Foram encontradas 40 questões.
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Lagoa Seca-PB
Read the text III to answer the question.
TEXT III
A new report into world education shows Finland has the best system. The global study is called "The Learning Curve" and is from the British magazine "The Economist". It aims to help governments provide a better education to students. The 52-page report looked at the education system in 50 countries. Researchers analysed millions of statistics on exam grades, literacy rates, attendance, and university graduation rates. Asia did well in the report, with South Korea, Hong Kong, Japan and Singapore finishing second, third, fourth and fifth. The United States came 17th in the study, while Mexico, Brazil and Indonesia filled the bottom three positions in the top 50.
The Learning Curve reported on five things that education leaders should remember. The first is that spending lots of money on schools and teachers does not always mean students will learn. Second is that "good teachers are essential to high-quality education". The report said teachers should be "treated as the valuable professionals they are, not as technicians in a huge, educational machine". Numbers three and four are that a country's culture must have a strong focus on the importance of education, and parents have a key part to play. Finally, countries need to "educate for the future, not just the present." The report said: "Many of today's job titles…simply did not exist 20 years ago."
Sources:
http://www.timeshighereducation.co.uk/story.asp?sectioncode=26&storycode=421944&c=1
http://thelearningcurve.pearson.com/content/download/bankname/components/filename/FINAL%20LearningCurve_Final.pdf
3
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Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Lagoa Seca-PB
Read the text II to answer the question.
TEXT II
JOHN LAURENS:
The ten-dollar Founding Father without a father
Got a lot farther by workin' a lot harder
By bein' a lot smarter
By bein' a self-starter
By fourteen, they placed him in charge of a trading charter
THOMAS JEFFERSON:
And every day while slaves were being slaughtered and carted
Away across the waves, he struggled and kept his guard up
Inside, he was longing for something to be a part of
The brother was ready to beg, steal, borrow, or barter
[…]
AARON BURR:
Well, the word got around, they said, "This kid is insane, man!"
Took up a collection just to send him to the mainland
"Get your education, don't forget from whence you came, and
The world's gonna know your name! What's your name, man?"
Excerpt from the musical Hamilton, with lyrics by Lin-Manuel Miranda.
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Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Lagoa Seca-PB
Read the text II to answer the question.
TEXT II
JOHN LAURENS:
The ten-dollar Founding Father without a father
Got a lot farther by workin' a lot harder
By bein' a lot smarter
By bein' a self-starter
By fourteen, they placed him in charge of a trading charter
THOMAS JEFFERSON:
And every day while slaves were being slaughtered and carted
Away across the waves, he struggled and kept his guard up
Inside, he was longing for something to be a part of
The brother was ready to beg, steal, borrow, or barter
[…]
AARON BURR:
Well, the word got around, they said, "This kid is insane, man!"
Took up a collection just to send him to the mainland
"Get your education, don't forget from whence you came, and
The world's gonna know your name! What's your name, man?"
Excerpt from the musical Hamilton, with lyrics by Lin-Manuel Miranda.
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Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Lagoa Seca-PB
Read the text I to answer the question.
TEXT I
IS BURNOUT REAL?
Last week, the World Health Organization upgraded Burnout from a “state” of exhaustion to “a syndrome” resulting from “chronic workplace stress” in its International Disease Classification. That is such a broad definition that it could well apply to most people at some point in their working lives. When a disorder is reportedly so widespread, it makes me wonder whether we are at risk of medicalizing everyday distress. If almost everyone suffers from Burnout, then no one does, and the concept loses all credibility.
By Richard A. Friedman
I'm sure the author's generation also experienced workplace stress. However, his generation also experienced real economic stability and socioeconomic gains. There was a light at the end of the tunnel. Currently, we are working tirelessly towards what ends? There doesn't seem to be a light at the end of the tunnel. The Burnout is psychological and existential as much as it is physical.
Anna B. – New York, June 4, 2019.
(Adaptado de https://www.nytimes.com/2019/06/03/opinion/burnout-stress.html. Acessado em 16/09/2020.)
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Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Lagoa Seca-PB
Read the text I to answer the question.
TEXT I
IS BURNOUT REAL?
Last week, the World Health Organization upgraded Burnout from a “state” of exhaustion to “a syndrome” resulting from “chronic workplace stress” in its International Disease Classification. That is such a broad definition that it could well apply to most people at some point in their working lives. When a disorder is reportedly so widespread, it makes me wonder whether we are at risk of medicalizing everyday distress. If almost everyone suffers from Burnout, then no one does, and the concept loses all credibility.
By Richard A. Friedman
I'm sure the author's generation also experienced workplace stress. However, his generation also experienced real economic stability and socioeconomic gains. There was a light at the end of the tunnel. Currently, we are working tirelessly towards what ends? There doesn't seem to be a light at the end of the tunnel. The Burnout is psychological and existential as much as it is physical.
Anna B. – New York, June 4, 2019.
(Adaptado de https://www.nytimes.com/2019/06/03/opinion/burnout-stress.html. Acessado em 16/09/2020.)
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O Texto VI é um editorial, leia-o para responder a questão.
CRACOLÂNDIAS ESPALHADAS
Grupos de usuários, antes restritos à região central, se dispersam por São Paulo
22 jul. 2024, às 22h00
Apesar de existir equipamentos públicos de atendimento a dependentes químicos e pessoas em situação de rua na cidade de São Paulo, a principal abordagem da prefeitura sobre a cracolândia tem sido a policial, com operações para dispersar aglomerações de usuários da droga no centro da capital.
Mas outros bairros possuem agrupamentos do tipo; e as ações das forças de segurança no centro podem ter contribuído para espalhar os dependentes para outras zonas da metrópole.
É o que mostra levantamento exclusivo desta Folha, com dados da Secretaria de Segurança Pública obtidos por meio da Lei Folha de Acesso à Informação. O trabalho mostrou que, no ano passado, a cidade tinha 72 concentrações de usuários distribuídas em 47 bairros. No estado, 160, em 45 municípios.
Na capital, a maioria estava na zona leste (20) e no centro (15). A periferia era a região mais afetada. Mas foram registradas aglomerações em bairros nobres, como Alto de Pinheiros e Pinheiros. São Bernardo e Guarulhos, na região metropolitana, lideram a lista estadual com 8 cada; Campinas, com 7, vem em seguida.
O consumo de crack a céu aberto por grandes grupos de usuários, como os vistos principalmente no centro, causa transtornos a moradores e comerciantes, não só com barulho e acúmulo de lixo nas vias, mas com aumento de crimes, como roubos e furtos. Já os usuários sofrem com a dependência.
Passa da hora de o poder público implementar uma política multidisciplinar integrada (saúde, segurança, moradia e geração de renda) contínua e de longo prazo para combater o problema sem infringir direitos humanos —casos da violência policial e de internações compulsórias indevidas.
No setor específico da segurança, devem-se alocar recursos em inteligência investigativa, para conter o tráfico e eliminar fontes de financiamento das facções; e em policiamento ostensivo para proteger moradores e comerciantes.
Caso contrário, as cracolândias continuarão a se espalhar. Em ano de eleições municipais, candidatos precisam mostrar projetos factíveis, e os eleitores devem exigi-los.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2024/07/cracolandias-espalhadas.shtml. Acesso em: 25 jul. 2024.
No tocante ao funcionamento linguístico-discursivo do texto em estudo, as assertivas a seguir. analise
I- O texto traz dados estatísticos para endossar a ideia central de que a atuação da prefeitura com relação às cracolândias em São Paulo causou a sua disseminação para outros bairros da cidade, inclusive para bairros considerados nobres.
II- O termo agrupamentos do tipo (“Mas outros bairros possuem agrupamentos do tipo”) evita a repetição desnecessária do referente cracolândia.
III- A ideia de que, em São Paulo, os dependentes químicos e pessoas em situação de rua estão em sofrimento e necessitam, sim, de políticas públicas que tenham um impacto positivo sobre a sua cidadania e qualidade de vida atua como um contra-argumento com relação à opinião de que essas pessoas merecem ser enquadradas pela polícia como quaisquer outros contraventores.
IV- O autor do editorial não é contrário à polícia no contexto da problemática das cracolândias em São Paulo, mas sim à violência policial contra as pessoas que formam esses agrupamentos.
É CORRETO o que se afirma em:
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O Texto VI é um editorial, leia-o para responder a questão.
CRACOLÂNDIAS ESPALHADAS
Grupos de usuários, antes restritos à região central, se dispersam por São Paulo
22 jul. 2024, às 22h00
Apesar de existir equipamentos públicos de atendimento a dependentes químicos e pessoas em situação de rua na cidade de São Paulo, a principal abordagem da prefeitura sobre a cracolândia tem sido a policial, com operações para dispersar aglomerações de usuários da droga no centro da capital.
Mas outros bairros possuem agrupamentos do tipo; e as ações das forças de segurança no centro podem ter contribuído para espalhar os dependentes para outras zonas da metrópole.
É o que mostra levantamento exclusivo desta Folha, com dados da Secretaria de Segurança Pública obtidos por meio da Lei Folha de Acesso à Informação. O trabalho mostrou que, no ano passado, a cidade tinha 72 concentrações de usuários distribuídas em 47 bairros. No estado, 160, em 45 municípios.
Na capital, a maioria estava na zona leste (20) e no centro (15). A periferia era a região mais afetada. Mas foram registradas aglomerações em bairros nobres, como Alto de Pinheiros e Pinheiros. São Bernardo e Guarulhos, na região metropolitana, lideram a lista estadual com 8 cada; Campinas, com 7, vem em seguida.
O consumo de crack a céu aberto por grandes grupos de usuários, como os vistos principalmente no centro, causa transtornos a moradores e comerciantes, não só com barulho e acúmulo de lixo nas vias, mas com aumento de crimes, como roubos e furtos. Já os usuários sofrem com a dependência.
Passa da hora de o poder público implementar uma política multidisciplinar integrada (saúde, segurança, moradia e geração de renda) contínua e de longo prazo para combater o problema sem infringir direitos humanos —casos da violência policial e de internações compulsórias indevidas.
No setor específico da segurança, devem-se alocar recursos em inteligência investigativa, para conter o tráfico e eliminar fontes de financiamento das facções; e em policiamento ostensivo para proteger moradores e comerciantes.
Caso contrário, as cracolândias continuarão a se espalhar. Em ano de eleições municipais, candidatos precisam mostrar projetos factíveis, e os eleitores devem exigi-los.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2024/07/cracolandias-espalhadas.shtml. Acesso em: 25 jul. 2024.
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O Texto VI é um editorial, leia-o para responder a questão.
CRACOLÂNDIAS ESPALHADAS
Grupos de usuários, antes restritos à região central, se dispersam por São Paulo
22 jul. 2024, às 22h00
Apesar de existir equipamentos públicos de atendimento a dependentes químicos e pessoas em situação de rua na cidade de São Paulo, a principal abordagem da prefeitura sobre a cracolândia tem sido a policial, com operações para dispersar aglomerações de usuários da droga no centro da capital.
Mas outros bairros possuem agrupamentos do tipo; e as ações das forças de segurança no centro podem ter contribuído para espalhar os dependentes para outras zonas da metrópole.
É o que mostra levantamento exclusivo desta Folha, com dados da Secretaria de Segurança Pública obtidos por meio da Lei Folha de Acesso à Informação. O trabalho mostrou que, no ano passado, a cidade tinha 72 concentrações de usuários distribuídas em 47 bairros. No estado, 160, em 45 municípios.
Na capital, a maioria estava na zona leste (20) e no centro (15). A periferia era a região mais afetada. Mas foram registradas aglomerações em bairros nobres, como Alto de Pinheiros e Pinheiros. São Bernardo e Guarulhos, na região metropolitana, lideram a lista estadual com 8 cada; Campinas, com 7, vem em seguida.
O consumo de crack a céu aberto por grandes grupos de usuários, como os vistos principalmente no centro, causa transtornos a moradores e comerciantes, não só com barulho e acúmulo de lixo nas vias, mas com aumento de crimes, como roubos e furtos. Já os usuários sofrem com a dependência.
Passa da hora de o poder público implementar uma política multidisciplinar integrada (saúde, segurança, moradia e geração de renda) contínua e de longo prazo para combater o problema sem infringir direitos humanos —casos da violência policial e de internações compulsórias indevidas.
No setor específico da segurança, devem-se alocar recursos em inteligência investigativa, para conter o tráfico e eliminar fontes de financiamento das facções; e em policiamento ostensivo para proteger moradores e comerciantes.
Caso contrário, as cracolândias continuarão a se espalhar. Em ano de eleições municipais, candidatos precisam mostrar projetos factíveis, e os eleitores devem exigi-los.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2024/07/cracolandias-espalhadas.shtml. Acesso em: 25 jul. 2024.
Com base no texto, considere as seguintes assertivas.
I- A ideia central do texto gira em torno da tese segundo a qual o combate exclusivamente coercitivo às chamadas cracolândias vem a acarretar a dispersão dos usuários de drogas e pessoas em situação de rua para outros bairros de São Paulo.
II- Em 2023, bairros nobres de São Paulo, como Alto de Pinheiros e Pinheiros, eram mais afetados pelo fenômeno das cracolândias do que a periferia da cidade.
III- O aumento do índice de criminalidade em um bairro não tem relação com a existência de cracolândias.
IV- A Folha defende que cabe ao poder público oferecer ações afirmativas com relação aos usuários de crack e outras drogas, bem como às pessoas em situação de rua.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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- SintaxeTermos Essenciais da Oração
- SintaxePalavras com Múltiplas FunçõesFunções da Palavra “que”
- MorfologiaVerbosFormas Nominais
Para responder a questão, leia o texto V.
Texto V

Fonte: Quino. Mafalda. Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/39617671711906286/. Acesso em: 25 jul. 2024.
Ainda com relação ao enunciado presente no último quadrinho da tira (“Bem que dizem que repartir é morrer um pouco"), analise as assertivas abaixo.
I- As duas ocorrências da palavra que correspondem à mesma função sintática.
II- A segunda ocorrência da palavra que atende à função sintática de conjunção integrante.
III- Os verbos repartir e morrer e estão no infinitivo.
IV- Em “ Bem que dizem ”, tem-se uma oração sem sujeito.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração CoordenadaOrações Coordenadas Sindéticas
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Adjetiva
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Substantiva
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinadas Adverbial
Para responder a questão, leia o texto V.
Texto V

Fonte: Quino. Mafalda. Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/39617671711906286/. Acesso em: 25 jul. 2024.
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