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Foram encontradas 40 questões.

2404446 Ano: 2010
Disciplina: Saúde Pública
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Carapicuíba-SP

Assinale (V) nas alternativas que julgar verdadeira e (F) nas alternativas que julgar falsa. Escolha abaixo a alternativa correta:

( ) No Brasil, atenção primária recebeu considerável impulso na década de 80 com as ações integradas de saúde e, posteriormente, com a municipalização da saúde;

( ) O setor privado responde de forma complementar pelas ações de atenção no nível primário;

( ) Na prática, a porta de entrada do sistema de saúde são as Unidades Básicas de Saúde ou Unidade de Saúde da Família;

( ) Na atenção primária o trabalho de equipe é fundamental, pois a interdisciplinaridade é de extrema importância para a garantia do acesso e o fortalecimento das ações em saúde.

 

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2404164 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Carapicuíba-SP

O PAPEL DA FÉ PARA O ÊXITO DA

GLOBALIZAÇÃO

Em mundo interdependente, poder da religião pode tornar-se força de ruptura e de conflito

As pressões da globalização levam as pessoas a se unir, desconhecendo as fronteiras, pelo comércio, viagens, telecomunicações e a migração em massa. Quando em um mundo tão interdependente a fé religiosa tem o poder de afastar as pessoas, ela se torna uma força de ruptura e de conflito. Isso é péssimo para todos. Mas tal consequência será particularmente negativa para os que têm fé religiosa. Significará que a fé não é sinônimo de reconciliação, compaixão e justiça, mas de ódio e sectarismo. Estou tão convencido da importância desta questão que resolvi dar um seminário na Universidade de Yale sobre o tema. Não decidi fazer isso como mero exercício intelectual, mas porque acredito que se trata de uma questão profundamente prática. Se não descobrirmos um modo de conciliar fé e globalização, o mundo não só será um lugar perigoso, como a própria globalização terá muito menos possibilidades de sucesso na disseminação da prosperidade.

A fé e seus valores são muito importantes. Sua integração definirá de modo crucial as perspectivas de sucesso, de prosperidade e de coexistência pacífica da sociedade global em que vivemos. A alternativa é a tensão, o conflito e a violência. O que isso significa em termos práticos? Antigamente eu acreditava que a globalização era um processo que não contemplava valores. Eu pensava que numa era de globalização era preciso buscar a justiça por seu valor intrínseco, e não por motivos de eficiência. Agora mudei minha posição.

A crise econômica mostra o por quê.

Esta crise foi criada em grande parte por um comportamento (pela irresponsabilidade) que preferiríamos não tivesse sido adotado. E prolongou-se pela falta de confiança. Valores como a fé nos outros ou a perspectiva a longo prazo, em lugar da maximização do lucro a curto prazo, são os elementos que criarão a confiança exigida para que a economia volte a se fortalecer. Em outras palavras, a confiança e a estabilidade que dela decorre não poderão ser restauradas apenas por recursos técnicos, mas pelo restabelecimento dos valores. Este é um dos casos que ilustram a ideia de que um mundo interdependente não pode funcionar sem os valores da confiança.

Em matéria de política externa, isso pode ser visto mais claramente. Os ataques de Mumbai representam uma ameaça à segurança. Evidentemente, em nossa reação à violência, precisamos estar preparados para dar uma resposta militar. Mas é também verdade que será a força das ideias e não a força das armas que permitirá que a globalização tenha êxito e não desmorone em meio aos conflitos.

Se pudéssemos criar um espaço em que pessoas de diferentes credos pudessem viver e trabalhar juntas e em paz, seria uma poderosa demonstração de que há valores distintos dos que, durante décadas, criaram uma violência sem fim. Para derrotar as forças da exclusão e da divisão que levam ao terror devemos recorrer à educação como um dos principais componentes da política externa.

Portanto, tanto em política econômica quanto em política externa, é evidente que, se não nos pautarmos por valores sólidos, não poderemos tornar o mundo seguro para esta interdependência. A coexistência pacífica não poderá lançar raízes a não ser que existam fortes alianças não apenas entre nações, mas também entre os vários credos e os valores que temos em comum.

* Tony Blair foi primeiro-ministro da Grã-Bretanha de 1997 a 2007. Este artigo é uma adaptação de uma palestra feita por ele, na semana passada, na Universidade de Yale.

O Estado de São Paulo – 2009

Quanto ao narrador textual, pode-se afirmar que:

 

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2404004 Ano: 2010
Disciplina: Medicina
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Carapicuíba-SP

O diagnóstico de certeza da artrite gotosa aguda é feita por:

 

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2403974 Ano: 2010
Disciplina: Medicina
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Carapicuíba-SP

Com relação à insuficiência cardíaca, todas as afirmativas estão corretas, EXCETO:

 

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2403922 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Carapicuíba-SP

O PAPEL DA FÉ PARA O ÊXITO DA

GLOBALIZAÇÃO

Em mundo interdependente, poder da religião pode tornar-se força de ruptura e de conflito

As pressões da globalização levam as pessoas a se unir, desconhecendo as fronteiras, pelo comércio, viagens, telecomunicações e a migração em massa. Quando em um mundo tão interdependente a fé religiosa tem o poder de afastar as pessoas, ela se torna uma força de ruptura e de conflito. Isso é péssimo para todos. Mas tal consequência será particularmente negativa para os que têm fé religiosa. Significará que a fé não é sinônimo de reconciliação, compaixão e justiça, mas de ódio e sectarismo. Estou tão convencido da importância desta questão que resolvi dar um seminário na Universidade de Yale sobre o tema. Não decidi fazer isso como mero exercício intelectual, mas porque acredito que se trata de uma questão profundamente prática. Se não descobrirmos um modo de conciliar fé e globalização, o mundo não só será um lugar perigoso, como a própria globalização terá muito menos possibilidades de sucesso na disseminação da prosperidade.

A fé e seus valores são muito importantes. Sua integração definirá de modo crucial as perspectivas de sucesso, de prosperidade e de coexistência pacífica da sociedade global em que vivemos. A alternativa é a tensão, o conflito e a violência. O que isso significa em termos práticos? Antigamente eu acreditava que a globalização era um processo que não contemplava valores. Eu pensava que numa era de globalização era preciso buscar a justiça por seu valor intrínseco, e não por motivos de eficiência. Agora mudei minha posição.

A crise econômica mostra o por quê.

Esta crise foi criada em grande parte por um comportamento (pela irresponsabilidade) que preferiríamos não tivesse sido adotado. E prolongou-se pela falta de confiança. Valores como a fé nos outros ou a perspectiva a longo prazo, em lugar da maximização do lucro a curto prazo, são os elementos que criarão a confiança exigida para que a economia volte a se fortalecer. Em outras palavras, a confiança e a estabilidade que dela decorre não poderão ser restauradas apenas por recursos técnicos, mas pelo restabelecimento dos valores. Este é um dos casos que ilustram a ideia de que um mundo interdependente não pode funcionar sem os valores da confiança.

Em matéria de política externa, isso pode ser visto mais claramente. Os ataques de Mumbai representam uma ameaça à segurança. Evidentemente, em nossa reação à violência, precisamos estar preparados para dar uma resposta militar. Mas é também verdade que será a força das ideias e não a força das armas que permitirá que a globalização tenha êxito e não desmorone em meio aos conflitos.

Se pudéssemos criar um espaço em que pessoas de diferentes credos pudessem viver e trabalhar juntas e em paz, seria uma poderosa demonstração de que há valores distintos dos que, durante décadas, criaram uma violência sem fim. Para derrotar as forças da exclusão e da divisão que levam ao terror devemos recorrer à educação como um dos principais componentes da política externa.

Portanto, tanto em política econômica quanto em política externa, é evidente que, se não nos pautarmos por valores sólidos, não poderemos tornar o mundo seguro para esta interdependência. A coexistência pacífica não poderá lançar raízes a não ser que existam fortes alianças não apenas entre nações, mas também entre os vários credos e os valores que temos em comum.

* Tony Blair foi primeiro-ministro da Grã-Bretanha de 1997 a 2007. Este artigo é uma adaptação de uma palestra feita por ele, na semana passada, na Universidade de Yale.

O Estado de São Paulo – 2009

Assinale a opção cuja oração expresse noção de consequência.

 

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2403724 Ano: 2010
Disciplina: Medicina
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Carapicuíba-SP

Para evitar hipoglicemia ao realizar exercício físico, que mecanismos compensadores se colocam em marcha:

 

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2399460 Ano: 2010
Disciplina: Medicina
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Carapicuíba-SP

São cuidados a serem tomados na aspiração traqueobrônquica:

 

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2399333 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Carapicuíba-SP

O PAPEL DA FÉ PARA O ÊXITO DA

GLOBALIZAÇÃO

Em mundo interdependente, poder da religião pode tornar-se força de ruptura e de conflito

As pressões da globalização levam as pessoas a se unir, desconhecendo as fronteiras, pelo comércio, viagens, telecomunicações e a migração em massa. Quando em um mundo tão interdependente a fé religiosa tem o poder de afastar as pessoas, ela se torna uma força de ruptura e de conflito. Isso é péssimo para todos. Mas tal consequência será particularmente negativa para os que têm fé religiosa. Significará que a fé não é sinônimo de reconciliação, compaixão e justiça, mas de ódio e sectarismo. Estou tão convencido da importância desta questão que resolvi dar um seminário na Universidade de Yale sobre o tema. Não decidi fazer isso como mero exercício intelectual, mas porque acredito que se trata de uma questão profundamente prática. Se não descobrirmos um modo de conciliar fé e globalização, o mundo não só será um lugar perigoso, como a própria globalização terá muito menos possibilidades de sucesso na disseminação da prosperidade.

A fé e seus valores são muito importantes. Sua integração definirá de modo crucial as perspectivas de sucesso, de prosperidade e de coexistência pacífica da sociedade global em que vivemos. A alternativa é a tensão, o conflito e a violência. O que isso significa em termos práticos? Antigamente eu acreditava que a globalização era um processo que não contemplava valores. Eu pensava que numa era de globalização era preciso buscar a justiça por seu valor intrínseco, e não por motivos de eficiência. Agora mudei minha posição.

A crise econômica mostra o por quê.

Esta crise foi criada em grande parte por um comportamento (pela irresponsabilidade) que preferiríamos não tivesse sido adotado. E prolongou-se pela falta de confiança. Valores como a fé nos outros ou a perspectiva a longo prazo, em lugar da maximização do lucro a curto prazo, são os elementos que criarão a confiança exigida para que a economia volte a se fortalecer. Em outras palavras, a confiança e a estabilidade que dela decorre não poderão ser restauradas apenas por recursos técnicos, mas pelo restabelecimento dos valores. Este é um dos casos que ilustram a ideia de que um mundo interdependente não pode funcionar sem os valores da confiança.

Em matéria de política externa, isso pode ser visto mais claramente. Os ataques de Mumbai representam uma ameaça à segurança. Evidentemente, em nossa reação à violência, precisamos estar preparados para dar uma resposta militar. Mas é também verdade que será a força das ideias e não a força das armas que permitirá que a globalização tenha êxito e não desmorone em meio aos conflitos.

Se pudéssemos criar um espaço em que pessoas de diferentes credos pudessem viver e trabalhar juntas e em paz, seria uma poderosa demonstração de que há valores distintos dos que, durante décadas, criaram uma violência sem fim. Para derrotar as forças da exclusão e da divisão que levam ao terror devemos recorrer à educação como um dos principais componentes da política externa.

Portanto, tanto em política econômica quanto em política externa, é evidente que, se não nos pautarmos por valores sólidos, não poderemos tornar o mundo seguro para esta interdependência. A coexistência pacífica não poderá lançar raízes a não ser que existam fortes alianças não apenas entre nações, mas também entre os vários credos e os valores que temos em comum.

* Tony Blair foi primeiro-ministro da Grã-Bretanha de 1997 a 2007. Este artigo é uma adaptação de uma palestra feita por ele, na semana passada, na Universidade de Yale.

O Estado de São Paulo – 2009

A fé não está em declínio. Poderá estar em declínio em alguns lugares, mas não no mundo todo. Em algumas partes está em ascensão. O conectivo sublinhado pode ser substituído, sem alterar o valor semântico, por:

 

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2398945 Ano: 2010
Disciplina: Medicina
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Carapicuíba-SP

Assinale abaixo a alternativa correta que traz os agentes mais comuns causadores da sinusite:

 

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2398870 Ano: 2010
Disciplina: Medicina
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Carapicuíba-SP

Em relação a Ascite, assinale V para verdadeiro ou F para falso:

( ) A peritonite bacteriana espontânea ocorre principalmente em cirróticos com ascite e é causada por bactérias Gram-positivas.

( ) Contagem de polimorfonucleares com cultura positiva, na ausência de foco abdominal de infecção, caracterizam a ascite neutrocítica.

( ) Os achados no exame físico de eritema palmar, flapping, aranhas vasculares, circulação colateral tipo porta e hálito hepático sugerem ascite da cirrose hepática.

( ) Paracentese com retirada de grande volume de líquido ascítico tem como principal complicação a indução de disfunção circulatória caracterizada por ativação do sistema renina-angiotensina aldosterona.

( ) Pacientes com peritonite bacteriana espontânea devem ser submetidos a novo estudo do líquido ascítico 48 horas após o início antibioticoterapia, considerando-se falha terapêutica quando polimorfonucleares não reduzirem mais de 25% em relação ao exame prétratamento.

A sequência correta, de cima para baixo, é:

 

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