Magna Concursos

Foram encontradas 35 questões.

1893978 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Diamantina-MG
Provas:

INSTRUÇÃO: Leia a tirinha a seguir para responder às questões 14-15.


TEXTO 02

enunciado 1893978-1


Disponível em: <https://www20.opovo.com.br/app/acervo/tirinhas/2017/08/21/nottirinhasacervo . Publicada no jornal O Povo, em 17/12/2001.> Acesso em: 18 ago. 2019.

Considerando as palavras “apaxonado”, “prerfumes”, “fraganças”, “muié” “inté” e “istoque” presentes na tirinha, assinale a alternativa que contém a escrita ortográfica dessas palavras, respectivamente.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1893977 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Diamantina-MG
Provas:

INSTRUÇÃO: Leia o texto 01, com atenção, e responda às questões 01 a 13.


PARA PENSAR

1 [...] Segundo Nietzsche, a primeira tarefa da educação é ensinar a ver. É através dos olhos que as crianças

tomam contato com a beleza e o fascínio do mundo. Os olhos têm de ser educados para que a nossa alegria

aumente. As crianças não veem “a fim de”.

Seu olhar não tem nenhum objetivo prático. Veem porque é divertido ver.

5 Educar é mostrar a vida a quem ainda não a viu. O educador diz: “Veja!” – e, ao falar, aponta. O aluno olha na

direção apontada e vê o que nunca viu. O seu mundo se expande. Ele fica mais rico interiormente. E, ficando mais

rico interiormente, ele pode sentir mais alegria e dar mais alegria – que é a razão pela qual vivemos.

Já li muitos livros [...], mas, por mais que me esforce, não consigo me lembrar de qualquer referência à educação

do olhar, ou à importância do olhar na educação, em qualquer um deles. [...]

10 A palavra amor se tornou maldita entre os educadores. Envergonham-se de que a educação seja coisa do amor –

piegas. Mas o amor – Platão, Nietzsche e Freud o sabiam – nada tem de piegas. O amor marca o impreciso e o forte

círculo de prazer que liga os corpos aos objetos. Sem o amor tudo nos seria indiferente – indigno de ser aprendido,

inclusive a ciência. Não teríamos sentido de direção ou não teríamos prioridades.

Prova de inteligência não é possuir todas as ferramentas. É possuir as ferramentas de que se vai necessitar.

15 Sabedoria oriental: “O tolo soma ferramentas. O sábio diminui as ferramentas.” O importante não é tê-las. É saber

onde as encontrar.

A educação se divide em duas partes: educação das habilidades e educação da sensibilidade. Sem a educação

da sensibilidade, todas as habilidades são tolas e sem sentido.

Os saberes – que os professores ensinam – nos dão meios para viver.

20 Os sabores – que os educadores despertam – nos dão razões para viver. [...]

Aquilo que [...] sabemos chega para a gente fazer um paraíso na Terra. E por que é que não o fazemos? Porque

o conhecimento não basta. Sabedoria não se consegue com a soma de conhecimentos. [...]

Educação não é a transmissão de uma soma de conhecimentos. [...] Educar é ensinar a pensar, isto é, brincar

com os conhecimentos.


Disponível em: <https://www.revistaeducacao.com.br/para-pensar>. Acesso em: 10 ago. 2019. Adaptado.

Marque a única alternativa em que a eliminação do acento na palavra destacada altera a palavra: do plural para o singular.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1893976 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Diamantina-MG
Provas:

INSTRUÇÃO: Leia o texto 01, com atenção, e responda às questões 01 a 13.


PARA PENSAR

1 [...] Segundo Nietzsche, a primeira tarefa da educação é ensinar a ver. É através dos olhos que as crianças

tomam contato com a beleza e o fascínio do mundo. Os olhos têm de ser educados para que a nossa alegria

aumente. As crianças não veem “a fim de”.

Seu olhar não tem nenhum objetivo prático. Veem porque é divertido ver.

5 Educar é mostrar a vida a quem ainda não a viu. O educador diz: “Veja!” – e, ao falar, aponta. O aluno olha na

direção apontada e vê o que nunca viu. O seu mundo se expande. Ele fica mais rico interiormente. E, ficando mais

rico interiormente, ele pode sentir mais alegria e dar mais alegria – que é a razão pela qual vivemos.

Já li muitos livros [...], mas, por mais que me esforce, não consigo me lembrar de qualquer referência à educação

do olhar, ou à importância do olhar na educação, em qualquer um deles. [...]

10 A palavra amor se tornou maldita entre os educadores. Envergonham-se de que a educação seja coisa do amor –

piegas. Mas o amor – Platão, Nietzsche e Freud o sabiam – nada tem de piegas. O amor marca o impreciso e o forte

círculo de prazer que liga os corpos aos objetos. Sem o amor tudo nos seria indiferente – indigno de ser aprendido,

inclusive a ciência. Não teríamos sentido de direção ou não teríamos prioridades.

Prova de inteligência não é possuir todas as ferramentas. É possuir as ferramentas de que se vai necessitar.

15 Sabedoria oriental: “O tolo soma ferramentas. O sábio diminui as ferramentas.” O importante não é tê-las. É saber

onde as encontrar.

A educação se divide em duas partes: educação das habilidades e educação da sensibilidade. Sem a educação

da sensibilidade, todas as habilidades são tolas e sem sentido.

Os saberes – que os professores ensinam – nos dão meios para viver.

20 Os sabores – que os educadores despertam – nos dão razões para viver. [...]

Aquilo que [...] sabemos chega para a gente fazer um paraíso na Terra. E por que é que não o fazemos? Porque

o conhecimento não basta. Sabedoria não se consegue com a soma de conhecimentos. [...]

Educação não é a transmissão de uma soma de conhecimentos. [...] Educar é ensinar a pensar, isto é, brincar

com os conhecimentos.


Disponível em: <https://www.revistaeducacao.com.br/para-pensar>. Acesso em: 10 ago. 2019. Adaptado.

As palavras “beleza” (linha 2) e “indigno” (linha 13) foram formadas, respectivamente, através do uso de

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1893975 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Diamantina-MG
Provas:

INSTRUÇÃO: Leia o texto 01, com atenção, e responda às questões 01 a 13.


PARA PENSAR

1 [...] Segundo Nietzsche, a primeira tarefa da educação é ensinar a ver. É através dos olhos que as crianças

tomam contato com a beleza e o fascínio do mundo. Os olhos têm de ser educados para que a nossa alegria

aumente. As crianças não veem “a fim de”.

Seu olhar não tem nenhum objetivo prático. Veem porque é divertido ver.

5 Educar é mostrar a vida a quem ainda não a viu. O educador diz: “Veja!” – e, ao falar, aponta. O aluno olha na

direção apontada e vê o que nunca viu. O seu mundo se expande. Ele fica mais rico interiormente. E, ficando mais

rico interiormente, ele pode sentir mais alegria e dar mais alegria – que é a razão pela qual vivemos.

Já li muitos livros [...], mas, por mais que me esforce, não consigo me lembrar de qualquer referência à educação

do olhar, ou à importância do olhar na educação, em qualquer um deles. [...]

10 A palavra amor se tornou maldita entre os educadores. Envergonham-se de que a educação seja coisa do amor –

piegas. Mas o amor – Platão, Nietzsche e Freud o sabiam – nada tem de piegas. O amor marca o impreciso e o forte

círculo de prazer que liga os corpos aos objetos. Sem o amor tudo nos seria indiferente – indigno de ser aprendido,

inclusive a ciência. Não teríamos sentido de direção ou não teríamos prioridades.

Prova de inteligência não é possuir todas as ferramentas. É possuir as ferramentas de que se vai necessitar.

15 Sabedoria oriental: “O tolo soma ferramentas. O sábio diminui as ferramentas.” O importante não é tê-las. É saber

onde as encontrar.

A educação se divide em duas partes: educação das habilidades e educação da sensibilidade. Sem a educação

da sensibilidade, todas as habilidades são tolas e sem sentido.

Os saberes – que os professores ensinam – nos dão meios para viver.

20 Os sabores – que os educadores despertam – nos dão razões para viver. [...]

Aquilo que [...] sabemos chega para a gente fazer um paraíso na Terra. E por que é que não o fazemos? Porque

o conhecimento não basta. Sabedoria não se consegue com a soma de conhecimentos. [...]

Educação não é a transmissão de uma soma de conhecimentos. [...] Educar é ensinar a pensar, isto é, brincar

com os conhecimentos.


Disponível em: <https://www.revistaeducacao.com.br/para-pensar>. Acesso em: 10 ago. 2019. Adaptado.

Analise o fragmento “Os olhos têm de ser educados para que a nossa alegria aumente. As crianças não veem [...]” (linhas 2-3) e assinale a alternativa CORRETA.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1893974 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Diamantina-MG
Provas:

INSTRUÇÃO: Leia o texto 01, com atenção, e responda às questões 01 a 13.


PARA PENSAR

1 [...] Segundo Nietzsche, a primeira tarefa da educação é ensinar a ver. É através dos olhos que as crianças

tomam contato com a beleza e o fascínio do mundo. Os olhos têm de ser educados para que a nossa alegria

aumente. As crianças não veem “a fim de”.

Seu olhar não tem nenhum objetivo prático. Veem porque é divertido ver.

5 Educar é mostrar a vida a quem ainda não a viu. O educador diz: “Veja!” – e, ao falar, aponta. O aluno olha na

direção apontada e vê o que nunca viu. O seu mundo se expande. Ele fica mais rico interiormente. E, ficando mais

rico interiormente, ele pode sentir mais alegria e dar mais alegria – que é a razão pela qual vivemos.

Já li muitos livros [...], mas, por mais que me esforce, não consigo me lembrar de qualquer referência à educação

do olhar, ou à importância do olhar na educação, em qualquer um deles. [...]

10 A palavra amor se tornou maldita entre os educadores. Envergonham-se de que a educação seja coisa do amor –

piegas. Mas o amor – Platão, Nietzsche e Freud o sabiam – nada tem de piegas. O amor marca o impreciso e o forte

círculo de prazer que liga os corpos aos objetos. Sem o amor tudo nos seria indiferente – indigno de ser aprendido,

inclusive a ciência. Não teríamos sentido de direção ou não teríamos prioridades.

Prova de inteligência não é possuir todas as ferramentas. É possuir as ferramentas de que se vai necessitar.

15 Sabedoria oriental: “O tolo soma ferramentas. O sábio diminui as ferramentas.” O importante não é tê-las. É saber

onde as encontrar.

A educação se divide em duas partes: educação das habilidades e educação da sensibilidade. Sem a educação

da sensibilidade, todas as habilidades são tolas e sem sentido.

Os saberes – que os professores ensinam – nos dão meios para viver.

20 Os sabores – que os educadores despertam – nos dão razões para viver. [...]

Aquilo que [...] sabemos chega para a gente fazer um paraíso na Terra. E por que é que não o fazemos? Porque

o conhecimento não basta. Sabedoria não se consegue com a soma de conhecimentos. [...]

Educação não é a transmissão de uma soma de conhecimentos. [...] Educar é ensinar a pensar, isto é, brincar

com os conhecimentos.


Disponível em: <https://www.revistaeducacao.com.br/para-pensar>. Acesso em: 10 ago. 2019. Adaptado.

Os travessões no trecho “Os saberes – que os professores ensinam – nos dão meios para viver.” (linha 19) foram empregados para

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1893973 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Diamantina-MG
Provas:

INSTRUÇÃO: Leia o texto 01, com atenção, e responda às questões 01 a 13.


PARA PENSAR

1 [...] Segundo Nietzsche, a primeira tarefa da educação é ensinar a ver. É através dos olhos que as crianças

tomam contato com a beleza e o fascínio do mundo. Os olhos têm de ser educados para que a nossa alegria

aumente. As crianças não veem “a fim de”.

Seu olhar não tem nenhum objetivo prático. Veem porque é divertido ver.

5 Educar é mostrar a vida a quem ainda não a viu. O educador diz: “Veja!” – e, ao falar, aponta. O aluno olha na

direção apontada e vê o que nunca viu. O seu mundo se expande. Ele fica mais rico interiormente. E, ficando mais

rico interiormente, ele pode sentir mais alegria e dar mais alegria – que é a razão pela qual vivemos.

Já li muitos livros [...], mas, por mais que me esforce, não consigo me lembrar de qualquer referência à educação

do olhar, ou à importância do olhar na educação, em qualquer um deles. [...]

10 A palavra amor se tornou maldita entre os educadores. Envergonham-se de que a educação seja coisa do amor –

piegas. Mas o amor – Platão, Nietzsche e Freud o sabiam – nada tem de piegas. O amor marca o impreciso e o forte

círculo de prazer que liga os corpos aos objetos. Sem o amor tudo nos seria indiferente – indigno de ser aprendido,

inclusive a ciência. Não teríamos sentido de direção ou não teríamos prioridades.

Prova de inteligência não é possuir todas as ferramentas. É possuir as ferramentas de que se vai necessitar.

15 Sabedoria oriental: “O tolo soma ferramentas. O sábio diminui as ferramentas.” O importante não é tê-las. É saber

onde as encontrar.

A educação se divide em duas partes: educação das habilidades e educação da sensibilidade. Sem a educação

da sensibilidade, todas as habilidades são tolas e sem sentido.

Os saberes – que os professores ensinam – nos dão meios para viver.

20 Os sabores – que os educadores despertam – nos dão razões para viver. [...]

Aquilo que [...] sabemos chega para a gente fazer um paraíso na Terra. E por que é que não o fazemos? Porque

o conhecimento não basta. Sabedoria não se consegue com a soma de conhecimentos. [...]

Educação não é a transmissão de uma soma de conhecimentos. [...] Educar é ensinar a pensar, isto é, brincar

com os conhecimentos.


Disponível em: <https://www.revistaeducacao.com.br/para-pensar>. Acesso em: 10 ago. 2019. Adaptado.

Considerando o fragmento “Envergonham-se de que a educação seja coisa do amor – piegas.” (linhas 10-11) e a palavra nele destacada, assinale a alternativa que contém o termo que a substituiria, sem prejuízo de significado.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1893972 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Diamantina-MG
Provas:

INSTRUÇÃO: Leia o texto 01, com atenção, e responda às questões 01 a 13.


PARA PENSAR

1 [...] Segundo Nietzsche, a primeira tarefa da educação é ensinar a ver. É através dos olhos que as crianças

tomam contato com a beleza e o fascínio do mundo. Os olhos têm de ser educados para que a nossa alegria

aumente. As crianças não veem “a fim de”.

Seu olhar não tem nenhum objetivo prático. Veem porque é divertido ver.

5 Educar é mostrar a vida a quem ainda não a viu. O educador diz: “Veja!” – e, ao falar, aponta. O aluno olha na

direção apontada e vê o que nunca viu. O seu mundo se expande. Ele fica mais rico interiormente. E, ficando mais

rico interiormente, ele pode sentir mais alegria e dar mais alegria – que é a razão pela qual vivemos.

Já li muitos livros [...], mas, por mais que me esforce, não consigo me lembrar de qualquer referência à educação

do olhar, ou à importância do olhar na educação, em qualquer um deles. [...]

10 A palavra amor se tornou maldita entre os educadores. Envergonham-se de que a educação seja coisa do amor –

piegas. Mas o amor – Platão, Nietzsche e Freud o sabiam – nada tem de piegas. O amor marca o impreciso e o forte

círculo de prazer que liga os corpos aos objetos. Sem o amor tudo nos seria indiferente – indigno de ser aprendido,

inclusive a ciência. Não teríamos sentido de direção ou não teríamos prioridades.

Prova de inteligência não é possuir todas as ferramentas. É possuir as ferramentas de que se vai necessitar.

15 Sabedoria oriental: “O tolo soma ferramentas. O sábio diminui as ferramentas.” O importante não é tê-las. É saber

onde as encontrar.

A educação se divide em duas partes: educação das habilidades e educação da sensibilidade. Sem a educação

da sensibilidade, todas as habilidades são tolas e sem sentido.

Os saberes – que os professores ensinam – nos dão meios para viver.

20 Os sabores – que os educadores despertam – nos dão razões para viver. [...]

Aquilo que [...] sabemos chega para a gente fazer um paraíso na Terra. E por que é que não o fazemos? Porque

o conhecimento não basta. Sabedoria não se consegue com a soma de conhecimentos. [...]

Educação não é a transmissão de uma soma de conhecimentos. [...] Educar é ensinar a pensar, isto é, brincar

com os conhecimentos.


Disponível em: <https://www.revistaeducacao.com.br/para-pensar>. Acesso em: 10 ago. 2019. Adaptado.

Analise as palavras destacadas no fragmento “O aluno olha na direção apontada e o que nunca viu.” (linhas 5-6). Em que tempo esses verbos foram empregados nesse trecho, respectivamente?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1893971 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Diamantina-MG
Provas:

INSTRUÇÃO: Leia o texto 01, com atenção, e responda às questões 01 a 13.


PARA PENSAR

1 [...] Segundo Nietzsche, a primeira tarefa da educação é ensinar a ver. É através dos olhos que as crianças

tomam contato com a beleza e o fascínio do mundo. Os olhos têm de ser educados para que a nossa alegria

aumente. As crianças não veem “a fim de”.

Seu olhar não tem nenhum objetivo prático. Veem porque é divertido ver.

5 Educar é mostrar a vida a quem ainda não a viu. O educador diz: “Veja!” – e, ao falar, aponta. O aluno olha na

direção apontada e vê o que nunca viu. O seu mundo se expande. Ele fica mais rico interiormente. E, ficando mais

rico interiormente, ele pode sentir mais alegria e dar mais alegria – que é a razão pela qual vivemos.

Já li muitos livros [...], mas, por mais que me esforce, não consigo me lembrar de qualquer referência à educação

do olhar, ou à importância do olhar na educação, em qualquer um deles. [...]

10 A palavra amor se tornou maldita entre os educadores. Envergonham-se de que a educação seja coisa do amor –

piegas. Mas o amor – Platão, Nietzsche e Freud o sabiam – nada tem de piegas. O amor marca o impreciso e o forte

círculo de prazer que liga os corpos aos objetos. Sem o amor tudo nos seria indiferente – indigno de ser aprendido,

inclusive a ciência. Não teríamos sentido de direção ou não teríamos prioridades.

Prova de inteligência não é possuir todas as ferramentas. É possuir as ferramentas de que se vai necessitar.

15 Sabedoria oriental: “O tolo soma ferramentas. O sábio diminui as ferramentas.” O importante não é tê-las. É saber

onde as encontrar.

A educação se divide em duas partes: educação das habilidades e educação da sensibilidade. Sem a educação

da sensibilidade, todas as habilidades são tolas e sem sentido.

Os saberes – que os professores ensinam – nos dão meios para viver.

20 Os sabores – que os educadores despertam – nos dão razões para viver. [...]

Aquilo que [...] sabemos chega para a gente fazer um paraíso na Terra. E por que é que não o fazemos? Porque

o conhecimento não basta. Sabedoria não se consegue com a soma de conhecimentos. [...]

Educação não é a transmissão de uma soma de conhecimentos. [...] Educar é ensinar a pensar, isto é, brincar

com os conhecimentos.


Disponível em: <https://www.revistaeducacao.com.br/para-pensar>. Acesso em: 10 ago. 2019. Adaptado.

No trecho, “Sabedoria oriental: ‘O tolo soma ferramentas. O sábio diminui as ferramentas.’ O importante não é tê-las.” (linha 15), a palavra “las” destacada refere-se ao termo

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1893970 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Diamantina-MG
Provas:

INSTRUÇÃO: Leia o texto 01, com atenção, e responda às questões 01 a 13.


PARA PENSAR

1 [...] Segundo Nietzsche, a primeira tarefa da educação é ensinar a ver. É através dos olhos que as crianças

tomam contato com a beleza e o fascínio do mundo. Os olhos têm de ser educados para que a nossa alegria

aumente. As crianças não veem “a fim de”.

Seu olhar não tem nenhum objetivo prático. Veem porque é divertido ver.

5 Educar é mostrar a vida a quem ainda não a viu. O educador diz: “Veja!” – e, ao falar, aponta. O aluno olha na

direção apontada e vê o que nunca viu. O seu mundo se expande. Ele fica mais rico interiormente. E, ficando mais

rico interiormente, ele pode sentir mais alegria e dar mais alegria – que é a razão pela qual vivemos.

Já li muitos livros [...], mas, por mais que me esforce, não consigo me lembrar de qualquer referência à educação

do olhar, ou à importância do olhar na educação, em qualquer um deles. [...]

10 A palavra amor se tornou maldita entre os educadores. Envergonham-se de que a educação seja coisa do amor –

piegas. Mas o amor – Platão, Nietzsche e Freud o sabiam – nada tem de piegas. O amor marca o impreciso e o forte

círculo de prazer que liga os corpos aos objetos. Sem o amor tudo nos seria indiferente – indigno de ser aprendido,

inclusive a ciência. Não teríamos sentido de direção ou não teríamos prioridades.

Prova de inteligência não é possuir todas as ferramentas. É possuir as ferramentas de que se vai necessitar.

15 Sabedoria oriental: “O tolo soma ferramentas. O sábio diminui as ferramentas.” O importante não é tê-las. É saber

onde as encontrar.

A educação se divide em duas partes: educação das habilidades e educação da sensibilidade. Sem a educação

da sensibilidade, todas as habilidades são tolas e sem sentido.

Os saberes – que os professores ensinam – nos dão meios para viver.

20 Os sabores – que os educadores despertam – nos dão razões para viver. [...]

Aquilo que [...] sabemos chega para a gente fazer um paraíso na Terra. E por que é que não o fazemos? Porque

o conhecimento não basta. Sabedoria não se consegue com a soma de conhecimentos. [...]

Educação não é a transmissão de uma soma de conhecimentos. [...] Educar é ensinar a pensar, isto é, brincar

com os conhecimentos.


Disponível em: <https://www.revistaeducacao.com.br/para-pensar>. Acesso em: 10 ago. 2019. Adaptado.

Assinale a alternativa que contém palavra com sentido contrário ao da palavra “tolo” (linha 15), conforme empregada no texto.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1893969 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Diamantina-MG
Provas:

INSTRUÇÃO: Leia o texto 01, com atenção, e responda às questões 01 a 13.


PARA PENSAR

1 [...] Segundo Nietzsche, a primeira tarefa da educação é ensinar a ver. É através dos olhos que as crianças

tomam contato com a beleza e o fascínio do mundo. Os olhos têm de ser educados para que a nossa alegria

aumente. As crianças não veem “a fim de”.

Seu olhar não tem nenhum objetivo prático. Veem porque é divertido ver.

5 Educar é mostrar a vida a quem ainda não a viu. O educador diz: “Veja!” – e, ao falar, aponta. O aluno olha na

direção apontada e vê o que nunca viu. O seu mundo se expande. Ele fica mais rico interiormente. E, ficando mais

rico interiormente, ele pode sentir mais alegria e dar mais alegria – que é a razão pela qual vivemos.

Já li muitos livros [...], mas, por mais que me esforce, não consigo me lembrar de qualquer referência à educação

do olhar, ou à importância do olhar na educação, em qualquer um deles. [...]

10 A palavra amor se tornou maldita entre os educadores. Envergonham-se de que a educação seja coisa do amor –

piegas. Mas o amor – Platão, Nietzsche e Freud o sabiam – nada tem de piegas. O amor marca o impreciso e o forte

círculo de prazer que liga os corpos aos objetos. Sem o amor tudo nos seria indiferente – indigno de ser aprendido,

inclusive a ciência. Não teríamos sentido de direção ou não teríamos prioridades.

Prova de inteligência não é possuir todas as ferramentas. É possuir as ferramentas de que se vai necessitar.

15 Sabedoria oriental: “O tolo soma ferramentas. O sábio diminui as ferramentas.” O importante não é tê-las. É saber

onde as encontrar.

A educação se divide em duas partes: educação das habilidades e educação da sensibilidade. Sem a educação

da sensibilidade, todas as habilidades são tolas e sem sentido.

Os saberes – que os professores ensinam – nos dão meios para viver.

20 Os sabores – que os educadores despertam – nos dão razões para viver. [...]

Aquilo que [...] sabemos chega para a gente fazer um paraíso na Terra. E por que é que não o fazemos? Porque

o conhecimento não basta. Sabedoria não se consegue com a soma de conhecimentos. [...]

Educação não é a transmissão de uma soma de conhecimentos. [...] Educar é ensinar a pensar, isto é, brincar

com os conhecimentos.


Disponível em: <https://www.revistaeducacao.com.br/para-pensar>. Acesso em: 10 ago. 2019. Adaptado.

Conforme o texto, o saber

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas