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Foram encontradas 40 questões.

2398989 Ano: 2010
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Carapicuíba-SP
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Materiais – Um material de uso comum nas construções é o PVC (Poli-Cloreto de Vinila). Este material é amplamente utilizado por conta de suas vantagens, EXCETO:

 

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2398702 Ano: 2010
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Carapicuíba-SP
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Estruturas – Energia é o estado ou propriedade de um corpo ou sistema que lhe permite realizar trabalho, podendo ter várias formas. Qual das afirmações abaixo é VERDADEIRA?

 

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2398073 Ano: 2010
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Carapicuíba-SP
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Esgoto – A canalização em esgoto sanitário nunca deverá ser instalada imediatamente acima de reservatórios de água. A canalização de esgoto primário não poderá ter diâmetro inferior a 100mm (4”). Para isso devem ser adotadas declividades mínimas. Qual dos itens abaixo é FALSO?

 

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2397854 Ano: 2010
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Carapicuíba-SP
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Contratos – A contratação de pequenos serviços pode ser feita por administração (também conhecida por homenhora). Qual das opções abaixo NÃO se enquadra nesta categoria?

 

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2397845 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Carapicuíba-SP

O PAPEL DA FÉ PARA O ÊXITO DA

GLOBALIZAÇÃO

Em mundo interdependente, poder da religião pode tornar-se força de ruptura e de conflito

As pressões da globalização levam as pessoas a se unir, desconhecendo as fronteiras, pelo comércio, viagens, telecomunicações e a migração em massa. Quando em um mundo tão interdependente a fé religiosa tem o poder de afastar as pessoas, ela se torna uma força de ruptura e de conflito. Isso é péssimo para todos. Mas tal consequência será particularmente negativa para os que têm fé religiosa. Significará que a fé não é sinônimo de reconciliação, compaixão e justiça, mas de ódio e sectarismo. Estou tão convencido da importância desta questão que resolvi dar um seminário na Universidade de Yale sobre o tema. Não decidi fazer isso como mero exercício intelectual, mas porque acredito que se trata de uma questão profundamente prática. Se não descobrirmos um modo de conciliar fé e globalização, o mundo não só será um lugar perigoso, como a própria globalização terá muito menos possibilidades de sucesso na disseminação da prosperidade.

A fé e seus valores são muito importantes. Sua integração definirá de modo crucial as perspectivas de sucesso, de prosperidade e de coexistência pacífica da sociedade global em que vivemos. A alternativa é a tensão, o conflito e a violência. O que isso significa em termos práticos? Antigamente eu acreditava que a globalização era um processo que não contemplava valores. Eu pensava que numa era de globalização era preciso buscar a justiça por seu valor intrínseco, e não por motivos de eficiência. Agora mudei minha posição.

A crise econômica mostra o por quê.

Esta crise foi criada em grande parte por um comportamento (pela irresponsabilidade) que preferiríamos não tivesse sido adotado. E prolongou-se pela falta de confiança. Valores como a fé nos outros ou a perspectiva a longo prazo, em lugar da maximização do lucro a curto prazo, são os elementos que criarão a confiança exigida para que a economia volte a se fortalecer. Em outras palavras, a confiança e a estabilidade que dela decorre não poderão ser restauradas apenas por recursos técnicos, mas pelo restabelecimento dos valores. Este é um dos casos que ilustram a ideia de que um mundo interdependente não pode funcionar sem os valores da confiança.

Em matéria de política externa, isso pode ser visto mais claramente. Os ataques de Mumbai representam uma ameaça à segurança. Evidentemente, em nossa reação à violência, precisamos estar preparados para dar uma resposta militar. Mas é também verdade que será a força das ideias e não a força das armas que permitirá que a globalização tenha êxito e não desmorone em meio aos conflitos.

Se pudéssemos criar um espaço em que pessoas de diferentes credos pudessem viver e trabalhar juntas e em paz, seria uma poderosa demonstração de que há valores distintos dos que, durante décadas, criaram uma violência sem fim. Para derrotar as forças da exclusão e da divisão que levam ao terror devemos recorrer à educação como um dos principais componentes da política externa.

Portanto, tanto em política econômica quanto em política externa, é evidente que, se não nos pautarmos por valores sólidos, não poderemos tornar o mundo seguro para esta interdependência. A coexistência pacífica não poderá lançar raízes a não ser que existam fortes alianças não apenas entre nações, mas também entre os vários credos e os valores que temos em comum.

* Tony Blair foi primeiro-ministro da Grã-Bretanha de 1997 a 2007. Este artigo é uma adaptação de uma palestra feita por ele, na semana passada, na Universidade de Yale.

O Estado de São Paulo – 2009

Ao substituir o verbo existir por haver em “a não ser que existam fortes alianças” e haver por existir em “de que valores distintos”, temos, respectivamente, as seguintes flexões:

 

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2397474 Ano: 2010
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Carapicuíba-SP
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Hidráulica – Das afirmações abaixo sobre a terminologia utilizada para ÁGUA FRIA, qual é VERDADEIRA?

 

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2397123 Ano: 2010
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Carapicuíba-SP
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Materiais – O vidro tem diversas aplicações nas construções, dentre elas as chapas de vidro. Para a seleção de chapas de vidro devem ser levados em conta alguns fatores. Qual dos fatores citados nas opções abaixo tem como foco a proteção acústica?

 

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2395844 Ano: 2010
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Carapicuíba-SP
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Aço - Com relação às armações de aço, qual das opções abaixo é FALSA?

 

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2395052 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Carapicuíba-SP

O PAPEL DA FÉ PARA O ÊXITO DA

GLOBALIZAÇÃO

Em mundo interdependente, poder da religião pode tornar-se força de ruptura e de conflito

As pressões da globalização levam as pessoas a se unir, desconhecendo as fronteiras, pelo comércio, viagens, telecomunicações e a migração em massa. Quando em um mundo tão interdependente a fé religiosa tem o poder de afastar as pessoas, ela se torna uma força de ruptura e de conflito. Isso é péssimo para todos. Mas tal consequência será particularmente negativa para os que têm fé religiosa. Significará que a fé não é sinônimo de reconciliação, compaixão e justiça, mas de ódio e sectarismo. Estou tão convencido da importância desta questão que resolvi dar um seminário na Universidade de Yale sobre o tema. Não decidi fazer isso como mero exercício intelectual, mas porque acredito que se trata de uma questão profundamente prática. Se não descobrirmos um modo de conciliar fé e globalização, o mundo não só será um lugar perigoso, como a própria globalização terá muito menos possibilidades de sucesso na disseminação da prosperidade.

A fé e seus valores são muito importantes. Sua integração definirá de modo crucial as perspectivas de sucesso, de prosperidade e de coexistência pacífica da sociedade global em que vivemos. A alternativa é a tensão, o conflito e a violência. O que isso significa em termos práticos? Antigamente eu acreditava que a globalização era um processo que não contemplava valores. Eu pensava que numa era de globalização era preciso buscar a justiça por seu valor intrínseco, e não por motivos de eficiência. Agora mudei minha posição.

A crise econômica mostra o por quê.

Esta crise foi criada em grande parte por um comportamento (pela irresponsabilidade) que preferiríamos não tivesse sido adotado. E prolongou-se pela falta de confiança. Valores como a fé nos outros ou a perspectiva a longo prazo, em lugar da maximização do lucro a curto prazo, são os elementos que criarão a confiança exigida para que a economia volte a se fortalecer. Em outras palavras, a confiança e a estabilidade que dela decorre não poderão ser restauradas apenas por recursos técnicos, mas pelo restabelecimento dos valores. Este é um dos casos que ilustram a ideia de que um mundo interdependente não pode funcionar sem os valores da confiança.

Em matéria de política externa, isso pode ser visto mais claramente. Os ataques de Mumbai representam uma ameaça à segurança. Evidentemente, em nossa reação à violência, precisamos estar preparados para dar uma resposta militar. Mas é também verdade que será a força das ideias e não a força das armas que permitirá que a globalização tenha êxito e não desmorone em meio aos conflitos.

Se pudéssemos criar um espaço em que pessoas de diferentes credos pudessem viver e trabalhar juntas e em paz, seria uma poderosa demonstração de que há valores distintos dos que, durante décadas, criaram uma violência sem fim. Para derrotar as forças da exclusão e da divisão que levam ao terror devemos recorrer à educação como um dos principais componentes da política externa.

Portanto, tanto em política econômica quanto em política externa, é evidente que, se não nos pautarmos por valores sólidos, não poderemos tornar o mundo seguro para esta interdependência. A coexistência pacífica não poderá lançar raízes a não ser que existam fortes alianças não apenas entre nações, mas também entre os vários credos e os valores que temos em comum.

* Tony Blair foi primeiro-ministro da Grã-Bretanha de 1997 a 2007. Este artigo é uma adaptação de uma palestra feita por ele, na semana passada, na Universidade de Yale.

O Estado de São Paulo – 2009

Observe os “as” sublinhados, eles possuem o mesmo valor semântico morfológico, exceto:

 

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2394312 Ano: 2010
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Carapicuíba-SP
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NR-18 – Conforme determinação da NR-18, é de obrigação da construtora realizar uma comunicação prévia à Delegacia Regional do Trabalho, antes do início das atividades, em duas vias, sendo a mesma protocolada. Abaixo estão alguns dos dados que devem estar no documento, EXCETO:

 

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