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Leia o Texto 1 para responder às questões de 01 a 05.
Texto 1
1 Eram cinco horas da manhã e o cortiço acordava, abrindo, não os olhos, mas a sua infinidade de portas e janelas alinhadas. Um acordar alegre e farto de quem dormiu de uma assentada sete horas de chumbo. Como que se sentiam ainda na indolência de neblina as derradeiras notas da última guitarra da noite antecedente, dissolvendo- se à luz loura e tenra da aurora, que nem um suspiro de saudade perdido em terra alheia.
[...]
2 Entretanto, das portas surgiam cabeças congestionadas de sono; ouviam-se amplos bocejos, fortes como marulhar das ondas; pigarreava-se grosso por toda a parte; começavam as xícaras a tilintar; o cheiro quente do café aquecia, suplantando todos os outros; trocavam-se de janela para janela as primeiras palavras, os bons- dias; reatavam- se conversas interrompidas à noite; a pequenada cá fora traquinava já, e lá de dentro das casas vinham choros abafados de crianças que ainda não andam. No confuso rumor que se formava, destacavam-se risos, sons de vozes que altercavam, sem se saber onde, grasnar de marrecos, cantar de galos, cacarejar de galinhas. De alguns quartos saíam mulheres que vinham pendurar cá fora, na parede, a gaiola do papagaio, e os louros, à semelhança dos donos, cumprimentavam-se ruidosamente, espanejando-se à luz nova do dia.
AZEVEDO, Aluísio. O cortiço. 3. ed. São Paulo: Scipione, 2004. p. 55. (Fragmento).
Expressões como “o cortiço acordava” e “começavam as xícaras a tilintar” conferem vida própria a seres inanimados. Trata-se de um recurso empregado no gênero literário, denominado de:
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Leia o Texto 1 para responder às questões de 01 a 05.
Texto 1
1 Eram cinco horas da manhã e o cortiço acordava, abrindo, não os olhos, mas a sua infinidade de portas e janelas alinhadas. Um acordar alegre e farto de quem dormiu de uma assentada sete horas de chumbo. Como que se sentiam ainda na indolência de neblina as derradeiras notas da última guitarra da noite antecedente, dissolvendo- se à luz loura e tenra da aurora, que nem um suspiro de saudade perdido em terra alheia.
[...]
2 Entretanto, das portas surgiam cabeças congestionadas de sono; ouviam-se amplos bocejos, fortes como marulhar das ondas; pigarreava-se grosso por toda a parte; começavam as xícaras a tilintar; o cheiro quente do café aquecia, suplantando todos os outros; trocavam-se de janela para janela as primeiras palavras, os bons- dias; reatavam- se conversas interrompidas à noite; a pequenada cá fora traquinava já, e lá de dentro das casas vinham choros abafados de crianças que ainda não andam. No confuso rumor que se formava, destacavam-se risos, sons de vozes que altercavam, sem se saber onde, grasnar de marrecos, cantar de galos, cacarejar de galinhas. De alguns quartos saíam mulheres que vinham pendurar cá fora, na parede, a gaiola do papagaio, e os louros, à semelhança dos donos, cumprimentavam-se ruidosamente, espanejando-se à luz nova do dia.
AZEVEDO, Aluísio. O cortiço. 3. ed. São Paulo: Scipione, 2004. p. 55. (Fragmento).
Os recursos que fazem progredir o tema do texto são as
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Leia o Texto 1 para responder às questões de 01 a 05.
Texto 1
1 Eram cinco horas da manhã e o cortiço acordava, abrindo, não os olhos, mas a sua infinidade de portas e janelas alinhadas. Um acordar alegre e farto de quem dormiu de uma assentada sete horas de chumbo. Como que se sentiam ainda na indolência de neblina as derradeiras notas da última guitarra da noite antecedente, dissolvendo- se à luz loura e tenra da aurora, que nem um suspiro de saudade perdido em terra alheia.
[...]
2 Entretanto, das portas surgiam cabeças congestionadas de sono; ouviam-se amplos bocejos, fortes como marulhar das ondas; pigarreava-se grosso por toda a parte; começavam as xícaras a tilintar; o cheiro quente do café aquecia, suplantando todos os outros; trocavam-se de janela para janela as primeiras palavras, os bons- dias; reatavam- se conversas interrompidas à noite; a pequenada cá fora traquinava já, e lá de dentro das casas vinham choros abafados de crianças que ainda não andam. No confuso rumor que se formava, destacavam-se risos, sons de vozes que altercavam, sem se saber onde, grasnar de marrecos, cantar de galos, cacarejar de galinhas. De alguns quartos saíam mulheres que vinham pendurar cá fora, na parede, a gaiola do papagaio, e os louros, à semelhança dos donos, cumprimentavam-se ruidosamente, espanejando-se à luz nova do dia.
AZEVEDO, Aluísio. O cortiço. 3. ed. São Paulo: Scipione, 2004. p. 55. (Fragmento).
Os principais recursos de sequencialidade textual empregados no fragmento são:
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Leia o Texto 1 para responder às questões de 01 a 05.
Texto 1
1 Eram cinco horas da manhã e o cortiço acordava, abrindo, não os olhos, mas a sua infinidade de portas e janelas alinhadas. Um acordar alegre e farto de quem dormiu de uma assentada sete horas de chumbo. Como que se sentiam ainda na indolência de neblina as derradeiras notas da última guitarra da noite antecedente, dissolvendo- se à luz loura e tenra da aurora, que nem um suspiro de saudade perdido em terra alheia.
[...]
2 Entretanto, das portas surgiam cabeças congestionadas de sono; ouviam-se amplos bocejos, fortes como marulhar das ondas; pigarreava-se grosso por toda a parte; começavam as xícaras a tilintar; o cheiro quente do café aquecia, suplantando todos os outros; trocavam-se de janela para janela as primeiras palavras, os bons- dias; reatavam- se conversas interrompidas à noite; a pequenada cá fora traquinava já, e lá de dentro das casas vinham choros abafados de crianças que ainda não andam. No confuso rumor que se formava, destacavam-se risos, sons de vozes que altercavam, sem se saber onde, grasnar de marrecos, cantar de galos, cacarejar de galinhas. De alguns quartos saíam mulheres que vinham pendurar cá fora, na parede, a gaiola do papagaio, e os louros, à semelhança dos donos, cumprimentavam-se ruidosamente, espanejando-se à luz nova do dia.
AZEVEDO, Aluísio. O cortiço. 3. ed. São Paulo: Scipione, 2004. p. 55. (Fragmento).
O acordar dos moradores é descrito de forma oposta ao acordar do cortiço. O trecho do texto que demonstra essa oposição, centrada nos moradores, é:
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Texto 1
1 Eram cinco horas da manhã e o cortiço acordava, abrindo, não os olhos, mas a sua infinidade de portas e janelas alinhadas. Um acordar alegre e farto de quem dormiu de uma assentada sete horas de chumbo. Como que se sentiam ainda na indolência de neblina as derradeiras notas da última guitarra da noite antecedente, dissolvendo- se à luz loura e tenra da aurora, que nem um suspiro de saudade perdido em terra alheia.
[...]
2 Entretanto, das portas surgiam cabeças congestionadas de sono; ouviam-se amplos bocejos, fortes como marulhar das ondas; pigarreava-se grosso por toda a parte; começavam as xícaras a tilintar; o cheiro quente do café aquecia, suplantando todos os outros; trocavam-se de janela para janela as primeiras palavras, os bons- dias; reatavam- se conversas interrompidas à noite; a pequenada cá fora traquinava já, e lá de dentro das casas vinham choros abafados de crianças que ainda não andam. No confuso rumor que se formava, destacavam-se risos, sons de vozes que altercavam, sem se saber onde, grasnar de marrecos, cantar de galos, cacarejar de galinhas. De alguns quartos saíam mulheres que vinham pendurar cá fora, na parede, a gaiola do papagaio, e os louros, à semelhança dos donos, cumprimentavam-se ruidosamente, espanejando-se à luz nova do dia.
AZEVEDO, Aluísio. O cortiço. 3. ed. São Paulo: Scipione, 2004. p. 55. (Fragmento).
No primeiro parágrafo do texto, a cena narrada mostra que os moradores do cortiço tiveram um sono pesado depois de uma noite agitada. As ocorrências discursivas do texto que permitem essa inferência são, respectivamente:
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Leia o caso a seguir.
Paciente D. R. S., de 77 anos de idade, do sexo feminino, com doença pulmonar obstrutiva crônica, em uso crônico de corticosteroides, após um procedimento cirúrgico, desenvolveu um quadro de pneumonia. Como a paciente é alérgica à penicilina, foi prescrito o antimicrobiano X. Após cinco dias de tratamento, a paciente começou a apresentar dores musculares nos membros inferiores que evoluíram ao ponto de a paciente não conseguir se locomover sem ajuda. No sétimo dia, ao levantar-se da cama, a paciente escutou um “estalo” no joelho direito seguido de dor intensa. Após exames de imagem, o diagnóstico foi de ruptura do ligamento patelar. |
De acordo com o caso clínico o antibiótico X é:
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Leia o caso a seguir.
Paciente de 65 anos, do sexo feminino, com diagnóstico de dislipidemia e diabetes tipo 2, faz uso crônico de fenofibrato 200 mg por via oral uma vez ao dia e metformina 850 mg por via oral de 8/8 horas; apresenta queixas de dor muscular e fraqueza progressiva durante as duas últimas semanas. |
De acordo com a descrição, o quadro clínico é sugestivo de rabdomiólise. Para a confirmação, o médico assistente deverá solicitar o seguinte exame:
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Leia o texto a seguir para responder às questões 47 e 48.
O farmacêutico de uma Farmácia Comunitária recebe a seguinte prescrição: Paciente: Fulano de Tal 1 - Olanzapina 2,5 mg, 1 comprimido via oral de 8/8 horas 2 - Fenobarbital 100 mg, 1 comprimido via oral de 8/8 horas |
Conforme a Portaria n. 344, de 12 de maio de 1998, a olanzapina e o fenobarbital estão contemplados, respectivamente, nas listas:
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Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UFG
Orgão: Pref. Caldas Novas-GO
Conforme disposto na Lei n. 8.666, de 21 de junho de 1993, a concorrência é uma modalidade de licitação para compras de medicamentos no serviço público e pode ocorrer entre:
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Leia o texto a seguir para responder às questões 44 e 45.
Paciente de 68 anos, com diagnóstico de insuficiência cardíaca grave, deu entrada no pronto-socorro com sintomas neurológicos, vômitos intensos e diarreia, sugestivos de intoxicação digitálica decorrente do uso da Digoxina. Após estabilização, exames laboratoriais mostraram que o paciente apresentava quadro de insuficiência renal aguda e foi transferido para a Unidade de Terapia Intensiva, onde recebeu a seguinte prescrição. Medicamentos disponíveis na instituição: Digoxina elixir 0,05 mg/mL; Noradrenalina 4 mg. 1 - Dieta por sonda nasogástrica 2 - Midazolam 45 mg + SF 250 ml a 20 ml/hora 3 - Fentanil 10 mg + SF 250 ml a 10 ml/hora 4 - Noradrenalina 16 mg + SF 240 ml a 40 ml/hora 5 - Digoxina 0,25 mg via oral |
Considerando que o sistema de dispensação de medicamentos na instituição é por dose individualizada, a quantidade de noradrenalina, em ampolas, para atender a prescrição para um período de 24 horas, será de:
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