Foram encontradas 60 questões.
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC), em
implementação no Brasil, elenca dez competências gerais a
serem desenvolvidas nas escolas. Elas acompanham o
desenvolvimento dos alunos desde a Educação Infantil até
o Ensino Médio.
Para a construção da Base Nacional Comum Curricular,
considerou-se competência como sendo a mobilização de
conhecimentos, habilidades, atitudes e valores para
resolver demandas da vida cotidiana, do exercício da
cidadania e do mundo do trabalho. Isso significa que
competência é aquilo que permite aos estudantes
desenvolverem plenamente cada uma das habilidades e
aprendizagens essenciais estipuladas pela Base.
Uma delas tem por objetivo compreender, utilizar e criar
tecnologias da informação e comunicação de forma crítica,
significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais,
incluindo as escolares, para se comunicar, acessar e
disseminar informações, produzir conhecimentos, resolver
problemas e exercer protagonismo e autoria na vida
pessoal e coletiva. É:
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Várias regulamentações surgiram no governo de Fernando
Henrique Cardoso (FHC), que assumiu a presidência em
1995. No segundo ano de mandato, após intensos debates,
foi promulgada a Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional (LDB), com relatoria do Senador Darcy Ribeiro
(1922-1997).
O 1º e o 2º graus se tornaram Ensino Fundamental e Médio e a recomendação para os estudantes com necessidades especiais passou a ser a de que fossem atendidos, preferencialmente, na Rede Pública Regular.
Para financiar os novos projetos, foi criado/a:
O 1º e o 2º graus se tornaram Ensino Fundamental e Médio e a recomendação para os estudantes com necessidades especiais passou a ser a de que fossem atendidos, preferencialmente, na Rede Pública Regular.
Para financiar os novos projetos, foi criado/a:
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A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), de
1996, diz que a proposta pedagógica é um documento de
referência. Também chamada de projeto pedagógico,
projeto político-pedagógico ou projeto educativo, a
proposta pedagógica pode ser comparada ao que o
educador espanhol Manuel Álvarez chama de "uma
pequena Constituição". Além da LDB, a proposta
pedagógica deve considerar as orientações contidas nas
diretrizes emanadas pelo MEC. Mas, nem por isso ela deve
ser encarada como um conjunto de normas rígidas.
Elaborar esse documento é uma oportunidade para a escola:
Elaborar esse documento é uma oportunidade para a escola:
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O Ensino Fundamental – Anos Finais - é considerado o
período ideal para o professor explicar aos alunos que o
Brasil foi um país escravocrata e que a abolição da
escravidão não veio acompanhada de um processo de
inclusão dos negros na sociedade brasileira. Bem como
conhecer e debater sobre a cultura indígena, e as
consequências da colonização dos povos que formaram a
população brasileira até os dias atuais.
Para romper com teorias racistas e diminuir o preconceito, o MEC incluiu no currículo, temáticas que façam os alunos refletirem sobre a democracia racial e a formação cultural brasileira. Até bem pouco tempo atrás, o Brasil, conhecido internacionalmente por sua diversidade cultural e pela mistura de raças que formam o seu povo, não tinha as diferentes etnias representadas nos currículos escolares do País.
Para tanto, duas Leis foram sancionadas, nos anos de 2003 e 2008, que tornaram obrigatório, no Ensino Fundamental e Médio, o estudo:
Para romper com teorias racistas e diminuir o preconceito, o MEC incluiu no currículo, temáticas que façam os alunos refletirem sobre a democracia racial e a formação cultural brasileira. Até bem pouco tempo atrás, o Brasil, conhecido internacionalmente por sua diversidade cultural e pela mistura de raças que formam o seu povo, não tinha as diferentes etnias representadas nos currículos escolares do País.
Para tanto, duas Leis foram sancionadas, nos anos de 2003 e 2008, que tornaram obrigatório, no Ensino Fundamental e Médio, o estudo:
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A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB),
aprovada em 1996, determina que a avaliação seja
contínua e cumulativa e que os aspectos qualitativos
prevaleçam sobre os quantitativos. Da mesma forma, os
resultados obtidos pelos estudantes ao longo do ano
escolar devem ser mais valorizados que a nota da prova
final.
Hoje a ênfase da avaliação escolar está no aprender. Isso significa uma mudança em quase todos os níveis educacionais: currículo, gestão escolar, organização da sala de aula, tipos de atividade e, claro, o próprio jeito de avaliar a turma.
Esse tipo de avaliação, também chamada de formativa, serve a um projeto de sociedade pautado pela cooperação e pela inclusão, em lugar da competição e da exclusão. Uma sociedade em que todos tenham o direito de aprender.
Portanto, essa forma de avaliar põe em questão não apenas um projeto educacional, mas uma mudança social. Podemos afirmar que essa mudança não é apenas técnica, mas também:
Hoje a ênfase da avaliação escolar está no aprender. Isso significa uma mudança em quase todos os níveis educacionais: currículo, gestão escolar, organização da sala de aula, tipos de atividade e, claro, o próprio jeito de avaliar a turma.
Esse tipo de avaliação, também chamada de formativa, serve a um projeto de sociedade pautado pela cooperação e pela inclusão, em lugar da competição e da exclusão. Uma sociedade em que todos tenham o direito de aprender.
Portanto, essa forma de avaliar põe em questão não apenas um projeto educacional, mas uma mudança social. Podemos afirmar que essa mudança não é apenas técnica, mas também:
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Ao longo do Ensino Fundamental – Anos Finais, os
estudantes se deparam com desafios de maior
complexidade, sobretudo devido à necessidade de se
apropriarem das diferentes lógicas de organização dos
conhecimentos relacionados às diferentes áreas do
conhecimento.
Segundo a BNCC, tendo em vista essa maior especialização, é importante, nos vários componentes curriculares, retomar e ressignificar as aprendizagens do Ensino Fundamental – Anos Iniciais no contexto das diferentes áreas, visando ao aprofundamento e à ampliação:
Segundo a BNCC, tendo em vista essa maior especialização, é importante, nos vários componentes curriculares, retomar e ressignificar as aprendizagens do Ensino Fundamental – Anos Iniciais no contexto das diferentes áreas, visando ao aprofundamento e à ampliação:
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Nas palavras de Durkheim (considerado o pai da
Sociologia), "a educação tem por objetivo suscitar e
desenvolver na criança, estados físicos e morais que são
requeridos pela sociedade política no seu conjunto". Tais
exigências, com forte influência no processo de ensino,
estão relacionadas à religião, às normas e sanções, à ação
política, ao grau de desenvolvimento das ciências e até
mesmo ao estado de progresso da indústria local.
Durkheim sugeria que a ação educativa funcionasse de forma normativa. A criança estaria pronta para assimilar conhecimentos - e o professor bem preparado, dominando as circunstâncias. "A criança deve exercitar-se a reconhecer [a autoridade] na palavra do educador e a submeter-se ao seu ascendente; é por meio dessa condição que saberá, mais tarde, encontrá-la na sua consciência e aí se conformar a ela".
O sociólogo francês foi criticado por Jean Piaget (1896- 1980) e Pierre Bourdieu (1930-2002), defensores da ideia de que a:
Durkheim sugeria que a ação educativa funcionasse de forma normativa. A criança estaria pronta para assimilar conhecimentos - e o professor bem preparado, dominando as circunstâncias. "A criança deve exercitar-se a reconhecer [a autoridade] na palavra do educador e a submeter-se ao seu ascendente; é por meio dessa condição que saberá, mais tarde, encontrá-la na sua consciência e aí se conformar a ela".
O sociólogo francês foi criticado por Jean Piaget (1896- 1980) e Pierre Bourdieu (1930-2002), defensores da ideia de que a:
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- Tecnologias Educacionais
- Mídias, Comunicação e Tecnologias na Educação
- As Tecnologias da Comunicação e Informação nas Práticas Educativas
À medida que as tecnologias foram ganhando força na
sociedade, a escola ficou inerte à essa questão. É um
engano pensar que ter nascido em uma geração digital é o
suficiente para garantir um bom uso do mundo digital. Por
isso, é fundamental que o ponto inicial, nas escolas, seja
trabalhar algumas questões com os estudantes, fazendo-os
entender que a tecnologia tem o seu lado benéfico, mas,
também um outro lado: o da dispersão que pode
comprometer os estudos e até a segurança pessoal dos
indivíduos.
Para tanto, é necessário que os professores também se apropriem da utilização dos meios digitais.
Alguns temas são essenciais para serem desenvolvidos com os alunos, por representarem uma quebra de paradigma cultural sobre a tecnologia e a vida digital, tais como:
Para tanto, é necessário que os professores também se apropriem da utilização dos meios digitais.
Alguns temas são essenciais para serem desenvolvidos com os alunos, por representarem uma quebra de paradigma cultural sobre a tecnologia e a vida digital, tais como:
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- Tecnologias Educacionais
- Mídias, Comunicação e Tecnologias na Educação
- As Tecnologias da Comunicação e Informação nas Práticas Educativas
O pensamento computacional está formando uma
linguagem tão importante quanto a oral ou a escrita para
as crianças e jovens de hoje.
A construção dessa linguagem já é uma realidade e sua solidificação é uma consequência inevitável. A necessidade de desenvolver tecnologia e educação digital com crianças e jovens na escola está, inclusive, prevista em uma das competências da Base Nacional Comum Curricular, a BNCC. Ela diz que todo jovem precisa compreender, utilizar e criar tecnologia de forma reflexiva, significativa e ética. Mais do que uma ferramenta facilitadora de absorção de conhecimentos, da forma como funcionou no que se convencionou chamar de inclusão digital, a tecnologia digital hoje abriga um conjunto de conhecimentos e competências que precisam ser desenvolvidos com os alunos.
Para os estudiosos dessa temática, é fundamental que toda criança ou adolescente, compreenda:
A construção dessa linguagem já é uma realidade e sua solidificação é uma consequência inevitável. A necessidade de desenvolver tecnologia e educação digital com crianças e jovens na escola está, inclusive, prevista em uma das competências da Base Nacional Comum Curricular, a BNCC. Ela diz que todo jovem precisa compreender, utilizar e criar tecnologia de forma reflexiva, significativa e ética. Mais do que uma ferramenta facilitadora de absorção de conhecimentos, da forma como funcionou no que se convencionou chamar de inclusão digital, a tecnologia digital hoje abriga um conjunto de conhecimentos e competências que precisam ser desenvolvidos com os alunos.
Para os estudiosos dessa temática, é fundamental que toda criança ou adolescente, compreenda:
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Avaliações nacionais e internacionais têm mostrado que os
estudantes brasileiros apresentam grande dificuldade para
compreender e interpretar textos.
Uma análise histórica dos resultados da alfabetização no Brasil em avaliações nacionais e estaduais evidencia, desde os anos 1960-1970 até as atuais avaliações, um reiterado baixo nível de leitura e escrita na aprendizagem inicial da língua escrita.
Para a Profª Magda Soares, “enquanto considerarmos que ensinar a ler é uma questão de métodos e de atividades de interpretação de textos, continuaremos fracassando em alfabetizar e letrar adequadamente nossas crianças. Em relação à alfabetização, entendida como apropriação do sistema alfabético, prevalece a falsa suposição de que basta adotar um método, entre os vários que são oferecidos.”
Ainda segundo a Professora, ensinar a ler é um processo muito complexo e exige que os professores tenham:
Uma análise histórica dos resultados da alfabetização no Brasil em avaliações nacionais e estaduais evidencia, desde os anos 1960-1970 até as atuais avaliações, um reiterado baixo nível de leitura e escrita na aprendizagem inicial da língua escrita.
Para a Profª Magda Soares, “enquanto considerarmos que ensinar a ler é uma questão de métodos e de atividades de interpretação de textos, continuaremos fracassando em alfabetizar e letrar adequadamente nossas crianças. Em relação à alfabetização, entendida como apropriação do sistema alfabético, prevalece a falsa suposição de que basta adotar um método, entre os vários que são oferecidos.”
Ainda segundo a Professora, ensinar a ler é um processo muito complexo e exige que os professores tenham:
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