Foram encontradas 40 questões.
O processo de formação da palavra ―combate'' é:
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As palavras nuvens e margens não são acentuadas pela mesma razão que:
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Marque a alternativa em que o elemento indicado entre parênteses NÃO preenche corretamente os espaços:
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Assinale a alternativa em que há oração na voz reflexiva:
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Numere a segunda coluna de acordo com a primeira, baseado na classificação da palavra que:
1. Substantivo 2. Pronome relativo 3. Pronome interrogativo 4. Conjunção subordinada integrante 5. Conjunção coordenada explicativa
( ) Somos bombardeados por uma massa de informações contrárias, que não leva a nada nem a lugar nenhum. ( ) Que houve com a família? ( ) Ela fingiu que não o via. ( ) Todos têm um quê de ambição. ( ) Não seja tão ambicioso que você pode sofrer.
A sequência correta é:
1. Substantivo 2. Pronome relativo 3. Pronome interrogativo 4. Conjunção subordinada integrante 5. Conjunção coordenada explicativa
( ) Somos bombardeados por uma massa de informações contrárias, que não leva a nada nem a lugar nenhum. ( ) Que houve com a família? ( ) Ela fingiu que não o via. ( ) Todos têm um quê de ambição. ( ) Não seja tão ambicioso que você pode sofrer.
A sequência correta é:
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Considere a imagem abaixo e responda a questão 13.

Quanto ao discurso do personagem:
I. É possível identificar o uso formal da próclise; II. Há uma conjugação inadequada posterior ao pronome pessoal ―''me''; III. Houve uma supressão de fonemas no verbo ―''estar'' presente no texto.
Está(ão) correto(s) o(s) item(ns):

Quanto ao discurso do personagem:
I. É possível identificar o uso formal da próclise; II. Há uma conjugação inadequada posterior ao pronome pessoal ―''me''; III. Houve uma supressão de fonemas no verbo ―''estar'' presente no texto.
Está(ão) correto(s) o(s) item(ns):
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Considere o enunciado a seguir: ―Não obstante, além de praticamente não haver programas educativos, a televisão brasileira ainda insiste em explorar o lado sensual da mulher de forma vulgar.‖ A expressão destacada anteriormente poderá ser substituída sem alteração de sentido por:
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Considere o texto abaixo e responda a questão.

Diz que eram dois leões que fugiram do Jardim Zoológico. Na hora da fuga cada um tomou um rumo, para despistar os perseguidores. Um dos leões foi para as matas da Tijuca e outro foi para o centro da cidade. Procuraram os leões detodo jeito mas ninguém encontrou. Tinham sumido, que nemo leite.
Vai daí, depois de uma semana, para surpresa geral, oleão que voltou foi justamente o que fugira para as matas daTijuca. Voltou magro, faminto e alquebrado. Foi precisopedir a um deputado do PTB que arranjasse vaga para ele noJardim Zoológico outra vez, porque ninguém via vantagemem reintegrar um leão tão carcomido assim. E, como deputado do PTB arranja sempre colocação para quem não interessacolocar, o leão foi reconduzido à sua jaula.
Passaram-se oito meses e ninguém mais se lembrava doleão que fugira para o centro da cidade quando, lá um dia, obruto foi recapturado. Voltou para o Jardim Zoológico gordo,sadio, vendendo saúde. Apresentava aquele ar próspero doAugusto Frederico Schmidt que, para certas coisas, também éleão.
Mal ficaram juntos de novo, o leão que fugira para asflorestas da Tijuca disse pro coleguinha:
— Puxa, rapaz, como é que você conseguiu ficar na cidade esse tempo todo e ainda voltar com essa saúde? Eu, quefugi para as matas da Tijuca, tive que pedir arreglo, porquequase não encontrava o que comer, como é então que você...vá, diz como foi.
O outro leão então explicou: — Eu meti os peitos e fuime esconder numa repartição pública.Cada dia eu comia um funcionário e ninguém dava porfalta dele.
— E por que voltou pra cá? Tinham acabado os funcionários?
— Nada disso. O que não acaba no Brasil é funcionáriopúblico. É que eu cometi um erro gravíssimo. Comi o diretor,idem um chefe de seção, funcionários diversos, ninguém davapor falta. No dia em que eu comi o cara que servia o cafezinho... me apanharam.
Fonte: “Primo Altamirando e Elas”, Stanislaw Ponte Preta. Editora do Autor – Rio deJaneiro, 1961, pág. 153.
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Considere o texto abaixo e responda a questão.

Diz que eram dois leões que fugiram do Jardim Zoológico. Na hora da fuga cada um tomou um rumo, para despistar os perseguidores. Um dos leões foi para as matas da Tijuca e outro foi para o centro da cidade. Procuraram os leões detodo jeito mas ninguém encontrou. Tinham sumido, que nemo leite.
Vai daí, depois de uma semana, para surpresa geral, oleão que voltou foi justamente o que fugira para as matas daTijuca. Voltou magro, faminto e alquebrado. Foi precisopedir a um deputado do PTB que arranjasse vaga para ele noJardim Zoológico outra vez, porque ninguém via vantagemem reintegrar um leão tão carcomido assim. E, como deputado do PTB arranja sempre colocação para quem não interessacolocar, o leão foi reconduzido à sua jaula.
Passaram-se oito meses e ninguém mais se lembrava doleão que fugira para o centro da cidade quando, lá um dia, obruto foi recapturado. Voltou para o Jardim Zoológico gordo,sadio, vendendo saúde. Apresentava aquele ar próspero doAugusto Frederico Schmidt que, para certas coisas, também éleão.
Mal ficaram juntos de novo, o leão que fugira para asflorestas da Tijuca disse pro coleguinha:
— Puxa, rapaz, como é que você conseguiu ficar na cidade esse tempo todo e ainda voltar com essa saúde? Eu, quefugi para as matas da Tijuca, tive que pedir arreglo, porquequase não encontrava o que comer, como é então que você...vá, diz como foi.
O outro leão então explicou: — Eu meti os peitos e fuime esconder numa repartição pública.Cada dia eu comia um funcionário e ninguém dava porfalta dele.
— E por que voltou pra cá? Tinham acabado os funcionários?
— Nada disso. O que não acaba no Brasil é funcionáriopúblico. É que eu cometi um erro gravíssimo. Comi o diretor,idem um chefe de seção, funcionários diversos, ninguém davapor falta. No dia em que eu comi o cara que servia o cafezinho... me apanharam.
Fonte: “Primo Altamirando e Elas”, Stanislaw Ponte Preta. Editora do Autor – Rio deJaneiro, 1961, pág. 153.
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Considere o texto seguinte.
Irene no Céu
Irene preta Irene boa Irene sempre de bom humor Imagino Irene entrando no céu: – Licença, meu branco! E São Pedro bonachão: – Entra, Irene. Você não precisa pedir licença.
Fonte: Manuel Bandeira. Estrela da vida inteira. Rio de janeiro: José Olympio, 1970. pág. 125
Considerando a forma de tratamento do último verso, podemos concluir que:
I. Do ponto de vista da norma culta, a frase deveria ser: Entre, Irene. II. Trata-se de uma variedade coloquial da língua. III. Estabelece uma relação informal de comunicação entre os falantes. IV. Não constitui erro de linguagem, na fala popular.
Está(ão) correta(s) as proposições:
Irene no Céu
Irene preta Irene boa Irene sempre de bom humor Imagino Irene entrando no céu: – Licença, meu branco! E São Pedro bonachão: – Entra, Irene. Você não precisa pedir licença.
Fonte: Manuel Bandeira. Estrela da vida inteira. Rio de janeiro: José Olympio, 1970. pág. 125
Considerando a forma de tratamento do último verso, podemos concluir que:
I. Do ponto de vista da norma culta, a frase deveria ser: Entre, Irene. II. Trata-se de uma variedade coloquial da língua. III. Estabelece uma relação informal de comunicação entre os falantes. IV. Não constitui erro de linguagem, na fala popular.
Está(ão) correta(s) as proposições:
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