriora e enfraquece. Na favela, as coisas sempre foram assim. "Lá se aprende, desde pequeno, a pensar na necessidade do outro. Não por bondade, mas por estarem todos no mesmo barco", explica Hilaine. São relações niveladas pela vulnerabilidade que forjam os conceitos morais e éticos de um lugar onde a crise não está só de passagem, onde a fragilidade é constante.

Do lado de fora, preferimos nos munir de coisas, na ilusão de que assim estaremos protegidos. E o que chamamos de "redes sociais" só corrobora a solidão. A verdadeira rede social está na favela. Faz tempo que suas leis simples nos indicam o caminho de volta.

(GUERRA, Cris. O caminho de volta. Revista Vida Simples, jun. 2018, p. 56. Adaptado.)

Considere o trecho: “E o que chamamos de redes sociais só corrobora a solidão.” (Linhas 25-26). Tendo em vista o contexto em que foi empregado, o verbo “corrobora” significa

 

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2252324 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Cachoeira Pajeú-MG
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Se i é a unidade imaginária, então o número complexo !$ \left ( \dfrac{\sqrt{2}}{2} + \dfrac{\sqrt{2}}{2}i \right)^{12} !$ é igual a

 

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O caminho de volta

Como encontrar o que é de fato essencial na vida da gente, das coisas às amizades e sentimentos

Em seu livro É tudo tão simples, Danuza Leão conta que passou metade da vida adquirindo coisas e que agora, na segunda metade, luta para se livrar delas. O dilema me soa familiar. Há anos o meu excesso de roupas e objetos me desorganiza. Até para me desfazer dele eu dispendo uma parte razoável do meu tempo.

Quando o que temos exige mais de nós do que nos serve, é hora de repensar. O que não é fácil, para quem nasceu sob a lógica do consumo. Oscilo entre a lucidez de Danuza e a euforia dos momentos em que um fatiador de ovo cozido parece a solução de uma vida.

Há alguns dias, uma conversa com minha amiga Hilaine Yaccoub ajustou meu olhar. Doutora em antropologia do consumo, Hilaine nasceu em Niterói e escolheu a Barreira do Vasco (RJ) para sua pesquisa de campo. Para imergir como uma antropóloga, não bastava ir àquela favela. Era preciso viver nela. Foi o que fez, de 2011 a 2015. Sua vizinha e amiga na Barreira, a presidente da associação dos moradores da comunidade, Vaninha, prepara diariamente cachorro-quente ou pipoca para as crianças. Hilaine cansou de ouvi-la pedindo à filha para ir "à casa da Sílvia pegar a pipoqueira". Até que não resistiu à pergunta: "Por que você não compra a própria pipoqueira?". A resposta foi precisa: "Olha o tamanho da minha cozinha. Se eu for comprar tudo o que eu preciso, quem vai morar na minha casa são as coisas". Começava ali o aprendizado que Hilaine chama de "conversão". Resta saber quem foi que fez o doutorado ali. "Empatia não é só se colocar no lugar do outro, é ser impactado pela emoção do outro", provoca Hilaine. Ela saiu da Barreira transformada pela lição. Prova disso é que lança em breve um livro sobre essa experiência — não é justo guardar para si um aprendizado dessa dimensão.

Seu problema atual é encontrar um título para a obra. Resumir sua vivência a poucas palavras empobrece seu significado. Como costuma ser o conceito de favela no imaginário de quem não mora lá. Já na visão dos moradores, somos nós os esquisitos, por demorarmos tanto a desaprender esse individualismo que nos deteriora e enfraquece. Na favela, as coisas sempre foram assim. "Lá se aprende, desde pequeno, a pensar na necessidade do outro. Não por bondade, mas por estarem todos no mesmo barco", explica Hilaine. São relações niveladas pela vulnerabilidade que forjam os conceitos morais e éticos de um lugar onde a crise não está só de passagem, onde a fragilidade é constante.

Do lado de fora, preferimos nos munir de coisas, na ilusão de que assim estaremos protegidos. E o que chamamos de "redes sociais" só corrobora a solidão. A verdadeira rede social está na favela. Faz tempo que suas leis simples nos indicam o caminho de volta.

(GUERRA, Cris. O caminho de volta. Revista Vida Simples, jun. 2018, p. 56. Adaptado.)

De acordo com o texto, viver na favela permitiu à antropóloga, EXCETO

 

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O caminho de volta

Como encontrar o que é de fato essencial na vida da gente, das coisas às amizades e sentimentos

Em seu livro É tudo tão simples, Danuza Leão conta que passou metade da vida adquirindo coisas e que agora, na segunda metade, luta para se livrar delas. O dilema me soa familiar. Há anos o meu excesso de roupas e objetos me desorganiza. Até para me desfazer dele eu dispendo uma parte razoável do meu tempo.

Quando o que temos exige mais de nós do que nos serve, é hora de repensar. O que não é fácil, para quem nasceu sob a lógica do consumo. Oscilo entre a lucidez de Danuza e a euforia dos momentos em que um fatiador de ovo cozido parece a solução de uma vida.

Há alguns dias, uma conversa com minha amiga Hilaine Yaccoub ajustou meu olhar. Doutora em antropologia do consumo, Hilaine nasceu em Niterói e escolheu a Barreira do Vasco (RJ) para sua pesquisa de campo. Para imergir como uma antropóloga, não bastava ir àquela favela. Era preciso viver nela. Foi o que fez, de 2011 a 2015. Sua vizinha e amiga na Barreira, a presidente da associação dos moradores da comunidade, Vaninha, prepara diariamente cachorro-quente ou pipoca para as crianças. Hilaine cansou de ouvi-la pedindo à filha para ir "à casa da Sílvia pegar a pipoqueira". Até que não resistiu à pergunta: "Por que você não compra a própria pipoqueira?". A resposta foi precisa: "Olha o tamanho da minha cozinha. Se eu for comprar tudo o que eu preciso, quem vai morar na minha casa são as coisas". Começava ali o aprendizado que Hilaine chama de "conversão". Resta saber quem foi que fez o doutorado ali. "Empatia não é só se colocar no lugar do outro, é ser impactado pela emoção do outro", provoca Hilaine. Ela saiu da Barreira transformada pela lição. Prova disso é que lança em breve um livro sobre essa experiência — não é justo guardar para si um aprendizado dessa dimensão.

Seu problema atual é encontrar um título para a obra. Resumir sua vivência a poucas palavras empobrece seu significado. Como costuma ser o conceito de favela no imaginário de quem não mora lá. Já na visão dos moradores, somos nós os esquisitos, por demorarmos tanto a desaprender esse individualismo que nos deteriora e enfraquece. Na favela, as coisas sempre foram assim. "Lá se aprende, desde pequeno, a pensar na necessidade do outro. Não por bondade, mas por estarem todos no mesmo barco", explica Hilaine. São relações niveladas pela vulnerabilidade que forjam os conceitos morais e éticos de um lugar onde a crise não está só de passagem, onde a fragilidade é constante.

Do lado de fora, preferimos nos munir de coisas, na ilusão de que assim estaremos protegidos. E o que chamamos de "redes sociais" só corrobora a solidão. A verdadeira rede social está na favela. Faz tempo que suas leis simples nos indicam o caminho de volta.

(GUERRA, Cris. O caminho de volta. Revista Vida Simples, jun. 2018, p. 56. Adaptado.)

Após ler o texto, pode-se inferir que o título “caminho de volta” significa

 

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2252296 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Cachoeira Pajeú-MG
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Para cercar um terreno retangular de 96m2 de área, foram usados 120 metros de arame. Sabendo-se que a cerca era formada por três fios de arame, a diferença, em metros, entre o comprimento e a largura desse terreno é de

 

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2252294 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Cachoeira Pajeú-MG
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Se em uma loja eu comprar um par de sapatos, duas calças e três camisas, pagarei R$520,00. Se comprar, na mesma loja, um par de sapatos, três calças e cinco camisas, pagarei R$760,00. Na compra de um par de sapatos, de uma calça e de uma camisa, nessa mesma loja, pagarei

 

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2252437 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Cachoeira Pajeú-MG
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Se abcd é o menor número de 4 algarismos distintos que é divisível por 11, então a + b + c + d é igual a

Questão Anulada e Desatualizada

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