Magna Concursos

Foram encontradas 40 questões.

386199 Ano: 2017
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Itatiaiuçu-MG
Provas:
Visando uma relação mais íntima com seus alunos, a professora Laura chama cada um por um apelido carinhoso que ela mesma deu, e os ensina a chamá-la de “tia Laurinha”.
Acerca da ação da professora Laura, é correto afirmar que está:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
386198 Ano: 2017
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Itatiaiuçu-MG
Provas:
Diariamente, ao chegar em sala de aula, os alunos da professora Luciana, que têm idade entre 3 e 4 anos, podem escolher as atividades que irão realizar e os amigos com os quais irão brincar naquele momento. Para ajudar na escolha dos brinquedos e atividades, Luciana organiza cantinhos na sala e, em cada um, ela coloca massinha, papéis e giz de cera, brinquedos de casinha, carrinhos ou jogos de encaixe para que as crianças escolham, livremente.
Sobre a ação da professora, é correto afirmar que está:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
386197 Ano: 2017
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Itatiaiuçu-MG
Provas:
Ana é professora de uma turma de Educação Infantil e, diariamente, evita o contato com as famílias de seus alunos, mantendo-se distante e proibindo a participação delas na escola.
Sobre a ação da professora, é correto afirmar que está:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
386189 Ano: 2017
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Itatiaiuçu-MG
Provas:
Luiza é professora de uma turma de crianças com idade entre 3 e 4 anos. Ela acredita que o adulto não pode interferir nas brincadeiras das crianças. Desse modo, diariamente ela deixa seus alunos brincarem no pátio da escola livremente, sem interferir, organizar ou oferecer diversos objetos ou ambientações do espaço.
Sobre essa ação da professora, é correto afirmar que está:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
386163 Ano: 2017
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Itatiaiuçu-MG
Provas:
É dever do município, EXCETO:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
386162 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Itatiaiuçu-MG
Provas:
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.
Quando nasce uma língua nova?
A grande maioria das pessoas acredita que definir o que seja uma “língua” é algo fácil e cômodo, e que os linguistas sabem com precisão onde termina uma língua e onde começa outra. Nada mais distante da verdade! Isso porque a definição de “língua” escapa das mãos dos linguistas — que há séculos confessam ser impossível enunciá-la — e vai pousar no terreno pantanoso daquilo que se chama ideologia. Sim, a definição do que é uma “língua” tem muitíssimo mais a ver com questões políticas, religiosas, identitárias, etc. do que com questões propriamente linguísticas, isto é, fonético-fonológicas, morfossintáticas, lexicais, etc.
Basta ver o que acontece mundo afora. Muitos modos de falar exatamente iguais recebem nomes diferentes por razões ideológicas profundas. Os linguistas sempre reconheceram a existência de uma língua chamada servo-croata, com um mesmo sistema fonológico e gramatical. Mas depois da sangrenta demolição da Iugoslávia, essa língua passou a receber nada menos do que quatro nomes diferentes: sérvio, croata, bósnio e montenegrino. Cada novo Estado surgido do desmonte da antiga federação faz questão agora de ter sua língua própria, com nome próprio. As antigas e fundas rivalidades étnicas e religiosas impedem qualquer unidade na designação das “línguas”.
Por outro lado, modos de falar totalmente diferentes podem receber o mesmo nome. O caso clássico é o do “árabe”. Um falante do árabe marroquino praticamente não entenderá o que um falante do árabe saudita tentar lhe dizer. É o mesmo que acontece, por exemplo, se um brasileiro e um italiano tentarem se comunicar cada um na sua língua. No entanto, todos os modos de falar dos países chamados “árabes” recebem o mesmo nome (“árabe”, é claro), apesar de profundas diferenças. É que a única língua digna de estudo nesses países é o chamado “árabe clássico”, a língua em que foi escrito o Corão, no século VII. Usando esse “árabe clássico”, pessoas letradas dos diferentes países “árabes” conseguem se entender.
[...]
BAGNO, Marcos. Quando nasce uma nova língua? Blog da Parábola Editorial. Disponível em: <https://goo.gl/DYKgb5>. Acesso em: 4 ago. 2017 (Fragmento adaptado).
Analise as afirmativas a seguir.
I. Fatores externos ao sistema linguístico são determinantes para caracterizar uma língua. II. Os linguistas reconhecem a imprecisão existente para caracterizar uma língua. III. Fatores internos ao sistema linguístico são determinantes para caracterizar uma língua.
De acordo com o texto, estão corretas as afirmativas:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
386160 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Itatiaiuçu-MG
Provas:
INSTRUÇÃO: Leia o texto, a seguir, para responder à questão.
Língua escrita – língua falada – nível de linguagem
A língua escrita, por sua própria natureza, é estática e mais elaborada que a língua falada, mas não dispõe dos recursos próprios desta.
A acentuação [relevo de sílaba(s)], a entoação (melodia da frase), as pausas (intervalos significativos no decorrer do discurso), além da possibilidade de gestos, olhares, piscadas, etc., fazem da língua falada a modalidade mais expressiva, mais criativa, mais espontânea e natural, estando, por isso mesmo, mais sujeita a transformações e a evoluções.
Nenhuma delas, porém, se sobrepõe a outra em importância. Nas escolas, principalmente, costuma se ensinar a língua falada com base na língua escrita, considerada superior. Decorrem daí as correções, as retificações, as emendas, a que os professores sempre estão atentos. A escola existe para o aprimoramento, para o aperfeiçoamento do indivíduo, e não para deixá-lo estacionado no ponto cultural adquirido naturalmente no seu ambiente.
Ao professor cabe mostrar as diferenças das duas modalidades, as características e as vantagens de uma e outra, sem deixar transparecer nenhum caráter de superioridade ou inferioridade. É preciso deixar claro ao educando que ser “bilíngue” na sua própria língua é uma vantagem.
[...]
SACCONI, Luiz Antonio. Língua escrita – língua falada – nível de linguagem. Nossa gramática completa – Sacconi. São Paulo: Nova Geração, 2011. p. 17 (Fragmento adaptado).
De acordo com o texto, assinale a alternativa CORRETA.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
386155 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Itatiaiuçu-MG
Provas:
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.
Quando nasce uma língua nova?
A grande maioria das pessoas acredita que definir o que seja uma “língua” é algo fácil e cômodo, e que os linguistas sabem com precisão onde termina uma língua e onde começa outra. Nada mais distante da verdade! Isso porque a definição de “língua” escapa das mãos dos linguistas — que há séculos confessam ser impossível enunciá-la — e vai pousar no terreno pantanoso daquilo que se chama ideologia. Sim, a definição do que é uma “língua” tem muitíssimo mais a ver com questões políticas, religiosas, identitárias, etc. do que com questões propriamente linguísticas, isto é, fonético-fonológicas, morfossintáticas, lexicais, etc.
Basta ver o que acontece mundo afora. Muitos modos de falar exatamente iguais recebem nomes diferentes por razões ideológicas profundas. Os linguistas sempre reconheceram a existência de uma língua chamada servo-croata, com um mesmo sistema fonológico e gramatical. Mas depois da sangrenta demolição da Iugoslávia, essa língua passou a receber nada menos do que quatro nomes diferentes: sérvio, croata, bósnio e montenegrino. Cada novo Estado surgido do desmonte da antiga federação faz questão agora de ter sua língua própria, com nome próprio. As antigas e fundas rivalidades étnicas e religiosas impedem qualquer unidade na designação das “línguas”.
Por outro lado, modos de falar totalmente diferentes podem receber o mesmo nome. O caso clássico é o do “árabe”. Um falante do árabe marroquino praticamente não entenderá o que um falante do árabe saudita tentar lhe dizer. É o mesmo que acontece, por exemplo, se um brasileiro e um italiano tentarem se comunicar cada um na sua língua. No entanto, todos os modos de falar dos países chamados “árabes” recebem o mesmo nome (“árabe”, é claro), apesar de profundas diferenças. É que a única língua digna de estudo nesses países é o chamado “árabe clássico”, a língua em que foi escrito o Corão, no século VII. Usando esse “árabe clássico”, pessoas letradas dos diferentes países “árabes” conseguem se entender.
[...]
BAGNO, Marcos. Quando nasce uma nova língua? Blog da Parábola Editorial. Disponível em: <https://goo.gl/DYKgb5>. Acesso em: 4 ago. 2017 (Fragmento adaptado).
Assinale a alternativa em que a palavra destacada não pode ser substituída pela palavra entre colchetes sem alteração do sentido original do trecho.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
386151 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Itatiaiuçu-MG
Provas:
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.
Quando nasce uma língua nova?
A grande maioria das pessoas acredita que definir o que seja uma “língua” é algo fácil e cômodo, e que os linguistas sabem com precisão onde termina uma língua e onde começa outra. Nada mais distante da verdade! Isso porque a definição de “língua” escapa das mãos dos linguistas — que há séculos confessam ser impossível enunciá-la — e vai pousar no terreno pantanoso daquilo que se chama ideologia. Sim, a definição do que é uma “língua” tem muitíssimo mais a ver com questões políticas, religiosas, identitárias, etc. do que com questões propriamente linguísticas, isto é, fonético-fonológicas, morfossintáticas, lexicais, etc.
Basta ver o que acontece mundo afora. Muitos modos de falar exatamente iguais recebem nomes diferentes por razões ideológicas profundas. Os linguistas sempre reconheceram a existência de uma língua chamada servo-croata, com um mesmo sistema fonológico e gramatical. Mas depois da sangrenta demolição da Iugoslávia, essa língua passou a receber nada menos do que quatro nomes diferentes: sérvio, croata, bósnio e montenegrino. Cada novo Estado surgido do desmonte da antiga federação faz questão agora de ter sua língua própria, com nome próprio. As antigas e fundas rivalidades étnicas e religiosas impedem qualquer unidade na designação das “línguas”.
Por outro lado, modos de falar totalmente diferentes podem receber o mesmo nome. O caso clássico é o do “árabe”. Um falante do árabe marroquino praticamente não entenderá o que um falante do árabe saudita tentar lhe dizer. É o mesmo que acontece, por exemplo, se um brasileiro e um italiano tentarem se comunicar cada um na sua língua. No entanto, todos os modos de falar dos países chamados “árabes” recebem o mesmo nome (“árabe”, é claro), apesar de profundas diferenças. É que a única língua digna de estudo nesses países é o chamado “árabe clássico”, a língua em que foi escrito o Corão, no século VII. Usando esse “árabe clássico”, pessoas letradas dos diferentes países “árabes” conseguem se entender.
[...]
BAGNO, Marcos. Quando nasce uma nova língua? Blog da Parábola Editorial. Disponível em: <https://goo.gl/DYKgb5>. Acesso em: 4 ago. 2017 (Fragmento adaptado).
De acordo com o texto, pode-se afirmar:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
386147 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Itatiaiuçu-MG
Provas:
INSTRUÇÃO: Leia o texto, a seguir, para responder à questão.
Língua escrita – língua falada – nível de linguagem
A língua escrita, por sua própria natureza, é estática e mais elaborada que a língua falada, mas não dispõe dos recursos próprios desta.
A acentuação [relevo de sílaba(s)], a entoação (melodia da frase), as pausas (intervalos significativos no decorrer do discurso), além da possibilidade de gestos, olhares, piscadas, etc., fazem da língua falada a modalidade mais expressiva, mais criativa, mais espontânea e natural, estando, por isso mesmo, mais sujeita a transformações e a evoluções.
Nenhuma delas, porém, se sobrepõe a outra em importância. Nas escolas, principalmente, costuma se ensinar a língua falada com base na língua escrita, considerada superior. Decorrem daí as correções, as retificações, as emendas, a que os professores sempre estão atentos. A escola existe para o aprimoramento, para o aperfeiçoamento do indivíduo, e não para deixá-lo estacionado no ponto cultural adquirido naturalmente no seu ambiente.
Ao professor cabe mostrar as diferenças das duas modalidades, as características e as vantagens de uma e outra, sem deixar transparecer nenhum caráter de superioridade ou inferioridade. É preciso deixar claro ao educando que ser “bilíngue” na sua própria língua é uma vantagem.
[...]
SACCONI, Luiz Antonio. Língua escrita – língua falada – nível de linguagem. Nossa gramática completa – Sacconi. São Paulo: Nova Geração, 2011. p. 17 (Fragmento adaptado).
De acordo com o texto, ser bilíngue em sua própria língua é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas