Foram encontradas 40 questões.
Um paciente de 55 anos em tratamento para
hanseníase multibacilar há 5 meses desenvolve febre,
aumento doloroso de lesões cutâneas pré-existentes,
edema de extremidades e neurite aguda com
diminuição da força muscular. Não há novas lesões
nem piora significativa da baciloscopia. Qual é o
diagnóstico mais provável e o tratamento inicial de
escolha?
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Ferramentas de diagnóstico para diferenciar entre
meningite bacteriana e viral adquiridas na
comunidade são essenciais para direcionar o
tratamento antibiótico, potencialmente salvador de
vidas, àqueles com maior risco e, simultaneamente,
evitar que pacientes com meningite viral sofram as
desvantagens dos antibióticos. Considerando as
evidências da ESCMID (European Society for
Clinical Microbiology and Infectious Diseases) sobre
a acurácia de biomarcadores e técnicas moleculares
no cenário clínico de suspeita de meningite, assinale
a alternativa correta.
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Um paciente de 39 anos apresenta anorexia, fadiga,
níveis persistentemente elevados de TGO e TGP no
soro, além de prolongamento do tempo de
protrombina (TP) e do tempo de tromboplastina
parcial ativada (TTPA). O paciente é positivo para o
antígeno de superfície do vírus da hepatite B
(HBsAg). Sendo assim, assinale a alternativa que
descreve melhor o mecanismo de lesão hepática nesse
caso.
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Qual infecção está mais comumente associada a um
pH vaginal maior que 4,5 e à presença de células-guia
(clue cells) na microscopia?
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Analise as assertivas e assinale a alternativa correta.
I. A dengue pode evoluir com hemoconcentração, plaquetopenia e sinais de extravasamento capilar.
II. A chikungunya raramente cursa com dor articular, sendo mais associada às manifestações neurológicas congênitas.
III. A zika apresenta associação comprovada com microcefalia e outras alterações do neurodesenvolvimento fetal.
I. A dengue pode evoluir com hemoconcentração, plaquetopenia e sinais de extravasamento capilar.
II. A chikungunya raramente cursa com dor articular, sendo mais associada às manifestações neurológicas congênitas.
III. A zika apresenta associação comprovada com microcefalia e outras alterações do neurodesenvolvimento fetal.
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Os vírus de RNA são reconhecidos como as
principais causas de doenças infecciosas em
humanos. Desde a primeira descoberta de vírus de
RNA infecciosos em humanos, em 1900, um total de
214 vírus de RNA humanos foram identificados até
hoje. São doenças causadas por vírus de RNA:
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Um adolescente apresenta febre, poliartrite migrante
e novo sopro holossistólico em foco mitral com
irradiação para axila. Segundo os Critérios de Jones
modificados, qual critério maior identificado neste
caso está mais associado a sequelas a longo prazo?
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A Classificação de Consenso Internacional (ICC)
atualizou os critérios para leucemia linfoblástica
aguda (LLA), integrando morfologia,
imunofenotipagem e, principalmente, dados
genômicos e perfis de expressão gênica (GEX). Essas
revisões são fundamentais para a medicina de
precisão, pois permitem identificar subtipos com
prognósticos distintos e alvos terapêuticos
específicos, como o uso de inibidores de tirosina
quinase em casos selecionados. Sobre a classificação
e o diagnóstico da LLA, de acordo com os critérios
da ICC, analise as assertivas e assinale a alternativa
correta.
I. A LLA-B com hipodiploidia é formalmente subdividida em duas categorias distintas com base no número de cromossomos: hipodiploidia baixa (32–39 cromossomos) e quase haploide (24–31 cromossomos).
II. O subtipo de LLA-B com rearranjo DUX4 é frequentemente identificado em adolescentes e jovens adultos (AYA) e está associado a um excelente prognóstico, apesar de poder apresentar níveis elevados de doença residual mínima no início da terapia.
III. Na nova classificação, a LLA-B BCR::ABL1-like é tratada como uma entidade única e homogênea, definida exclusivamente pela presença de rearranjos no gene CRLF2.
IV. A distinção entre LLA-B BCR::ABL1 positivo com envolvimento apenas linfoide e com envolvimento multilinhas baseia-se na célula-alvo da transformação, sendo esta última biologicamente semelhante à fase blástica linfoide da Leucemia Mieloide Crônica (LMC).
V. O diagnóstico da LLA de Precursor de Célula T Precoce (ETP-ALL) é definido primariamente por sequenciamento de transcriptoma completo, não sendo possível sua identificação por citometria de fluxo.
VI. O subtipo LLA-B com mutação PAX5 P80R é mais comum em adultos, possui um prognóstico relativamente bom e é caracterizado por um perfil de expressão gênica (GEX) distinto.
Glossário:
LLA – Leucemia Linfoblástica Aguda
ICC – Classificação de Consenso Internacional (International Consensus Classification)
LLA-B – Leucemia Linfoblástica Aguda de linhagem B AYA – Adolescentes e Jovens Adultos (Adolescents and Young Adults)
MRD – Doença Residual Mínima (Minimal Residual Disease)
BCR::ABL1 – Gene de fusão BCR-ABL1 (antiga nomenclatura BCR-ABL)
LMC – Leucemia Mieloide Crônica
ETP-ALL – Leucemia Linfoblástica Aguda de Precursor de Célula T Precoce (Early T-cell Precursor Acute Lymphoblastic Leukemia)
GEX – Expressão Gênica (Gene Expression, perfil de expressão gênica)
I. A LLA-B com hipodiploidia é formalmente subdividida em duas categorias distintas com base no número de cromossomos: hipodiploidia baixa (32–39 cromossomos) e quase haploide (24–31 cromossomos).
II. O subtipo de LLA-B com rearranjo DUX4 é frequentemente identificado em adolescentes e jovens adultos (AYA) e está associado a um excelente prognóstico, apesar de poder apresentar níveis elevados de doença residual mínima no início da terapia.
III. Na nova classificação, a LLA-B BCR::ABL1-like é tratada como uma entidade única e homogênea, definida exclusivamente pela presença de rearranjos no gene CRLF2.
IV. A distinção entre LLA-B BCR::ABL1 positivo com envolvimento apenas linfoide e com envolvimento multilinhas baseia-se na célula-alvo da transformação, sendo esta última biologicamente semelhante à fase blástica linfoide da Leucemia Mieloide Crônica (LMC).
V. O diagnóstico da LLA de Precursor de Célula T Precoce (ETP-ALL) é definido primariamente por sequenciamento de transcriptoma completo, não sendo possível sua identificação por citometria de fluxo.
VI. O subtipo LLA-B com mutação PAX5 P80R é mais comum em adultos, possui um prognóstico relativamente bom e é caracterizado por um perfil de expressão gênica (GEX) distinto.
Glossário:
LLA – Leucemia Linfoblástica Aguda
ICC – Classificação de Consenso Internacional (International Consensus Classification)
LLA-B – Leucemia Linfoblástica Aguda de linhagem B AYA – Adolescentes e Jovens Adultos (Adolescents and Young Adults)
MRD – Doença Residual Mínima (Minimal Residual Disease)
BCR::ABL1 – Gene de fusão BCR-ABL1 (antiga nomenclatura BCR-ABL)
LMC – Leucemia Mieloide Crônica
ETP-ALL – Leucemia Linfoblástica Aguda de Precursor de Célula T Precoce (Early T-cell Precursor Acute Lymphoblastic Leukemia)
GEX – Expressão Gênica (Gene Expression, perfil de expressão gênica)
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No manejo das síndromes talassêmicas,
considerando as diretrizes da Federação
Internacional de Talassemia, assinale a alternativa
incorreta.
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Sobre a doença celíaca, assinale a alternativa correta.
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