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Foram encontradas 30 questões.

1156047 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: Itame
Orgão: Pref. Inhumas-GO
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Uma parábola y = ax² + bx + c representa o conjunto dos pontos equidistantes entre o ponto (3;2) e a reta y = - 1. Quanto é a soma a + b + c?
 

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1156045 Ano: 2015
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Itame
Orgão: Pref. Inhumas-GO
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Em um laboratório de química existe uma bancada com 500 potes cheios de líquidos transparentes. Sabe-se que um dos potes contém um ácido extremamente forte e, os outros, são soluções neutras e inertes. É possível derramar poucas gotas sobre uma fita indicadora de pH e descobrir se estas contém um ácido, mesmo que diluído. Qual o número mínimo de fitas indicadoras de pH, que não podem ser fracionadas ou reutilizadas, necessário para encontrar o pote ácido? Inúmeros frascos vazios estão à disposição para recolher pequenas amostras dos potes e fazer os testes.
 

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1156043 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: Itame
Orgão: Pref. Inhumas-GO
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Ao encher uma caixa cúbica com esferas de mesmo raio é impossível preencher todo o espaço. Existe mais de uma maneira com que se pode organizar as esferas para que a compactação seja máxima, sendo uma delas o empacotamento cúbico de face centrada, ou seja, o padrão de empacotamento alcançado ao dispor oito esferas de forma com que seus centros formem os vértices de um cubo, e mais 6 com os seus centros no centro de cada uma das faces desse cubo. Em qualquer configuração escolhida, quanto menor o raio das esferas menos espaço vazio pode ser deixado fora da caixa. Qual a razão máxima entre volume ocupado pelas esferas e volume da caixa?
 

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1156042 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: Itame
Orgão: Pref. Inhumas-GO
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Um personagem de RPG se encontra frente a uma tumba de um rei morto há muitos séculos. Para chegar ao seu interior o personagem precisa percorrer um corredor com duas armadilhas. Cada armadilha, se disparada, derruba uma das vigas que sustentam o teto. Se duas vigas forem derrubadas, a tumba entra em colapso e o personagem morre. Sendo que o personagem consegue passar por uma armadilha sem dispará-la com uma probabilidade de 16/20, qual a chance dele entrar e sair da tumba com vida?
 

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1156040 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: Itame
Orgão: Pref. Inhumas-GO
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Identifique a oração em que a palavra como é conjunção subordinativa conformativa.
 

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1156039 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: Itame
Orgão: Pref. Inhumas-GO
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Marque a alternativa que apresenta complemento nominal.
 

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1156038 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: Itame
Orgão: Pref. Inhumas-GO
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Assinale a única alternativa que apresenta uma situação em que o pronome oblíquo destacado não pode ser classificado como pronome recíproco.
 

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1156037 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: Itame
Orgão: Pref. Inhumas-GO
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O morto no mar da Urca

Clarice Lispector

Eu estava no apartamento de D. Lourdes, costureira, provando meu vestido pintado pela Olly - e Dona Lourdes disse: morreu um homem no mar, olhe os bombeiros. Olhei e só vi o mar que devia ser muito salgado, mar azul, casas brancas.

E o morto?

O morto em salmoura. Não quero morrer! gritei-me muda dentro do meu vestido. O vestido é amarelo e azul.

E eu? Morta de calor, não morta de mar azul.

Vou contar um segredo: meu vestido é lindo e não quero morrer. Na sexta-feira o vestido estará em casa, e no sábado eu o usarei. Sem morte, só mar azul. Existem nuvens amarelas? Existem douradas. Eu não tenho história. O morto tem? Tem: foi tomar banho de mar na Urca, o bobo, e morreu, quem mandou? Eu tomo banho de mar com cuidado, não sou tola, e só vou à Urca para provar vestidos. E três blusas. S. foi comigo. Ela é minuciosa na prova. E o morto? Minuciosamente morto?

[...]

Morto de bobo que era. Só se deve ir à Urca para provar vestido alegre. A mulher, que sou eu, só quer alegria. Mas eu me curvo diante da morte. Que virá, virá, virá. Quando? Aí é que está, pode vir a qualquer momento. Mas eu, que estava provando o vestido no calor da manhã, pedi uma prova de Deus. E senti uma coisa intensíssima, um perfume intenso demais de rosas. Então tive a prova, as duas provas; de Deus e do vestido.

Só se deve morrer de morte morrida, nunca de desastre, nunca de afogação no mar. Eu peço proteção para os meus, que são muitos. E a proteção, tenho certeza, virá.

Mas e o rapaz? e sua história? Capaz de ser estudante. Nunca saberei. Fiquei apenas olhando o mar e o casario. Dona Lourdes imperturbável, perguntando se apertava mais na cintura. Eu disse que sim, que cintura é para se ver apertada. Mas estava atônita. Atônita no meu vestido lindo.

Em “Só se deve morrer de morte morrida”, a autora recorre a uma figura de sintaxe que muitas vezes é utilizada para dar ênfase à ideia que se pretende expressar. Assinale a alternativa que recorre ao mesmo recurso estilístico.
 

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1156036 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: Itame
Orgão: Pref. Inhumas-GO
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Marque a alternativa em que o adjetivo desempenha função de predicativo do sujeito.
 

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1156029 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: Itame
Orgão: Pref. Inhumas-GO
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O morto no mar da Urca

Clarice Lispector

Eu estava no apartamento de D. Lourdes, costureira, provando meu vestido pintado pela Olly - e Dona Lourdes disse: morreu um homem no mar, olhe os bombeiros. Olhei e só vi o mar que devia ser muito salgado, mar azul, casas brancas.

E o morto?

O morto em salmoura. Não quero morrer! gritei-me muda dentro do meu vestido. O vestido é amarelo e azul.

E eu? Morta de calor, não morta de mar azul.

Vou contar um segredo: meu vestido é lindo e não quero morrer. Na sexta-feira o vestido estará em casa, e no sábado eu o usarei. Sem morte, só mar azul. Existem nuvens amarelas? Existem douradas. Eu não tenho história. O morto tem? Tem: foi tomar banho de mar na Urca, o bobo, e morreu, quem mandou? Eu tomo banho de mar com cuidado, não sou tola, e só vou à Urca para provar vestidos. E três blusas. S. foi comigo. Ela é minuciosa na prova. E o morto? Minuciosamente morto?

[...]

Morto de bobo que era. Só se deve ir à Urca para provar vestido alegre. A mulher, que sou eu, só quer alegria. Mas eu me curvo diante da morte. Que virá, virá, virá. Quando? Aí é que está, pode vir a qualquer momento. Mas eu, que estava provando o vestido no calor da manhã, pedi uma prova de Deus. E senti uma coisa intensíssima, um perfume intenso demais de rosas. Então tive a prova, as duas provas; de Deus e do vestido.

Só se deve morrer de morte morrida, nunca de desastre, nunca de afogação no mar. Eu peço proteção para os meus, que são muitos. E a proteção, tenho certeza, virá.

Mas e o rapaz? e sua história? Capaz de ser estudante. Nunca saberei. Fiquei apenas olhando o mar e o casario. Dona Lourdes imperturbável, perguntando se apertava mais na cintura. Eu disse que sim, que cintura é para se ver apertada. Mas estava atônita. Atônita no meu vestido lindo.

O texto O morto no mar da Urca é um conto reflexivo. Pode-se afirmar que:
 

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