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Texto 10A2-II

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Texto 10A2-I
Eu vi Olívia. Ela estava na última mesa, depois de
algumas outras mesas ocupadas, sozinha, escrevendo. Em volta,
um silêncio que as mesas barulhentas, os carros que passavam, as
pessoas que corriam não podiam interromper. Ela escrevia sem
fazer a menor ideia de que aquele era o meu lugar. Era onde eu
me sentia melhor, era meu por obrigação de me sentir melhor.
Onde eu me esquecia menos. Lembrar se tornou prioridade
absoluta. Pensei: vou pedir que ela me devolva, ou que me ceda,
para não ser agressiva, o lugar onde me sinto melhor. Tenho uma
recomendação expressa de meu médico de me sentir melhor
sempre que possível. E seria possível se ela saísse de lá e me
deixasse sentar e folhear os livros do sebo, que tão bem me
fazem quando me lembram de que sempre haverá outra realidade
para onde me retirar. Pensei em ir até ela e pedir gentilmente que
saísse, mas vi que se entregava consumida a uma escrita sem
pausas.
Eu vi Olívia. Meu Deus, como eu vi Olívia! Cabelo ruivo,
olhos verdes, linda, linda, desconcertantemente linda e atenta a
alguma coisa que borbulhava dentro dela. Talvez linda porque
imersa em borbulhas. Não, definitivamente não apenas. Linda
pelos olhos verdes, o cabelo ruivo e os dentes sem sombras.
Linda pela larga atmosfera triste que emoldurava seus gestos.
Vestia verde-oliva. Olívia e oliva combinavam. Ela sabia.
Respirava como quem sabia. Ocorreu-me que ela seria capaz de
coisas improváveis se eu interrompesse a frase que escrevia
obstinada, fazendo com suas ideias o que alfinetes fazem com
balões. Acho. Foi bom não ter certeza. Só avancei porque minhas
certezas se evaporaram; eu não as tenho desde que envelheci.
Continuei indo em sua direção, no meu passo de velha senhora.
Eu já estava quase chegando, quase atravessando o silêncio de
Olívia, quando ela parou e chorou. Fez com que eu parasse
também, não podia pedir a alguém chorando que saísse de onde
estava para que eu me sentisse melhor. Ela enxugou com o punho
as lágrimas, que voltavam a escorrer desobedientes. Punhos oliva
secando lágrimas transparentes, tudo enchia meus olhos ávidos
de literatura. Ela relia o que havia escrito, chorava, e eu
suspeitava que, por um segundo, um miserável segundo, também
ria. Olívia chorava e ria. E eu fiquei ali, na fronteira entre o
barulho e o silêncio, vendo aquela menina, seguramente uma
menina se comparada a mim, suspender meu próprio caos como
se fosse mágica.
Carla Madeira. A natureza da mordida. 1.a
ed. Rio de Janeiro: Record, 2022 (com adaptações).
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Texto 10A2-I
Eu vi Olívia. Ela estava na última mesa, depois de
algumas outras mesas ocupadas, sozinha, escrevendo. Em volta,
um silêncio que as mesas barulhentas, os carros que passavam, as
pessoas que corriam não podiam interromper. Ela escrevia sem
fazer a menor ideia de que aquele era o meu lugar. Era onde eu
me sentia melhor, era meu por obrigação de me sentir melhor.
Onde eu me esquecia menos. Lembrar se tornou prioridade
absoluta. Pensei: vou pedir que ela me devolva, ou que me ceda,
para não ser agressiva, o lugar onde me sinto melhor. Tenho uma
recomendação expressa de meu médico de me sentir melhor
sempre que possível. E seria possível se ela saísse de lá e me
deixasse sentar e folhear os livros do sebo, que tão bem me
fazem quando me lembram de que sempre haverá outra realidade
para onde me retirar. Pensei em ir até ela e pedir gentilmente que
saísse, mas vi que se entregava consumida a uma escrita sem
pausas.
Eu vi Olívia. Meu Deus, como eu vi Olívia! Cabelo ruivo,
olhos verdes, linda, linda, desconcertantemente linda e atenta a
alguma coisa que borbulhava dentro dela. Talvez linda porque
imersa em borbulhas. Não, definitivamente não apenas. Linda
pelos olhos verdes, o cabelo ruivo e os dentes sem sombras.
Linda pela larga atmosfera triste que emoldurava seus gestos.
Vestia verde-oliva. Olívia e oliva combinavam. Ela sabia.
Respirava como quem sabia. Ocorreu-me que ela seria capaz de
coisas improváveis se eu interrompesse a frase que escrevia
obstinada, fazendo com suas ideias o que alfinetes fazem com
balões. Acho. Foi bom não ter certeza. Só avancei porque minhas
certezas se evaporaram; eu não as tenho desde que envelheci.
Continuei indo em sua direção, no meu passo de velha senhora.
Eu já estava quase chegando, quase atravessando o silêncio de
Olívia, quando ela parou e chorou. Fez com que eu parasse
também, não podia pedir a alguém chorando que saísse de onde
estava para que eu me sentisse melhor. Ela enxugou com o punho
as lágrimas, que voltavam a escorrer desobedientes. Punhos oliva
secando lágrimas transparentes, tudo enchia meus olhos ávidos
de literatura. Ela relia o que havia escrito, chorava, e eu
suspeitava que, por um segundo, um miserável segundo, também
ria. Olívia chorava e ria. E eu fiquei ali, na fronteira entre o
barulho e o silêncio, vendo aquela menina, seguramente uma
menina se comparada a mim, suspender meu próprio caos como
se fosse mágica.
Carla Madeira. A natureza da mordida. 1.a
ed. Rio de Janeiro: Record, 2022 (com adaptações).
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Eu vi Olívia. Ela estava na última mesa, depois de
algumas outras mesas ocupadas, sozinha, escrevendo. Em volta,
um silêncio que as mesas barulhentas, os carros que passavam, as
pessoas que corriam não podiam interromper. Ela escrevia sem
fazer a menor ideia de que aquele era o meu lugar. Era onde eu
me sentia melhor, era meu por obrigação de me sentir melhor.
Onde eu me esquecia menos. Lembrar se tornou prioridade
absoluta. Pensei: vou pedir que ela me devolva, ou que me ceda,
para não ser agressiva, o lugar onde me sinto melhor. Tenho uma
recomendação expressa de meu médico de me sentir melhor
sempre que possível. E seria possível se ela saísse de lá e me
deixasse sentar e folhear os livros do sebo, que tão bem me
fazem quando me lembram de que sempre haverá outra realidade
para onde me retirar. Pensei em ir até ela e pedir gentilmente que
saísse, mas vi que se entregava consumida a uma escrita sem
pausas.
Eu vi Olívia. Meu Deus, como eu vi Olívia! Cabelo ruivo,
olhos verdes, linda, linda, desconcertantemente linda e atenta a
alguma coisa que borbulhava dentro dela. Talvez linda porque
imersa em borbulhas. Não, definitivamente não apenas. Linda
pelos olhos verdes, o cabelo ruivo e os dentes sem sombras.
Linda pela larga atmosfera triste que emoldurava seus gestos.
Vestia verde-oliva. Olívia e oliva combinavam. Ela sabia.
Respirava como quem sabia. Ocorreu-me que ela seria capaz de
coisas improváveis se eu interrompesse a frase que escrevia
obstinada, fazendo com suas ideias o que alfinetes fazem com
balões. Acho. Foi bom não ter certeza. Só avancei porque minhas
certezas se evaporaram; eu não as tenho desde que envelheci.
Continuei indo em sua direção, no meu passo de velha senhora.
Eu já estava quase chegando, quase atravessando o silêncio de
Olívia, quando ela parou e chorou. Fez com que eu parasse
também, não podia pedir a alguém chorando que saísse de onde
estava para que eu me sentisse melhor. Ela enxugou com o punho
as lágrimas, que voltavam a escorrer desobedientes. Punhos oliva
secando lágrimas transparentes, tudo enchia meus olhos ávidos
de literatura. Ela relia o que havia escrito, chorava, e eu
suspeitava que, por um segundo, um miserável segundo, também
ria. Olívia chorava e ria. E eu fiquei ali, na fronteira entre o
barulho e o silêncio, vendo aquela menina, seguramente uma
menina se comparada a mim, suspender meu próprio caos como
se fosse mágica.
Carla Madeira. A natureza da mordida. 1.a
ed. Rio de Janeiro: Record, 2022 (com adaptações).
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Texto 10A2-I
Eu vi Olívia. Ela estava na última mesa, depois de
algumas outras mesas ocupadas, sozinha, escrevendo. Em volta,
um silêncio que as mesas barulhentas, os carros que passavam, as
pessoas que corriam não podiam interromper. Ela escrevia sem
fazer a menor ideia de que aquele era o meu lugar. Era onde eu
me sentia melhor, era meu por obrigação de me sentir melhor.
Onde eu me esquecia menos. Lembrar se tornou prioridade
absoluta. Pensei: vou pedir que ela me devolva, ou que me ceda,
para não ser agressiva, o lugar onde me sinto melhor. Tenho uma
recomendação expressa de meu médico de me sentir melhor
sempre que possível. E seria possível se ela saísse de lá e me
deixasse sentar e folhear os livros do sebo, que tão bem me
fazem quando me lembram de que sempre haverá outra realidade
para onde me retirar. Pensei em ir até ela e pedir gentilmente que
saísse, mas vi que se entregava consumida a uma escrita sem
pausas.
Eu vi Olívia. Meu Deus, como eu vi Olívia! Cabelo ruivo,
olhos verdes, linda, linda, desconcertantemente linda e atenta a
alguma coisa que borbulhava dentro dela. Talvez linda porque
imersa em borbulhas. Não, definitivamente não apenas. Linda
pelos olhos verdes, o cabelo ruivo e os dentes sem sombras.
Linda pela larga atmosfera triste que emoldurava seus gestos.
Vestia verde-oliva. Olívia e oliva combinavam. Ela sabia.
Respirava como quem sabia. Ocorreu-me que ela seria capaz de
coisas improváveis se eu interrompesse a frase que escrevia
obstinada, fazendo com suas ideias o que alfinetes fazem com
balões. Acho. Foi bom não ter certeza. Só avancei porque minhas
certezas se evaporaram; eu não as tenho desde que envelheci.
Continuei indo em sua direção, no meu passo de velha senhora.
Eu já estava quase chegando, quase atravessando o silêncio de
Olívia, quando ela parou e chorou. Fez com que eu parasse
também, não podia pedir a alguém chorando que saísse de onde
estava para que eu me sentisse melhor. Ela enxugou com o punho
as lágrimas, que voltavam a escorrer desobedientes. Punhos oliva
secando lágrimas transparentes, tudo enchia meus olhos ávidos
de literatura. Ela relia o que havia escrito, chorava, e eu
suspeitava que, por um segundo, um miserável segundo, também
ria. Olívia chorava e ria. E eu fiquei ali, na fronteira entre o
barulho e o silêncio, vendo aquela menina, seguramente uma
menina se comparada a mim, suspender meu próprio caos como
se fosse mágica.
Carla Madeira. A natureza da mordida. 1.a
ed. Rio de Janeiro: Record, 2022 (com adaptações).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto 10A2-I
Eu vi Olívia. Ela estava na última mesa, depois de
algumas outras mesas ocupadas, sozinha, escrevendo. Em volta,
um silêncio que as mesas barulhentas, os carros que passavam, as
pessoas que corriam não podiam interromper. Ela escrevia sem
fazer a menor ideia de que aquele era o meu lugar. Era onde eu
me sentia melhor, era meu por obrigação de me sentir melhor.
Onde eu me esquecia menos. Lembrar se tornou prioridade
absoluta. Pensei: vou pedir que ela me devolva, ou que me ceda,
para não ser agressiva, o lugar onde me sinto melhor. Tenho uma
recomendação expressa de meu médico de me sentir melhor
sempre que possível. E seria possível se ela saísse de lá e me
deixasse sentar e folhear os livros do sebo, que tão bem me
fazem quando me lembram de que sempre haverá outra realidade
para onde me retirar. Pensei em ir até ela e pedir gentilmente que
saísse, mas vi que se entregava consumida a uma escrita sem
pausas.
Eu vi Olívia. Meu Deus, como eu vi Olívia! Cabelo ruivo,
olhos verdes, linda, linda, desconcertantemente linda e atenta a
alguma coisa que borbulhava dentro dela. Talvez linda porque
imersa em borbulhas. Não, definitivamente não apenas. Linda
pelos olhos verdes, o cabelo ruivo e os dentes sem sombras.
Linda pela larga atmosfera triste que emoldurava seus gestos.
Vestia verde-oliva. Olívia e oliva combinavam. Ela sabia.
Respirava como quem sabia. Ocorreu-me que ela seria capaz de
coisas improváveis se eu interrompesse a frase que escrevia
obstinada, fazendo com suas ideias o que alfinetes fazem com
balões. Acho. Foi bom não ter certeza. Só avancei porque minhas
certezas se evaporaram; eu não as tenho desde que envelheci.
Continuei indo em sua direção, no meu passo de velha senhora.
Eu já estava quase chegando, quase atravessando o silêncio de
Olívia, quando ela parou e chorou. Fez com que eu parasse
também, não podia pedir a alguém chorando que saísse de onde
estava para que eu me sentisse melhor. Ela enxugou com o punho
as lágrimas, que voltavam a escorrer desobedientes. Punhos oliva
secando lágrimas transparentes, tudo enchia meus olhos ávidos
de literatura. Ela relia o que havia escrito, chorava, e eu
suspeitava que, por um segundo, um miserável segundo, também
ria. Olívia chorava e ria. E eu fiquei ali, na fronteira entre o
barulho e o silêncio, vendo aquela menina, seguramente uma
menina se comparada a mim, suspender meu próprio caos como
se fosse mágica.
Carla Madeira. A natureza da mordida. 1.a
ed. Rio de Janeiro: Record, 2022 (com adaptações).
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Texto 10A1
Acho que foi em 1995 que o então presidente de Portugal
me deu uma condecoração que muito me orgulha: a da Ordem do
Infante Dom Henrique. No momento em que lhe agradeci a
honraria, Mário Soares me convidou a ir a Portugal. Respondi
que, não gostando de viajar, nunca saíra do Brasil, mas, que, se,
um dia, isso viesse a acontecer, minha preferência seria por
Portugal, por ser, entre os países da Europa, “o único onde o
povo tem o bom senso de falar português”.
Pode-se imaginar, então, como fico preocupado ao ver a
língua portuguesa desfigurada, como está acontecendo. Sei
perfeitamente que um idioma é uma coisa viva e pulsante. Não
queremos isolar o português, que, como acontece com qualquer
outra língua, se enriquece com as palavras e expressões das
outras. Todavia, elas devem ser adaptadas à forma e ao espírito
do idioma que as acolhe. Somente assim é que deixam de ser
mostrengos que nos desfiguram e se transformam em
incorporações que nos enriquecem.
Cito um caso, para exemplificar: no país onde se joga o
melhor futebol do mundo, traduziram, e bem, a palavra inglesa
goal por gol, mas estão escrevendo seu plural de maneira errada,
gols (e não gois, como é exigido, ao mesmo tempo, pelo bom
gosto, pelo espírito e pela forma da nossa língua). E isso em um
setor em que, para substituir os vocábulos estrangeiros, foram
adotadas palavras tão boas quanto zaga, escanteio e
impedimento, entre outras.
Ariano Suassuna. Folha de S. Paulo, 5/4/2000 (com adaptações).
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Texto 10A1
Acho que foi em 1995 que o então presidente de Portugal
me deu uma condecoração que muito me orgulha: a da Ordem do
Infante Dom Henrique. No momento em que lhe agradeci a
honraria, Mário Soares me convidou a ir a Portugal. Respondi
que, não gostando de viajar, nunca saíra do Brasil, mas, que, se,
um dia, isso viesse a acontecer, minha preferência seria por
Portugal, por ser, entre os países da Europa, “o único onde o
povo tem o bom senso de falar português”.
Pode-se imaginar, então, como fico preocupado ao ver a
língua portuguesa desfigurada, como está acontecendo. Sei
perfeitamente que um idioma é uma coisa viva e pulsante. Não
queremos isolar o português, que, como acontece com qualquer
outra língua, se enriquece com as palavras e expressões das
outras. Todavia, elas devem ser adaptadas à forma e ao espírito
do idioma que as acolhe. Somente assim é que deixam de ser
mostrengos que nos desfiguram e se transformam em
incorporações que nos enriquecem.
Cito um caso, para exemplificar: no país onde se joga o
melhor futebol do mundo, traduziram, e bem, a palavra inglesa
goal por gol, mas estão escrevendo seu plural de maneira errada,
gols (e não gois, como é exigido, ao mesmo tempo, pelo bom
gosto, pelo espírito e pela forma da nossa língua). E isso em um
setor em que, para substituir os vocábulos estrangeiros, foram
adotadas palavras tão boas quanto zaga, escanteio e
impedimento, entre outras.
Ariano Suassuna. Folha de S. Paulo, 5/4/2000 (com adaptações).
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Texto 10A1
Acho que foi em 1995 que o então presidente de Portugal
me deu uma condecoração que muito me orgulha: a da Ordem do
Infante Dom Henrique. No momento em que lhe agradeci a
honraria, Mário Soares me convidou a ir a Portugal. Respondi
que, não gostando de viajar, nunca saíra do Brasil, mas, que, se,
um dia, isso viesse a acontecer, minha preferência seria por
Portugal, por ser, entre os países da Europa, “o único onde o
povo tem o bom senso de falar português”.
Pode-se imaginar, então, como fico preocupado ao ver a
língua portuguesa desfigurada, como está acontecendo. Sei
perfeitamente que um idioma é uma coisa viva e pulsante. Não
queremos isolar o português, que, como acontece com qualquer
outra língua, se enriquece com as palavras e expressões das
outras. Todavia, elas devem ser adaptadas à forma e ao espírito
do idioma que as acolhe. Somente assim é que deixam de ser
mostrengos que nos desfiguram e se transformam em
incorporações que nos enriquecem.
Cito um caso, para exemplificar: no país onde se joga o
melhor futebol do mundo, traduziram, e bem, a palavra inglesa
goal por gol, mas estão escrevendo seu plural de maneira errada,
gols (e não gois, como é exigido, ao mesmo tempo, pelo bom
gosto, pelo espírito e pela forma da nossa língua). E isso em um
setor em que, para substituir os vocábulos estrangeiros, foram
adotadas palavras tão boas quanto zaga, escanteio e
impedimento, entre outras.
Ariano Suassuna. Folha de S. Paulo, 5/4/2000 (com adaptações).
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