Magna Concursos

Foram encontradas 40 questões.

1148529 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
Provas:

TEXTO 1

Como representantes legítimos da sociedade brasileira, os jornais brasileiros, de forma mais ou menos explícita, apresentam situações diversas de preconceitos linguísticos. Um caso explícito de que tenho conhecimento foi veiculado em 1995, pelo Correio Braziliense, um dos mais conceituados jornais de Brasília.

Em fevereiro de 1995, o Correio Braziliense inaugurou uma seção intitulada “A última do português”, extremamente preconceituosa e, consequentemente, desrespeitosa, com a seguinte chamada: Uma seção de olho nos atentados ao idioma. Nesta seção, o Correio explicita, à página 26, que tinha como objetivo ser “uma seção de crítica ao idioma português falado e escrito por autoridades brasileiras em discursos, entrevistas e documentos”. O título da seção e a chamada que a inaugura já revelam a visão preconceituosa que vai nortear os artigos.

A pessoa que apresenta a seção – não identificada nesta primeira matéria – revela explicitamente este preconceito logo no primeiro parágrafo: “a seção não deve ser entendida como uma alusão aos nossos irmãos do além-mar, que falam o idioma melhor que os brasileiros.” No terceiro parágrafo, o preconceito linguístico é ainda mais evidente: afirma-se que “o português falado no Brasil possui as peculiaridades do linguajar dos colonizados. É um idioma destinado a esconder o pensamento e jamais revelar intenções. Faz sentido do ponto de vista político, mas provoca monumentais desencontros na comunicação”.

A meu ver, o apresentador da seção faz confusão entre língua e discurso político, e suas palavras refletem uma visão equivocada de língua, que nos tem sido passada ao longo dos séculos: a visão de que há línguas estruturalmente melhores do que outras; mais ricas e mais complexas – o que já se sabe que, do ponto de vista da estrutura linguística, não é verdade.

SCHERRE, Maria Marta P. Doa-se lindos filhotes de poodle: variação linguística, mídia e preconceito. São Paulo: Parábola, 2005, p.38-39. Adaptado.

As informações do Texto 1 levam o leitor a concluir que:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Segundo Libâneo (1990), o papel da escola, na tendência progressista crítico-social dos conteúdos, é

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

O currículo orientado para desenvolver competências é aquele que permite ao estudante agir com eficiência, utilizando propriedade, conhecimentos e valores na ação que desenvolve e agindo com a mesma propriedade em situações diversas (Cruz, 2001). Nessa perspectiva, o trabalho curricular para o desenvolvimento de competências se efetiva na

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1136630 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE

TEXTO 1

Brasil cultiva discurso de ódio nas redes sociais, mostra pesquisa

Na Sociologia e na Literatura, o brasileiro foi por vezes tratado como cordial e hospitaleiro, mas não é isso o que ac ontece nas redes sociais: a democracia racial apregoada por Gilberto Freyre passa ao largo do que acontece diariamente nas comunidades virtuais do país. Levantamento inédito realizado pelo projeto Comunica que Muda , iniciativa da agência Nova/sb, mostra em números a intolerância do internauta tupiniquim.

Entre abril e junho, um algoritmo vasculhou plataformas como Facebook, Twitter e Instagram atrás de mensagens e textos sobre temas sensíveis, como racismo, posicionamento político e homofobia. Foram i dentificadas 393.284 menções, sendo 84% delas com abordagem negativa, de exposição do preconceito e da discriminação. Aquele brasileiro cordial não usa a internet no Brasil diz Thiago Tavares, presidente da ONG SaferNet Brasil. O que a ge nte tem visto nas redes sociais é o acirramento do discurso de ódio, de intolerância às diferenças.

Como resultado do panorama político gerado a partir das eleições de 2014, “coxinhas” e “petralhas” realizam intenso debate nas redes, na maioria das ve zes com xingamentos e discursos rasos, que incentivam o ódio e a divisão. Do total de mensagens analisadas, 219.272 tinham cunho político, sendo que 97,4% delas abordavam aspectos negativos. A segregação virtual foi materializada no muro erguido no gramado do Congresso Nacional para separar manifestantes contra e a favor do afastamento da presidente Dilma Rousseff.

O segundo tema com maior número de mensagens foi o ódio às mulheres. Muitos internautas parecem não entender que lugar de mulher é onde ela quiser, e a misoginia se alastra pelas redes. Assédio, pornografia de vingança, incitação ao estupro e outras violências são, por vezes, travestidos de “piadas” que são curtidas e compartilhadas, reforçando no ambiente virtual o machismo presente na sociedade. Ao todo, foram coletadas 49.544 citações que abordavam as desigualdades de gênero, sendo 88% delas com viés intolerante.

Pessoas com algum tipo de deficiência, que lutam no dia a dia por seus direitos, também são achincalhadas nas redes sociais. O levantamento captou 40.801 mensagens sobre o tema, sendo 93,4% com abordagem negativa. Termos como “leproso” e “retardado mental” e o uso da deficiência para “justificar” direitos são usados nessas citações. [...]

– Ao contrário do que muita gente acha, o Brasil é intolerante. A cada 23 minutos, um jovem negro é assassinado no país; a cada 11 minutos, uma mulher é estuprada – ressalta Bob Vieira, diretor executivo da agência Nova/sb. – As redes sociais fazem nada mais que amplificar esse ódio, reafirmar os preconceitos que as pessoas já têm.

Vieira destaca que o levantamento captou dois tipos de intolerância. O visível, em que o agressor vai direto ao ponto; e o invisível, mais sutil, que se esconde em comentários que podem passar despercebidos, pois abordam discursos que já foram incorporados pela sociedade, mas não pelas vítimas. – É quando a professora fala para a aluna alisar o cabelo para ficar bonita ou o crítico trata o Bolsa-Família como esmola – diz Vieira. [...]

Mais que constatar a existência do preconceito nas redes sociais, o estudo quer debater a tênue linha que separa o discurso de ódio do direito à liberdade de expressão. Paula Martins, diretora executiva da ONG Artigo 19, acredita que o combate à intolerância deve acontecer pelo fomento à tolerância e à pluralidade, não por medidas restritivas. – O direito à liberdade de expressão não é absoluto. Legislações tratam o discurso de ódio explicitamente como um limitador da liberdade de expressão – avalia. – Mas cada caso deve ser tratado de forma individualizada. [...]

Disponível em: https://oglobo.globo.com/sociedade/brasil-cultiva-discurso-de-odio-nas-redes-sociais-mostra-pesquisa-19841017. Acesso em: 07/09/2018. Adaptado.

Analise o emprego do sinal de crase no trecho:

o combate à intolerância deve acontecer pelo fomento à tolerância e à pluralidade, não por medidas restritivas”.

Assinale a alternativa em que o emprego desse sinal está igualmente adequado.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1135939 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
Provas:

TEXTO 1

Como representantes legítimos da sociedade brasileira, os jornais brasileiros, de forma mais ou menos explícita, apresentam situações diversas de preconceitos linguísticos. Um caso explícito de que tenho conhecimento foi veiculado em 1995, pelo Correio Braziliense, um dos mais conceituados jornais de Brasília.

Em fevereiro de 1995, o Correio Braziliense inaugurou uma seção intitulada “A última do português”, extremamente preconceituosa e, consequentemente, desrespeitosa, com a seguinte chamada: Uma seção de olho nos atentados ao idioma. Nesta seção, o Correio explicita, à página 26, que tinha como objetivo ser “uma seção de crítica ao idioma português falado e escrito por autoridades brasileiras em discursos, entrevistas e documentos”. O título da seção e a chamada que a inaugura já revelam a visão preconceituosa que vai nortear os artigos.

A pessoa que apresenta a seção – não identificada nesta primeira matéria – revela explicitamente este preconceito logo no primeiro parágrafo: “a seção não deve ser entendida como uma alusão aos nossos irmãos do além-mar, que falam o idioma melhor que os brasileiros.” No terceiro parágrafo, o preconceito linguístico é ainda mais evidente: afirma-se que “o português falado no Brasil possui as peculiaridades do linguajar dos colonizados. É um idioma destinado a esconder o pensamento e jamais revelar intenções. Faz sentido do ponto de vista político, mas provoca monumentais desencontros na comunicação”.

A meu ver, o apresentador da seção faz confusão entre língua e discurso político, e suas palavras refletem uma visão equivocada de língua, que nos tem sido passada ao longo dos séculos: a visão de que há línguas estruturalmente melhores do que outras; mais ricas e mais complexas – o que já se sabe que, do ponto de vista da estrutura linguística, não é verdade.

SCHERRE, Maria Marta P. Doa-se lindos filhotes de poodle: variação linguística, mídia e preconceito. São Paulo: Parábola, 2005, p.38-39. Adaptado.

Os textos costumam se organizar em sequências que vão de uma ideia principal, mais ampla, para ideias mais restritas, limitadas, mas ligadas às primeiras. Considerando como ideia principal o enunciado: “os jornais brasileiros apresentam situações diversas de preconceitos linguísticos”, assinale a alternativa que constitui uma ideia mais restrita, relacionada ao citado enunciado.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1126695 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE

TEXTO 1

Brasil cultiva discurso de ódio nas redes sociais, mostra pesquisa

Na Sociologia e na Literatura, o brasileiro foi por vezes tratado como cordial e hospitaleiro, mas não é isso o que ac ontece nas redes sociais: a democracia racial apregoada por Gilberto Freyre passa ao largo do que acontece diariamente nas comunidades virtuais do país. Levantamento inédito realizado pelo projeto Comunica que Muda , iniciativa da agência Nova/sb, mostra em números a intolerância do internauta tupiniquim.

Entre abril e junho, um algoritmo vasculhou plataformas como Facebook, Twitter e Instagram atrás de mensagens e textos sobre temas sensíveis, como racismo, posicionamento político e homofobia. Foram i dentificadas 393.284 menções, sendo 84% delas com abordagem negativa, de exposição do preconceito e da discriminação. Aquele brasileiro cordial não usa a internet no Brasil diz Thiago Tavares, presidente da ONG SaferNet Brasil. O que a ge nte tem visto nas redes sociais é o acirramento do discurso de ódio, de intolerância às diferenças.

Como resultado do panorama político gerado a partir das eleições de 2014, “coxinhas” e “petralhas” realizam intenso debate nas redes, na maioria das ve zes com xingamentos e discursos rasos, que incentivam o ódio e a divisão. Do total de mensagens analisadas, 219.272 tinham cunho político, sendo que 97,4% delas abordavam aspectos negativos. A segregação virtual foi materializada no muro erguido no gramado do Congresso Nacional para separar manifestantes contra e a favor do afastamento da presidente Dilma Rousseff.

O segundo tema com maior número de mensagens foi o ódio às mulheres. Muitos internautas parecem não entender que lugar de mulher é onde ela quiser, e a misoginia se alastra pelas redes. Assédio, pornografia de vingança, incitação ao estupro e outras violências são, por vezes, travestidos de “piadas” que são curtidas e compartilhadas, reforçando no ambiente virtual o machismo presente na sociedade. Ao todo, foram coletadas 49.544 citações que abordavam as desigualdades de gênero, sendo 88% delas com viés intolerante.

Pessoas com algum tipo de deficiência, que lutam no dia a dia por seus direitos, também são achincalhadas nas redes sociais. O levantamento captou 40.801 mensagens sobre o tema, sendo 93,4% com abordagem negativa. Termos como “leproso” e “retardado mental” e o uso da deficiência para “justificar” direitos são usados nessas citações. [...]

– Ao contrário do que muita gente acha, o Brasil é intolerante. A cada 23 minutos, um jovem negro é assassinado no país; a cada 11 minutos, uma mulher é estuprada – ressalta Bob Vieira, diretor executivo da agência Nova/sb. – As redes sociais fazem nada mais que amplificar esse ódio, reafirmar os preconceitos que as pessoas já têm.

Vieira destaca que o levantamento captou dois tipos de intolerância. O visível, em que o agressor vai direto ao ponto; e o invisível, mais sutil, que se esconde em comentários que podem passar despercebidos, pois abordam discursos que já foram incorporados pela sociedade, mas não pelas vítimas. – É quando a professora fala para a aluna alisar o cabelo para ficar bonita ou o crítico trata o Bolsa-Família como esmola – diz Vieira. [...]

Mais que constatar a existência do preconceito nas redes sociais, o estudo quer debater a tênue linha que separa o discurso de ódio do direito à liberdade de expressão. Paula Martins, diretora executiva da ONG Artigo 19, acredita que o combate à intolerância deve acontecer pelo fomento à tolerância e à pluralidade, não por medidas restritivas. – O direito à liberdade de expressão não é absoluto. Legislações tratam o discurso de ódio explicitamente como um limitador da liberdade de expressão – avalia. – Mas cada caso deve ser tratado de forma individualizada. [...]

Disponível em: https://oglobo.globo.com/sociedade/brasil-cultiva-discurso-de-odio-nas-redes-sociais-mostra-pesquisa-19841017. Acesso em: 07/09/2018. Adaptado.

No que se refere à ordem dos termos oracionais, sabemos que, em português, é mais comum que o sujeito anteceda o predicado. Assinale a alternativa que apresenta um enunciado no qual o autor do Texto 1 optou pela inversão dessa ordem.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

A organização escolar em ciclos de aprendizagem tem como base uma concepção de desenvolvimento e de aprendizagem que se pauta

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1126666 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE

TEXTO 1

Brasil cultiva discurso de ódio nas redes sociais, mostra pesquisa

Na Sociologia e na Literatura, o brasileiro foi por vezes tratado como cordial e hospitaleiro, mas não é isso o que ac ontece nas redes sociais: a democracia racial apregoada por Gilberto Freyre passa ao largo do que acontece diariamente nas comunidades virtuais do país. Levantamento inédito realizado pelo projeto Comunica que Muda , iniciativa da agência Nova/sb, mostra em números a intolerância do internauta tupiniquim.

Entre abril e junho, um algoritmo vasculhou plataformas como Facebook, Twitter e Instagram atrás de mensagens e textos sobre temas sensíveis, como racismo, posicionamento político e homofobia. Foram i dentificadas 393.284 menções, sendo 84% delas com abordagem negativa, de exposição do preconceito e da discriminação. Aquele brasileiro cordial não usa a internet no Brasil diz Thiago Tavares, presidente da ONG SaferNet Brasil. O que a ge nte tem visto nas redes sociais é o acirramento do discurso de ódio, de intolerância às diferenças.

Como resultado do panorama político gerado a partir das eleições de 2014, “coxinhas” e “petralhas” realizam intenso debate nas redes, na maioria das ve zes com xingamentos e discursos rasos, que incentivam o ódio e a divisão. Do total de mensagens analisadas, 219.272 tinham cunho político, sendo que 97,4% delas abordavam aspectos negativos. A segregação virtual foi materializada no muro erguido no gramado do Congresso Nacional para separar manifestantes contra e a favor do afastamento da presidente Dilma Rousseff.

O segundo tema com maior número de mensagens foi o ódio às mulheres. Muitos internautas parecem não entender que lugar de mulher é onde ela quiser, e a misoginia se alastra pelas redes. Assédio, pornografia de vingança, incitação ao estupro e outras violências são, por vezes, travestidos de “piadas” que são curtidas e compartilhadas, reforçando no ambiente virtual o machismo presente na sociedade. Ao todo, foram coletadas 49.544 citações que abordavam as desigualdades de gênero, sendo 88% delas com viés intolerante.

Pessoas com algum tipo de deficiência, que lutam no dia a dia por seus direitos, também são achincalhadas nas redes sociais. O levantamento captou 40.801 mensagens sobre o tema, sendo 93,4% com abordagem negativa. Termos como “leproso” e “retardado mental” e o uso da deficiência para “justificar” direitos são usados nessas citações. [...]

– Ao contrário do que muita gente acha, o Brasil é intolerante. A cada 23 minutos, um jovem negro é assassinado no país; a cada 11 minutos, uma mulher é estuprada – ressalta Bob Vieira, diretor executivo da agência Nova/sb. – As redes sociais fazem nada mais que amplificar esse ódio, reafirmar os preconceitos que as pessoas já têm.

Vieira destaca que o levantamento captou dois tipos de intolerância. O visível, em que o agressor vai direto ao ponto; e o invisível, mais sutil, que se esconde em comentários que podem passar despercebidos, pois abordam discursos que já foram incorporados pela sociedade, mas não pelas vítimas. – É quando a professora fala para a aluna alisar o cabelo para ficar bonita ou o crítico trata o Bolsa-Família como esmola – diz Vieira. [...]

Mais que constatar a existência do preconceito nas redes sociais, o estudo quer debater a tênue linha que separa o discurso de ódio do direito à liberdade de expressão. Paula Martins, diretora executiva da ONG Artigo 19, acredita que o combate à intolerância deve acontecer pelo fomento à tolerância e à pluralidade, não por medidas restritivas. – O direito à liberdade de expressão não é absoluto. Legislações tratam o discurso de ódio explicitamente como um limitador da liberdade de expressão – avalia. – Mas cada caso deve ser tratado de forma individualizada. [...]

Disponível em: https://oglobo.globo.com/sociedade/brasil-cultiva-discurso-de-odio-nas-redes-sociais-mostra-pesquisa-19841017. Acesso em: 07/09/2018. Adaptado.

Considerando que as orações adjetivas podem ter valor restritivo ou não restritivo, analise os enunciados apresentados a seguir.

1. [...] ‘coxinhas’ e ‘petralhas’ realizam intenso debate nas redes, na maioria das vezes com xingamentos e discursos rasos, que incentivam o ódio e a divisão.

2. Ao todo, foram coletadas 49.544 citações que abordavam as desigualdades de gênero.

3. Pessoas com algum tipo de deficiência, que lutam no dia a dia por seus direitos, também são achincalhadas nas redes sociais.

4. As redes sociais fazem nada mais que amplificar esse ódio, reafirmar os preconceitos que as pessoas já têm.

Têm valor restritivo as orações destacadas, apenas, em:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1125145 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
Provas:

TEXTO 2

Muito se tem falado sobre a leitura e sua importância para o processo educativo – importância essa que nos parece inquestionável. Dispomos hoje de um grande volume de trabalhos que tratam do tema em diferentes perspectivas. Há também um grande número de estudos que mostram dificuldades de toda ordem relacionadas à prática de leitura na escola e a seus efeitos sociais.

Aqui, nos alinhamos ao pensamento de Cafieiro (2010), a qual também afirma que a leitura é um processo de muitas facetas (histórica, social, cultural e cognitiva), que ultrapassa a mera decodificação de sinais. Ler é atribuir sentidos e o leitor, ao compreender um texto como um todo coerente, pode ser capaz de refletir sobre ele, criticá-lo, saber usá-lo em sua vida.

Essa concepção conduz a uma mudança na forma de pensar e organizar o ensino da leitura; se os sentidos não estão prontos no texto, “é preciso contribuir para que os alunos criem boas estratégias para estabelecer relações necessárias à compreensão”. Portanto, a leitura deve ser tomada como um objeto de ensino, na medida em que ações diversificadas e sistematicamente organizadas podem contribuir para que o aluno leia melhor. As aulas de leitura devem se constituir como espaços de elaboração de perguntas e hipóteses, de confronto de interpretações, de apreciação sobre os dizeres dos outros, de alargamento de referências, sendo insuficientes, para isso, os limitados questionários que requerem apenas localização de informações no texto.

Além de desenvolver capacidades próprias de leitura junto aos nossos alunos, precisamos, enquanto docentes, reconhecer e trabalhar outras capacidades que o ato de ler pode ajudar a desenvolver, sobretudo aquelas atinentes ao conhecimento da língua e aos processos de escrita. Isso requer planejamento e elaborações didáticas específicas que ativem conhecimentos, estratégias, procedimentos, valores e atitudes cada vez mais complexos e articulados. Em resumo, ensinar a ler não é o mesmo que mandar ler: é preciso atuar intencionalmente para que se aprenda a ler.

SUASSUNA, L. Práticas de letramento para a formação do cidadão crítico. In: ATAÍDE, C. et al. (Orgs.). Gelne 40 anos: experiências teóricas e práticas nas pesquisas em linguística e literatura. São Paulo: Blucher, 2017. p. 279-280. Adaptado.

A continuidade semântica que garante a coerência do Texto 2 está bem marcada pelos seguintes recursos da coesão textual:

1. o emprego de palavras ou grupo de palavras de um mesmo campo semântico, como “processo educativo”, “estudos”, “escola”, “alunos”, “docentes”;

2. a repetição de palavras, como “leitura” (leitura, prática de leitura, ensino da leitura, aulas de leitura), “ler” (ler, ato de ler, ensinar a ler, mandar ler) e “importância” (importância essa);

3. a substituição gramatical, como em: “compreender um texto (...), ser capaz de refletir sobre ele, criticá-lo, saber usá-lo em sua vida.”; 4. a substituição lexical, em que, no 1º parágrafo, o segmento “Dispomos hoje de um grande volume de trabalhos” substitui “Há também um grande número de estudos”.

Estão CORRETOS

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Segundo Libâneo (1990), a tendência liberal tradicional tem algumas características pedagógicas. Sobre estas, analise os itens seguintes:

I. O estudante é sujeito ativo do seu próprio processo de aprendizagem.

II. O aluno é educado para atingir sua plena realização mediante o seu próprio esforço individual.

III. As diferenças de classe social não são consideradas.

IV. Toda prática escolar não tem nenhuma relação com o cotidiano do aluno.

V. A escola é participativa, e as ações são decididas de forma colegiada.

Estão CORRETOS

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas