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Foram encontradas 40 questões.

2975167 Ano: 2023
Disciplina: Farmácia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Caturité-PB
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Das formas farmacêuticas apresentadas abaixo, qual apresenta o estado físico semissólido?

 

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2975166 Ano: 2023
Disciplina: Farmácia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Caturité-PB
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A pasta d'água é uma forma farmacêutica utilizada no tratamento de brotoejas, queimaduras leves, irritação da pele e acne. A sua fórmula está expressa abaixo.

Componentes

Quantidade (g)

Óxido de zinco

25

Talco

25

Glicerol

25

Água de cal

25

Qual operação farmacêutica deve ser feita com o óxido de zinco no início da preparação da pasta d'água?

 

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2975165 Ano: 2023
Disciplina: Farmácia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Caturité-PB
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Para preparar 100 cápsulas de prednisona 5 mg são necessários 500 mg do fármaco. Se chega na farmácia uma prescrição de 10 cápsulas de prednisona 5 mg, quanto do fármaco será utilizado na preparação?

 

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2975164 Ano: 2023
Disciplina: Farmácia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Caturité-PB
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O sucesso no varejo farmacêutico está ligado diretamente com o seu controle de estoque de farmácia. Quando a farmácia trabalha com uma enorme quantidade de produtos no seu estoque, obrigatoriamente terá que manter um giro constante de vendas, caso contrário, comprometerá seu fluxo de caixa, além de correr o risco de ter prejuízos por perda de vencimento.

(Fonte: Sabadini L. Guia Completo: Controle de Estoque de Farmácia. https://www.inovafarma.com.br/blog/controle-de-estoque-de-farmacia/#Controle_de_estoque_PEPS_ou_FIFO, disponível em 10 de abril de 2023.)

Sobre o controle de estoque e classificação de produtos pela curva ABC, assinale a alternativa CORRETA.

 

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2975163 Ano: 2023
Disciplina: Farmácia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Caturité-PB
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A farmácia hospitalar é definida como uma unidade hospitalar de assistência técnico-administrativa, dirigida por um profissional farmacêutico, integrada funcional e hierarquicamente às atividades hospitalares.

(Fonte: Brasil. Ministério da Saúde. Coordenação de Controle e Infecção Hospitalar. Guia Básico para a Farmácia Hospitalar. Brasília, 1994. (adaptado))

Sobre as funções do(a) técnico(a) em farmácia, analise as afirmações abaixo e responde o que se pede.

I- Desenvolver atividades centradas no trabalho assistencial, sob supervisão do farmacêutico.

II- Gerar informações atualizadas sobre medicamentos à equipe de saúde, aos pacientes e à comunidade em geral.

III- Selecionar, avaliar, interpretar, classificar, organizar e centralizar informações especializadas de fontes bibliográficas idôneas sobre medicamentos.

IV- Atender às prescrições médicas, respeitando a legislação específica.

Está CORRETO o que se afirma apenas em:

 

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2975037 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Caturité-PB

Leia o excerto de Fiquei afásica, artigo de divulgação científica, publicado na Roseta (em 2022), revista de popularização da ciência, e responda às questões de 10 a 15.

Texto 4:

Fiquei afásica

O cérebro de uma pessoa afásica trabalha de forma diferente de uma pessoa não afásica, o que afeta, na maioria das vezes, o uso linguístico.

Lou-Ann Kleppa

Perdi as palavras de um dia

pro outro

Não uso mais “enfim”, “sabe?”

Entendo o que me dizem, mas

se tento falar

Só sai TISSA TISSA TISSA TÁ

Fiquei afásica

Perdi o controle da escolha

Só me resta o gesto

Não uso mais “obrigado”, “até”

O som que sai não é sequer uma palavra

dessa língua

Só sai TISSA TISSA TISSA TÁ

Fiquei afásica

Depois do AVC

minha vida para/pa-ra-li-sou

Sou paciente, passiva, sujeito sem ação

Quero voltar pra mim

inventar nova comunicação

Por enquanto só sai TISSA TISSA TISSA TÁ

Fiquei afásica

Você já tentou passar um dia inteiro sem dizer qualquer palavra? A não ser que você esteja socialmente isolado ou tenha feito voto de silêncio, se você conseguir desenvolver suas atividades rotineiras sem dizer uma palavra ao longo de 24h, então isso foi uma opção e provavelmente não uma imposição. Agora imagine uma pessoa que, da noite pro dia, não seja mais capaz de usar as palavras da sua língua materna.

Para preservar a identidade da pessoa afásica, chamaremos de Liliane uma moça que, aos 33 anos de idade, sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC, popularmente conhecido como derrame). Este episódio neurológico fez com que um pedacinho do hemisfério esquerdo do cérebro de Liliane parasse de receber fluxo de sangue. E isto deixou duas sequelas marcantes nela: os membros do lado direito do corpo perderam força e mobilidade e a linguagem dela foi afetada.

A perna direita arrastava na caminhada e a mão direita não segurava mais objetos (escrever com caneta ou lápis deixou de ser possível), mas isso não a impedia de digitar no celular. Perceba que Liliane conseguiu se adaptar a uma limitação do seu corpo digitando no celular com a mão esquerda.

A princípio, sua linguagem falada se reduzia a um automatismo: espontaneamente (quando não lia ou repetia palavras), ela só produzia TISSA (TÁ). Chegaram até a chamá-la de Ticiane, tão característico tinha virado o TISSA dela. “Oi, tudo bem?” “TISSA.” “Aceita mais uma fatia de bolo?” “TISSA”, Liliane procurou tratamento fonoaudiológico e entendeu que sua dificuldade não era mecânica: era a linguagem dela que estava afetada.

Gestos como descascar frutas, cortar alimentos ou desenhar algo podem estar preservados. O problema não é articulatório (localizado na boca ou na mão), mas afeta as funções da linguagem no cérebro.

Liliane procurou um grupo de extensão universitária e foi acolhida num grupo interdisciplinar em que atuavam fonoterapeutas, terapeutas ocupacionais e linguistas. Lá ela conheceu pessoas com os mais diversos tipos de afasias e seus acompanhantes. Alino grupo, ela entendeu que a afasia é uma decorrência de lesão cerebral. [...]

Há casos de pessoas com afasia que acompanham um grupo como esses por 10 anos, por exemplo. Voltar não só para a linguagem, mas para as atividades linguageiras e se sentir aceito na sociedade novamente demanda tempo e paciência. [...]

Ao saber que, conforme o regime dos verbos ou dos nomes, os termos regentes e os regidos estabelecem entre si relações de dependência, relacione, no seguinte quadro, a correspondência entre os termos em destaque e a descrição da regência empregada.

( ) “dizer qualquer palavra”

1. Regência de um constituinte locativo abstrato, encabeçado pela preposição em.

( ) “arrastava na caminhada”

2. Regência de um objeto direto.

( ) “se adaptar a uma limitação”

3. Regência nominal.

( ) “aceito na sociedade”

4. Regência de um objeto indireto.

Marque a alternativa com a sequência CORRETA.

 

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2975023 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Caturité-PB

Leia o excerto de Fiquei afásica, artigo de divulgação científica, publicado na Roseta (em 2022), revista de popularização da ciência, e responda às questões de 10 a 15.

Texto 4:

Fiquei afásica

O cérebro de uma pessoa afásica trabalha de forma diferente de uma pessoa não afásica, o que afeta, na maioria das vezes, o uso linguístico.

Lou-Ann Kleppa

Perdi as palavras de um dia

pro outro

Não uso mais “enfim”, “sabe?”

Entendo o que me dizem, mas

se tento falar

Só sai TISSA TISSA TISSA TÁ

Fiquei afásica

Perdi o controle da escolha

Só me resta o gesto

Não uso mais “obrigado”, “até”

O som que sai não é sequer uma palavra

dessa língua

Só sai TISSA TISSA TISSA TÁ

Fiquei afásica

Depois do AVC

minha vida para/pa-ra-li-sou

Sou paciente, passiva, sujeito sem ação

Quero voltar pra mim

inventar nova comunicação

Por enquanto só sai TISSA TISSA TISSA TÁ

Fiquei afásica

Você já tentou passar um dia inteiro sem dizer qualquer palavra? A não ser que você esteja socialmente isolado ou tenha feito voto de silêncio, se você conseguir desenvolver suas atividades rotineiras sem dizer uma palavra ao longo de 24h, então isso foi uma opção e provavelmente não uma imposição. Agora imagine uma pessoa que, da noite pro dia, não seja mais capaz de usar as palavras da sua língua materna.

Para preservar a identidade da pessoa afásica, chamaremos de Liliane uma moça que, aos 33 anos de idade, sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC, popularmente conhecido como derrame). Este episódio neurológico fez com que um pedacinho do hemisfério esquerdo do cérebro de Liliane parasse de receber fluxo de sangue. E isto deixou duas sequelas marcantes nela: os membros do lado direito do corpo perderam força e mobilidade e a linguagem dela foi afetada.

A perna direita arrastava na caminhada e a mão direita não segurava mais objetos (escrever com caneta ou lápis deixou de ser possível), mas isso não a impedia de digitar no celular. Perceba que Liliane conseguiu se adaptar a uma limitação do seu corpo digitando no celular com a mão esquerda.

A princípio, sua linguagem falada se reduzia a um automatismo: espontaneamente (quando não lia ou repetia palavras), ela só produzia TISSA (TÁ). Chegaram até a chamá-la de Ticiane, tão característico tinha virado o TISSA dela. “Oi, tudo bem?” “TISSA.” “Aceita mais uma fatia de bolo?” “TISSA”, Liliane procurou tratamento fonoaudiológico e entendeu que sua dificuldade não era mecânica: era a linguagem dela que estava afetada.

Gestos como descascar frutas, cortar alimentos ou desenhar algo podem estar preservados. O problema não é articulatório (localizado na boca ou na mão), mas afeta as funções da linguagem no cérebro.

Liliane procurou um grupo de extensão universitária e foi acolhida num grupo interdisciplinar em que atuavam fonoterapeutas, terapeutas ocupacionais e linguistas. Lá ela conheceu pessoas com os mais diversos tipos de afasias e seus acompanhantes. Alino grupo, ela entendeu que a afasia é uma decorrência de lesão cerebral. [...]

Há casos de pessoas com afasia que acompanham um grupo como esses por 10 anos, por exemplo. Voltar não só para a linguagem, mas para as atividades linguageiras e se sentir aceito na sociedade novamente demanda tempo e paciência. [...]

Do ponto de vista sintático-semântico, o Texto 4 funciona em um contínuo formado por diversos complexos oracionais. No que diz respeito a esses complexos, analise:

“A perna direita arrastava na caminhada e a mão direita não segurava mais objetos (escrever com caneta ou lápis deixou de ser possível), mas isso não a impedia de digitar no celular.”.

Assinale a alternativa com a CLASSIFICAÇÃO CORRETA para a oração destacada:

 

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Questão presente nas seguintes provas
2975022 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Caturité-PB

Leia o excerto de Fiquei afásica, artigo de divulgação científica, publicado na Roseta (em 2022), revista de popularização da ciência, e responda às questões de 10 a 15.

Texto 4:

Fiquei afásica

O cérebro de uma pessoa afásica trabalha de forma diferente de uma pessoa não afásica, o que afeta, na maioria das vezes, o uso linguístico.

Lou-Ann Kleppa

Perdi as palavras de um dia

pro outro

Não uso mais “enfim”, “sabe?”

Entendo o que me dizem, mas

se tento falar

Só sai TISSA TISSA TISSA TÁ

Fiquei afásica

Perdi o controle da escolha

Só me resta o gesto

Não uso mais “obrigado”, “até”

O som que sai não é sequer uma palavra

dessa língua

Só sai TISSA TISSA TISSA TÁ

Fiquei afásica

Depois do AVC

minha vida para/pa-ra-li-sou

Sou paciente, passiva, sujeito sem ação

Quero voltar pra mim

inventar nova comunicação

Por enquanto só sai TISSA TISSA TISSA TÁ

Fiquei afásica

Você já tentou passar um dia inteiro sem dizer qualquer palavra? A não ser que você esteja socialmente isolado ou tenha feito voto de silêncio, se você conseguir desenvolver suas atividades rotineiras sem dizer uma palavra ao longo de 24h, então isso foi uma opção e provavelmente não uma imposição. Agora imagine uma pessoa que, da noite pro dia, não seja mais capaz de usar as palavras da sua língua materna.

Para preservar a identidade da pessoa afásica, chamaremos de Liliane uma moça que, aos 33 anos de idade, sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC, popularmente conhecido como derrame). Este episódio neurológico fez com que um pedacinho do hemisfério esquerdo do cérebro de Liliane parasse de receber fluxo de sangue. E isto deixou duas sequelas marcantes nela: os membros do lado direito do corpo perderam força e mobilidade e a linguagem dela foi afetada.

A perna direita arrastava na caminhada e a mão direita não segurava mais objetos (escrever com caneta ou lápis deixou de ser possível), mas isso não a impedia de digitar no celular. Perceba que Liliane conseguiu se adaptar a uma limitação do seu corpo digitando no celular com a mão esquerda.

A princípio, sua linguagem falada se reduzia a um automatismo: espontaneamente (quando não lia ou repetia palavras), ela só produzia TISSA (TÁ). Chegaram até a chamá-la de Ticiane, tão característico tinha virado o TISSA dela. “Oi, tudo bem?” “TISSA.” “Aceita mais uma fatia de bolo?” “TISSA”, Liliane procurou tratamento fonoaudiológico e entendeu que sua dificuldade não era mecânica: era a linguagem dela que estava afetada.

Gestos como descascar frutas, cortar alimentos ou desenhar algo podem estar preservados. O problema não é articulatório (localizado na boca ou na mão), mas afeta as funções da linguagem no cérebro.

Liliane procurou um grupo de extensão universitária e foi acolhida num grupo interdisciplinar em que atuavam fonoterapeutas, terapeutas ocupacionais e linguistas. Lá ela conheceu pessoas com os mais diversos tipos de afasias e seus acompanhantes. Alino grupo, ela entendeu que a afasia é uma decorrência de lesão cerebral. [...]

Há casos de pessoas com afasia que acompanham um grupo como esses por 10 anos, por exemplo. Voltar não só para a linguagem, mas para as atividades linguageiras e se sentir aceito na sociedade novamente demanda tempo e paciência. [...]

A partir da significação linguística do título “Fiquei afásica”, assinale a alternativa com a análise INCORRETA:

 

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2975021 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Caturité-PB

Responda às questões 8 e 9, a partir do texto que se apresenta na sequência:

Texto 3:

Estudante cria talher para pacientes com Mal de Parkinson

O projeto foi desenvolvido pelo Centro Universitário de Brasília (CEUB) e impede que o alimento caia durante o tremor nas mãos dos pacientes.

23 de janeiro de 2023

“Mesmo com os tremores, 2 o alimento se mantém no talher”

Davi Mogrovejo, aluno do curso de engenharia elétrica do Centro Universitário de Brasília (CEUB), desenvolveu um talher eletrônico com o objetivo de ajudar pessoas com Mal de Parkinson. O equipamento impede que o alimento caia em função dos tremores nas mãos dos pacientes.

Mesmo com os tremores, o alimento se mantém no talher. Foram utilizados sensores e o equipamento foi testado em vários pacientes. Muito além da tecnologia, em si, o objetivo é que o aparelho seja acessível. Atualmente, no mercado, aparelhos com o mesmo objetivo são vendidos por cerca de R$ 3 mil. Existem várias outras pesquisas e protótipos com o objetivo de melhorar a qualidade de vida das pessoas diagnosticadas com a doença.

Leia mais em: https://forbes.com.br/forbessaude/2023/01/estudantes-criam-talher-para-pacientes-com-mal-de-parkinson/

Acerca das características (dos fatores) de textualidade na matéria “Estudante cria talher para pacientes com Mal de Parkinson”, assinale a alternativa ERRADA.

 

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2975020 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Caturité-PB

Segue um trecho de um artigo de divulgação científica, publicado em Superinteressante (13 mar. 2023), a partir do qual devem ser respondidas as questões de 4 a 7.

Texto 2:

Ciência

As abelhas dançam para se comunicar. Mas precisam de aulas de dança

Você não nasceu sambando - e nem as abelhas. No caso delas, a dança é vital para a comunicação e um passo em falso pode prejudicar uma colega.

Por Leo Caparroz

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(Scott Spakowski/Getty Images)

A dança das abelhas é um tipo singular de comunicação. Elas usam seu gingado para avisar as companheiras de colmeia sobre a localização das melhores flores, com mais néctar. Através dos seus passinhos, as colegas sabem a distância, direção e qualidade do alimento que a mensageira encontrou.

Porém, assim como nós precisamos treinar nosso molejo, as abelhas não nascem pés de valsa. Cientistas descobriram que, durante a juventude, elas aprimoram esses movimentos ao tocar suas antenas nos corpos das dançarinas mais experientes — se não o fizerem, suas danças terão mais erros e suas direções não serão tão precisas.

Essa dança comunicativa é difícil de executar, e um passo errado pode mandar uma abelha para um lugar diferente do desejado. Quando as operárias mais velhas retornam à colmeia e executam a dança, as novatas observam com atenção e, com isso, aprendem a dançar de um jeito que gere melhores mapas.

[...]

A pesquisa serve para demonstrar que a dança das abelhas não é completamente inata, mas que tem influência de seu meio, sendo parcialmente moldada pelo aprendizado social e compartilhamento de técnicas. No fim das contas, todas elas eram capazes de dançar; porém, as que tiveram “professores” mais experientes dançavam muito melhor.

Leia mais em: https://super.abril.com.br/ciencia/as-abelhas-dancam-para-se-comunicar-mas-precisam-de-aulas-de-danca/

Analise o comportamento sintático do verbo nas seguintes orações:

“A dança das abelhas é um tipo singular de comunicação.”

“Essa dança comunicativa é difícil de executar”

“No fim das contas, todas elas eram capazes de dançar”

Assinale a alternativa CORRETA acerca desse comportamento:

 

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