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3465847
Ano: 2024
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Guaraciaba-SC
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Guaraciaba-SC
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Analise as afirmações abaixo sobre as declarações e
informações fiscais obrigatórias no âmbito da
administração tributária e trabalhista.
I. A DIRF (Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte) deve ser entregue anualmente pelas pessoas jurídicas que pagaram ou creditaram rendimentos sujeitos à retenção do Imposto de Renda na fonte, devendo ser enviada até o último dia útil de fevereiro do ano subsequente ao que se refere a declaração.
II. A RAIS (Relação Anual de Informações Sociais) é uma obrigação acessória destinada exclusivamente às empresas que possuem empregados registrados, devendo ser entregue até 31 de março de cada ano, sendo essencial para o cálculo do FGTS e para o cumprimento de obrigações trabalhistas e previdenciárias.
III. O SEFIP (Sistema Empresa de Recolhimento do FGTS e Informações à Previdência Social) é utilizado pelas empresas para o envio das informações relativas ao FGTS e à Previdência Social. Sua entrega deve ocorrer até o dia 20 de cada mês, sendo essencial para o cumprimento das obrigações relativas ao FGTS e à contribuição previdenciária.
Após análise, assinale a alternativa correta:
I. A DIRF (Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte) deve ser entregue anualmente pelas pessoas jurídicas que pagaram ou creditaram rendimentos sujeitos à retenção do Imposto de Renda na fonte, devendo ser enviada até o último dia útil de fevereiro do ano subsequente ao que se refere a declaração.
II. A RAIS (Relação Anual de Informações Sociais) é uma obrigação acessória destinada exclusivamente às empresas que possuem empregados registrados, devendo ser entregue até 31 de março de cada ano, sendo essencial para o cálculo do FGTS e para o cumprimento de obrigações trabalhistas e previdenciárias.
III. O SEFIP (Sistema Empresa de Recolhimento do FGTS e Informações à Previdência Social) é utilizado pelas empresas para o envio das informações relativas ao FGTS e à Previdência Social. Sua entrega deve ocorrer até o dia 20 de cada mês, sendo essencial para o cumprimento das obrigações relativas ao FGTS e à contribuição previdenciária.
Após análise, assinale a alternativa correta:
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3465846
Ano: 2024
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Guaraciaba-SC
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Guaraciaba-SC
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O INSS adota um manual de Perícia Médica da
Previdência Social que orienta a atividade dos Peritos
em análises relacionadas a concessão de benefícios
previdenciários por incapacidade. A respeito dos
Preceitos Básicos da supervisão de encaminhamentos
previdenciários, analise as afirmações abaixo:
I. A realização de exames médico-periciais, bem como a revisão da conclusão médica, são de competência exclusiva dos setores de perícias médicas.
II. A atividade médico-pericial do INSS tem por finalidade precípua a emissão de parecer técnico conclusivo na avaliação da incapacidade laborativa, em face de situações previstas em lei.
III. Os atos médico-periciais implicam sempre pronunciamento de natureza médico-legal destinado a produzir um efeito na via administrativa do INSS, passível de contestação na via recursal da Previdência Social e na Justiça.
Após análise, marque a opção correta.
I. A realização de exames médico-periciais, bem como a revisão da conclusão médica, são de competência exclusiva dos setores de perícias médicas.
II. A atividade médico-pericial do INSS tem por finalidade precípua a emissão de parecer técnico conclusivo na avaliação da incapacidade laborativa, em face de situações previstas em lei.
III. Os atos médico-periciais implicam sempre pronunciamento de natureza médico-legal destinado a produzir um efeito na via administrativa do INSS, passível de contestação na via recursal da Previdência Social e na Justiça.
Após análise, marque a opção correta.
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https://br.pinterest.com/pin/7810999347171749/
As histórias em quadrinhos são classificadas como um tipo de texto narrativo. Entre suas principais características, destacam-se, EXCETO:
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"Na cegueira congênita dos olhos não existem referenciais visuais ..."
O trecho apresenta um vício de linguagem denominado:
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O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
Por que furacões e ciclones têm nomes de pessoa —
e por que o atual é chamado Milton
Os furacões e ciclones recebem nomes para facilitar a
comunicação entre meteorologistas e o público.
A Organização Meteorológica Mundial (OMM) diz que
dar nomes aos furacões é a forma mais eficiente de comunicar alertas para a população. Ela também facilita
a comunicação marítima sobre tempestades.
"A prática de nomear tempestades (ciclones tropicais)
começou anos atrás para ajudar na rápida identificação
de tempestades em mensagens de alerta porque nomes
são muito mais fáceis de lembrar do que números e
termos técnicos", afirma a OMM em seu site.
"Muitos concordam que dar nomes a tempestades facilita
que a mídia noticie sobre ciclones tropicais, aumenta o
interesse em alertas e aumenta a preparação da
comunidade."
Furacões e ciclones recebem nomes depois que atingem
ventos constantes de 63 km/h. Apenas os de grande
impacto costumam ter seu nome veiculado na imprensa.
Regiões diferentes adotam padrões diferentes.
Segundo a Met Office, a agência meteorológica do Reino
Unido, na maioria das regiões, listas alfabéticas
pré-determinadas de nomes masculinos e femininos de
pessoas são usadas.
Mas, no oeste do Pacífico Norte e no norte do oceano
Índico, a maioria dos nomes usados não são de
pessoas. Lá, a maioria das tempestades recebem nomes
de flores, animais, pássaros, árvores, alimentos ou
adjetivos.
Para a região do Caribe e da América do Norte, a
Organização Meteorológica Mundial possui seis listas
diferentes de nomes, que vão de A a Z.
Os furacões recebem nomes por ordem alfabética, que
são dados por ordem cronológica ao longo do ano. O
primeiro furacão deste ano foi chamado de Alberto, que
começa com a letra "A". O segundo foi chamado de
Beryl, o seguinte Chris. E assim por diante.
Muitos sequer tiveram destaque na imprensa. Os mais
perigosos até agora foram o Helene — que provocou
255 mortes há duas semanas — e o Milton.
As seis listas de nomes são recicladas a cada ano. Ou
seja, em 2030, daqui a seis anos, os furacões voltarão a
ser chamados de Alberto, Beryl, Chris, etc. E esses
mesmos nomes já foram usados há seis anos atrás, em
2019.
Até 1979, só havia nomes femininos na lista. Mas desde
então, há tanto nomes masculinos como femininos.
Quando um furacão ou ciclone é devastador demais e
entra para história, seu nome é "aposentado" da lista, e
outro nome é escolhido com aquela mesma inicial. É o
que aconteceu nos casos das tempestades Mangkhut
(Filipinas, 2018), Irma e Maria (Caribe, 2017), Haiyan
(Filipinas, 2013), Sandy (EUA, 2012), Katrina (EUA,
2005), Mitch (Honduras, 1998) e Tracy (Darwin, 1974).
Furacões e ciclones possuem temporadas fixas — que é
quando eles costumam acontecer.
No Atlântico Norte e Caribe, essa temporada vai de 1º de
junho a 30 de novembro, período em que os nomes da
lista são usados. No Pacífico Norte Oriental, a temporada
vai de 15 de maio a 30 de novembro.
Por que 'Milton'?
Mas quem é ou foi Milton? Ou Katrina?
Antigamente, as tempestades recebiam nomes
arbitrário, dados de acordo com as circunstâncias
histórica. Por exemplo, uma tempestade no Atlântico em
1842 arrancou o mastro de um barco chamado Antje.
Essa tempestade ficou então conhecida como furacão de
Antje.
Mas hoje em dia, os nomes não têm mais significado.
Eles são selecionados por serem familiares às pessoas
em cada região. A principal função do nome é que ele
seja facilmente lembrado pelas pessoas que precisam se
preparar para lidar com as tempestades.
Os nomes usados em 2024 para o Atlântico Norte, Golfo
do México e Caribe são: Alberto, Beryl, Chris, Debby,
Ernesto, Francine, Gordon, Helene, Isaac, Joyce, Kirk,
Leslie, Milton, Nadine, Oscar, Patty, Rafael, Sara, Tony,
Valerie e William.
Outras regiões não usam nomes como Alberto, Helene e
Milton. Ciclones que surgiram no Pacífico Norte Oriental
este ano nessa mesma ordem cronológica receberam
outros nomes: Aletta, Hector e Miriam.
(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgey0zq2qwwo adaptado)
Mantendo a coesão e coerência do trecho acima, a melhor rescrita está na alternativa:
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O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
Por que furacões e ciclones têm nomes de pessoa —
e por que o atual é chamado Milton
Os furacões e ciclones recebem nomes para facilitar a
comunicação entre meteorologistas e o público.
A Organização Meteorológica Mundial (OMM) diz que
dar nomes aos furacões é a forma mais eficiente de comunicar alertas para a população. Ela também facilita
a comunicação marítima sobre tempestades.
"A prática de nomear tempestades (ciclones tropicais)
começou anos atrás para ajudar na rápida identificação
de tempestades em mensagens de alerta porque nomes
são muito mais fáceis de lembrar do que números e
termos técnicos", afirma a OMM em seu site.
"Muitos concordam que dar nomes a tempestades facilita
que a mídia noticie sobre ciclones tropicais, aumenta o
interesse em alertas e aumenta a preparação da
comunidade."
Furacões e ciclones recebem nomes depois que atingem
ventos constantes de 63 km/h. Apenas os de grande
impacto costumam ter seu nome veiculado na imprensa.
Regiões diferentes adotam padrões diferentes.
Segundo a Met Office, a agência meteorológica do Reino
Unido, na maioria das regiões, listas alfabéticas
pré-determinadas de nomes masculinos e femininos de
pessoas são usadas.
Mas, no oeste do Pacífico Norte e no norte do oceano
Índico, a maioria dos nomes usados não são de
pessoas. Lá, a maioria das tempestades recebem nomes
de flores, animais, pássaros, árvores, alimentos ou
adjetivos.
Para a região do Caribe e da América do Norte, a
Organização Meteorológica Mundial possui seis listas
diferentes de nomes, que vão de A a Z.
Os furacões recebem nomes por ordem alfabética, que
são dados por ordem cronológica ao longo do ano. O
primeiro furacão deste ano foi chamado de Alberto, que
começa com a letra "A". O segundo foi chamado de
Beryl, o seguinte Chris. E assim por diante.
Muitos sequer tiveram destaque na imprensa. Os mais
perigosos até agora foram o Helene — que provocou
255 mortes há duas semanas — e o Milton.
As seis listas de nomes são recicladas a cada ano. Ou
seja, em 2030, daqui a seis anos, os furacões voltarão a
ser chamados de Alberto, Beryl, Chris, etc. E esses
mesmos nomes já foram usados há seis anos atrás, em
2019.
Até 1979, só havia nomes femininos na lista. Mas desde
então, há tanto nomes masculinos como femininos.
Quando um furacão ou ciclone é devastador demais e
entra para história, seu nome é "aposentado" da lista, e
outro nome é escolhido com aquela mesma inicial. É o
que aconteceu nos casos das tempestades Mangkhut
(Filipinas, 2018), Irma e Maria (Caribe, 2017), Haiyan
(Filipinas, 2013), Sandy (EUA, 2012), Katrina (EUA,
2005), Mitch (Honduras, 1998) e Tracy (Darwin, 1974).
Furacões e ciclones possuem temporadas fixas — que é
quando eles costumam acontecer.
No Atlântico Norte e Caribe, essa temporada vai de 1º de
junho a 30 de novembro, período em que os nomes da
lista são usados. No Pacífico Norte Oriental, a temporada
vai de 15 de maio a 30 de novembro.
Por que 'Milton'?
Mas quem é ou foi Milton? Ou Katrina?
Antigamente, as tempestades recebiam nomes
arbitrário, dados de acordo com as circunstâncias
histórica. Por exemplo, uma tempestade no Atlântico em
1842 arrancou o mastro de um barco chamado Antje.
Essa tempestade ficou então conhecida como furacão de
Antje.
Mas hoje em dia, os nomes não têm mais significado.
Eles são selecionados por serem familiares às pessoas
em cada região. A principal função do nome é que ele
seja facilmente lembrado pelas pessoas que precisam se
preparar para lidar com as tempestades.
Os nomes usados em 2024 para o Atlântico Norte, Golfo
do México e Caribe são: Alberto, Beryl, Chris, Debby,
Ernesto, Francine, Gordon, Helene, Isaac, Joyce, Kirk,
Leslie, Milton, Nadine, Oscar, Patty, Rafael, Sara, Tony,
Valerie e William.
Outras regiões não usam nomes como Alberto, Helene e
Milton. Ciclones que surgiram no Pacífico Norte Oriental
este ano nessa mesma ordem cronológica receberam
outros nomes: Aletta, Hector e Miriam.
(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgey0zq2qwwo adaptado)
As seis listas de nomes são recicladas a cada ano."
Em relação ao período e ao termo destacado, é CORRETO afirmar que:
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O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
Por que furacões e ciclones têm nomes de pessoa —
e por que o atual é chamado Milton
Os furacões e ciclones recebem nomes para facilitar a
comunicação entre meteorologistas e o público.
A Organização Meteorológica Mundial (OMM) diz que
dar nomes aos furacões é a forma mais eficiente de comunicar alertas para a população. Ela também facilita
a comunicação marítima sobre tempestades.
"A prática de nomear tempestades (ciclones tropicais)
começou anos atrás para ajudar na rápida identificação
de tempestades em mensagens de alerta porque nomes
são muito mais fáceis de lembrar do que números e
termos técnicos", afirma a OMM em seu site.
"Muitos concordam que dar nomes a tempestades facilita
que a mídia noticie sobre ciclones tropicais, aumenta o
interesse em alertas e aumenta a preparação da
comunidade."
Furacões e ciclones recebem nomes depois que atingem
ventos constantes de 63 km/h. Apenas os de grande
impacto costumam ter seu nome veiculado na imprensa.
Regiões diferentes adotam padrões diferentes.
Segundo a Met Office, a agência meteorológica do Reino
Unido, na maioria das regiões, listas alfabéticas
pré-determinadas de nomes masculinos e femininos de
pessoas são usadas.
Mas, no oeste do Pacífico Norte e no norte do oceano
Índico, a maioria dos nomes usados não são de
pessoas. Lá, a maioria das tempestades recebem nomes
de flores, animais, pássaros, árvores, alimentos ou
adjetivos.
Para a região do Caribe e da América do Norte, a
Organização Meteorológica Mundial possui seis listas
diferentes de nomes, que vão de A a Z.
Os furacões recebem nomes por ordem alfabética, que
são dados por ordem cronológica ao longo do ano. O
primeiro furacão deste ano foi chamado de Alberto, que
começa com a letra "A". O segundo foi chamado de
Beryl, o seguinte Chris. E assim por diante.
Muitos sequer tiveram destaque na imprensa. Os mais
perigosos até agora foram o Helene — que provocou
255 mortes há duas semanas — e o Milton.
As seis listas de nomes são recicladas a cada ano. Ou
seja, em 2030, daqui a seis anos, os furacões voltarão a
ser chamados de Alberto, Beryl, Chris, etc. E esses
mesmos nomes já foram usados há seis anos atrás, em
2019.
Até 1979, só havia nomes femininos na lista. Mas desde
então, há tanto nomes masculinos como femininos.
Quando um furacão ou ciclone é devastador demais e
entra para história, seu nome é "aposentado" da lista, e
outro nome é escolhido com aquela mesma inicial. É o
que aconteceu nos casos das tempestades Mangkhut
(Filipinas, 2018), Irma e Maria (Caribe, 2017), Haiyan
(Filipinas, 2013), Sandy (EUA, 2012), Katrina (EUA,
2005), Mitch (Honduras, 1998) e Tracy (Darwin, 1974).
Furacões e ciclones possuem temporadas fixas — que é
quando eles costumam acontecer.
No Atlântico Norte e Caribe, essa temporada vai de 1º de
junho a 30 de novembro, período em que os nomes da
lista são usados. No Pacífico Norte Oriental, a temporada
vai de 15 de maio a 30 de novembro.
Por que 'Milton'?
Mas quem é ou foi Milton? Ou Katrina?
Antigamente, as tempestades recebiam nomes
arbitrário, dados de acordo com as circunstâncias
histórica. Por exemplo, uma tempestade no Atlântico em
1842 arrancou o mastro de um barco chamado Antje.
Essa tempestade ficou então conhecida como furacão de
Antje.
Mas hoje em dia, os nomes não têm mais significado.
Eles são selecionados por serem familiares às pessoas
em cada região. A principal função do nome é que ele
seja facilmente lembrado pelas pessoas que precisam se
preparar para lidar com as tempestades.
Os nomes usados em 2024 para o Atlântico Norte, Golfo
do México e Caribe são: Alberto, Beryl, Chris, Debby,
Ernesto, Francine, Gordon, Helene, Isaac, Joyce, Kirk,
Leslie, Milton, Nadine, Oscar, Patty, Rafael, Sara, Tony,
Valerie e William.
Outras regiões não usam nomes como Alberto, Helene e
Milton. Ciclones que surgiram no Pacífico Norte Oriental
este ano nessa mesma ordem cronológica receberam
outros nomes: Aletta, Hector e Miriam.
(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgey0zq2qwwo adaptado)
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O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
Por que furacões e ciclones têm nomes de pessoa —
e por que o atual é chamado Milton
Os furacões e ciclones recebem nomes para facilitar a
comunicação entre meteorologistas e o público.
A Organização Meteorológica Mundial (OMM) diz que
dar nomes aos furacões é a forma mais eficiente de comunicar alertas para a população. Ela também facilita
a comunicação marítima sobre tempestades.
"A prática de nomear tempestades (ciclones tropicais)
começou anos atrás para ajudar na rápida identificação
de tempestades em mensagens de alerta porque nomes
são muito mais fáceis de lembrar do que números e
termos técnicos", afirma a OMM em seu site.
"Muitos concordam que dar nomes a tempestades facilita
que a mídia noticie sobre ciclones tropicais, aumenta o
interesse em alertas e aumenta a preparação da
comunidade."
Furacões e ciclones recebem nomes depois que atingem
ventos constantes de 63 km/h. Apenas os de grande
impacto costumam ter seu nome veiculado na imprensa.
Regiões diferentes adotam padrões diferentes.
Segundo a Met Office, a agência meteorológica do Reino
Unido, na maioria das regiões, listas alfabéticas
pré-determinadas de nomes masculinos e femininos de
pessoas são usadas.
Mas, no oeste do Pacífico Norte e no norte do oceano
Índico, a maioria dos nomes usados não são de
pessoas. Lá, a maioria das tempestades recebem nomes
de flores, animais, pássaros, árvores, alimentos ou
adjetivos.
Para a região do Caribe e da América do Norte, a
Organização Meteorológica Mundial possui seis listas
diferentes de nomes, que vão de A a Z.
Os furacões recebem nomes por ordem alfabética, que
são dados por ordem cronológica ao longo do ano. O
primeiro furacão deste ano foi chamado de Alberto, que
começa com a letra "A". O segundo foi chamado de
Beryl, o seguinte Chris. E assim por diante.
Muitos sequer tiveram destaque na imprensa. Os mais
perigosos até agora foram o Helene — que provocou
255 mortes há duas semanas — e o Milton.
As seis listas de nomes são recicladas a cada ano. Ou
seja, em 2030, daqui a seis anos, os furacões voltarão a
ser chamados de Alberto, Beryl, Chris, etc. E esses
mesmos nomes já foram usados há seis anos atrás, em
2019.
Até 1979, só havia nomes femininos na lista. Mas desde
então, há tanto nomes masculinos como femininos.
Quando um furacão ou ciclone é devastador demais e
entra para história, seu nome é "aposentado" da lista, e
outro nome é escolhido com aquela mesma inicial. É o
que aconteceu nos casos das tempestades Mangkhut
(Filipinas, 2018), Irma e Maria (Caribe, 2017), Haiyan
(Filipinas, 2013), Sandy (EUA, 2012), Katrina (EUA,
2005), Mitch (Honduras, 1998) e Tracy (Darwin, 1974).
Furacões e ciclones possuem temporadas fixas — que é
quando eles costumam acontecer.
No Atlântico Norte e Caribe, essa temporada vai de 1º de
junho a 30 de novembro, período em que os nomes da
lista são usados. No Pacífico Norte Oriental, a temporada
vai de 15 de maio a 30 de novembro.
Por que 'Milton'?
Mas quem é ou foi Milton? Ou Katrina?
Antigamente, as tempestades recebiam nomes
arbitrário, dados de acordo com as circunstâncias
histórica. Por exemplo, uma tempestade no Atlântico em
1842 arrancou o mastro de um barco chamado Antje.
Essa tempestade ficou então conhecida como furacão de
Antje.
Mas hoje em dia, os nomes não têm mais significado.
Eles são selecionados por serem familiares às pessoas
em cada região. A principal função do nome é que ele
seja facilmente lembrado pelas pessoas que precisam se
preparar para lidar com as tempestades.
Os nomes usados em 2024 para o Atlântico Norte, Golfo
do México e Caribe são: Alberto, Beryl, Chris, Debby,
Ernesto, Francine, Gordon, Helene, Isaac, Joyce, Kirk,
Leslie, Milton, Nadine, Oscar, Patty, Rafael, Sara, Tony,
Valerie e William.
Outras regiões não usam nomes como Alberto, Helene e
Milton. Ciclones que surgiram no Pacífico Norte Oriental
este ano nessa mesma ordem cronológica receberam
outros nomes: Aletta, Hector e Miriam.
(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgey0zq2qwwo adaptado)
I. O 'os' de 'os de grande impacto' refere-se exclusivamente aos 'ciclones'.
II. O sujeito do verbo 'atingir' é 'ventos'.
III. O núcleo do sujeito do verbo 'costumar' é 'os'.
IV. 'Na imprensa' é adjunto adverbial.
Estão corretas:
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Por que furacões e ciclones têm nomes de pessoa —
e por que o atual é chamado Milton
Os furacões e ciclones recebem nomes para facilitar a
comunicação entre meteorologistas e o público.
A Organização Meteorológica Mundial (OMM) diz que
dar nomes aos furacões é a forma mais eficiente de comunicar alertas para a população. Ela também facilita
a comunicação marítima sobre tempestades.
"A prática de nomear tempestades (ciclones tropicais)
começou anos atrás para ajudar na rápida identificação
de tempestades em mensagens de alerta porque nomes
são muito mais fáceis de lembrar do que números e
termos técnicos", afirma a OMM em seu site.
"Muitos concordam que dar nomes a tempestades facilita
que a mídia noticie sobre ciclones tropicais, aumenta o
interesse em alertas e aumenta a preparação da
comunidade."
Furacões e ciclones recebem nomes depois que atingem
ventos constantes de 63 km/h. Apenas os de grande
impacto costumam ter seu nome veiculado na imprensa.
Regiões diferentes adotam padrões diferentes.
Segundo a Met Office, a agência meteorológica do Reino
Unido, na maioria das regiões, listas alfabéticas
pré-determinadas de nomes masculinos e femininos de
pessoas são usadas.
Mas, no oeste do Pacífico Norte e no norte do oceano
Índico, a maioria dos nomes usados não são de
pessoas. Lá, a maioria das tempestades recebem nomes
de flores, animais, pássaros, árvores, alimentos ou
adjetivos.
Para a região do Caribe e da América do Norte, a
Organização Meteorológica Mundial possui seis listas
diferentes de nomes, que vão de A a Z.
Os furacões recebem nomes por ordem alfabética, que
são dados por ordem cronológica ao longo do ano. O
primeiro furacão deste ano foi chamado de Alberto, que
começa com a letra "A". O segundo foi chamado de
Beryl, o seguinte Chris. E assim por diante.
Muitos sequer tiveram destaque na imprensa. Os mais
perigosos até agora foram o Helene — que provocou
255 mortes há duas semanas — e o Milton.
As seis listas de nomes são recicladas a cada ano. Ou
seja, em 2030, daqui a seis anos, os furacões voltarão a
ser chamados de Alberto, Beryl, Chris, etc. E esses
mesmos nomes já foram usados há seis anos atrás, em
2019.
Até 1979, só havia nomes femininos na lista. Mas desde
então, há tanto nomes masculinos como femininos.
Quando um furacão ou ciclone é devastador demais e
entra para história, seu nome é "aposentado" da lista, e
outro nome é escolhido com aquela mesma inicial. É o
que aconteceu nos casos das tempestades Mangkhut
(Filipinas, 2018), Irma e Maria (Caribe, 2017), Haiyan
(Filipinas, 2013), Sandy (EUA, 2012), Katrina (EUA,
2005), Mitch (Honduras, 1998) e Tracy (Darwin, 1974).
Furacões e ciclones possuem temporadas fixas — que é
quando eles costumam acontecer.
No Atlântico Norte e Caribe, essa temporada vai de 1º de
junho a 30 de novembro, período em que os nomes da
lista são usados. No Pacífico Norte Oriental, a temporada
vai de 15 de maio a 30 de novembro.
Por que 'Milton'?
Mas quem é ou foi Milton? Ou Katrina?
Antigamente, as tempestades recebiam nomes
arbitrário, dados de acordo com as circunstâncias
histórica. Por exemplo, uma tempestade no Atlântico em
1842 arrancou o mastro de um barco chamado Antje.
Essa tempestade ficou então conhecida como furacão de
Antje.
Mas hoje em dia, os nomes não têm mais significado.
Eles são selecionados por serem familiares às pessoas
em cada região. A principal função do nome é que ele
seja facilmente lembrado pelas pessoas que precisam se
preparar para lidar com as tempestades.
Os nomes usados em 2024 para o Atlântico Norte, Golfo
do México e Caribe são: Alberto, Beryl, Chris, Debby,
Ernesto, Francine, Gordon, Helene, Isaac, Joyce, Kirk,
Leslie, Milton, Nadine, Oscar, Patty, Rafael, Sara, Tony,
Valerie e William.
Outras regiões não usam nomes como Alberto, Helene e
Milton. Ciclones que surgiram no Pacífico Norte Oriental
este ano nessa mesma ordem cronológica receberam
outros nomes: Aletta, Hector e Miriam.
(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgey0zq2qwwo adaptado)
"Eles são selecionados por serem familiares às pessoas em cada região."
Em relação ao emprego do sinal indicativo de crase, é correto afirmar que:
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O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
Por que furacões e ciclones têm nomes de pessoa —
e por que o atual é chamado Milton
Os furacões e ciclones recebem nomes para facilitar a
comunicação entre meteorologistas e o público.
A Organização Meteorológica Mundial (OMM) diz que
dar nomes aos furacões é a forma mais eficiente de comunicar alertas para a população. Ela também facilita
a comunicação marítima sobre tempestades.
"A prática de nomear tempestades (ciclones tropicais)
começou anos atrás para ajudar na rápida identificação
de tempestades em mensagens de alerta porque nomes
são muito mais fáceis de lembrar do que números e
termos técnicos", afirma a OMM em seu site.
"Muitos concordam que dar nomes a tempestades facilita
que a mídia noticie sobre ciclones tropicais, aumenta o
interesse em alertas e aumenta a preparação da
comunidade."
Furacões e ciclones recebem nomes depois que atingem
ventos constantes de 63 km/h. Apenas os de grande
impacto costumam ter seu nome veiculado na imprensa.
Regiões diferentes adotam padrões diferentes.
Segundo a Met Office, a agência meteorológica do Reino
Unido, na maioria das regiões, listas alfabéticas
pré-determinadas de nomes masculinos e femininos de
pessoas são usadas.
Mas, no oeste do Pacífico Norte e no norte do oceano
Índico, a maioria dos nomes usados não são de
pessoas. Lá, a maioria das tempestades recebem nomes
de flores, animais, pássaros, árvores, alimentos ou
adjetivos.
Para a região do Caribe e da América do Norte, a
Organização Meteorológica Mundial possui seis listas
diferentes de nomes, que vão de A a Z.
Os furacões recebem nomes por ordem alfabética, que
são dados por ordem cronológica ao longo do ano. O
primeiro furacão deste ano foi chamado de Alberto, que
começa com a letra "A". O segundo foi chamado de
Beryl, o seguinte Chris. E assim por diante.
Muitos sequer tiveram destaque na imprensa. Os mais
perigosos até agora foram o Helene — que provocou
255 mortes há duas semanas — e o Milton.
As seis listas de nomes são recicladas a cada ano. Ou
seja, em 2030, daqui a seis anos, os furacões voltarão a
ser chamados de Alberto, Beryl, Chris, etc. E esses
mesmos nomes já foram usados há seis anos atrás, em
2019.
Até 1979, só havia nomes femininos na lista. Mas desde
então, há tanto nomes masculinos como femininos.
Quando um furacão ou ciclone é devastador demais e
entra para história, seu nome é "aposentado" da lista, e
outro nome é escolhido com aquela mesma inicial. É o
que aconteceu nos casos das tempestades Mangkhut
(Filipinas, 2018), Irma e Maria (Caribe, 2017), Haiyan
(Filipinas, 2013), Sandy (EUA, 2012), Katrina (EUA,
2005), Mitch (Honduras, 1998) e Tracy (Darwin, 1974).
Furacões e ciclones possuem temporadas fixas — que é
quando eles costumam acontecer.
No Atlântico Norte e Caribe, essa temporada vai de 1º de
junho a 30 de novembro, período em que os nomes da
lista são usados. No Pacífico Norte Oriental, a temporada
vai de 15 de maio a 30 de novembro.
Por que 'Milton'?
Mas quem é ou foi Milton? Ou Katrina?
Antigamente, as tempestades recebiam nomes
arbitrário, dados de acordo com as circunstâncias
histórica. Por exemplo, uma tempestade no Atlântico em
1842 arrancou o mastro de um barco chamado Antje.
Essa tempestade ficou então conhecida como furacão de
Antje.
Mas hoje em dia, os nomes não têm mais significado.
Eles são selecionados por serem familiares às pessoas
em cada região. A principal função do nome é que ele
seja facilmente lembrado pelas pessoas que precisam se
preparar para lidar com as tempestades.
Os nomes usados em 2024 para o Atlântico Norte, Golfo
do México e Caribe são: Alberto, Beryl, Chris, Debby,
Ernesto, Francine, Gordon, Helene, Isaac, Joyce, Kirk,
Leslie, Milton, Nadine, Oscar, Patty, Rafael, Sara, Tony,
Valerie e William.
Outras regiões não usam nomes como Alberto, Helene e
Milton. Ciclones que surgiram no Pacífico Norte Oriental
este ano nessa mesma ordem cronológica receberam
outros nomes: Aletta, Hector e Miriam.
(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgey0zq2qwwo adaptado)
(__) 'Meteorologistas' e 'ciclones' possuem a mesma classificação quanto à acentuação tônica.
(__) O vocábulo 'história', se tiver o acento suprido, mudará de classe gramatical, passando de substantivo para verbo.
(__) Quanto à posição da sílaba tônica, 'fáceis' é uma paroxítona, assim como 'pegada'.
(__) 'Furacões' é acentuada pela mesma regra de 'órgãos', pois formam ditongos crescentes.
(__) O vocábulo 'têm' possui acento diferencial, ao contrário da forma verbal 'creem', que, após o Novo Acordo Ortográfico, não é mais acentuada.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
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