Foram encontradas 60 questões.
Se uma raiz da equação do terceiro grau
x3
+3 x – 4=0, é x1=1, então podemos escrever
x3
+3 x−4=Q(x)(x−1), onde Q(x)=x2
+x+4.
Quais são as outras duas raízes da equação do terceiro
grau?
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As grandezas x e y estão relacionadas de acordo
com a seguinte expressão: xy+ y=100. Sabendo-se que
x e y não são negativos, ao expressar y em função de x obtém-se:
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Para atribuir uma nota a um país, de acordo com seu potencial
de risco para investidores, uma agência de risco segue
o padrão, partindo do conceito de bom pagador, apresentado
no quadro a seguir:
e assim sucessivamente, usando as letras em ordem alfabética
{A, B, C, D, E} acompanhadas pelos sinais +
ou –
,
ou apenas a letra.
Qual a nota atribuída, por essa agência de risco, a um país com classificação pelo conceito C+ ?
e assim sucessivamente, usando as letras em ordem alfabética
{A, B, C, D, E} acompanhadas pelos sinais +
ou –
,
ou apenas a letra.
Qual a nota atribuída, por essa agência de risco, a um país com classificação pelo conceito C+ ?
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Em janeiro de 2013, um produto era vendido pelo preço
unitário de 1 000 reais, sendo que o custo unitário, para
produzir cada unidade deste produto, era de 400 reais.
De janeiro de 2013 para março de 2016, o custo de produção deste produto subiu 30,0 %, enquanto o preço de venda
do produto subiu 60,0 %. Considere lucro = preço de venda – custo de produção.
Desse modo, qual é a porcentagem que representa o aumento
do lucro unitário de janeiro de 2013 para março de
2016?
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Uma pessoa utiliza o seguinte procedimento para fazer a
leitura de um livro de 1024 páginas: no primeiro dia, lê
uma página, no segundo dia, três páginas, de modo que o
número de páginas lidas em cada dia coincida com o termo
da progressão aritmética com primeiro termo igual a 1 e razão
igual a 2. Nestas condições, esse livro será lido em
quantos dias?
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Em abril de 2016, foram necessárias 8,3 arrobas de boi
gordo para a aquisição de um bezerro desmamado de seis
arrobas.
Se o preço da arroba do boi gordo for 150 reais, então qual
é o preço, em reais, desse bezerro desmamado de seis arrobas?
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Um retângulo é chamado “áureo”, quando satisfaz o padrão
de beleza grega. Para isso ocorrer, a razão entre a medida
do menor lado e a medida do maior lado deve ser
igual à razão entre a medida do maior lado e a soma da medida
do menor lado com a medida do maior lado. Se o menor
lado de um retângulo áureo mede 2, então a equação
que deve ser satisfeita pela medida do outro lado é:
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Festejando no precipício
Gregório Duvivier
Quando pequeno, a primeira coisa que fazia ao
comprar uma agenda era escrever em letras garrafais no
dia 11 de abril: "MEU NIVER". Depois ia pro dia 11 de
março: "FALTA UM MÊS PRO MEU NIVER". E depois
me esquecia da existência da agenda, até porque não tinha
muitos compromissos naquela época. Tenho umas
cinco agendas que só contêm essas duas informações fundamentais.
O aniversário era o grande dia do ano, a maior
festa popular do planeta, um Natal em que o Jesus era eu.
Pulava da cama e marcava minha altura no batente da
porta. Era o dia de comemorar cada milímetro avançado
nessa guerra que travo desde pequeno contra a gravidade.
Meu pai abria a porta: "Hoje a gente vai pro lugar
que você quiser". "Oba! Vamos pro Tivoli Park!"
"Não, filho, pro Tivoli Park não." "Mas você falou qualquer
lugar." "No Tivoli Park tem assalto no trem fantasma."
Era um argumento forte.
Acabava me levando pro clube, e depois minha
mãe dava uma festa lá em casa na qual eu era o centro das
atenções e podia comer brigadeiro e tomar litros de refrigerante
— ambos artigos proibidos, classificados como
"porcaria" — e assistir ao show do meu artista predileto
— o mágico Almik. Na hora do parabéns, me escondia
debaixo da mesa quando cantavam "Com Quem Será?",
mas até que gostava da ideia de que um dia alguém talvez
fosse querer se casar comigo. Para um garoto com cabelo
de cuia e uma dentição anárquica, um relacionamento
amoroso era um sonho tão distante quanto um McDonalds
dentro de casa. O tempo passou e a verdade veio à
tona: ambas as coisas talvez sejam possíveis, mas será
que são desejáveis?
Hoje faço trinta. Dizem que com o passar dos
anos deixa de fazer sentido comemorar o passar dos anos.
Afinal, cada ano a mais é um ano a menos e na vida adulta
não há nem mais a esperança de crescer algum centímetro. No batente da porta, estacionei no 1.69 m, entre
minha prima Helena e minha irmã Barbara. Para piorar, o
Brasil tá um caos, todo o mundo se odeia, e a temperatura
do mundo não para de esquentar.
Lembro que a revista "The Economist" ficou
chocada que o Brasil teria Carnaval mesmo na crise —estaríamos
"festejando no precipício". A revista pode entender
de crise, mas não entende nada de Carnaval — acha
que serve para comemorar a opulência. Toda festa boa
serve pra esquecer, nem que seja por um momento, o precipício.
Debaixo da mesa do bolo, a felicidade parece tão
possível, tão desejável.
Disponível em: .
Acesso em:<http://1.folha.uol.com.br/colunas/gregorioduvivier/2016/04/1759507-festejando-no-precipiicio-.shtm,> 11 abr. 2016.
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Festejando no precipício
Gregório Duvivier
Quando pequeno, a primeira coisa que fazia ao
comprar uma agenda era escrever em letras garrafais no
dia 11 de abril: "MEU NIVER". Depois ia pro dia 11 de
março: "FALTA UM MÊS PRO MEU NIVER". E depois
me esquecia da existência da agenda, até porque não tinha
muitos compromissos naquela época. Tenho umas
cinco agendas que só contêm essas duas informações fundamentais.
O aniversário era o grande dia do ano, a maior
festa popular do planeta, um Natal em que o Jesus era eu.
Pulava da cama e marcava minha altura no batente da
porta. Era o dia de comemorar cada milímetro avançado
nessa guerra que travo desde pequeno contra a gravidade.
Meu pai abria a porta: "Hoje a gente vai pro lugar
que você quiser". "Oba! Vamos pro Tivoli Park!"
"Não, filho, pro Tivoli Park não." "Mas você falou qualquer
lugar." "No Tivoli Park tem assalto no trem fantasma."
Era um argumento forte.
Acabava me levando pro clube, e depois minha
mãe dava uma festa lá em casa na qual eu era o centro das
atenções e podia comer brigadeiro e tomar litros de refrigerante
— ambos artigos proibidos, classificados como
"porcaria" — e assistir ao show do meu artista predileto
— o mágico Almik. Na hora do parabéns, me escondia
debaixo da mesa quando cantavam "Com Quem Será?",
mas até que gostava da ideia de que um dia alguém talvez
fosse querer se casar comigo. Para um garoto com cabelo
de cuia e uma dentição anárquica, um relacionamento
amoroso era um sonho tão distante quanto um McDonalds
dentro de casa. O tempo passou e a verdade veio à
tona: ambas as coisas talvez sejam possíveis, mas será
que são desejáveis?
Hoje faço trinta. Dizem que com o passar dos
anos deixa de fazer sentido comemorar o passar dos anos.
Afinal, cada ano a mais é um ano a menos e na vida adulta
não há nem mais a esperança de crescer algum centímetro. No batente da porta, estacionei no 1.69 m, entre
minha prima Helena e minha irmã Barbara. Para piorar, o
Brasil tá um caos, todo o mundo se odeia, e a temperatura
do mundo não para de esquentar.
Lembro que a revista "The Economist" ficou
chocada que o Brasil teria Carnaval mesmo na crise —estaríamos
"festejando no precipício". A revista pode entender
de crise, mas não entende nada de Carnaval — acha
que serve para comemorar a opulência. Toda festa boa
serve pra esquecer, nem que seja por um momento, o precipício.
Debaixo da mesa do bolo, a felicidade parece tão
possível, tão desejável.
Disponível em: .
Acesso em:<http://1.folha.uol.com.br/colunas/gregorioduvivier/2016/04/1759507-festejando-no-precipiicio-.shtm,> 11 abr. 2016.
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Questão presente nas seguintes provas
Festejando no precipício
Gregório Duvivier
Quando pequeno, a primeira coisa que fazia ao
comprar uma agenda era escrever em letras garrafais no
dia 11 de abril: "MEU NIVER". Depois ia pro dia 11 de
março: "FALTA UM MÊS PRO MEU NIVER". E depois
me esquecia da existência da agenda, até porque não tinha
muitos compromissos naquela época. Tenho umas
cinco agendas que só contêm essas duas informações fundamentais.
O aniversário era o grande dia do ano, a maior
festa popular do planeta, um Natal em que o Jesus era eu.
Pulava da cama e marcava minha altura no batente da
porta. Era o dia de comemorar cada milímetro avançado
nessa guerra que travo desde pequeno contra a gravidade.
Meu pai abria a porta: "Hoje a gente vai pro lugar
que você quiser". "Oba! Vamos pro Tivoli Park!"
"Não, filho, pro Tivoli Park não." "Mas você falou qualquer
lugar." "No Tivoli Park tem assalto no trem fantasma."
Era um argumento forte.
Acabava me levando pro clube, e depois minha
mãe dava uma festa lá em casa na qual eu era o centro das
atenções e podia comer brigadeiro e tomar litros de refrigerante
— ambos artigos proibidos, classificados como
"porcaria" — e assistir ao show do meu artista predileto
— o mágico Almik. Na hora do parabéns, me escondia
debaixo da mesa quando cantavam "Com Quem Será?",
mas até que gostava da ideia de que um dia alguém talvez
fosse querer se casar comigo. Para um garoto com cabelo
de cuia e uma dentição anárquica, um relacionamento
amoroso era um sonho tão distante quanto um McDonalds
dentro de casa. O tempo passou e a verdade veio à
tona: ambas as coisas talvez sejam possíveis, mas será
que são desejáveis?
Hoje faço trinta. Dizem que com o passar dos
anos deixa de fazer sentido comemorar o passar dos anos.
Afinal, cada ano a mais é um ano a menos e na vida adulta
não há nem mais a esperança de crescer algum centímetro. No batente da porta, estacionei no 1.69 m, entre
minha prima Helena e minha irmã Barbara. Para piorar, o
Brasil tá um caos, todo o mundo se odeia, e a temperatura
do mundo não para de esquentar.
Lembro que a revista "The Economist" ficou
chocada que o Brasil teria Carnaval mesmo na crise —estaríamos
"festejando no precipício". A revista pode entender
de crise, mas não entende nada de Carnaval — acha
que serve para comemorar a opulência. Toda festa boa
serve pra esquecer, nem que seja por um momento, o precipício.
Debaixo da mesa do bolo, a felicidade parece tão
possível, tão desejável.
Disponível em: .
Acesso em:<http://1.folha.uol.com.br/colunas/gregorioduvivier/2016/04/1759507-festejando-no-precipiicio-.shtm,> 11 abr. 2016.
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