Foram encontradas 40 questões.
- Educação e SociologiaEducação, Sociedade e Prática Escolar
- Educação e SociologiaFunção Social da Escola e Compromisso Social do Educador
- Temas Educacionais PedagógicosConstrução do Conhecimento
- Temas Educacionais PedagógicosProcesso de Ensino e Aprendizagem
Visando uma relação mais íntima com seus alunos,
a professora Laura chama cada um por um apelido
carinhoso que ela mesma deu, e os ensina a chamá-la
de “tia Laurinha”.
Acerca da ação da professora Laura, é correto afirmar que está:
Acerca da ação da professora Laura, é correto afirmar que está:
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- Educação InfantilLudicidade
- Temas Educacionais PedagógicosProcesso de Ensino e Aprendizagem
- A Organização do Tempo e do Espaço na Educação Infantil
- Jogos e suas Características: Pedagógicos, de Raciocínio e Psicomotor
Diariamente, ao chegar em sala de aula, os alunos da
professora Luciana, que têm idade entre 3 e 4 anos,
podem escolher as atividades que irão realizar e os
amigos com os quais irão brincar naquele momento.
Para ajudar na escolha dos brinquedos e atividades,
Luciana organiza cantinhos na sala e, em cada um,
ela coloca massinha, papéis e giz de cera, brinquedos
de casinha, carrinhos ou jogos de encaixe para que as
crianças escolham, livremente.
Sobre a ação da professora, é correto afirmar que está:
Sobre a ação da professora, é correto afirmar que está:
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- Temas Educacionais PedagógicosConstrução do Conhecimento
- Temas Educacionais PedagógicosProcesso de Ensino e Aprendizagem
Ana é professora de uma turma de Educação Infantil
e, diariamente, evita o contato com as famílias de seus
alunos, mantendo-se distante e proibindo a participação
delas na escola.
Sobre a ação da professora, é correto afirmar que está:
Sobre a ação da professora, é correto afirmar que está:
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Luiza é professora de uma turma de crianças com
idade entre 3 e 4 anos. Ela acredita que o adulto não
pode interferir nas brincadeiras das crianças. Desse
modo, diariamente ela deixa seus alunos brincarem
no pátio da escola livremente, sem interferir, organizar
ou oferecer diversos objetos ou ambientações do
espaço.
Sobre essa ação da professora, é correto afirmar que está:
Sobre essa ação da professora, é correto afirmar que está:
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386163
Ano: 2017
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Itatiaiuçu-MG
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Itatiaiuçu-MG
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É dever do município, EXCETO:
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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.
Quando nasce uma língua nova?
A grande maioria das pessoas acredita que definir o
que seja uma “língua” é algo fácil e cômodo, e que os
linguistas sabem com precisão onde termina uma língua
e onde começa outra. Nada mais distante da verdade!
Isso porque a definição de “língua” escapa das mãos dos
linguistas — que há séculos confessam ser impossível
enunciá-la — e vai pousar no terreno pantanoso daquilo
que se chama ideologia. Sim, a definição do que é
uma “língua” tem muitíssimo mais a ver com questões
políticas, religiosas, identitárias, etc. do que com
questões propriamente linguísticas, isto é, fonético-fonológicas, morfossintáticas, lexicais, etc.
Basta ver o que acontece mundo afora. Muitos modos
de falar exatamente iguais recebem nomes diferentes
por razões ideológicas profundas. Os linguistas sempre
reconheceram a existência de uma língua chamada
servo-croata, com um mesmo sistema fonológico e
gramatical. Mas depois da sangrenta demolição da
Iugoslávia, essa língua passou a receber nada menos
do que quatro nomes diferentes: sérvio, croata, bósnio e montenegrino. Cada novo Estado surgido do desmonte da antiga federação faz questão agora de ter sua língua própria, com nome próprio. As antigas e fundas rivalidades étnicas e religiosas impedem qualquer unidade na designação das “línguas”.
Por outro lado, modos de falar totalmente diferentes podem receber o mesmo nome. O caso clássico é o do “árabe”. Um falante do árabe marroquino praticamente não entenderá o que um falante do árabe saudita tentar lhe dizer. É o mesmo que acontece, por exemplo, se um brasileiro e um italiano tentarem se comunicar cada um na sua língua. No entanto, todos os modos de falar dos países chamados “árabes” recebem o mesmo nome (“árabe”, é claro), apesar de profundas diferenças. É que a única língua digna de estudo nesses países é o chamado “árabe clássico”, a língua em que foi escrito o Corão, no século VII. Usando esse “árabe clássico”, pessoas letradas dos diferentes países “árabes” conseguem se entender.
[...]
BAGNO, Marcos. Quando nasce uma nova língua? Blog da Parábola Editorial. Disponível em: <https://goo.gl/DYKgb5>. Acesso em: 4 ago. 2017 (Fragmento adaptado).
I. Fatores externos ao sistema linguístico são determinantes para caracterizar uma língua. II. Os linguistas reconhecem a imprecisão existente para caracterizar uma língua. III. Fatores internos ao sistema linguístico são determinantes para caracterizar uma língua.
De acordo com o texto, estão corretas as afirmativas:
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INSTRUÇÃO: Leia o texto, a seguir, para responder à questão.
Língua escrita – língua falada – nível de linguagem
A língua escrita, por sua própria natureza, é estática e mais elaborada que a língua falada, mas não dispõe dos recursos próprios desta.
A acentuação [relevo de sílaba(s)], a entoação (melodia da frase), as pausas (intervalos significativos no decorrer do discurso), além da possibilidade de gestos, olhares, piscadas, etc., fazem da língua falada a modalidade mais expressiva, mais criativa, mais espontânea e natural, estando, por isso mesmo, mais sujeita a transformações e a evoluções.
Nenhuma delas, porém, se sobrepõe a outra em importância. Nas escolas, principalmente, costuma se ensinar a língua falada com base na língua escrita, considerada superior. Decorrem daí as correções, as retificações, as emendas, a que os professores sempre estão atentos. A escola existe para o aprimoramento, para o aperfeiçoamento do indivíduo, e não para deixá-lo estacionado no ponto cultural adquirido naturalmente no seu ambiente.
Ao professor cabe mostrar as diferenças das duas modalidades, as características e as vantagens de uma e outra, sem deixar transparecer nenhum caráter de superioridade ou inferioridade. É preciso deixar claro ao educando que ser “bilíngue” na sua própria língua é uma vantagem.
[...]
SACCONI, Luiz Antonio. Língua escrita – língua falada – nível de linguagem. Nossa gramática completa – Sacconi. São Paulo: Nova Geração, 2011. p. 17 (Fragmento adaptado).
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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.
Quando nasce uma língua nova?
A grande maioria das pessoas acredita que definir o
que seja uma “língua” é algo fácil e cômodo, e que os
linguistas sabem com precisão onde termina uma língua
e onde começa outra. Nada mais distante da verdade!
Isso porque a definição de “língua” escapa das mãos dos
linguistas — que há séculos confessam ser impossível
enunciá-la — e vai pousar no terreno pantanoso daquilo
que se chama ideologia. Sim, a definição do que é
uma “língua” tem muitíssimo mais a ver com questões
políticas, religiosas, identitárias, etc. do que com
questões propriamente linguísticas, isto é, fonético-fonológicas, morfossintáticas, lexicais, etc.
Basta ver o que acontece mundo afora. Muitos modos
de falar exatamente iguais recebem nomes diferentes
por razões ideológicas profundas. Os linguistas sempre
reconheceram a existência de uma língua chamada
servo-croata, com um mesmo sistema fonológico e
gramatical. Mas depois da sangrenta demolição da
Iugoslávia, essa língua passou a receber nada menos
do que quatro nomes diferentes: sérvio, croata, bósnio e montenegrino. Cada novo Estado surgido do desmonte da antiga federação faz questão agora de ter sua língua própria, com nome próprio. As antigas e fundas rivalidades étnicas e religiosas impedem qualquer unidade na designação das “línguas”.
Por outro lado, modos de falar totalmente diferentes podem receber o mesmo nome. O caso clássico é o do “árabe”. Um falante do árabe marroquino praticamente não entenderá o que um falante do árabe saudita tentar lhe dizer. É o mesmo que acontece, por exemplo, se um brasileiro e um italiano tentarem se comunicar cada um na sua língua. No entanto, todos os modos de falar dos países chamados “árabes” recebem o mesmo nome (“árabe”, é claro), apesar de profundas diferenças. É que a única língua digna de estudo nesses países é o chamado “árabe clássico”, a língua em que foi escrito o Corão, no século VII. Usando esse “árabe clássico”, pessoas letradas dos diferentes países “árabes” conseguem se entender.
[...]
BAGNO, Marcos. Quando nasce uma nova língua? Blog da Parábola Editorial. Disponível em: <https://goo.gl/DYKgb5>. Acesso em: 4 ago. 2017 (Fragmento adaptado).
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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.
Quando nasce uma língua nova?
A grande maioria das pessoas acredita que definir o
que seja uma “língua” é algo fácil e cômodo, e que os
linguistas sabem com precisão onde termina uma língua
e onde começa outra. Nada mais distante da verdade!
Isso porque a definição de “língua” escapa das mãos dos
linguistas — que há séculos confessam ser impossível
enunciá-la — e vai pousar no terreno pantanoso daquilo
que se chama ideologia. Sim, a definição do que é
uma “língua” tem muitíssimo mais a ver com questões
políticas, religiosas, identitárias, etc. do que com
questões propriamente linguísticas, isto é, fonético-fonológicas, morfossintáticas, lexicais, etc.
Basta ver o que acontece mundo afora. Muitos modos
de falar exatamente iguais recebem nomes diferentes
por razões ideológicas profundas. Os linguistas sempre
reconheceram a existência de uma língua chamada
servo-croata, com um mesmo sistema fonológico e
gramatical. Mas depois da sangrenta demolição da
Iugoslávia, essa língua passou a receber nada menos
do que quatro nomes diferentes: sérvio, croata, bósnio e montenegrino. Cada novo Estado surgido do desmonte da antiga federação faz questão agora de ter sua língua própria, com nome próprio. As antigas e fundas rivalidades étnicas e religiosas impedem qualquer unidade na designação das “línguas”.
Por outro lado, modos de falar totalmente diferentes podem receber o mesmo nome. O caso clássico é o do “árabe”. Um falante do árabe marroquino praticamente não entenderá o que um falante do árabe saudita tentar lhe dizer. É o mesmo que acontece, por exemplo, se um brasileiro e um italiano tentarem se comunicar cada um na sua língua. No entanto, todos os modos de falar dos países chamados “árabes” recebem o mesmo nome (“árabe”, é claro), apesar de profundas diferenças. É que a única língua digna de estudo nesses países é o chamado “árabe clássico”, a língua em que foi escrito o Corão, no século VII. Usando esse “árabe clássico”, pessoas letradas dos diferentes países “árabes” conseguem se entender.
[...]
BAGNO, Marcos. Quando nasce uma nova língua? Blog da Parábola Editorial. Disponível em: <https://goo.gl/DYKgb5>. Acesso em: 4 ago. 2017 (Fragmento adaptado).
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Questão presente nas seguintes provas
INSTRUÇÃO: Leia o texto, a seguir, para responder à questão.
Língua escrita – língua falada – nível de linguagem
A língua escrita, por sua própria natureza, é estática e mais elaborada que a língua falada, mas não dispõe dos recursos próprios desta.
A acentuação [relevo de sílaba(s)], a entoação (melodia da frase), as pausas (intervalos significativos no decorrer do discurso), além da possibilidade de gestos, olhares, piscadas, etc., fazem da língua falada a modalidade mais expressiva, mais criativa, mais espontânea e natural, estando, por isso mesmo, mais sujeita a transformações e a evoluções.
Nenhuma delas, porém, se sobrepõe a outra em importância. Nas escolas, principalmente, costuma se ensinar a língua falada com base na língua escrita, considerada superior. Decorrem daí as correções, as retificações, as emendas, a que os professores sempre estão atentos. A escola existe para o aprimoramento, para o aperfeiçoamento do indivíduo, e não para deixá-lo estacionado no ponto cultural adquirido naturalmente no seu ambiente.
Ao professor cabe mostrar as diferenças das duas modalidades, as características e as vantagens de uma e outra, sem deixar transparecer nenhum caráter de superioridade ou inferioridade. É preciso deixar claro ao educando que ser “bilíngue” na sua própria língua é uma vantagem.
[...]
SACCONI, Luiz Antonio. Língua escrita – língua falada – nível de linguagem. Nossa gramática completa – Sacconi. São Paulo: Nova Geração, 2011. p. 17 (Fragmento adaptado).
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