Vicentina, 24 anos, chega ao seu consultório visivelmente preocupada com episódios de tontura que a acometem há duas
semanas. A jovem relata que a tontura surge subitamente ao movimentar a cabeça, descrevendo a sensação como uma
rotação intensa e desagradável, que a impede de realizar as suas atividades habituais, incluindo o trabalho. Felizmente, a
tontura é breve e desaparece em poucos minutos. Intrigado com o caso, o médico realiza o teste de Dix-Hallpike. Durante
o exame, Vicentina apresenta nistagmo vertical com componente rotatório e relata piora da tontura.
Diante dos sintomas de Vicentina e dos achados do exame físico, qual a conduta mais adequada?
Paula, uma jovem de 26 anos, chega ao pronto-socorro com visível desconforto. Há dez dias, ela vem percebendo um
corrimento vaginal de odor desagradável e, nos últimos sete dias, o quadro piorou com o surgimento de uma dor persistente
no baixo ventre. Ela informa que utiliza um dispositivo intrauterino (DIU) de cobre há cerca de um ano. Embora negue
febre, vômitos ou diarreia, o corrimento e a dor estão afetando significativamente a sua qualidade de vida e rotina. Durante
o exame físico, o médico detecta um corrimento vaginal esverdeado e fétido. Paula apresenta dor à palpação abdominal
no baixo ventre e dor significativa à mobilização do colo uterino, além de sensibilidade à palpação dos anexos uterinos.
Com base nesse cenário clínico, qual a abordagem terapêutica mais adequada para garantir o tratamento eficaz e seguro
para Paula?
Augusto, um homem trans de 58 anos, comparece à consulta médica relatando uma sensação de aperto no peito. Ao
exame físico, não foram identificadas alterações palpáveis nas mamas, mas foi encontrada uma linfonodomegalia axilar
esquerda com um linfonodo endurecido de cerca de 3 cm e mobilidade reduzida. A investigação inicial por mamografia,
ultrassonografia e ressonância magnética das mamas não revelou lesões suspeitas. Entretanto, a biópsia do linfonodo
axilar demonstrou um tumor fortemente positivo para receptores de estrogênio e progesterona.
Diante desse quadro clínico, qual a conduta mais adequada para o caso de Augusto?
Alberto, um homem em situação de rua que frequenta os arredores da sua Unidade Básica de Saúde (UBS), busca
atendimento queixando-se de mal-estar. Durante a consulta, o médico identifica que a sua pressão arterial está alterada.
Administra um anti-hipertensivo e o libera com um formulário de contrarreferência, para agendar uma consulta de
acompanhamento na UBS. Considerando os princípios da Atenção Primária à Saúde (PNAB) e essa situação, é
CORRETO afirmar que
Francisco, 42 anos, agricultor, é admitido na UPA após ser encontrado inconsciente em seu local de trabalho. Apresentase com diaforese profusa, dispneia com sibilos audíveis, sialorreia, vômitos, diarreia, miose e tremores. A frequência
cardíaca está bradicárdica. Considerando o contexto ocupacional e o quadro clínico apresentado, qual o diagnóstico mais
provável e a conduta terapêutica inicial mais apropriada?
O Senhor Silva, um homem de 40 anos, chega ao seu consultório com um semblante cansado. A dor de cabeça que o
acompanha há dois anos tem se tornado cada vez mais frequente e intensa, afetando a sua qualidade de vida e a sua
produtividade. Ele descreve a dor como uma sensação de peso na região frontotemporal, bilateral, de intensidade
moderada, durando cerca de 10 horas e ocorrendo quase todos os dias. Durante o exame físico, o médico observa uma
tensão muscular palpável em seus ombros e pescoço, além de pontos sensíveis à dor na região cervical. Diante desse
quadro, o médico considera as opções de tratamento profilático para oferecer alívio ao Senhor Silva. Qual a melhor
alternativa para o tratamento profilático da cefaleia do Senhor Silva?
Marcelo, um eletricista experiente, sofre um grave acidente de trabalho, recebendo uma descarga elétrica de alta voltagem.
A equipe de resgate o leva às pressas para o hospital, onde um médico plantonista o recebe na emergência. As
queimaduras de terceiro grau em sua mão esquerda e pé direito são evidentes, mas a urina vermelho-escura coletada
pela sonda vesical de demora chama à atenção. O eletrocardiograma, o oxímetro e o monitoramento do débito urinário
estão em andamento, mas a decisão sobre a próxima etapa do tratamento é crucial. O que fazer?
Mateus, um lactente de 9 meses, foi trazido ao pronto atendimento por seus pais, preocupados com o início de sintomas
há 2 dias. Eles relatam febre baixa e vários episódios de diarreia aquosa volumosa, sem sangue ou muco, além de dois
episódios de vômitos após a alimentação. Mateus tem mostrado hiporexia e aceitação parcial de líquidos, mas continua
sendo amamentado. O peso anterior ao início dos sintomas era de 9 kg. Ao exame físico, Mateus apresenta frequência
cardíaca de 150 bpm, frequência respiratória de 40 ipm, pressão arterial de 78/50 mmHg (média de 68 mmHg), peso atual
de 8,5 kg, estado geral regular, comportamento alerta, porém irritado, choro sem lágrimas, olhos fundos, boca seca e
pulsos periféricos cheios e normopalpáveis. Diante desse cenário, qual é a avaliação e a conduta mais adequada para
Mateus?
João, 34 anos, procura atendimento na UBS relatando que, há um mês, teve a sua primeira crise convulsiva, o que o levou
a buscar ajuda em um hospital. Na época, exames clínicos e laboratoriais, além de uma tomografia de crânio, descartaram
causas agudas para o episódio. Foi então iniciado o uso de valproato em baixa dose (10 mg/kg/dia). Desde então, João
não apresentou novos sintomas, e, no momento, o seu exame físico é normal.
Considerando a situação clínica de João e os protocolos do Ministério da Saúde, qual a conduta mais adequada?
Paulo, 30 anos, vive com HIV e está em tratamento antirretroviral, incluindo sulfato de indinavir. Ele chega à emergência
com dor lombar intensa à esquerda, irradiando para a fossa ilíaca esquerda, acompanhada de disúria e hematúria
macroscópica. Ao exame físico, apresenta Giordano positivo à esquerda. Preocupado com a sua saúde, Paulo relata que
está em tratamento regular e pergunta qual exame de imagem poderia trazer mais clareza ao seu quadro. A resposta
CORRETA à pergunta de Paulo é