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Foram encontradas 25 questões.

2577328 Ano: 2021
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Ervália-MG
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Qual das alternativas a seguir apresenta o próximo elemento da sequência lógica apresentada?

(0, 3, 7, 12, 18, ...)

 

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2577327 Ano: 2021
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Ervália-MG
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O ponteiro dos segundos de um relógio de parede adianta 10 segundos a cada volta completa. Quantos minutos o ponteiro demora para dar 6 voltas completas?

 

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2577326 Ano: 2021
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Ervália-MG
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Uma pessoa precisa tomar um medicamento a cada 3 dias. Se ela tomar o primeiro comprimido em uma terça-feira, em que dia da semana tomará o quinto comprimido?

 

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2577325 Ano: 2021
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Ervália-MG
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“Considere que João é irmão de Maria; Maria é mãe de Pedro; e, ainda, que Pedro é primo de Fátima. Dentre as relações entre Fátima e João a única que pode estar correta é que Fátima é de João.” Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior.

 

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2577324 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Ervália-MG
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Leia a charge a seguir.

Enunciado 3431145-1

(Disponível em: https://www.linguaportuguesa.blog.br/. Acesso em: 07/08/2021.)

A expressão “hipóteses” é acentuada pela mesma razão que a seguinte palavra:

 

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2577323 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Ervália-MG
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Ler, escrever e fazer conta de cabeça

A professora gostava de vestido branco, como os anjos de maio. Carregava sempre um lenço dobrado dentro do livro de chamada ou preso no cinto, para limpar as mãos, depois de escrever no quadro-negro. Paninho bordado com flores, pássaros, borboletas. Ela passava o exercício e, de mesa em mesa, ia corrigindo. Um cheiro de limpeza coloria o ar quando ela passava. Sua letra, como era bem desenhada, amarradinha uma na outra!

Ninguém tinha maior paciência, melhor sabedoria, mais encanto. E todos gostavam de aprender primeiro, para fazê-la feliz. Eu, como já sabia ler um pouco, fingia não saber e aprendia outra vez. Na hora da chamada, o silêncio ficava mais vazio e o coração quase parado, esperando a vez de responder “presente”. Cada um se levantava, em ordem alfabética e, com voz alta, clara, vaidosa, marcava sua presença e recebia uma bolinha azul na frente do nome. Ela chamava o nome por completo, com o pedaço da mãe e o pedaço do pai. Queria ter mais nome, pra ela me chamar por mais tempo.

O giz, em sua mão, mais parecia um pedaço de varinha mágica de fada, explicando os mistérios. E, se economizava o quadro, para caber todo o ponto, nós também aproveitávamos bem as margens do caderno, escrevendo nas beiradinhas das folhas. Não acertando os deveres, Dona Maria elogiava a letra, o raciocínio, o capricho, o aproveitamento do caderno. A gente era educado para saber ser com orgulho. Assim, a nota baixa não trazia tanta tristeza.

(Bartolomeu Campos de Queirós. Ler, escrever e fazer conta de cabeça. São Paulo: Global, 2004. pp. 34-35. Adaptado.)

Das palavras transcritas do texto, assinale, a seguir, a que NÃO possui flexão de grau no diminutivo.

 

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2577322 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Ervália-MG
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Ler, escrever e fazer conta de cabeça

A professora gostava de vestido branco, como os anjos de maio. Carregava sempre um lenço dobrado dentro do livro de chamada ou preso no cinto, para limpar as mãos, depois de escrever no quadro-negro. Paninho bordado com flores, pássaros, borboletas. Ela passava o exercício e, de mesa em mesa, ia corrigindo. Um cheiro de limpeza coloria o ar quando ela passava. Sua letra, como era bem desenhada, amarradinha uma na outra!

Ninguém tinha maior paciência, melhor sabedoria, mais encanto. E todos gostavam de aprender primeiro, para fazê-la feliz. Eu, como já sabia ler um pouco, fingia não saber e aprendia outra vez. Na hora da chamada, o silêncio ficava mais vazio e o coração quase parado, esperando a vez de responder “presente”. Cada um se levantava, em ordem alfabética e, com voz alta, clara, vaidosa, marcava sua presença e recebia uma bolinha azul na frente do nome. Ela chamava o nome por completo, com o pedaço da mãe e o pedaço do pai. Queria ter mais nome, pra ela me chamar por mais tempo.

O giz, em sua mão, mais parecia um pedaço de varinha mágica de fada, explicando os mistérios. E, se economizava o quadro, para caber todo o ponto, nós também aproveitávamos bem as margens do caderno, escrevendo nas beiradinhas das folhas. Não acertando os deveres, Dona Maria elogiava a letra, o raciocínio, o capricho, o aproveitamento do caderno. A gente era educado para saber ser com orgulho. Assim, a nota baixa não trazia tanta tristeza.

(Bartolomeu Campos de Queirós. Ler, escrever e fazer conta de cabeça. São Paulo: Global, 2004. pp. 34-35. Adaptado.)

No fragmento “Ninguém tinha maior paciência, melhor sabedoria, mais encanto.” (2º§), a expressão destacada pode ser substituída, sem modificação de sentido, por:

 

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2577321 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Ervália-MG
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Ler, escrever e fazer conta de cabeça

A professora gostava de vestido branco, como os anjos de maio. Carregava sempre um lenço dobrado dentro do livro de chamada ou preso no cinto, para limpar as mãos, depois de escrever no quadro-negro. Paninho bordado com flores, pássaros, borboletas. Ela passava o exercício e, de mesa em mesa, ia corrigindo. Um cheiro de limpeza coloria o ar quando ela passava. Sua letra, como era bem desenhada, amarradinha uma na outra!

Ninguém tinha maior paciência, melhor sabedoria, mais encanto. E todos gostavam de aprender primeiro, para fazê-la feliz. Eu, como já sabia ler um pouco, fingia não saber e aprendia outra vez. Na hora da chamada, o silêncio ficava mais vazio e o coração quase parado, esperando a vez de responder “presente”. Cada um se levantava, em ordem alfabética e, com voz alta, clara, vaidosa, marcava sua presença e recebia uma bolinha azul na frente do nome. Ela chamava o nome por completo, com o pedaço da mãe e o pedaço do pai. Queria ter mais nome, pra ela me chamar por mais tempo.

O giz, em sua mão, mais parecia um pedaço de varinha mágica de fada, explicando os mistérios. E, se economizava o quadro, para caber todo o ponto, nós também aproveitávamos bem as margens do caderno, escrevendo nas beiradinhas das folhas. Não acertando os deveres, Dona Maria elogiava a letra, o raciocínio, o capricho, o aproveitamento do caderno. A gente era educado para saber ser com orgulho. Assim, a nota baixa não trazia tanta tristeza.

(Bartolomeu Campos de Queirós. Ler, escrever e fazer conta de cabeça. São Paulo: Global, 2004. pp. 34-35. Adaptado.)

Em “O giz, em sua mão, mais parecia um pedaço de varinha mágica de fada, explicando os mistérios.” (3º§), a expressão “mistérios” significa:

 

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2577320 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Ervália-MG
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Ler, escrever e fazer conta de cabeça

A professora gostava de vestido branco, como os anjos de maio. Carregava sempre um lenço dobrado dentro do livro de chamada ou preso no cinto, para limpar as mãos, depois de escrever no quadro-negro. Paninho bordado com flores, pássaros, borboletas. Ela passava o exercício e, de mesa em mesa, ia corrigindo. Um cheiro de limpeza coloria o ar quando ela passava. Sua letra, como era bem desenhada, amarradinha uma na outra!

Ninguém tinha maior paciência, melhor sabedoria, mais encanto. E todos gostavam de aprender primeiro, para fazê-la feliz. Eu, como já sabia ler um pouco, fingia não saber e aprendia outra vez. Na hora da chamada, o silêncio ficava mais vazio e o coração quase parado, esperando a vez de responder “presente”. Cada um se levantava, em ordem alfabética e, com voz alta, clara, vaidosa, marcava sua presença e recebia uma bolinha azul na frente do nome. Ela chamava o nome por completo, com o pedaço da mãe e o pedaço do pai. Queria ter mais nome, pra ela me chamar por mais tempo.

O giz, em sua mão, mais parecia um pedaço de varinha mágica de fada, explicando os mistérios. E, se economizava o quadro, para caber todo o ponto, nós também aproveitávamos bem as margens do caderno, escrevendo nas beiradinhas das folhas. Não acertando os deveres, Dona Maria elogiava a letra, o raciocínio, o capricho, o aproveitamento do caderno. A gente era educado para saber ser com orgulho. Assim, a nota baixa não trazia tanta tristeza.

(Bartolomeu Campos de Queirós. Ler, escrever e fazer conta de cabeça. São Paulo: Global, 2004. pp. 34-35. Adaptado.)

No fragmento “E todos gostavam de aprender primeiro, para fazê-la feliz.” (2º§), o termo assinalado se refere à:

 

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Questão presente nas seguintes provas
2577319 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Ervália-MG
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Ler, escrever e fazer conta de cabeça

A professora gostava de vestido branco, como os anjos de maio. Carregava sempre um lenço dobrado dentro do livro de chamada ou preso no cinto, para limpar as mãos, depois de escrever no quadro-negro. Paninho bordado com flores, pássaros, borboletas. Ela passava o exercício e, de mesa em mesa, ia corrigindo. Um cheiro de limpeza coloria o ar quando ela passava. Sua letra, como era bem desenhada, amarradinha uma na outra!

Ninguém tinha maior paciência, melhor sabedoria, mais encanto. E todos gostavam de aprender primeiro, para fazê-la feliz. Eu, como já sabia ler um pouco, fingia não saber e aprendia outra vez. Na hora da chamada, o silêncio ficava mais vazio e o coração quase parado, esperando a vez de responder “presente”. Cada um se levantava, em ordem alfabética e, com voz alta, clara, vaidosa, marcava sua presença e recebia uma bolinha azul na frente do nome. Ela chamava o nome por completo, com o pedaço da mãe e o pedaço do pai. Queria ter mais nome, pra ela me chamar por mais tempo.

O giz, em sua mão, mais parecia um pedaço de varinha mágica de fada, explicando os mistérios. E, se economizava o quadro, para caber todo o ponto, nós também aproveitávamos bem as margens do caderno, escrevendo nas beiradinhas das folhas. Não acertando os deveres, Dona Maria elogiava a letra, o raciocínio, o capricho, o aproveitamento do caderno. A gente era educado para saber ser com orgulho. Assim, a nota baixa não trazia tanta tristeza.

(Bartolomeu Campos de Queirós. Ler, escrever e fazer conta de cabeça. São Paulo: Global, 2004. pp. 34-35. Adaptado.)

Ao afirmar que “Um cheiro de limpeza coloria o ar quando ela passava.” (1º§), o autor anuncia que a professora:

 

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