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Foram encontradas 65 questões.

4190533 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Feira Santana-BA
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No trabalho com leitura em sala de aula, o professor utiliza períodos complexos para discutir como as relações sintáticas contribuem para a construção de sentidos. Ao analisar o trecho: “Quando o ensino de Língua Portuguesa se limita à exposição de regras descontextualizadas, os alunos até reconhecem estruturas linguísticas, mas não compreendem seus efeitos de sentido”, a abordagem pedagógica mais adequada é aquela que leva o aluno a compreender que a oração inicial:
 

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4190532 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Feira Santana-BA
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Com base na abordagem sociolinguística desenvolvida por William Labov, segundo a qual a variação linguística constitui uma propriedade inerente e sistemática da língua em uso, condicionada por fatores sociais e investigada por meio de procedimentos empíricos e quantitativos, assinale a alternativa que expressa corretamente os pressupostos centrais dessa perspectiva e suas implicações para o ensino da língua materna.
 

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4190531 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Feira Santana-BA
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Texto para a questão


Gêneros discursivos, BNCC e ensino da escrita: entre diretrizes e práticas pedagógicas

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) reafirma, no ensino de Língua Portuguesa, uma concepção de linguagem de base enunciativo-discursiva, na qual o texto, compreendido como prática social situada, ocupa lugar central no processo de ensino-aprendizagem. Tal orientação desloca o foco da língua entendida como sistema abstrato para a língua em uso, exigindo do professor uma atuação pedagógica que articule leitura, produção textual e reflexão linguística de modo integrado e contextualizado.

Nesse quadro, o trabalho com gêneros discursivos assume papel estruturante, pois é por meio deles que os sujeitos participam das práticas sociais de linguagem. A BNCC organiza essas práticas a partir de campos de atuação, reconhecendo que cada gênero se constitui em condições específicas de produção, circulação e recepção. Assim, ensinar Língua Portuguesa implica criar situações didáticas em que o aluno compreenda não apenas a forma do texto, mas também seus propósitos comunicativos e efeitos de sentido.

Um exemplo dessa orientação pode ser observado no campo jornalístico-midiático, quando se propõe a produção de gêneros como notícia, reportagem ou artigo de opinião. Ao desenvolver uma atividade de produção de notícia, por exemplo, o professor precisa conduzir o aluno à análise do contexto de circulação, da seleção das informações relevantes, da organização composicional e das escolhas linguísticas adequadas ao gênero, superando práticas de escrita meramente reprodutivas.

De modo semelhante, no campo das práticas de estudo e pesquisa, a produção de gêneros como artigos de divulgação científica ou relatórios exige que o ensino da escrita contemple estratégias de planejamento, textualização e revisão. Nesse caso, o gênero funciona como mediador entre o conhecimento científico e o leitor, demandando do aluno a mobilização de estratégias de leitura e escrita que garantam clareza, coesão e adequação ao interlocutor.

Essas propostas evidenciam que a leitura e a produção textual não podem ser tratadas como atividades dissociadas. Ao contrário, compreender um gênero pressupõe analisar seus modos de dizer, seus valores discursivos e suas regularidades, o que implica práticas de leitura orientadas e reflexão sobre o funcionamento da língua em contextos reais de uso, conforme defendido pela BNCC.

Conclui-se, portanto, que o ensino de Língua Portuguesa, alinhado às diretrizes da BNCC, requer do professor uma postura teórico-metodológica consistente, capaz de articular gêneros discursivos, estratégias de leitura e práticas de escrita em projetos pedagógicos significativos. Somente assim será possível formar leitores e produtores de texto competentes, capazes de atuar criticamente nas diferentes esferas sociais.


Texto adaptado a partir de MARINS, Ida Maria Morales. Gêneros textuais/discursivos e a BNCC: uma leitura reflexiva da prática de escrita. In: VIII ENALIC – Edição Digital, p. 469–480, 2019.

Com base no texto que discute a concepção enunciativo-discursiva de linguagem assumida pela Base Nacional Comum Curricular e suas implicações para o ensino de Língua Portuguesa, assinale a alternativa que expressa adequadamente a função dos gêneros discursivos no ensino da escrita, conforme orientações da BNCC.
 

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4190530 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Feira Santana-BA
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Texto para a questão


Gêneros discursivos, BNCC e ensino da escrita: entre diretrizes e práticas pedagógicas

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) reafirma, no ensino de Língua Portuguesa, uma concepção de linguagem de base enunciativo-discursiva, na qual o texto, compreendido como prática social situada, ocupa lugar central no processo de ensino-aprendizagem. Tal orientação desloca o foco da língua entendida como sistema abstrato para a língua em uso, exigindo do professor uma atuação pedagógica que articule leitura, produção textual e reflexão linguística de modo integrado e contextualizado.

Nesse quadro, o trabalho com gêneros discursivos assume papel estruturante, pois é por meio deles que os sujeitos participam das práticas sociais de linguagem. A BNCC organiza essas práticas a partir de campos de atuação, reconhecendo que cada gênero se constitui em condições específicas de produção, circulação e recepção. Assim, ensinar Língua Portuguesa implica criar situações didáticas em que o aluno compreenda não apenas a forma do texto, mas também seus propósitos comunicativos e efeitos de sentido.

Um exemplo dessa orientação pode ser observado no campo jornalístico-midiático, quando se propõe a produção de gêneros como notícia, reportagem ou artigo de opinião. Ao desenvolver uma atividade de produção de notícia, por exemplo, o professor precisa conduzir o aluno à análise do contexto de circulação, da seleção das informações relevantes, da organização composicional e das escolhas linguísticas adequadas ao gênero, superando práticas de escrita meramente reprodutivas.

De modo semelhante, no campo das práticas de estudo e pesquisa, a produção de gêneros como artigos de divulgação científica ou relatórios exige que o ensino da escrita contemple estratégias de planejamento, textualização e revisão. Nesse caso, o gênero funciona como mediador entre o conhecimento científico e o leitor, demandando do aluno a mobilização de estratégias de leitura e escrita que garantam clareza, coesão e adequação ao interlocutor.

Essas propostas evidenciam que a leitura e a produção textual não podem ser tratadas como atividades dissociadas. Ao contrário, compreender um gênero pressupõe analisar seus modos de dizer, seus valores discursivos e suas regularidades, o que implica práticas de leitura orientadas e reflexão sobre o funcionamento da língua em contextos reais de uso, conforme defendido pela BNCC.

Conclui-se, portanto, que o ensino de Língua Portuguesa, alinhado às diretrizes da BNCC, requer do professor uma postura teórico-metodológica consistente, capaz de articular gêneros discursivos, estratégias de leitura e práticas de escrita em projetos pedagógicos significativos. Somente assim será possível formar leitores e produtores de texto competentes, capazes de atuar criticamente nas diferentes esferas sociais.


Texto adaptado a partir de MARINS, Ida Maria Morales. Gêneros textuais/discursivos e a BNCC: uma leitura reflexiva da prática de escrita. In: VIII ENALIC – Edição Digital, p. 469–480, 2019.

Com base no texto, a utilização de gêneros do campo jornalístico-midiático em sala de aula contribui para o desenvolvimento da competência leitora na medida em que possibilita ao aluno:
 

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4190529 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Feira Santana-BA
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Texto para a questão


Gêneros discursivos, BNCC e ensino da escrita: entre diretrizes e práticas pedagógicas

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) reafirma, no ensino de Língua Portuguesa, uma concepção de linguagem de base enunciativo-discursiva, na qual o texto, compreendido como prática social situada, ocupa lugar central no processo de ensino-aprendizagem. Tal orientação desloca o foco da língua entendida como sistema abstrato para a língua em uso, exigindo do professor uma atuação pedagógica que articule leitura, produção textual e reflexão linguística de modo integrado e contextualizado.

Nesse quadro, o trabalho com gêneros discursivos assume papel estruturante, pois é por meio deles que os sujeitos participam das práticas sociais de linguagem. A BNCC organiza essas práticas a partir de campos de atuação, reconhecendo que cada gênero se constitui em condições específicas de produção, circulação e recepção. Assim, ensinar Língua Portuguesa implica criar situações didáticas em que o aluno compreenda não apenas a forma do texto, mas também seus propósitos comunicativos e efeitos de sentido.

Um exemplo dessa orientação pode ser observado no campo jornalístico-midiático, quando se propõe a produção de gêneros como notícia, reportagem ou artigo de opinião. Ao desenvolver uma atividade de produção de notícia, por exemplo, o professor precisa conduzir o aluno à análise do contexto de circulação, da seleção das informações relevantes, da organização composicional e das escolhas linguísticas adequadas ao gênero, superando práticas de escrita meramente reprodutivas.

De modo semelhante, no campo das práticas de estudo e pesquisa, a produção de gêneros como artigos de divulgação científica ou relatórios exige que o ensino da escrita contemple estratégias de planejamento, textualização e revisão. Nesse caso, o gênero funciona como mediador entre o conhecimento científico e o leitor, demandando do aluno a mobilização de estratégias de leitura e escrita que garantam clareza, coesão e adequação ao interlocutor.

Essas propostas evidenciam que a leitura e a produção textual não podem ser tratadas como atividades dissociadas. Ao contrário, compreender um gênero pressupõe analisar seus modos de dizer, seus valores discursivos e suas regularidades, o que implica práticas de leitura orientadas e reflexão sobre o funcionamento da língua em contextos reais de uso, conforme defendido pela BNCC.

Conclui-se, portanto, que o ensino de Língua Portuguesa, alinhado às diretrizes da BNCC, requer do professor uma postura teórico-metodológica consistente, capaz de articular gêneros discursivos, estratégias de leitura e práticas de escrita em projetos pedagógicos significativos. Somente assim será possível formar leitores e produtores de texto competentes, capazes de atuar criticamente nas diferentes esferas sociais.


Texto adaptado a partir de MARINS, Ida Maria Morales. Gêneros textuais/discursivos e a BNCC: uma leitura reflexiva da prática de escrita. In: VIII ENALIC – Edição Digital, p. 469–480, 2019.

Considerando a concepção de linguagem que fundamenta a BNCC, o papel do texto no ensino de Língua Portuguesa caracteriza-se por:
 

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Para Coscarelli e Ribeiro, o letramento digital diz respeito às práticas sociais de leitura e produção de textos em ambientes digitais, isto é, ao uso de textos em ambientes propiciados pelo computador ou por dispositivos móveis, de forma ética e responsável. Assinale a alternativa que representa uma prática didática coerente com o desenvolvimento do letramento digital crítico.
 

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De acordo com Hoffmann, a avaliação mediadora e emancipadora propõe superar a visão meramente classificatória e punitiva, enfatizando o acompanhamento contínuo, o diálogo e a tomada de decisões pedagógicas em favor da aprendizagem de todos. Nessa abordagem, avaliar implica a interpretação do erro como indicador de caminhos de intervenção e não como motivo de exclusão. Considerando essas concepções, assinale a alternativa que expressa uma prática de avaliação mediadora.
 

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Conforme Sacristán, as abordagens críticas do currículo propõem compreendê-lo como construção social, cultural e histórica, marcada por disputas de sentidos e por relações de poder em torno da seleção de conhecimentos que serão legitimados na escola. Assinale a alternativa que está em consonância com a ideia de currículo como construção social.
 

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As metodologias investigativas, no âmbito das metodologias ativas, demandam uma redefinição do papel do estudante e do professor. Para Bacich e Moran, as metodologias investigativas como princípio didático fundamentam-se na:
 

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Para Gauthier e colaboradores, a docência constitui um ofício sustentado por um conjunto de saberes profissionais que orientam a ação pedagógica e conferem especificidade ao trabalho do professor. Esses saberes não se reduzem ao domínio de conteúdos disciplinares nem à aplicação mecânica de métodos prescritos. Assinale a alternativa que expressa de forma coerente o entendimento sobre o saber docente.
 

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