Foram encontradas 25 questões.
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Ervália-MG
No Brasil, a organização político-administrativa compreende a União, os Estados e o Distrito Federal e os municípios; todos são independentes nos termos da Constituição. Compõem a organização política os poderes Legislativo e Executivo. Sobre a composição dos poderes Legislativo e Executivo, relacione adequadamente as colunas a seguir.
1. Legislativo.
2. Executivo.
( ) Prefeitos.
( ) Vereadores.
( ) Presidente da República.
( ) Deputados Federais.
( ) Governadores.
A sequência está correta em
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João foi sacar dinheiro em um caixa eletrônico que continha cédulas de R$ 20,00; R$ 50,00; e, R$ 100,00. Considerando que João irá sacar uma quantia de R$ 630,00, qual será o menor número de cédulas que o caixa poderá entregá-lo?
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“Juiz está para tribunal, assim como policial está para .” Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior.
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Igor recebe um salário de R$ 1.600,00 e pretende comprar um presente de aniversário de R$ 2.000,00 para a sua namorada, daqui a 5 meses. Qual é a fração de salário que Igor deverá economizar para fazer a compra do presente no mês de aniversário de sua namorada?
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Em uma segunda-feira, dia 17/04/2017, Henrique ficou com a garganta muito inflamada e teve que tomar uma injeção de corticoide. Depois de ser medicado, recebeu a orientação de que deveria tomar uma nova dose 100 dias após a primeira injeção, tempo necessário para que ela fosse devidamente metabolizada pelo seu organismo. De acordo com as informações, em que dia da semana Henrique irá receber a nova dose do medicamento?
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Em um grupo de escoteiros, há 72 membros que possuem experiência com acampamentos em localidades de baixa temperatura e, do total de membros, 3/7 nunca acamparam nesses lugares. Com base nas informações, qual é o número de escoteiros que esse grupo possui?
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Leia a tirinha a seguir.

(Brasil de Fato. Coluna João Paulo Cunha. Esse mundo é uma sopa. Publicado em: 01/10/2020. Adaptado.)
Em “Qual é seu nome?” o ponto de interrogação ( ? ) foi utilizado para:
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Eu sei, mas não devia
Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.
A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.
A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.
A gente se acostuma à poluição. Às salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias da água potável. À contaminação da água do mar. À lenta morte dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta.
A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá.
A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma.
(Marina Colasanti, 1937. Publicado no Jornal do Brasil, 1972. Com adaptações.)
Há ERRO de grafia em:
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Eu sei, mas não devia
Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.
A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.
A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.
A gente se acostuma à poluição. Às salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias da água potável. À contaminação da água do mar. À lenta morte dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta.
A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá.
A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma.
(Marina Colasanti, 1937. Publicado no Jornal do Brasil, 1972. Com adaptações.)
Das palavras citadas no texto NÃO se apresenta no feminino:
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Eu sei, mas não devia
Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.
A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.
A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.
A gente se acostuma à poluição. Às salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias da água potável. À contaminação da água do mar. À lenta morte dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta.
A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá.
A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma.
(Marina Colasanti, 1937. Publicado no Jornal do Brasil, 1972. Com adaptações.)
A separação silábica está INCORRETA em:
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