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Considerando o disposto na LDB Nº 9394/96 e as Diretrizes Curriculares Nacionais, assinale a alternativa que não apresenta uma função da Educação de Jovens e Adultos (EJA).
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AS QUESTÕES DE 1 A 10 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO
TEXTO
- Ouvimos, com frequência, queixas sisudas no sentido de que a língua portuguesa
- está se estropiando no Brasil. Elas partem não só de dentro de nossas fronteiras como
- também de além-mar, onde o vírus do linguajar das novelas brasileiras estaria infeccionando
- a pureza do idioma.
- As queixas têm certa procedência, quando não redundam em uma defesa disfarçada
- da petrificação da língua, pretensão aliás inútil diante de seu constante movimento, seja a
- longo prazo, seja diante de nossos olhos. Basta ler um texto de Ruy Barbosa para perceber
- a distância que medeia entre sua escrita e a dos dias que correm. É bom lembrar que Ruy
- morreu há pouco mais de 80 anos, espaço de tempo relativamente reduzido, quando se
- pensa em termos de grandes alterações da língua.
- Na contínua renovação, há porém muitos descaminhos. Claro que o critério para
- estabelecer o que constitui descaminho é relativo e depende mesmo do gosto de cada um,
- até que a passagem dos anos se encarregue de distinguir as novas formas linguísticas dos
- modismos passageiros.
- Da minha parte, implico particularmente com algumas novidades como, por exemplo,
- essa história de falar sempre em “cima de alguma coisa, ou de alguma ideia”, expressão
- inevitável nas reuniões de executivo e nas assembleias, sejam elas de professores ou de
- sindicalistas. De resto, nessas reuniões já não se pondera nada, como se a ponderação
- tivesse abandonado de vez tais encontros: fazem-se “colocações” a respeito de tudo e de
- qualquer cousa.
- Embora a redução das desigualdades sociais pouco tenha avançado no país, pelo
- menos algo substancial se alcançou no plano da linguagem. Nessa área, o nivelamento é a
- palavra de ordem generalizada. Pensa-se "a nível de nivelamento".
- Um exemplo extremo de retrocesso aparece na linguagem científica, atacada por um
- inimigo fora de moda que, em outros tempos, se chamava imperialismo americano. Trata-se
- da referência a amostras randomizadas de pesquisa, assim mesmo sem aspas. Convém
- explicar, pois ninguém tem obrigação de saber isso: amostras randomizadas são as colhidas
- ao acaso, aleatoriamente, diríamos de forma algo elegante, derivando o qualificativo de "at
- random", ou seja, ao acaso.
- Enfim, os exemplos poderiam ser multiplicados, ou complexificados se quiserem,
- mas estes me parecem bastar, como indicadores de descaminhos.
- Entretanto, em matéria de assuntos linguísticos, é bom ser cauteloso na ironia, até
- porque a língua portuguesa não é fácil. Da minha parte, a regência verbal constitui um terreno
- tormentoso, no qual me movo com dificuldade. É difícil saber, por exemplo, por que o verbo
- importar "pede" objeto direto e o verbo assistir tem outra “pedida” que, no meu tempo, era
- chamada de transitiva-relativa.
- Pelo menos, me esforço em acertar, embora me sinta parte integrante de uma
- espécie em extinção. A prova dessa marginalidade se confirmou quando me contaram a
- resposta de uma jovem redatora de jornal a um chefe de redação que reclamava de seus
- abusos regenciais: "Você ainda se preocupa com essas coisas?".
- Porém, apesar das queixas dos puristas, ouso dizer que o conhecimento da língua
- avançou muito nos últimos tempos. E não me refiro às inovações, mas ao chamado cânone
- consagrado.
- A Maria, que trabalha em minha casa, é um exemplo vivo do que estou afirmando.
- Ela tem o hábito de passar ao telefone longos minutos que me parecem horas. É a forma
- dela saber da vida dos parentes e amigos, de fofocar sobre este ou aquele personagem, de
- manter a intimidade com gente fisicamente distante.
- Há alguns dias um fragmento sonoro diferente, percorrendo os espaços da casa,
- chegou aos meus ouvidos. Não se falava da saúde, do emprego, ou da falta do emprego de
- alguém. Pelo que depreendi, do outro lado da linha, um funcionário de uma dessas lojas de
- eletrodomésticos, cuja clientela é formada pela população de poucos recursos, intimava-a a
- pagar uma prestação supostamente em atraso, com a rispidez que alguns dedicam ao
- consumidor pobre. A resposta veio cortante: "Eu não estou devendo nada, isso é erro de
- vocês. E vê se para de me tratar como se eu fosse uma inadimplente".
- Pensei em levar mais munição à Maria, sugerindo que acrescentasse um arremate
- demolidor, algo assim como "e não me venha cobrar, intempestivamente, juros moratórios".
- Desisti a tempo. Seria uma atitude paternalista e ainda por cima dispensável, pois em matéria
- de cidadania e de manejo do português, Maria não precisa de ajuda.
BORIS FAUSTO
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“...outra “pedida” que (...) era chamada de transitiva relativa” (L.35/36). |
Transpondo a oração em destaque da voz passiva para a voz ativa, tem-se a forma verbal
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AS QUESTÕES DE 1 A 10 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO
TEXTO
- Ouvimos, com frequência, queixas sisudas no sentido de que a língua portuguesa
- está se estropiando no Brasil. Elas partem não só de dentro de nossas fronteiras como
- também de além-mar, onde o vírus do linguajar das novelas brasileiras estaria infeccionando
- a pureza do idioma.
- As queixas têm certa procedência, quando não redundam em uma defesa disfarçada
- da petrificação da língua, pretensão aliás inútil diante de seu constante movimento, seja a
- longo prazo, seja diante de nossos olhos. Basta ler um texto de Ruy Barbosa para perceber
- a distância que medeia entre sua escrita e a dos dias que correm. É bom lembrar que Ruy
- morreu há pouco mais de 80 anos, espaço de tempo relativamente reduzido, quando se
- pensa em termos de grandes alterações da língua.
- Na contínua renovação, há porém muitos descaminhos. Claro que o critério para
- estabelecer o que constitui descaminho é relativo e depende mesmo do gosto de cada um,
- até que a passagem dos anos se encarregue de distinguir as novas formas linguísticas dos
- modismos passageiros.
- Da minha parte, implico particularmente com algumas novidades como, por exemplo,
- essa história de falar sempre em “cima de alguma coisa, ou de alguma ideia”, expressão
- inevitável nas reuniões de executivo e nas assembleias, sejam elas de professores ou de
- sindicalistas. De resto, nessas reuniões já não se pondera nada, como se a ponderação
- tivesse abandonado de vez tais encontros: fazem-se “colocações” a respeito de tudo e de
- qualquer cousa.
- Embora a redução das desigualdades sociais pouco tenha avançado no país, pelo
- menos algo substancial se alcançou no plano da linguagem. Nessa área, o nivelamento é a
- palavra de ordem generalizada. Pensa-se "a nível de nivelamento".
- Um exemplo extremo de retrocesso aparece na linguagem científica, atacada por um
- inimigo fora de moda que, em outros tempos, se chamava imperialismo americano. Trata-se
- da referência a amostras randomizadas de pesquisa, assim mesmo sem aspas. Convém
- explicar, pois ninguém tem obrigação de saber isso: amostras randomizadas são as colhidas
- ao acaso, aleatoriamente, diríamos de forma algo elegante, derivando o qualificativo de "at
- random", ou seja, ao acaso.
- Enfim, os exemplos poderiam ser multiplicados, ou complexificados se quiserem,
- mas estes me parecem bastar, como indicadores de descaminhos.
- Entretanto, em matéria de assuntos linguísticos, é bom ser cauteloso na ironia, até
- porque a língua portuguesa não é fácil. Da minha parte, a regência verbal constitui um terreno
- tormentoso, no qual me movo com dificuldade. É difícil saber, por exemplo, por que o verbo
- importar "pede" objeto direto e o verbo assistir tem outra “pedida” que, no meu tempo, era
- chamada de transitiva-relativa.
- Pelo menos, me esforço em acertar, embora me sinta parte integrante de uma
- espécie em extinção. A prova dessa marginalidade se confirmou quando me contaram a
- resposta de uma jovem redatora de jornal a um chefe de redação que reclamava de seus
- abusos regenciais: "Você ainda se preocupa com essas coisas?".
- Porém, apesar das queixas dos puristas, ouso dizer que o conhecimento da língua
- avançou muito nos últimos tempos. E não me refiro às inovações, mas ao chamado cânone
- consagrado.
- A Maria, que trabalha em minha casa, é um exemplo vivo do que estou afirmando.
- Ela tem o hábito de passar ao telefone longos minutos que me parecem horas. É a forma
- dela saber da vida dos parentes e amigos, de fofocar sobre este ou aquele personagem, de
- manter a intimidade com gente fisicamente distante.
- Há alguns dias um fragmento sonoro diferente, percorrendo os espaços da casa,
- chegou aos meus ouvidos. Não se falava da saúde, do emprego, ou da falta do emprego de
- alguém. Pelo que depreendi, do outro lado da linha, um funcionário de uma dessas lojas de
- eletrodomésticos, cuja clientela é formada pela população de poucos recursos, intimava-a a
- pagar uma prestação supostamente em atraso, com a rispidez que alguns dedicam ao
- consumidor pobre. A resposta veio cortante: "Eu não estou devendo nada, isso é erro de
- vocês. E vê se para de me tratar como se eu fosse uma inadimplente".
- Pensei em levar mais munição à Maria, sugerindo que acrescentasse um arremate
- demolidor, algo assim como "e não me venha cobrar, intempestivamente, juros moratórios".
- Desisti a tempo. Seria uma atitude paternalista e ainda por cima dispensável, pois em matéria
- de cidadania e de manejo do português, Maria não precisa de ajuda.
BORIS FAUSTO
A alternativa em que o fragmento destacado contém uma ideia de estado de sujeito é
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AS QUESTÕES DE 1 A 10 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO
TEXTO
- Ouvimos, com frequência, queixas sisudas no sentido de que a língua portuguesa
- está se estropiando no Brasil. Elas partem não só de dentro de nossas fronteiras como
- também de além-mar, onde o vírus do linguajar das novelas brasileiras estaria infeccionando
- a pureza do idioma.
- As queixas têm certa procedência, quando não redundam em uma defesa disfarçada
- da petrificação da língua, pretensão aliás inútil diante de seu constante movimento, seja a
- longo prazo, seja diante de nossos olhos. Basta ler um texto de Ruy Barbosa para perceber
- a distância que medeia entre sua escrita e a dos dias que correm. É bom lembrar que Ruy
- morreu há pouco mais de 80 anos, espaço de tempo relativamente reduzido, quando se
- pensa em termos de grandes alterações da língua.
- Na contínua renovação, há porém muitos descaminhos. Claro que o critério para
- estabelecer o que constitui descaminho é relativo e depende mesmo do gosto de cada um,
- até que a passagem dos anos se encarregue de distinguir as novas formas linguísticas dos
- modismos passageiros.
- Da minha parte, implico particularmente com algumas novidades como, por exemplo,
- essa história de falar sempre em “cima de alguma coisa, ou de alguma ideia”, expressão
- inevitável nas reuniões de executivo e nas assembleias, sejam elas de professores ou de
- sindicalistas. De resto, nessas reuniões já não se pondera nada, como se a ponderação
- tivesse abandonado de vez tais encontros: fazem-se “colocações” a respeito de tudo e de
- qualquer cousa.
- Embora a redução das desigualdades sociais pouco tenha avançado no país, pelo
- menos algo substancial se alcançou no plano da linguagem. Nessa área, o nivelamento é a
- palavra de ordem generalizada. Pensa-se "a nível de nivelamento".
- Um exemplo extremo de retrocesso aparece na linguagem científica, atacada por um
- inimigo fora de moda que, em outros tempos, se chamava imperialismo americano. Trata-se
- da referência a amostras randomizadas de pesquisa, assim mesmo sem aspas. Convém
- explicar, pois ninguém tem obrigação de saber isso: amostras randomizadas são as colhidas
- ao acaso, aleatoriamente, diríamos de forma algo elegante, derivando o qualificativo de "at
- random", ou seja, ao acaso.
- Enfim, os exemplos poderiam ser multiplicados, ou complexificados se quiserem,
- mas estes me parecem bastar, como indicadores de descaminhos.
- Entretanto, em matéria de assuntos linguísticos, é bom ser cauteloso na ironia, até
- porque a língua portuguesa não é fácil. Da minha parte, a regência verbal constitui um terreno
- tormentoso, no qual me movo com dificuldade. É difícil saber, por exemplo, por que o verbo
- importar "pede" objeto direto e o verbo assistir tem outra “pedida” que, no meu tempo, era
- chamada de transitiva-relativa.
- Pelo menos, me esforço em acertar, embora me sinta parte integrante de uma
- espécie em extinção. A prova dessa marginalidade se confirmou quando me contaram a
- resposta de uma jovem redatora de jornal a um chefe de redação que reclamava de seus
- abusos regenciais: "Você ainda se preocupa com essas coisas?".
- Porém, apesar das queixas dos puristas, ouso dizer que o conhecimento da língua
- avançou muito nos últimos tempos. E não me refiro às inovações, mas ao chamado cânone
- consagrado.
- A Maria, que trabalha em minha casa, é um exemplo vivo do que estou afirmando.
- Ela tem o hábito de passar ao telefone longos minutos que me parecem horas. É a forma
- dela saber da vida dos parentes e amigos, de fofocar sobre este ou aquele personagem, de
- manter a intimidade com gente fisicamente distante.
- Há alguns dias um fragmento sonoro diferente, percorrendo os espaços da casa,
- chegou aos meus ouvidos. Não se falava da saúde, do emprego, ou da falta do emprego de
- alguém. Pelo que depreendi, do outro lado da linha, um funcionário de uma dessas lojas de
- eletrodomésticos, cuja clientela é formada pela população de poucos recursos, intimava-a a
- pagar uma prestação supostamente em atraso, com a rispidez que alguns dedicam ao
- consumidor pobre. A resposta veio cortante: "Eu não estou devendo nada, isso é erro de
- vocês. E vê se para de me tratar como se eu fosse uma inadimplente".
- Pensei em levar mais munição à Maria, sugerindo que acrescentasse um arremate
- demolidor, algo assim como "e não me venha cobrar, intempestivamente, juros moratórios".
- Desisti a tempo. Seria uma atitude paternalista e ainda por cima dispensável, pois em matéria
- de cidadania e de manejo do português, Maria não precisa de ajuda.
BORIS FAUSTO
Quando o autor do texto diz: “Maria (...) é um exemplo vivo do que estou afirmando.” (L.44), ele se refere a
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- Educação em Geografia
- Geografia do BrasilEstados e DFGeografia do Maranhão
- Geografia do BrasilMeio Ambiente do Brasil
No ensino de Geografia, ao se trabalhar o tema “patrimônios ambientais do território brasileiro” com os alunos do Ensino Fundamental, espera-se que os mesmos desenvolvam a seguinte habilidade:
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- Educação em Geografia
- Geografia do BrasilAgropecuária no Brasil
- Geografia do BrasilEstados e DFGeografia do Maranhão
No Ensino fundamental, a partir do ensino de Geografia, ao aluno é possibilitado compreender a diferença entre a agricultura moderna e a agricultura tradicional. Essa habilidade pode ser desenvolvida através do seguinte eixo norteador:
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No contexto dos caminhos ou orientações no espaço de referência, o ponto colateral Sudeste (SE) se encontra entres os seguintes pontos cardeais:
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- Geografia do BrasilMeio Ambiente do BrasilSolos e Relevos 2
- Geografia do BrasilMeio Ambiente do BrasilProblemas e Catastrofes ambientais 2
- Geografia GeralMeio Ambiente
No Ensino fundamental, a partir do ensino de Geografia, ao aluno é possibilitado relacionar o uso inadequado dos solos com problemas ambientais, como erosão e contaminação dos solos e dos lençóis freáticos. Essa habilidade pode ser desenvolvida, especificamente, através do seguinte eixo norteador:
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Em Geografia, a projeção cartográfica que não utiliza o conceito de superfície de projeção, antes sendo construída com base em critérios formulados matematicamente, pode ser corretamente associada ao seguinte conceito:
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Em uma aula de Geografia, o Professor pode apresentar aos seus alunos das séries finais do Ensino Fundamental, a charge a seguir:

... e assim, conduziremos o Egito a um treco de que ainda não sabemos o nome.
Fonte: http://rodrigobennett.blogspot.com.br
Esta charge representa oportunidade de ampliar saberes e conhecimentos dos alunos a respeito da seguinte temática:
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