Foram encontradas 20 questões.
Sabrina, uma estudante do 9º ano do ensino fundamental, achou curioso pensar na questão do perímetro, soma das medidas dos lados de uma figura, quando relacionado à medida do lado dessa mesma figura. Essa estudante chegou à seguinte conclusão: "se um triângulo equilátero possui medida do lado x, então o perímetro y desse triângulo certamente será dado pela fórmula
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Um celular no valor de R$ 1233,90 está com um desconto de 23%. Sendo assim, o valor que mais se aproxima do preço atual desse celular é
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Fábio, um estudante de Matemática do Ensino Fundamental, calculou a razão entre 15 e 10 e percebeu que essa razão era proporcional a
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De um paralelogramo cuja base tem medida 8 cm e cuja altura tem medida 5 cm, retira-se um triângulo de base 8 cm e altura 2 cm. Nessas condições, resta da área original
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Suponha que um parque de diversões instalado no município de Cláudio (MG) contivesse o seguinte aviso na bilheteria: "Tarifa única para entrar no parque: R$ 5,00". Além dessa tarifa única e obrigatória para entrar nesse parque, suponha ainda que, em cada brinquedo, é cobrado um valor de R$ 1,10. Além disso, sabe-se ainda que o parque só aceita pagamento em dinheiro e à vista. Nessas condições, Felícia, uma estudante do nono ano, tinha exatamente R$ 14,90 em sua carteira. Com esse valor, ela fez poucos cálculos e percebeu que pode
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Leia o texto 1 para responder às questões de 1 a 4.
Doenças infecciosas moldaram a história
e a evolução humanas
Sucesso da ciência em controlar moléstias nos fez
esquecer quão devastadoras elas podem ser
Hélio Schwartsman
É preciso que surjam novos agentes patógenos como o coronavírus de Wuhan para que experimentemos uma pequena fração da angústia com doenças infecciosas que sempre acompanhou a humanidade. O sucesso da ciência em controlar as moléstias virais, bacterianas e parasitárias em vastas regiões do globo nos fez esquecer quão devastadoras elas podem ser.
A varíola, provavelmente a maior assassina da história, matou, só no século 20, entre 300 milhões e 500 milhões de humanos. A peste bubônica dizimou até um terço da população europeia no século 14. Uma parcela ainda maior dos grupos ameríndios sucumbiu ao blend de doenças infecciosas trazidas pelos europeus.
Aos que gostam de pintar as guerras como um flagelo comparável vale lembrar que, até a 1ª Guerra Mundial, a grande maioria dos soldados abatidos em conflitos morria por causa das doenças que acompanhavam as tropas e não devido à carga dos exércitos inimigos. Na Guerra Civil americana, dois terços dos 500 mil mortos foram vítimas primárias de patógenos. A situação só mudou depois que os militares incorporaram brigadas sanitárias, que, com barbeiros e serviços de lavanderia, limaram os ectoparasitas que transmitiam tifo e outras moléstias.
Doenças infecciosas moldaram a história e a evolução humanas. O vazio populacional deixado pela peste jogou o preço do trabalho nas alturas, desestabilizando o sistema feudal e abrindo caminho para o capitalismo. Ectoparasitas são a melhor hipótese para explicar a redução de pelos nos humanos. Isso para não mencionar a invenção do sexo, que também parece ser uma resposta a patógenos.
O curto e precário controle que conseguimos exercer sobre as moléstias infecciosas a partir do século 19 se deve exclusivamente à ciência —a mesma ciência que governos populistas ignoram quando desdenham especialistas e estudos técnicos. A população não faz melhor quando rejeita vacinas.
Disponível em:
<https://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/
2020/01/doencas-infecciosas-moldaram-a-historia-e-a
evolucao-humanas.shtml> . Acesso em 30 jan. 2020.
Analise o trecho abaixo:
“É preciso que surjam novos agentes patógenos como o coronavírus de Wuhan para que experimentemos uma pequena fração da angústia com doenças infecciosas que sempre acompanhou a humanidade.”
Em relação à oração destacada, é correto afirmar que expressa uma noção de
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Leia o texto 1 para responder às questões de 1 a 4.
Doenças infecciosas moldaram a história
e a evolução humanas
Sucesso da ciência em controlar moléstias nos fez
esquecer quão devastadoras elas podem ser
Hélio Schwartsman
É preciso que surjam novos agentes patógenos como o coronavírus de Wuhan para que experimentemos uma pequena fração da angústia com doenças infecciosas que sempre acompanhou a humanidade. O sucesso da ciência em controlar as moléstias virais, bacterianas e parasitárias em vastas regiões do globo nos fez esquecer quão devastadoras elas podem ser.
A varíola, provavelmente a maior assassina da história, matou, só no século 20, entre 300 milhões e 500 milhões de humanos. A peste bubônica dizimou até um terço da população europeia no século 14. Uma parcela ainda maior dos grupos ameríndios sucumbiu ao blend de doenças infecciosas trazidas pelos europeus.
Aos que gostam de pintar as guerras como um flagelo comparável vale lembrar que, até a 1ª Guerra Mundial, a grande maioria dos soldados abatidos em conflitos morria por causa das doenças que acompanhavam as tropas e não devido à carga dos exércitos inimigos. Na Guerra Civil americana, dois terços dos 500 mil mortos foram vítimas primárias de patógenos. A situação só mudou depois que os militares incorporaram brigadas sanitárias, que, com barbeiros e serviços de lavanderia, limaram os ectoparasitas que transmitiam tifo e outras moléstias.
Doenças infecciosas moldaram a história e a evolução humanas. O vazio populacional deixado pela peste jogou o preço do trabalho nas alturas, desestabilizando o sistema feudal e abrindo caminho para o capitalismo. Ectoparasitas são a melhor hipótese para explicar a redução de pelos nos humanos. Isso para não mencionar a invenção do sexo, que também parece ser uma resposta a patógenos.
O curto e precário controle que conseguimos exercer sobre as moléstias infecciosas a partir do século 19 se deve exclusivamente à ciência —a mesma ciência que governos populistas ignoram quando desdenham especialistas e estudos técnicos. A população não faz melhor quando rejeita vacinas.
Disponível em:
<https://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/
2020/01/doencas-infecciosas-moldaram-a-historia-e-a
evolucao-humanas.shtml> . Acesso em 30 jan. 2020.
Assinale a alternativa em que a palavra grifada pode ser substituída corretamente pelo termo entre colchetes sem que haja prejuízo para o sentido do trecho.
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Leia o texto 1 para responder às questões de 1 a 4.
Doenças infecciosas moldaram a história
e a evolução humanas
Sucesso da ciência em controlar moléstias nos fez
esquecer quão devastadoras elas podem ser
Hélio Schwartsman
É preciso que surjam novos agentes patógenos como o coronavírus de Wuhan para que experimentemos uma pequena fração da angústia com doenças infecciosas que sempre acompanhou a humanidade. O sucesso da ciência em controlar as moléstias virais, bacterianas e parasitárias em vastas regiões do globo nos fez esquecer quão devastadoras elas podem ser.
A varíola, provavelmente a maior assassina da história, matou, só no século 20, entre 300 milhões e 500 milhões de humanos. A peste bubônica dizimou até um terço da população europeia no século 14. Uma parcela ainda maior dos grupos ameríndios sucumbiu ao blend de doenças infecciosas trazidas pelos europeus.
Aos que gostam de pintar as guerras como um flagelo comparável vale lembrar que, até a 1ª Guerra Mundial, a grande maioria dos soldados abatidos em conflitos morria por causa das doenças que acompanhavam as tropas e não devido à carga dos exércitos inimigos. Na Guerra Civil americana, dois terços dos 500 mil mortos foram vítimas primárias de patógenos. A situação só mudou depois que os militares incorporaram brigadas sanitárias, que, com barbeiros e serviços de lavanderia, limaram os ectoparasitas que transmitiam tifo e outras moléstias.
Doenças infecciosas moldaram a história e a evolução humanas. O vazio populacional deixado pela peste jogou o preço do trabalho nas alturas, desestabilizando o sistema feudal e abrindo caminho para o capitalismo. Ectoparasitas são a melhor hipótese para explicar a redução de pelos nos humanos. Isso para não mencionar a invenção do sexo, que também parece ser uma resposta a patógenos.
O curto e precário controle que conseguimos exercer sobre as moléstias infecciosas a partir do século 19 se deve exclusivamente à ciência —a mesma ciência que governos populistas ignoram quando desdenham especialistas e estudos técnicos. A população não faz melhor quando rejeita vacinas.
Disponível em:
<https://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/
2020/01/doencas-infecciosas-moldaram-a-historia-e-a
evolucao-humanas.shtml> . Acesso em 30 jan. 2020.
O objetivo central do texto 1 é
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Leia o texto 3 para responder às questões de 8 a 10.
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Leia o texto 2 para responder às questões de 5 a 7.
A importância do flúor para os dentes
Julio Abramczyk
A aplicação de flúor para prevenção contra as cáries nos dentes já é bem estabelecida, principalmente em crianças.
O último número da Revista do CROSP (Conselho Regional de Odontologia de São Paulo) cita a implantação pioneira do bochecho fluoretado nas escolas primárias na década de 1970, feita pelo dentista Emil Adib Razuk. época, Razuk era diretor do Serviço Dentário Escolar do Estado.
Nas escolas, o bochecho fluoretado era realizado semanalmente, resultando em queda de 36,8% das cáries nas crianças que participaram do projeto.
Ao longo dos anos, o uso do flúor preventivamente também se revelou uma importante opção econômica para os serviços odontológicos governamentais de alguns países.
A professora Elizabeth Kay, da Plymouth University, Reino Unido, apresentou na Reunião Anual da Sociedade Britânica de Pesquisa Oral e Dental, em 2015, estudo demonstrando que é economicamente viável e sensato prevenir a cárie dentária nas crianças.
Ela explica que cerca de 26 mil crianças entre cinco e nove anos são internadas por ano em hospitais ingleses para tratamento odontológico.
Essas internações e seus custos poderiam ser evitados desde que adotadas as boas rotinas de saúde bucal, disse.
Para Kay os cuidados de saúde oral para as crianças valeriam a pena mesmo que custassem ao governo, por ano, 46 libras (cerca de R$ 282) por criança para escovar os dentes ou 62 libras (cerca de R$ 380) para aplicação de flúor.
Disponível em:<https://www1.folha.uol.com.br/colunas/julioabramczyk/2020/0
1/a-importancia-do-fluor-para-os-dentes.shtml>.
Acesso em 30 jan. 2020.
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