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Foram encontradas 40 questões.

1126389 Ano: 2018
Disciplina: Psicologia
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
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Para uma determinada organização, considere duas situações de atividade grupal: a) funcionários, em reunião, realizam o planejamento das vendas e b) funcionários, depois do expediente, se encontram para se divertir.

Considerando a definição e classificação dos grupos, assinale a alternativa CORRETA.

 

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1125092 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
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A Síndrome da Imunodeficiência Adquirida, ou AIDS, como é mais comumente conhecida, é uma doença viral, que compromete o sistema imunológico do doente podendo, caso não controlada, levar o portador a óbito. Os testes para identificar o vírus possuem uma chance de 1 em 100 de falso positivo, ou seja, de uma pessoa que não é portadora do vírus ser identificada erroneamente como portadora ou, como mais conhecido, soropositiva. O mesmo teste possui apenas uma chance em 10.000 de falso negativo, ou seja, de uma pessoa soropositiva não ser identificada pelo teste. Sabendo que, em uma cidade de mais de 10 milhões de habitantes, há, em média, um caso de AIDS a cada 100.000, que uma pessoa foi escolhida aleatoriamente na população, e, ainda, que seu teste acusou positivo, a chance de essa pessoa NÃO SER, de fato, soropositiva é

 

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1109831 Ano: 2018
Disciplina: Psicologia
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
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Um certo paciente, face ao ódio inconsciente que sente pelo pai, faz o seguinte relato:

“Meu pai era um homem sério. Muitas e muitas vezes, ele me bateu, o que se chama, hoje, de violência, mas o que ele fez foi para o meu bem, para me educar e me tornar um homem íntegro. Hoje sou uma pessoa séria”.

Analisando o relato, é CORRETO afirmar que o paciente utiliza um mecanismo de defesa, ou seja,

 

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1108039 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
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Considere os seguintes conjuntos: !$ A=\{x ∈ \mathbb{N} \mid x \ge 8\} !$; !$ B=\{x ∈ \mathbb{R} \mid x > 0\} !$ e !$ C=\{x ∈ \mathbb{Q} \mid x^2 > 1 \} !$ onde !$ \mathbb{N} !$, !$ \mathbb{Q} !$, !$ \mathbb{R} !$ representam, respectivamente, o conjunto dos números Naturais, o conjunto dos números Racionais e o conjunto dos números Reais.

Sobre eles, é CORRETO afirmar que

 

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1107566 Ano: 2018
Disciplina: Psicologia
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
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Sobre o processo de aprendizagem, analise as afirmações abaixo, colocando V nas Verdadeiras e F nas Falsas.

( ) Numa perspectiva interdisciplinar, o processo de aprendizagem pressupõe a integração do saber veiculada a uma metodologia fundamentada da pesquisa.

( ) O processo de aprendizagem pressupõe, necessariamente, uma mudança de comportamento, a qual, em geral, abarca, isolada ou conjuntamente, as dimensões motora, cognitiva ou afetiva.

( ) Dentre as variáveis que interferem no processo de aprendizagem, temos o estado motivacional e o emocional, além das diferenças individuais, que podem contribuir positiva ou negativamente.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.

 

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1101457 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE

TEXTO 2

Enunciado 1101457-1

Disponível em: https://descomplica.com.br/blog/redacao/tema-de-redacao/tema-de-redacao-o-discurso-de-odio-no-brasil-intolerancia-ou-liberdade-de-expressao. Acesso em: 07/09/2018.

No Texto 2, alguns elementos verbais e não verbais utilizados para expressar a ideia de intolerância e ódio são:

1. na parte verbal, a relação semântica condicional estabelecida entre as ideias, introduzida pela conjunção ‘desde que’.

2. a expressão fisionômica de raiva e o movimento de bater com o cassetete que se revela no personagem que está em pé.

3. a ilustração de um personagem agredido, mesmo já subjugado (de joelhos e mãos na cabeça), caído sobre uma poça, e em que aparecem também respingos que podem aludir a lágrimas, suor ou sangue.

4. o fato de a placa que representa a ‘liberdade de expressão’ aparecer caída, com os dizeres virados para baixo.

Estão CORRETOS:

 

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1101391 Ano: 2018
Disciplina: Psicologia
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
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Considerando a Psicoterapia Breve (PB), fundamentada na psicanálise, assinale a alternativa que a caracteriza INCORRETAMENTE.

 

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1101273 Ano: 2018
Disciplina: Psicologia
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
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No âmbito da prática clínica, orientada pela Abordagem Centrada na Pessoa (ACP), é INCORRETO afirmar que

 

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1099022 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE

TEXTO 1

Brasil cultiva discurso de ódio nas redes sociais, mostra pesquisa

Na Sociologia e na Literatura, o brasileiro foi por vezes tratado como cordial e hospitaleiro, mas não é isso o que ac ontece nas redes sociais: a democracia racial apregoada por Gilberto Freyre passa ao largo do que acontece diariamente nas comunidades virtuais do país. Levantamento inédito realizado pelo projeto Comunica que Muda , iniciativa da agência Nova/sb, mostra em números a intolerância do internauta tupiniquim.

Entre abril e junho, um algoritmo vasculhou plataformas como Facebook, Twitter e Instagram atrás de mensagens e textos sobre temas sensíveis, como racismo, posicionamento político e homofobia. Foram i dentificadas 393.284 menções, sendo 84% delas com abordagem negativa, de exposição do preconceito e da discriminação. Aquele brasileiro cordial não usa a internet no Brasil diz Thiago Tavares, presidente da ONG SaferNet Brasil. O que a ge nte tem visto nas redes sociais é o acirramento do discurso de ódio, de intolerância às diferenças.

Como resultado do panorama político gerado a partir das eleições de 2014, “coxinhas” e “petralhas” realizam intenso debate nas redes, na maioria das ve zes com xingamentos e discursos rasos, que incentivam o ódio e a divisão. Do total de mensagens analisadas, 219.272 tinham cunho político, sendo que 97,4% delas abordavam aspectos negativos. A segregação virtual foi materializada no muro erguido no gramado do Congresso Nacional para separar manifestantes contra e a favor do afastamento da presidente Dilma Rousseff.

O segundo tema com maior número de mensagens foi o ódio às mulheres. Muitos internautas parecem não entender que lugar de mulher é onde ela quiser, e a misoginia se alastra pelas redes. Assédio, pornografia de vingança, incitação ao estupro e outras violências são, por vezes, travestidos de “piadas” que são curtidas e compartilhadas, reforçando no ambiente virtual o machismo presente na sociedade. Ao todo, foram coletadas 49.544 citações que abordavam as desigualdades de gênero, sendo 88% delas com viés intolerante.

Pessoas com algum tipo de deficiência, que lutam no dia a dia por seus direitos, também são achincalhadas nas redes sociais. O levantamento captou 40.801 mensagens sobre o tema, sendo 93,4% com abordagem negativa. Termos como “leproso” e “retardado mental” e o uso da deficiência para “justificar” direitos são usados nessas citações. [...]

– Ao contrário do que muita gente acha, o Brasil é intolerante. A cada 23 minutos, um jovem negro é assassinado no país; a cada 11 minutos, uma mulher é estuprada – ressalta Bob Vieira, diretor executivo da agência Nova/sb. – As redes sociais fazem nada mais que amplificar esse ódio, reafirmar os preconceitos que as pessoas já têm.

Vieira destaca que o levantamento captou dois tipos de intolerância. O visível, em que o agressor vai direto ao ponto; e o invisível, mais sutil, que se esconde em comentários que podem passar despercebidos, pois abordam discursos que já foram incorporados pela sociedade, mas não pelas vítimas. – É quando a professora fala para a aluna alisar o cabelo para ficar bonita ou o crítico trata o Bolsa-Família como esmola – diz Vieira. [...]

Mais que constatar a existência do preconceito nas redes sociais, o estudo quer debater a tênue linha que separa o discurso de ódio do direito à liberdade de expressão. Paula Martins, diretora executiva da ONG Artigo 19, acredita que o combate à intolerância deve acontecer pelo fomento à tolerância e à pluralidade, não por medidas restritivas. – O direito à liberdade de expressão não é absoluto. Legislações tratam o discurso de ódio explicitamente como um limitador da liberdade de expressão – avalia. – Mas cada caso deve ser tratado de forma individualizada. [...]

Disponível em: https://oglobo.globo.com/sociedade/brasil-cultiva-discurso-de-odio-nas-redes-sociais-mostra-pesquisa-19841017. Acesso em: 07/09/2018. Adaptado.

“O brasileiro é cordial e hospitaleiro”. No que se refere a essa visão, difundida por alguns sociólogos, os dados apresentados no Texto 1:

 

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1098932 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE

TEXTO 1

Brasil cultiva discurso de ódio nas redes sociais, mostra pesquisa

Na Sociologia e na Literatura, o brasileiro foi por vezes tratado como cordial e hospitaleiro, mas não é isso o que ac ontece nas redes sociais: a democracia racial apregoada por Gilberto Freyre passa ao largo do que acontece diariamente nas comunidades virtuais do país. Levantamento inédito realizado pelo projeto Comunica que Muda , iniciativa da agência Nova/sb, mostra em números a intolerância do internauta tupiniquim.

Entre abril e junho, um algoritmo vasculhou plataformas como Facebook, Twitter e Instagram atrás de mensagens e textos sobre temas sensíveis, como racismo, posicionamento político e homofobia. Foram i dentificadas 393.284 menções, sendo 84% delas com abordagem negativa, de exposição do preconceito e da discriminação. Aquele brasileiro cordial não usa a internet no Brasil diz Thiago Tavares, presidente da ONG SaferNet Brasil. O que a ge nte tem visto nas redes sociais é o acirramento do discurso de ódio, de intolerância às diferenças.

Como resultado do panorama político gerado a partir das eleições de 2014, “coxinhas” e “petralhas” realizam intenso debate nas redes, na maioria das ve zes com xingamentos e discursos rasos, que incentivam o ódio e a divisão. Do total de mensagens analisadas, 219.272 tinham cunho político, sendo que 97,4% delas abordavam aspectos negativos. A segregação virtual foi materializada no muro erguido no gramado do Congresso Nacional para separar manifestantes contra e a favor do afastamento da presidente Dilma Rousseff.

O segundo tema com maior número de mensagens foi o ódio às mulheres. Muitos internautas parecem não entender que lugar de mulher é onde ela quiser, e a misoginia se alastra pelas redes. Assédio, pornografia de vingança, incitação ao estupro e outras violências são, por vezes, travestidos de “piadas” que são curtidas e compartilhadas, reforçando no ambiente virtual o machismo presente na sociedade. Ao todo, foram coletadas 49.544 citações que abordavam as desigualdades de gênero, sendo 88% delas com viés intolerante.

Pessoas com algum tipo de deficiência, que lutam no dia a dia por seus direitos, também são achincalhadas nas redes sociais. O levantamento captou 40.801 mensagens sobre o tema, sendo 93,4% com abordagem negativa. Termos como “leproso” e “retardado mental” e o uso da deficiência para “justificar” direitos são usados nessas citações. [...]

– Ao contrário do que muita gente acha, o Brasil é intolerante. A cada 23 minutos, um jovem negro é assassinado no país; a cada 11 minutos, uma mulher é estuprada – ressalta Bob Vieira, diretor executivo da agência Nova/sb. – As redes sociais fazem nada mais que amplificar esse ódio, reafirmar os preconceitos que as pessoas já têm.

Vieira destaca que o levantamento captou dois tipos de intolerância. O visível, em que o agressor vai direto ao ponto; e o invisível, mais sutil, que se esconde em comentários que podem passar despercebidos, pois abordam discursos que já foram incorporados pela sociedade, mas não pelas vítimas. – É quando a professora fala para a aluna alisar o cabelo para ficar bonita ou o crítico trata o Bolsa-Família como esmola – diz Vieira. [...]

Mais que constatar a existência do preconceito nas redes sociais, o estudo quer debater a tênue linha que separa o discurso de ódio do direito à liberdade de expressão. Paula Martins, diretora executiva da ONG Artigo 19, acredita que o combate à intolerância deve acontecer pelo fomento à tolerância e à pluralidade, não por medidas restritivas. – O direito à liberdade de expressão não é absoluto. Legislações tratam o discurso de ódio explicitamente como um limitador da liberdade de expressão – avalia. – Mas cada caso deve ser tratado de forma individualizada. [...]

Disponível em: https://oglobo.globo.com/sociedade/brasil-cultiva-discurso-de-odio-nas-redes-sociais-mostra-pesquisa-19841017. Acesso em: 07/09/2018. Adaptado.

Assinale a alternativa na qual o termo destacado e o termo apresentado entre parênteses têm equivalência semântica.

 

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